Despedida de solteira
Eu ainda novinha praticamente criada nas barras dos hábitos das freiras que dirigiam e lecionavam na minha escola, fui convidada a participar da despedida de solteira de uma tia. Cheguei cedo e ainda ajudei nos toques ficais da decoração da festa que foi na cobertura da minha prima casada, a Martha. Começaram a chegar as convidas, todas muito alegres e entrosadas, a maioria já se conheciam a mais de dez anos, eu era a única novata. Começaram as brincadeiras regadas a batidas dos mais variados sabores, eu empolgada, experimentei todas. Uma mais descontraída propôs o concurso dos mais belos seios da festa, eu confiando no meu potencial, logo tratei de desfilar entre as mulheres, exibindo meus volumosos e duros mamões, muitas passaram a mão e eu só sob o efeito do álcool cheguei a esfregar os seios nos rostos de algumas, quando o fiz com a Lucy, a safada meteu a boca e chupou tão gostoso que fez meus mamilos endurecerem e olhei fundo dentro daqueles olhos desejosos, mas com aquela gritaria e com alguém me puxando pela mão para anunciar que eu era ganhadora, passou. Logo depois voltei a me empolgar assistindo a abertura dos presentes e me encantei ao conhecer um excitador de clitóris que deram para a noiva, para que ela usasse se o marido não fizesse o trabalho direito. Não demorou muito e aquelas batidas todos me fizeram passar mal e corri para o banheiro. Debruçada no vaso sanitário, senti que alguém estava segurando meus cabelos que quando soltos vão até a metade das costas. Enquanto eu vomitava como uma louca, a pessoa que segurava meus cabelos fez um coque com eles, quando me aconselhou a entrar embaixo do chuveiro, vi que era a Lucy, a mesma que tinha me excitado com a chupada em meu mamilo, a safada fechou o vaso com a tampa e me fez sentar, ajudando-me a me despir e em seguida a levantar. Mesmo vendo tudo rodar em volta, percebi a fascinação de minha nova amiga ao contemplar meu corpo. Entrei embaixo do chuveiro e mesmo com a porta do banheiro aberta, Lucy não parava de alisar meus seios enquanto a agua da ducha caia sobre meu corpo. Minha prima Martha entra no banheiro rebocando outra bêbada. Tentando sair do box, ajudada por Lucy, vi o olhar tesudo de minha prima para nós duas, com certeza Martha tinha percebido alguma coisa. Voltei para o meio da confusão e meu celular tocou, era minha mãe dizendo que estava na porta do prédio me esperando para me levar para casa. Minha mãe percebeu logo que me viu que eu pela primeira vez na vida estava bêbada. Em casa, mamãe me preparou algo que ela dizia que evitaria que eu passasse mal no dia seguinte.
Acordei e tomei o meu café da manhã na banheira e ao me enxugar, lembrei dos carinhos que Lucy fez em meus seios. Quando fui pegar meu celular na minha bolsa, encontrei um cartão de visita da advogada Lucy, não resisti e liguei imediatamente e ela atendeu. Conversamos um bom tempo, falei sobre mim, enquanto ela não parava de me elogiar e me convidou para um lanche da tarde. Aceitei e ela me passou o endereço. Tomei um UBER, sabendo que alguma coisa ia rolar e quando vi aquela mulher me receber vestindo um top e uma bermuda agarradinha exibindo sua barriguinha malhada e a musculatura desenvolvida de suas coxas, percebi que eu estava perdida. Entrei e assim que ela fechou a porta trocamos nosso primeiro beijo de língua. Tremendo de medo do desconhecido ou de tesão, com um fiapo de voz confessei: Não sei fazer essas coisas. Lucy olhou dentro dos meus olhos e sem falar nada voltou a me beijar, alisando minhas nádegas. Não tive como evitar aquele hummm tesudo e ela passou o dedo sobre minha bermuda pressionando exatamente em cima do meu grelo. Choraminguei demonstrando minha ansiedade em ser comida, nos desnudamos enquanto nos aproximávamos da porta do quarto e ao lado da cama, nos afastamos para eu conhecer aquele corpo produzido por muitas horas de academia e ela me deitou em sua cama e mamou em mim, eu não conseguia me estabilizar, todos meus corpo fervia e quando senti a primeira língua na minha buceta, segurei a cabeça de Lucy contra meu ventre e em minutos gozei na boca da chupadora borrifando em sua cara uma quantidade de liquido incrível que eu não sabia ser capaz de produzir. Minha fodedora levanta a cabeça e seu rosto todo molhado sorri maravilhosamente para mim. Naquela primeira tarde, a advogada me devorou várias vezes. Quando voltei para casa, ajustei o despertador e adormeci como um anjo. No dia seguinte, quando o relógio tocou, tomei um banho rápido e fui encontrar Lucy e suas amigas na praia, todas na faixa dos trinta e quando Lucy me beijou a metade delas não conseguiu esconder a inveja e minha namorada me ajudou a tirar a camiseta e a bermuda, todas me comeram com os olhos, minha comedora não cabia dentro dela pois tinha nos braços a novinha que estava excitando todas as amigas. Lucy me convidou para entrarmos na agua e fomos. Quando voltamos, minha prima que já era casada, olhou para Lucy com ódio puxando-me pela mão, me fez sentar ao lado dela e foi logo dizendo: Você é muito nova para estar aqui. Lucy arrumou a cadeira do meu outro lado e Martha, minha prima continuou: Ela já te comeu? Quase chorando, balancei a cabeça afirmativamente e minha prima levantou para brigar com Lucy, as meninas seguraram as duas e Martha sentenciou: Vem comigo. Sem saber o que fazer, com medo que Martha contasse a minha mãe, a segui. Fomos direto ao apartamento de Martha, assim que entramos, fomos direto para o chuveiro e logo que entramos no box, Martha me abraçou e me beijou com volúpia e falou no meu ouvido: Fantasio com você desde quando você era criança queria ter sido a primeira, mas vou fazer você esquecer aquela puta. Martha mamou em meus melões de um modo diferente, com menos sucção mas com mais carinho e ajoelhou na minha frente, colocando uma de minhas coxas em seu ombro, passou a chupar minha buceta não enfiando a língua como Lucy e sim batendo freneticamente a minha na minha buceta, dando especial atenção a meu grelo, levou-me a um gozo completamente diferente e eu gozei forte naquela segunda boca lésbica. Nos enxugamos e fomos para a cama. Martha me excitou com seu dedo em meu grelo e quando sentiu que eu estava pronta, me fez conhecer a tesourinha, durante aquele gozo desesperado, jurei que seria só dela. Tivemos um gozo alucinante juntas e enquanto nos recuperávamos, Martha falou no meu ouvido: Você vai adorar quando meu marido se juntar a nós.
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