#Assédio #Gay #Traições

Assédio e sexo quente mesmo proibido

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ppgay26

Arrumei para o compromisso indo de ônibus. O primeiro dia naquele novo trabalho gerava uma expectativa que só minha mente poderia alcançar dentro do coletivo. Sentado ao lado da janela, cada ponto parecia uma tortura. Desci e atravessei a Avenida Ipiranga em sentido Viaduto do Chá. A identificação na portaria é obrigatória antes de pegar o elevador. Subi e saí do elevador para tocar uma campainha e entrar. Um sorriso, cumprimento e entrei. Desta forma, eu dava uma nova etapa na minha vida naquela sala.

Arnaldo, preto alto careca, vestido com terno com seus quarenta e dois anos, rosto redondo, sorriu esperando alguma atitude minha. Eu, branco, 1.69 de altura, magro, olhos castanhos, cabelos pretos bem aparados, vi o amigo da família de longa data encostar na parede e abaixar o zíper da calça social expondo uma pica comprida e atrativa para meu olhar! Não pensei e ajoelhei para brincar com aquilo ainda que estivesse corado e um pouco de medo. Aos dezoito anos, não era mais virgem e o fortíssimo assédio de Arnaldo acabou criando uma tara em mim. Segurei e troquei olhares com sorriso para dar a primeira mamada na tora preta já duríssima.

Sua tara estava forte fazia tempo. A aproximação da esposa dele com a minha mãe e ele com meu pai, geraram uma fortíssima amizade que ao longo do tempo foi sendo ampliada e vieram as primeiras olhadas discretas, sorrisos contidos, afinal, ele trazia a filha adolescente para uma imersão completa entre famílias. Aos poucos, eu fui comprando a ideia e não havia como em casa ou escapada para termos uma relação tranquila. O risco era altíssimo e a saída dele foi arrumar uma vaga para “trabalhar com ele”.

Naquele momento no escritório, não tive bom senso ou remorso, ao contrário, o forte assédio dele e audácia, trouxe uma carga erótica tão forte que eu abri a boca para chegar forte aos pentelhos e sequer mostrar qualquer vergonha. Segurando minha cabeça, ele fodeu minha boca e falou que estava querendo meu cu. A vontade da penetração era fortíssima e ficamos nus para que eu tivesse a bunda cariciada e elogiada com um “bundão” e abrisse para levar uma melada com saliva.

Pau preto e cu branco se conheceram depressa. Colado em seu corpo, eu senti uma “rasgada” interna fazendo o pau ganhar velocidade e aos poucos fomos nos ajeitando naquela relação. Camisinha não era e nunca foi nossa meta. Facilitei tudo passando a língua no lábio, uma careta pela pegada mais forte com gemido e meu corpo subiu a temperatura interna rápido. Corado, eu fui deixando envolver pelo caralho preto dele. Não havia respeito com a família do outro e a ideia era fazermos sexo e matarmos nossas vontades através desta descoberta quente de deliciosa. Safado, sorri e perguntei se ele estava gostando e disse que sim. Tomei uma surra de pica rápida e aguentei numa boa para descobrir que aquele pau era necessário dentro de mim! Azar da mulher dele.

A tara do Arnaldo impedia um seno tranquilo provocando enterradas rápidas de homem visivelmente carente em sexo. Sua mulher é bonita e não sei como ele achou esta vontade em foder meu cu. Seria algo que ele praticara no passado e deixara guardado após casar ou seria uma nova tara ou fetiche que surgiu recentemente? Eu não sabia e as fortes estocadas da cabeça do pau preto dentro do meu cu indicavam fome sexual, carência, necessidade de entrega da minha parte para satisfazer sua rola preta insana.

Eu via um macho em profunda necessidade por cu. Pedi e ele meteu forte do jeito que eu gosto. Caretas e gemidos gaguejados surgiram e rebolei para falar que ele era gostoso. Tirei, virei e trocamos beijos de língua. Paguei uma mamada rápida para ficar de quatro no sofá daquele belo ambiente feito com cuidado. Sabendo que eu estava curtindo pegada forte, fez a lição de casa com bombadas e meu corpo curvado gemendo com caretas não estava nem aí! A tensão colocada com bombadas mostrava uma conexão íntima entre nós. Sofri e aguentei para mostrar que comigo não se brinca. Suando, eu e ele fizemos o melhor: Promover um sexo proibido trazendo calor e muita excitação para ambos.

Excitado, meu cu branco deixava fazer qualquer coisa. O domínio completo da pica preta nele promovia entrega absoluta da minha parte entre gemidos, caretas e batidas na minha bunda com tapas dados. Pedi para comer e ele fodeu rápido para enterrar e deixar o meu corpo compartilhar o prazer com reboladas! Passei a língua nos lábios e ouvi um gemidinho. Fortes jatos de sêmen tomaram conta e fiquei olhando de ladinho aquela gozada. Falei “goza gostoso, goza” e ele voltou a meter mesmo com o leite já em processo de vazamento. A atara virara loucura e cada centímetro do comprido pau preto foi apreciado por mim! Tirou e mostrou meu rabo melado para seus olhos, piscando e latejando! Ficou enterrando e tirando rápido para finalizar tudo. Por fim, mamei para provar um pouco do resquício de esperma e limpar aquilo. O dono era eu e não mais ela.

Esperto, ele mandara instalar um chuveiro e limpei meu corpo ainda quente e cu dolorido de forma gostosa para vestirmos as roupas. O Arnaldo mostrara um pouco do seu repertório e fizera um excelente trabalho. Eu sorria de uma orelha para outra trocando olhares fixos com ele. A curiosidade dele ambos jazia morta e agora cabia seguir em frente. Quem sabe não viria mais sexo?

Aos poucos, ele foi mostrando para que veio alternando posições e dando a entender claramente que eu teria que dar conta da rola preta quando ela necessitasse. A minha contratação já fazia parte do pacote de putaria, a coisa fora pensada para este fim. Atender um telefone e agendar era todo meu trabalho profissional ali e até um extra, rolava diante da minha performance sexual.

Um mês e eu estava em outro patamar sexual que pouco experimentara antes. O bom que tudo ficava em quatro paredes. Ganhei dinheiro por lá e muito sexo. Cada trepada valia a pena e eu não podia reclamar de nada.

Constrangeu um pouco a filha dele querer namorar comigo e isto não foi empecilho para mais sexo entre nós. Arnaldo montara uma situação favorável e praticamente indestrutível. Seu pau preto tem fome, muita fome. Tesão puro.

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