#Gay #Travesti/Trans

Tenho 2 amantes travestis, dotadas, mas famíia e esposa não podem saber.

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Meu nome é Bruno, tenho 28 anos, sou casado há quatro com a Juliana, dono de uma microempresa de peças automotivas aqui em Recife. Todo mundo me vê como o cara certinho: pai de um menino de dois anos, marido que chega em casa às seis, paga as contas em dia, frequenta a igreja com a família nos domingos e ainda ajuda no comércio do sogro. Ninguém, nem minha esposa, nem meus amigos, nem meus funcionários, imagina que por trás dessa fachada de homem família existe um viciado completo. Um viciado em dar o cu pra travestis dotadas, grossas, que me arrombam até eu implorar por mais.

Eu vivo isso há três anos. Três anos de segredo que me consome e me excita ao mesmo tempo. Tudo começou quando eu caí, por acidente, no site de Selma Recife. Lá eu descobri um mundo que eu nem sabia que existia. Perfis de travestis lindas, peitudas, com paus enormes que faziam meu cu piscar só de olhar as fotos. Entrei no Telegram VIP de Selma Recife e Amigas e ali... ali eu me perdi. O autor que posta tudo lá há três anos coloca histórias, fotos, vídeos e relatos que ninguém mais tem coragem de compartilhar. Eu lia tudo escondido, no banheiro da empresa, no carro parado no estacionamento do motel. E foi lá que conheci a Larissa e a Vitória.

Elas são o meu veneno. Larissa tem 24 anos, 1,78m, corpo de academia, silicone nos peitos e uma rola de 24cm de pura grossura, veiada, que parece um braço. Vitória tem 26, mais safada ainda, 22cm mas grossa pra caralho, cabeça rosada que incha quando fica brava. As duas são amigas, trabalham juntas e adoram me humilhar porque sabem exatamente quem eu sou: o casado filho da puta que trai a esposa toda semana pra virar putinha delas.

Hoje foi um daqueles dias. Saí da empresa às 17h dizendo que ia resolver um cliente. Na verdade, reservei o motel de sempre, aquele discreto na BR-101, com garagem fechada e cama king size. Cheguei primeiro, tomei banho, passei o lubrificante que elas adoram (o que esquenta) e fiquei só de cueca preta, joelhos tremendo de expectativa. Meu cu já piscava sozinho, apertado, virgem pra qualquer outro pau que não fosse o delas.

Elas chegaram juntas, rindo alto, batendo a porta do quarto. Larissa vestia um shortinho jeans que mal cobria a bunda empinada e uma blusa cropped que deixava os peitos quase saltando. Vitória de vestido curto, sem calcinha, já com o pau semi-duro marcando o tecido.

— Olha só o casadinho filho da puta — Larissa falou logo, fechando a porta e trancando. — Chegou cedo hoje, hein? A Juliana sabe que o maridinho dela tá aqui pra levar rola no cu até amanhã?

Eu engoli em seco, já duro só de ouvir a voz dela.

— Ninguém sabe... — murmurei.

Vitória riu, tirando o vestido num movimento só. O pau dela balançou pesado, grosso, já babando pré-gozo.

— Ninguém sabe que o Bruno, o microempresário certinho, é uma vadia que adora sentir dor de pau grande arrombando o cu apertado dele. Levanta essa bunda, casado. Mostra pra gente como tá o cozinho hoje.

Eu me virei de quatro na cama, cueca abaixada até os joelhos. Meu cu estava lisinho, depilado, piscando de nervoso. Larissa se aproximou, cuspiu direto no buraco e enfiou dois dedos grossos de uma vez.

— Caralho, ainda apertado pra porra. Três anos te comendo e você continua virgem de cu, né? A esposa nunca te fodeu direito, né, putinha?

A dor veio imediata quando ela enfiou o terceiro dedo. Eu gemi alto, cara enfiada no travesseiro.

— Ai... Larissa... devagar...

— Devagar o caralho — ela rosnou, dando um tapa forte na minha bunda. — Você veio aqui pra sofrer, casado. Pra sentir esse cu ser destruído.

Vitória subiu na cama, ajoelhou na minha frente e enfiou o pau na minha boca sem aviso.

— Chupa, filho da puta. Molha bem essa rola que vai te rasgar.

Eu chupei com fome, baba escorrendo pelo queixo, enquanto Larissa tirava o short e encostava a cabeça grossa no meu cu. Ela empurrou. A dor foi lancinante. 24cm entrando devagar, abrindo meu anel apertado como se fosse uma tampa de garrafa. Eu gritei abafado no pau da Vitória.

— Isso, grita, vadia! — Larissa gemeu, metendo até a metade. — Sente a grossura, Bruno. Sente como teu cu de casado tá sendo arrombado. A Juliana tá em casa agora achando que você tá trabalhando, e tu tá aqui levando vara até o talo.

Ela meteu tudo. Eu senti as bolas dela batendo na minha. A dor misturada com prazer me fez tremer inteiro. Meu pau vazava sem parar, mas eu não podia gozar ainda. Elas não deixavam.

Vitória puxou o pau da minha boca e mandou:

— Vira de lado. Quero ver tua cara enquanto a Larissa te fode.

Eu obedeci. Larissa me posicionou de lado, perna pra cima, e começou a meter forte, ritmado. Cada estocada fazia meu corpo balançar. O barulho molhado do cu sendo arrombado enchia o quarto.

— Porra... tá doendo... mas não para... — eu implorava entre gemidos.

Vitória ria, batendo a rola na minha cara.

— Olha o casado chorando. Fala alto, Bruno. Fala que tu ama dar o cu pra travesti.

— Eu amo... eu amo dar o cu pra vocês... sou a putinha de vocês...

Larissa acelerou, suando, peitos balançando.

— Vou gozar dentro, casado. Vou encher esse cu de leite quente. A esposa nunca vai saber que tu tá carregando porra de travesti na bunda.

Eu senti o pau dela inchar. Ela deu três estocadas profundas e explodiu. O jorro quente, grosso, jorrando dentro de mim. Eu senti cada pulsada, o leite queimando meu intestino. Gemi como uma puta, olhos revirando.

— Tá sentindo, né? — ela rosnou, ainda gozando. — Leite quente enchendo o cu do marido fiel.

Quando ela tirou, o cu ficou aberto, piscando, leite escorrendo. Vitória não perdeu tempo. Virou-me de barriga pra cima, colocou minhas pernas nos ombros dela e enfiou a rola de uma vez. A dor voltou mais forte porque o cu já tava sensível e cheio de porra.

— Agora é minha vez, putinha. Vou te foder no papai-mamãe pra você ver minha cara enquanto eu te arrombo.

Ela metia fundo, agressiva, olhando nos meus olhos.

— Olha pra mim, casado. Olha pra travesti que tá destruindo teu casamento. Tua esposa te beija todo dia e não sabe que esse cu tá sendo usado como boceta.

Eu choramingava, unhas cravadas nas costas dela. A dor era insana, mas o prazer era maior. Meu pau batia na barriga dela a cada estocada.

Larissa sentou no meu rosto, cu dela na minha boca.

— Lambe, filho da puta. Limpa o cu que te fodeu.

Eu lambia enquanto Vitória me fodia sem parar. Depois de uns dez minutos ela avisou:

— Vou gozar também. Abre a boca, casado.

Ela tirou o pau do meu cu com um ploc molhado, subiu rápido e enfiou na minha garganta. Gozou forte, leite quente jorrando direto na língua. Eu engoli o que pude, o resto escorreu pelo queixo.

— Engole tudo, vadia. Mistura as duas porras.

Elas não me deram descanso. Me viraram de quatro de novo. Agora as duas me foderam alternando: Larissa no cu, Vitória na boca, depois trocavam. Eu era só um buraco. Gemidos, tapas, humilhações:

— Casado corno!
— Putinha de travesti!
— A família toda acha que tu é santo e tu tá aqui levando leite na bunda!
— Goza dentro dele de novo, Larissa. Enche esse casado até transbordar!

Eu gozei duas vezes só de fricção, sem nem tocar no pau. Gozei no lençol, tremendo, enquanto elas riam.

Na terceira rodada, Vitória me fez sentar no pau dela, cavalgando de frente. Larissa enfiou o dela na minha boca ao mesmo tempo. Eu subia e descia, cu ardendo, lágrimas escorrendo, mas implorando por mais.

— Mais fundo... arromba... me usa... sou a vadia de vocês...

No final, as duas gozaram juntas: Vitória dentro do cu de novo, Larissa na minha boca aberta. Eu engoli e senti o cu transbordando. Quando elas tiraram, eu fiquei ali, deitado, cu aberto, leite escorrendo pelas coxas, corpo marcado de chupões e tapas.

Elas se vestiram rindo.

— Semana que vem de novo, casado? — Larissa perguntou, dando um tapa na minha bunda vermelha.

— Sim... por favor...

Eu voltei pra casa às 23h, tomei banho rápido, beijei minha esposa dormindo e deitei ao lado dela com o cu ainda latejando, cheio da porra delas.

Ninguém nunca vai saber. Só eu. E o autor que posta tudo isso há três anos no site de Selma Recife e no Telegram VIP de Selma Recife e Amigas. Lá tem muito mais. Relatos completos, fotos que ninguém mais vê, vídeos das sessões, detalhes que eu nem consigo escrever aqui. É lá que o autor coloca tudo que ninguém tem coragem de mostrar. Se você chegou até aqui e tá com o pau duro ou a buceta molhada lendo isso... corre lá. Procura Selma Recife. Entra no Telegram VIP. Porque o que eu vivi hoje é só o começo do que tem por lá.

Eu sou Bruno. O casado certinho de Recife. E eu nunca vou parar.

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Comentários (1)

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  • Olinda ativo: Deixa eu fuder seu cu também puta casada sou de peixinhos

    Responder↴ • uid:8d5gapexij