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Quando uma buceta se acostuma com uma rola – PARTE II

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Lê-69

No relato anterior, eu parei quando falava sobre a visita de uma amiga minha num domingo as 18 horas e que me fez parar de foder com o Goiano.

Pois bem... vou aqui chamar essa minha amiga por Jéssica para manter o seu real nome em sigilo... E aqui eu a recebi na minha porta e a convidei para entrar, a Jéssica é morena de pele clara, nessa época ela tava com os cabelos compridos e ondulados pintados de castanhos e com luzes nas pontas, porém, até hoje ela é dona de um corpo muito chamativo, peitos mediados, coxas torneadas e com uma bunda toda redondinha e empinada, embora não seja tão bonita de rosto, nessa época ela tinha 26 anos, ainda é casada e a filhinha dela aqui tinha 7 anos... era uma colega de trabalho e minha melhor amiga em Salvador.

Ela adentrou meu ap meio desconfiada, pois além deu estar aparentemente ofegante e meio suada, trajada numa camiseta do lado avesso, de shortinho e meio descabelada, ela olhou ao lado e viu adiante, pela porta meio aberta do meu quarto, o vulto de alguém, no caso o Ed, o Goiano... Assim ela riu pra mim e falou:

“Quer que eu volte outro dia?”

Eu disse, rindo amarelo:

“Não, mulher, rsrsrs, fica, senta aíi.”

Sentamos no mesmo sofá, lado a lado e viradas de frente uma para a outra, e ela vez em quando olhando pro meu quarto diante da porta meio aberta, e perguntando:

“Conheço?”

E eu ri, passando as mãos em meus cabelos, prendendo-os com um elástico e disse rindo:

“Não... é um amigo lá de Goiás... ele vai embora amanhã, rsrsrsr...”

E ela:

“Devia ter me mandado uma mensagem falando que ele tava aqui contigo... eu nem vinha te atrapalhar.”

E eu:

“Não, tá tudo bem... e aí, como tá as coisas?”

Ela gargalhou, falando:

“Eu vou embora, rsrsr, fica tranquila, depois eu volto...”

Mas antes dela se levantar pra ir embora, eis que a porta do meu quarto se abre e o folgado do Goiano aparece... de short e descalço, olhando pra minha amiga e rindo todo canalha, onde consequentemente ela riu olhando pra mim e mexendo as sobrancelhas uma vez... e ele, todo metido, chegou em pé diante de nós, estirando a mão e se apresentou a ela, que apertou a mão dele toda surpresa com o carisma cativante do Goiano safado, que por sua vez debruçou seu rosto beijando as costas da mão dela.

Daí, ele, sem ser convidado, se sentou num sofá diante de nós duas, todo relaxadão, com seu shortinho branco de tecido fino, transparecendo a ausência de cueca, pois dava para notar um volume se mexendo solto conforme suas pernas eram balançadas abrindo e fechando, onde a minha amiga ficou até sem jeito, tentando não olhar... Mas aí, quando a conversa entre nós três começou, o Goiano, com seu jeito carismático e aquele sotaque caipira dele foi conquistando a atenção dela, fazendo ela gargalhar das bobagens que ele falava, pois o safado tinha um senso de humor cativante, tinha um falso ar de sonso e tal... e nisso ela ia se envolvendo com ele da forma mais ingênua e perigosa diante dos meus olhos, e com isso rolou até mesmo um ciumezinho besta da minha parte.

Quando então ele se levantou falando que ia pegar uma cervejinha na cozinha, inclusive perguntando pra minha amiga se ela também queria... e ainda bem que ela disse que não queria, apesar de que ela bebe, afinal, ela tava de carro e não queria voltar pra casa com hálito de cerveja... E eu aqui encarando ela, sentada diante dela com minhas coxas e braços cruzados, sendo que assim que ele deixou a sala rumo a cozinha, ela olhou pra mim e disse rindo:

“Que foi?”

E eu:

“Nada... tô imaginando o teu marido aqui, vendo isso.”

E ela:

“Ah, mulher, para, que é isso? rsrsrs, ele tem uma conversa legal, ora, rsrsrs, tô fazendo nada demais.”

E eu:

“Sei...”

E ela:

“Me fala... Tão namorando?”

E eu:

“Não, já disse, ele é só um amigo meu lá de Goiás que veio passar o final de semana comigo.”

E ela:

“E quando ele volta?”

Eu disse:

“Amanhã mesmo... Por quê? Quer levar ele pra tua casa também?”

E ela:

“Nossa, miga, pra quem falou que não é nada sério, tu tá com muito ciúme, viu?”

E eu:

“Não, ciúme não... é queee... ah, deixa pra lá.”

Quase que eu aqui confessei pra ela que tinha ciúme era do pau dele e do quanto ele me comia gostoso.
Bom, ela teve que ir logo pra casa dela por conta do esposo e da filha... mas ela foi embora explicitamente cativada pelo meu amigo Goiano, que o tempo todo deu em cima dela, elogiando ela e todo cheio de intenções mais do que maliciosas, mesmo vendo a aliança de casada reluzindo no dedo dela e ela em alguns momentos falando do esposo e da filha... que canalha... inclusive, assim que ela foi, ele disse pra mim:

“Gostosa essa tua amiga, hein?”

Só não enfiei a mão na cara dele porque eu lembrei que eu e ele não tínhamos nenhum compromisso sério, mas eu reclamei porque a minha amiga era casada:

“Nossa, como tu é safado... respeita a mulher dos outros, Ed.”

E ele, me agarrando ao meio:

“Tá com ciúmes, é? Adoro comer mulher ciumenta, sabia?”

E eu, virando meu rosto pra ele não me beijar a boca e tentando me sair dos braços dele:

“Me larga, seu cachorroo...”

Ele caiu de chupadas ao lado do meu pescoço enquanto deitava em mim, comigo deitando de costas no sofá... nisso ele puxou meu short pelas minhas pernas, me fez arreganhar e caiu de boca na minha xana, me chupando tão gostoso e intenso que eu me descontrolei a me contorcer, revirando meus olhos agonizada de tesão... não demorei nada e gozei. Daí em diante ele veio todo tarado pra cima de mim, de short abaixando, pau duro na mão e empurrando na minha buceta... daí em diante ele me deu uma paulada entre as pernas que eu fiquei zonza de tanto ser estocada.

Nossa, hoje em dia eu fico pensando o que esse safado tinha naquele pau dele, pois a minha buceta ficava bem estimulada e ensopadinha de tanto gozar enquanto ele socava. E o jeito que ele me socava me deixava sem escolha, tipo: era tão gostoso de sentir que eu simplesmente me arreganhava pra ele bater virilha em mim a vontade... e ele batia mesmo, sem dó, botava pra arder a minha virilha em constante atrito com a dele... era cada tapa de virilha na minha que doía, sabe? E aquele picão grande, grosso e cabeçudo me esfolando por dentro da peka... que tesão. Até hoje eu me acabo na siririca quando penso na rola desse Goiano filho de uma puta. Tem homem que não sabe meter e nem socar, mas esse Goiano... ai ai ai... eu ficava sem voz, gozando o tempo todo, era ele socando e eu gozando. E tinha momentos durante a socada que parecia que ele ia parar e ele fazia era aumentar o ritmo da paulada. E eu ali, deitada e toda arreganhada deixando ele arregaçar minha prexeca com aquela benga deliciosa dele.

Ele só parou mesmo pra poder pegar o pau e esfregar nos meus lábios enquanto esporrava... Parecia que ele tava passando batom na minha boca, batom de leite.

Bom, eu lembro que nessa mesma noite, como era o último dia dele comigo, eu fiz algo que não devia, pois ele me pediu pra eu levar ele pra passear pelas ruas de Salvador. Tipo: eu queria só sexo mesmo com ele, nada a ver eu curtir um passeio com ele, mas eu acabei fazendo esse favor pra ele... e fiz isso até mesmo pra agradecer a ele as fodas gostosas que ele tinha me dado até então.

Coloquei uma roupa de passeio, bem leve e tal, ele foi com a única que ele tinha vindo, afinal, ele não trouxe nada, pois a intenção dele era só passar o final de semana me comendo mesmo... Bom, e nesse passeio, onde eu dei uma de guia turística, mostrando tudo pra ele, as igrejas, ruas e tudo mais de Salvador... eis que paramos num barzinho e a cerveja foi por minha conta, o salgadinho também. Ele gostou de umas camisetas com estampas de orixás e eu paguei... enfim, usei muito meu cartão de crédito com ele, pois ele era duro, nem sei como que ele veio de Goiás me ver de avião.

E pra completar, pra me deixar bem chateada, por todo o canto que a gente ia, eu via ele descaradamente trocando olhares com outras na cara de pau. Bom, a gente não era namorado, ele era apenas e tão somente um ficante, um hóspede meu... mas, poxa, eu aceitei dele vir justamente pra me dar atenção, pra ser só meu. Mas o filho da puta fazia questão de espiar as baianas e algumas turistas que passavam por ele. E elas olhavam pra ele rindo, se mostrando, claramente dando mole pra ele.

Aí então teve um momento, que, enquanto eu tava pegando umas fitinhas do Senhor do Bonfim numa lojinha no Pelourinho pra presentear ele, ele tava a alguns metros de mim, no maior papo com uma morena novinha e tal, e a morena cheia de graça pra ele. Nisso eu me distraí pagando as fitinhas e o vendedor colocando num saquinho, onde quando olhei de novo pra onde ele tava, não o vi mais... nem ele e nem a tal morena.

A boba aqui então começou a caminhar pela rua, olhando pro rosto de todos ali transitando a fim de ver ele, ou melhor, eles... O filho da puta do Goiano simplesmente me deixou sozinha ali na ponta de uma calçada na frente de umas lojas e sumiu com a tal morena.

Fiquei tão puta de raiva que eu pensei:

“Esse Goiano desgraçado vai se foder todinho. Se ele pensa que eu vou ficar aqui esperando por ele, ele que tá enganado. Foda-se! Se quiser me achar, vai ter que aprender o caminho do meu ap sozinho.”

Já tava passando das 20 e 30 e eu vim embora pra casa, pois o safado sumiu mesmo, e com a tal morena que ele tava de papo. O tempo todo, desde que eu deixei o Pelourinho até chegar no meu ap eu mandei mensagens pra ele e ele nada de responder. Fiquei até com medo desse maluco ter se metido em alguma encrenca, a tal morena poderia ser uma ladra e atraiu ele... sei lá. Só sei que exatamente às 21 e 30 esse Goiano filho da puta chegou, com a cara mais lavada do mundo, rindo pra mim, fedendo a perfume barato.
E eu briguei com ele, parecia esposa dele:

“Cara, tu é louco? Como é que tu some assim? Me deixou sozinha e sumiu com aquela menina daquele jeito? Tá pensando que aqui é tranquilo, é?”

E ele rindo só fez se jogar no sofá e ficou lá... Já eu, que já havia tomado um banho e jantado, fui pra minha cama e fechei a porta do meu quarto pra ele não entrar. Nem despedida teve mais, pois no dia seguinte, segunda-feira, ele iria voltar para Goiás... E por falar no dia seguinte, segunda-feira, acordei costumeiramente cedo, a fim de ir trabalhar, fui saindo do quarto e vi que ele não tava mais na sala, no sofá onde ele passou a noite. Senti um gostoso cheiro de café aromatizando meu ap, fui até a cozinha e ele tava lá, só de short e coando um café no fogão. Não falei com ele, esnobei. Ele também ficou calado, apenas colocou o café coado, quentinho e cheiroso numa caneca e ficou ali em pé e de costas na pedra da pia, soprando e tomando sem pressa nenhuma. Nem parecia que tinha um avião pra pegar daqui a pouco rumo a Goiás.

Fui tomar meu banho, afinal, eu tinha que ir pro meu trabalho e também levaria ele de carona até o aeroporto.

Eu ali debaixo do chuveiro me banhando e eis que esse Goiano filho de uma puta me entra no banheiro já nu e de pau duro, me dominando por trás e com uma mão apertando meu pescoço, onde eu já senti por baixo das minhas pernas ele esfregando a rola dele na minha buceta... e eu mandando ele parar, gemendo, ele mandando eu ficar quieta... quando então eu simplesmente apoiei minhas mãos na parede e ele por trás de mim me segurou pelas ancas e começou a bater virilha na minha bunda molhada, socando muito aquela pica gostosa dele na minha buceta.

Filho da puta. Me senti tão submissa a ele, eu gemi muito de mãos na parede, tomando virilhada na bunda molhada e muita socada de rola na prexeca... não aguentei e gozei.

Ele então me tirou do banheiro e me levou toda molhada pro meu quarto, onde na cama ele me colocou de quatro pra ele, me deu uns tapas na bunda molhada que além de arder ficou a marca da mão dele, enquanto ele disse:

“Quer saber o que eu fiz com a morena? Vem aqui, empina esse rabo que eu te mostro.”

Nossa... Gritei de dor... dor e tesão, pois esse Goiano filho de uma puta tinha um jeito de me domar de quatro e meter o pau no meu cu que me deixava toda submissa... e bastou ele começar a socar o pau no meu cuzinho que eu não quis mais nada... e assim fui tomando no meu rabicozinho bem gostoso. Eu nunca nem fui fã de sexo anal, mas tomar uma enrabada desse Goiano era algo delicioso e viciante. Eu simplesmente me ajeitei melhor de quatro pra ele, pernas meio abertas, bundinha bem arrebitada, antebraços na cama e rosto reto enquanto gemia ofegante e revirando meus olhos a cada vai e vem de pica enfiada no meu cu. Eu só gemendo e ele me puxando pelas ancas, metendo vara no meu cu e falando:

“Tá com ciuminho de mim, tá, sua cachorra? Vou te dar o mesmo que eu dei praquela morena... eu meti só no rabo dela, rrmmmr, e agora vou meter no teu... Toomaa, toomaa, toomaaa...”

Foi estranho eu ter me excitado com ele falando pra mim que tava me comendo que nem comeu outra... mas realmente, me excitei pra caralho e até gozei gostoso enquanto ele me socava o pau no cu. Cheguei a pedir gemendo:

“Paaraaa, paaraaa, tenho que ir trabalhaaa, seu cachooorroo, paaraaa...”

Eu falava isso, mas tava me acabando de gozar enquanto sentia todo o vigor do pau duro dele socando firme e forte meu cu sem sair de dentro... Caralho, quanto mais ele me puxava e mandava ver pau no meu cu, mais eu empinava meu rabo pra rola dele se mexer enfiada no meio. Delícia, esse Goiano filho de uma puta praticamente me ensinou em um final de semana a gostar de dar o cu... Dei uma gozada que eu me tremi todinha, enquanto ele só parou quando encheu meu cu de porra.

Fiquei toda suadinha da comida de rabo que tomei desse Goiano filho da puta, fui me levantando da cama em direção ao banheiro pra tirar o suor do meu corpo e lavar meu cuzinho arrombado e gozado, pois eu ainda tinha que me aprontar pra ir trabalhar... e nisso ele ficou ali na cama deitado encostado nos travesseiros, olhando pra mim e se masturbando com seu pau meia bomba depois de tanto me currar, onde eu disse pra ele:

“Te apronta ai, pois quando eu sair do banho eu vou me vestir rapidinho e te levo pro aeroporto.”

E ele, todo relaxado, me olhando, falou:

“Então... deixa eu te falar... eu comprei passagem só pra vir pra cá.”

Fiquei olhando pra cara desse Goiano folgado, e disse:

“Puta que o pariu, porque tu não me falou antes? Quando que tu quer ir embora então?

Ele:

“Quando você quiser que eu vá. Você quer que eu vá?

Continua...

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Comentários (2)

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  • Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk

    Responder↴ • uid:g61ztr4zk
  • Lex75: Manda ele dar o cu, se quiser ir embora, e mete ele na rua. Ou faça ele ver tu com outros homens na cama, delirando de prazer, para ele ver que só porque sabe como te satisfazer, quem manda ali és tu, ele apenas te satisfaz na cama, ponto final.

    Responder↴ • uid:bqlg01kv4