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Como tudo começou com meu pai

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Nandodando

Ouvi o suspiro do meu pai enquanto engolia o esperma do meu avô e não conseguia acreditar no que via.

Sou um cara de 34 anos e, há uns meses, depois que meu pai se separou da minha mãe, voltei a morar com ele pra lhe fazer companhia. Como também me separei, o arranjo funcionou muito bem pra nós dois. Ele nunca se casou de novo depois do divórcio, e eu ainda estou me reorganizando pra isso.

Durante esse tempo morando juntos, já nos vimos em situações inusitadas. Geralmente ao sair do banho, ou quando ele está no banheiro, sentado no vaso lendo o jornal.

Já vi meu pai sem roupas e tenho que admitir que o pau dele é bem bonito — uns 18 cm de comprimento e grosso, coberto de pêlos em volta e nos testículos. O pacote dele complementa muito bem seu corpo ainda em forma. Ele tem cabelo castanho-escuro curto e barba curta, e seu corpo de urso é coberto de pelos até o topo de seus pés. Meu pai é muito atraente pra um homem de 52 anos, e ele já me deixou excitado várias vezes só de vê-lo nu. Mas nada mais que isso.

Nunca me senti atraído por homens, muito menos pelo meu pai, mas já rocei a mão no pau dele várias vezes só para provocá-lo. A gente ri disso, mas, secretamente, eu passei a me masturbar pensando no seu pau... e como seria chupá-lo.

Quando era garoto, brincando com meu primo, não resistimos à curiosidade de chupar o pau um do outro. Foi a primeira e única vez que eu chupei um pau. Mas me lembro até hoje do gosto e especialmente do sabor agridoce da porra do meu primo, quando ele gozou na minha boca, e eu me engasguei.

A maioria dos meus parentes morava perto de casa, incluindo o meu avô. Ele sempre chamava os parentes pra um churrasco, e não raro insistia pra passarmos o fim de semana com ele e minha avó.

Naquele sábado, não foi diferente, e fomos a um churrasco na casa dele. Quando chegamos, meu pai abraçou demoradamente o vovô. Depois, ele e a vovó conversavam animadamente na cozinha. Fui trocar de roupa e vestir algo mais confortável.

Quando voltei à sala, meu pai e meu avô estavam conversando. Meu pai geralmente usava bermudas largas em casa, mas dessa vez, as bermudas que ele estava usando pareciam acentuar o volume do seu pau, e ele parecia não se importar. Evidentemente, eu não fui o único a notar — vi o meu avô olhar pro volume na calça do meu pai mais de uma vez enquanto eles conversavam. Aliás, acho que vi o meu avô coçar a virilha uma ou duas vezes.

Não pude deixar de me perguntar o que estava acontecendo entre os dois. Quer dizer, meu pai é hétero. Quando era garoto encontrei as revistas pornô dele escondidas na garagem, e o histórico do navegador dele indica que ele gosta de assistir pornô lésbico. Quanto ao meu avô, ele te 69 anos e um porte físico de uns dez anos a menos.

Depois do churrasco, meu avô insistiu pra que passássemos o fim de semana lá. E mais tarde, naquela noite, depois do jantar, fui dar uma volta pelo lugar. Mas pra uma cidadezinha na região dos lagos, não tinha muito o que fazer à noite.

Depois de uma caminhada pela praia, voltei mais tarde e quando cheguei, minha avó estava vendo a novela na sala. Fui tomar um banho e, passando pelo quarto dos meus avós, vi a porta entreaberta. Achei ter ouvido meu avô dizer pro meu pai se apressar porque a vovó podia desconfiar. Curioso para saber o que estavam fazendo, dei uma espiada. Vi o reflexo deles no espelho em frente à cama.

Meu pai estava de joelhos no tapete ao lado da cama, chupando o pau do meu avô. Depois de alguns grunhidos e gemidos, ouvi o meu avô dizer pro meu pai: "Agora!" e, uns segundos depois, o pau dele saiu da boca do meu pai, com a cabeça brilhando de saliva e porra.

Ouvi o suspiro do meu pai enquanto engolia o esperma do meu avô e não conseguia acreditar no que via. Eu tinha acabado de presenciar meu pai e o meu avô fazendo sexo oral, como se já tivessem feito aquilo antes.

Entrei no banheiro, com medo de ser pego. Mas no chuveiro, não conseguia parar de repassar a cena na minha cabeça. Por que meu pai estava chupando o meu avô? Meu pai é hétero, eu repetia pra mim mesmo. Pensar naquele incidente, por mais estranho que fosse, me deixou excitado, e meu pau estava duro como pedra. Me masturbei, com a imagem do meu pai mamando um pau e bebendo porra, e quando terminei o banho voltei pro meu quarto.

Por volta das 11h, a vovó já estava dormindo, e meu pai e meu avô devem ter pensado que eu também estava dormindo. Meu quarto estava escuro, mas eu estava trocando mensagens com um amigo, tentando esquecer o que tinha acontecido.

Depois que terminamos a conversa, fui até a sala e vi a luz da cozinha acesa. Olhando furtivamente, vi o meu avô sentado na cadeira com sua calça abaixada até os tornozelos. Meu pai estava de joelhos entre as suas pernas.

Vi quando meu pai segurou o pau duro do meu avô, masturbando ele e deixando completamente ereto. Pelo que pude perceber, o pau do meu avô devia ter pelo menos uns 20 ou 23 centímetros. Papai então colocou na boca e começou a chupá-lo. Dessa vez não reparei se o meu avô gozou, mas meu pai demonstrava o mesmo prazer da outra vez.

E quando se levantou, vi quando ele se inclinou e beijou o meu avô. Mas aquele foi mais do que um simples selinho; parecia com o jeito que eu beijava minha ex-namorada — profundo e apaixonado.

Então, pra minha surpresa, ele baixou a sua calça e colou pra fora seu pau duro. O meu avô não perdeu tempo e começou a chupar o pau dele. Com as mãos em volta da sua cintura, ele fazia um belo boquete no meu pai, que de repente agarrou o meu avô pela cabeça, movendo os quadris num vai e vem de penetração. E enquanto fodia a boca do meu avô, não demorou e ele soltou um gemido abafado, jogando a cabeça para trás enquanto gozava.

O meu avô engoliu tudo e depois lambeu o resto do esperma do pênis do meu pai e no final puxou seu rosto pros dois se beijarem de novo. Na mesma hora corri pro meu quarto e, no escuro, pela fresta da porta, pude ver meu pai dar um tapinha na bunda do meu avô, ao dar boa noite.

O dia seguinte foi, no mínimo, interessante. Todos pareciam estar se divertindo, mas notei que sempre que meu pai e o meu avô estavam perto um do outro, pareciam estar flertando. Mesmo quando meu avô estava na churrasqueira, meu pai se inclinava para pegar o ketchup, esbarrando na bunda dele.

Fomos embora por volta das 19h, e durante todo o caminho não trocamos mais que duas ou três palavras, meu pai e eu. Quando chegamos em casa, fui direto pro meu quarto. Naquela noite, me revirando na cama sem sono, estava com meu celular e não sei por que me deu vontade de olhar uns vídeos pornô.

De repente, abri um vídeo de dois caras se chupando. Sempre me considerei hétero, mas enquanto me masturbava, olhando aqueles dois, no meio de um intenso boquete, só conseguia pensar no pauzão do meu avô... e no tesão que me dava lembrar do meu pai chupando ele.

Me deixava intrigado descobrir que ele gostava de chupar um pau. E, mais que tudo, lá no fundo eu admitia uma incontrolável curiosidade de também fazer o mesmo, só pra ver que gosto tinha. E então, quando eu finalmente gozei, ali deitado na minha cama, não resisti ao desejo de provar a minha própria porra, lambendo o dedo todo melado e me perguntando qual devia ser o gosto da porra do meu pai... ou do meu avô. Decidi então que iria descobrir que relação era aquela que os dois tinham em segredo.

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Comentários (2)

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  • Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk

    Responder↴ • uid:g61ztr4zk
  • Puto: Eu não me aguentaria só ficar olhando com certeza se eles tem essa liberdade um com o outro não iriam ficar surpresos. Eu apareceria no flagra e ia me oferecer pra mamar também, ajudaria o meu pai a mamar meu vó e depois ao meu vó mamar meu pai, ou chupava os dois ao mesmo tempo se eles preferissem

    Responder↴ • uid:7fmao7dm9k