Raízes Entrelaçadas - 19 - O Guardião
Clara entrega-se ao desejo lento de Pedro quando o Rafeiro recém-chegado fareja o ar e desperta novos prazeres animais, fundindo o seu desejo ao da família.
O sol de fim de tarde pintava o palheiro de tons dourados e quentes, filtrando-se pelas frestas das tábuas velhas e desenhando riscas de luz sobre o feno seco que cheirava a terra, sol e suor antigo acumulado ao longo de anos de trabalho no monte. O ar estava denso, quase palpável, carregado com o perfume terroso da palha, o leve aroma doce das ervas selvagens que Clara ainda trazia na pele depois de um dia na horta, e o cheiro almiscarado que começava a subir do corpo dela. Clara Isabel Mendes Costa, aos quarenta anos, sentia o corpo curvilíneo latejar de desejo enquanto Pedro a dobrava sobre uma pilha alta de fardos. O vestido leve de algodão verde-azeitona estava arrepanhado na cintura, expondo o rabo grande e macio, as ancas largas e a cona já inchada, molhada e brilhante à luz dourada que lhe acariciava as coxas suadas.
Pedro, com os seus quarenta e dois anos, tinha a camisa branca aberta sobre o peito peludo e musculado, as calças descidas até aos joelhos. As mãos calejadas seguravam com firmeza as ancas dela, os dedos marcando levemente a pele morena clara, deixando pequenas impressões que ela sentiria depois como recordação deliciosa. O caralho grosso, moreno e veiado entrava fundo na cona quente dela, num ritmo lento e profundo, como tudo o que faziam no Alentejo - sem pressa, mas com uma intensidade que lhe chegava até ao fundo da alma.
- Minha mulher… estás molhada como a terra depois da chuva - murmurou ele com o sotaque alentejano grave e pausado, a voz rouca de prazer puro. - Sinto a tua cona a apertar-me o caralho todo, a sugar-me como se não quisesse largar. Que delícia, Clara… fode, como estás quente por dentro.
Cada estocada fazia os seios pesados de Clara balançarem, os mamilos escuros e grandes já duros roçando o tecido áspero do feno, enviando faíscas de prazer direto para a barriga. O som molhado da carne contra carne ecoava suave no espaço silencioso, misturando-se ao zumbido distante das cigarras lá fora e ao bater acelerado do coração dela. Clara gemeu baixinho, os olhos semicerrados, os dedos cravados no feno seco que lhe arranhava levemente as palmas das mãos. Esta é a nossa terra, pensou ela, o prazer subindo lento pela barriga como raízes profundas. Aqui tudo é natural… até o desejo mais cru, até os segredos que o monte guarda há gerações. E eu quero mais… quero sentir tudo, sem limites, como sempre sonhei para a família.
O cheiro de sexo - o almíscar forte da cona dela misturado com o suor masculino de Pedro e o leve aroma de azeite que ainda lhe impregnava as mãos depois de trabalhar nas oliveiras - enchia o ar, tornando-o espesso e inebriante. Pedro acelerou um pouco, o caralho batendo com precisão no ponto G, fazendo-a tremer das pernas aos ombros. O orgasmo aproximava-se, profundo e vagaroso, como as oliveiras centenárias que rodeavam o monte, crescendo devagar, mas com força irresistível.
Foi então que o Rafeiro chegou.
O cão da família, um Rafeiro do Alentejo enorme, de pelagem curta castanha-dourada reluzente ao sol, focinho largo e corpo forte de guardião, subiu as escadas de madeira que rangiam levemente sob o peso. Tinha chegado ao monte há apenas duas semanas, resgatado de uma quinta abandonada. Chamavam-no “Guardião”. Parou no topo, o nariz preto dilatando-se enquanto farejava o ar carregado. O cheiro forte de cona molhada, porra fresca e suor feminino invadiu-o de imediato. As orelhas ergueram-se. O pau vermelho, pontiagudo e brilhante começou a sair da bainha, inchando rapidamente, o nó na base já visível e intumescido, pulsando com vida própria.
Clara sentiu o movimento atrás de si. Abriu os olhos devagar e viu o animal aproximar-se, o focinho baixo, as narinas dilatadas. O Rafeiro cheirou o ar entre as pernas dela, o hálito quente e húmido roçando a coxa suada. Um arrepio percorreu-lhe o corpo inteiro - não de medo, mas de um calor novo, proibido, que lhe subiu pela barriga como fogo lento e selvagem.
- Pedro… o Guardião… - sussurrou ela, a voz rouca, quase um gemido carregado de surpresa e excitação. - Olha para ele… está a cheirar a minha cona. Ai, amor… o cheiro dele é tão forte.
Pedro parou as estocadas, mantendo o pau enterrado fundo dentro dela, e olhou por cima do ombro, o peito peludo subindo e descendo.
- Deixa-o aproximar-se, minha mulher. O monte aceita tudo… e tu estás tão molhada que ele não resiste. Sentes o caralho dele já fora? Olha como está vermelho e inchado por ti.
O cão lambeu uma vez, experimental. A língua larga, áspera e quente passou pela cona aberta de Clara, recolhendo o sabor salgado da humidade misturada com a porra dele. A textura rugosa no clitóris inchado enviou um choque elétrico direto ao centro do prazer dela, fazendo-a arquear as costas.
- Ai… que delícia… fode, Pedro, a língua dele é tão áspera… lambe-me toda, Guardião… entra na minha cona com essa língua grossa - arquejou Clara, as pernas tremendo ligeiramente, os mamilos a endurecerem ainda mais contra o feno. - Continua, amor… deixa-o lamber a porra que me puseste dentro. Sinto-o a limpar-me… ai, que porra boa.
Pedro sorriu devagar, o olhar escuro brilhando de excitação pura, o caralho ainda latejando dentro dela.
- Isso mesmo, minha puta do monte… deixa o Guardião provar a tua cona quente. Nunca falámos disto, mas eu sempre soube que tu gostavas de coisas cruas. Olha como ele lambe com fome… o pau dele já está todo fora, pronto para te foder como um animal.
O Rafeiro, agora claramente excitado, lambeu com mais fome. A língua longa percorria os lábios inchados, entrava na entrada molhada, lambia o clitóris com lambidas longas, ritmadas e fortes. Cada passada áspera fazia Clara gemer mais alto, o corpo curvando-se sobre o feno, os seios pesados esmagando-se contra a palha, o suor escorrendo pelo decote e misturando-se ao cheiro terroso.
- Pedro… ele tá me lambendo toda… olha o pau dele… está enorme, vermelho, a pingar… ai, fode, que calor… lambe mais fundo, Guardião, lambe a porra do teu dono da minha cona - ofegou ela, os mamilos escuros duros como pedras, a pele do peito corada de prazer. O cheiro do cão - terra quente, pelo limpo e algo selvagem e animal - misturava-se ao aroma do sexo, criando uma sinfonia sensorial que a deixava tonta, o coração a bater descompassado.
O caralho do Rafeiro estava completamente fora agora: vermelho vivo, brilhante, com o nó inchado na base pulsando. Pedro, o próprio pau ainda duro e reluzente da cona dela, puxou devagar e afastou-se um pouco, encostando-se a um fardo próximo e masturbando-se devagar com a mão calejada, os olhos fixos na cena.
- Deixa-o, minha mulher. Deixa-o sentir o que é ser parte da família. Aqui no monte… tudo é natural. Olha como ele quer a tua cona… deixa-o montar-te, Clara. Quero ver esse nó a prender-te toda.
Clara acenou, o corpo entregue ao momento, a voz entrecortada de desejo.
- Sim… monta-me, Guardião… fode a tua dona com esse caralho quente e vermelho. Enche-me, animal… ai, Pedro, olha como ele salta… sinto as patas dele nas minhas ancas.
O Rafeiro, instintivamente, saltou. As patas dianteiras apoiaram-se nas ancas largas de Clara, o peso do animal fazendo-a gemer alto, o focinho quente contra as costas dela. O pau vermelho procurou, roçando a coxa suada, depois encontrou a cona molhada e empurrou. Entrou com um golpe rápido e animal, fundo e quente, fazendo-a gritar de prazer.
- Ai, caralho… fode-me… fode a tua dona com força, Guardião! - gritou Clara, a voz transformada em puro desejo, os olhos semicerrados, o suor escorrendo pelo rosto. - É mais fino, mas tão quente… bate fundo, sim… o nó está a inchar dentro de mim, a pressionar o meu ponto G… ai, Pedro, ele fode como um louco!
O caralho do cão era mais fino que o de Pedro, mas mais quente, mais rápido, batendo com estocadas curtas e frenéticas. O nó inchava dentro dela, pressionando as paredes da cona, tocando o ponto G com uma intensidade quase insuportável. A sensação era crua, animal, diferente de tudo - o calor pulsante, a rapidez selvagem, a saliva misturando-se à humidade, escorrendo pelas coxas.
Pedro aproximou-se novamente, enfiando o caralho grosso e ainda molhado na boca de Clara.
- Chupa-me, minha mulher… chupa o caralho que te fodeu enquanto o Guardião te enche a cona. Engole tudo, puta… ouve como ele te fode, o som molhado da porra dele misturada com a tua.
Ela chupou com fome, a saliva escorrendo pelos cantos dos lábios, os gemidos abafados vibrando em torno do pau dele enquanto o Rafeiro continuava a fodê-la por trás com força selvagem. O som molhado das estocadas do cão enchia o ar, misturando-se aos suspiros roucos de Pedro e aos gemidos abafados dela.
Escondidos atrás de um monte alto de feno, a poucos metros dali, Lucas e Lara observavam tudo em silêncio, os corpos jovens colados, as mãos entrelaçadas como sempre. Os gémeos de dezoito anos respiravam baixinho, os corações batendo no mesmo ritmo. Tinham subido ao palheiro para brincar sozinhos, procurando um momento só deles, e acabaram testemunhando o momento em que o Guardião chegara. Agora, o pau duro de Lucas estava na mão delicada de Lara, e os dedos dela esfregavam a própria cona depilada em círculos lentos e precisos, a humidade quente escorrendo.
- Lara… olha como o Guardião a fode… o caralho dele entra todo, o nó está a inchar dentro da cona da mãe Clara - sussurrou Lucas, a voz calma e intensa, os olhos castanhos profundos fixos na cena, o pau latejando na mão dela. - Sinto o teu calor… és eu.
Lara gemeu baixinho, os dedos entrando na cona quente enquanto apertava o caralho do irmão com a outra mão, subindo e descendo devagar, espalhando o pré-gozo que pingava da ponta.
- Sinto-te… és eu… e eles são tão livres… ai, Lucas, olha como ela geme com o caralho do cão dentro… quero sentir isso um dia, o nó a prender-me enquanto tu me fodes a boca - respondeu ela, a voz serena e sensual, os lábios roçando o ombro dele, o cheiro do suor dele enchendo-lhe as narinas. Os gémeos masturbavam-se mutuamente, perfeitamente sincronizados, os corpos jovens colados atrás da palha. Lucas curvava os dedos dentro da cona da gémea, tocando o ponto G com precisão enquanto ela acelerava o movimento na mão, o pau dele pulsando como se fosse parte dela.
- Lara… aperta mais o meu caralho… imagina o Guardião a foder-te assim enquanto eu te encho a boca de porra - murmurou ele, a respiração pesada, mas controlada.
Os gemidos baixos deles misturavam-se aos sons do palheiro: o tapa molhado do cão fodendo Clara, os gemidos abafados dela com o caralho de Pedro na boca, o respirar pesado e animal do Rafeiro.
Clara veio primeiro. O orgasmo explodiu violento, fazendo-a squirting forte, o líquido quente jorrando à volta do nó inchado do cão, escorrendo pelas coxas e molhando o feno em fios brilhantes.
- Ai, vou gozar… o nó está a apertar-me toda… enche-me, Guardião, enche a cona da tua dona com a tua porra quente! - gritou ela, o corpo convulsionando.
O Rafeiro uivou baixinho, o nó inchando ainda mais, prendendo-os, e ejaculou dentro dela em jatos quentes e abundantes, enchendo a cona madura com porra animal. Pedro gozou logo depois, enchendo a boca de Clara com porra grossa que ela engoliu com avidez, os olhos marejados de prazer, a garganta trabalhando para não perder uma gota.
O cão ficou preso uns longos minutos, o nó mantendo-o dentro dela, o calor pulsando. Clara tremia, o corpo suado, o prazer ainda ondulando em vagas lentas, o cheiro de porra animal misturando-se ao dela. Pedro acariciava-lhe as costas com ternura, beijando-lhe o ombro exposto, o peito peludo colado às costas dela.
- Foi bom, minha mulher? Sentes a porra dele a escorrer já? - perguntou ele baixinho, a voz cheia de amor e cumplicidade, o caralho amolecendo ainda na mão dela.
- Foi… diferente… mas bom pra caralho - respondeu Clara, a voz rouca de satisfação profunda, o corpo ainda preso ao nó. - O monte aceita tudo. E nós também… ai, Pedro, sinto o nó dele a latejar dentro de mim… que delícia.
Quando o nó finalmente desinchou e o Rafeiro saiu, o esperma do cão escorrendo devagar pela coxa de Clara em fios grossos e brancos, misturando-se ao dela, ela virou-se e beijou Pedro profundamente, as línguas dançando devagar, saboreando o gosto misturado de porra e humidade. O cão lambeu uma última vez a cona dela, limpando-a com a língua áspera, e depois deitou-se ao lado, satisfeito, o peito subindo e descendo.
Atrás do feno, Lucas e Lara gozaram juntos, silenciosos como sempre, os corpos tremendo em uníssono perfeito. A porra quente de Lucas jorrou sobre a mão de Lara, que a espalhou imediatamente na própria cona, misturando os fluidos dos dois, os dedos entrando fundo enquanto ela gemia contra o pescoço dele.
- Lucas… a tua porra na minha cona… somos um só - sussurrou ela, os lábios suaves.
- Somos um só - respondeu Lucas, a voz grave e calma, beijando-a devagar. - E o monte é nosso.
O sol baixava lentamente no horizonte, pintando o palheiro de tons alaranjados mais profundos. O silêncio voltou, quebrado apenas pelo respirar pesado dos corpos, pelo ocasional suspiro de contentamento do Rafeiro e pelo leve crepitar do feno sob o peso deles. O cheiro de feno, sexo cru, suor, porra e animal enchia o ar como um perfume antigo e eterno. O Guardião do Alentejo tinha chegado para ficar. E a família, com todos os seus segredos entrelaçados, abraçava mais uma camada de desejo sem limites, natural como a terra que os sustentava.
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A novela "Raízes Entrelaçadas" é escrita em Português de Portugal, passa-se em Portugal com personagens Portuguesas e de outras nacionalidades, é uma obra de ficção, inspirada em acontecimentos reais, publicada em primeira mão neste site (ContosEroticosCNN), qualquer semelhança com situações e pessoas reais é mera coincidência.
Todas as imagens são criadas com recurso a ferramentas de inteligência artificial, não correspondem a pessoas reais e têm como único propósito dar rosto e corpo às personagens.
Agradecemos a todos a classificação atribuída e os comentários, mesmo os menos positivos.
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