#Gay

Adoro seduzir machos e dar o cu, quando minha esposa não está em casa

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O Coroa Safado de Iputinga: Minha Bundinha Branquinha Arrombada pelo Motorista Viciado de Pau Enorme

Meu nome é o Coroa que vocês vão vicar depois de ler esse conto. Tenho 58 anos, moro no bairro da Iputinga, aqui no Recife, Pernambuco. Sou casado há mais de trinta anos, boa aparência, cabelo grisalho bem cuidado, barriguinha madura mas corpo firme de quem ainda se cuida. Ninguém no mundo sabe da minha vida secreta: nem minha esposa, que acha que sou só o marido comportado que sai pra caminhar de manhã, nem meus filhos, nem os amigos, nem a família. Eu sou um putinho discreto, casado e tarado, que vive atrás de macho com pau grande pra comer minha bundinha branquinha, macia, redonda e apertada. Essa bunda que vocês estão vendo nas fotos é o meu tesouro escondido. Branca como leite, sem marcas, pelinha lisinha, e um cuzinho rosado que parece virgem de tão apertado – mas que adora levar rola grossa até o talo.

Todas as manhãs, quando a casa fica só pra mim (esposa no trabalho, filhos fora), eu ligo a câmera, visto uma camisetinha vermelha curta que deixa minha bunda toda de fora e fico esperando o próximo macho. Adoro seduzir motoristas de aplicativo, entregadores, qualquer cara casado que esteja por perto e com fome de cu. Eu mando mensagem no app, finjo que é corrida, mas quando o cara chega eu já tô de quatro, bundinha empinada, falando baixinho: “Entra logo, macho… minha esposa não sabe, ninguém sabe… vem comer essa bunda branquinha que tá louca por você”. E eles vêm. Eu adoro fazer novos amigos. Se você tá lendo isso e tá de pau duro agora, deixa seu WhatsApp aqui nos comentários ou me manda mensagem que EU ENTRO EM CONTATO. Moro em Iputinga, tô livre toda manhã. Vem dar uma passada e eu te dou minha bundinha pra você arrombar do jeito que quiser. Adoro fazer novos amigos e sentir pau novo me rasgando.

Mas hoje o conto é sobre um macho que já virou viciado: o motorista por aplicativo casado há 22 anos, que mora em Boa Viagem. Ele tem 40 e poucos, pele morena, corpo forte de quem fica o dia todo dirigindo, e um pau que… caralho, é um monstro. Grosso como meu pulso, comprido, cabeça inchada, vermelha, venosa. A esposa dele, coitada, não aguenta levar no cu. Ele me contou um dia, suado, enquanto metia em mim: “Ela grita, chora, diz que dói demais… mas você, coroa safado, aguenta tudinho”. E eu sei por quê. Porque dói pra caralho mesmo. Mas é uma dor gostosa, aquela que faz o cuzinho piscar, que faz a gente virar putinha gemendo “não… para… ai porra… mais fundo”.

Aquele dia começou como sempre. Ele tava rodando perto da minha casa no app. Mandei mensagem: “Vem aqui em Iputinga, mas não é corrida… é pra comer minha bunda branquinha”. Ele chegou em quinze minutos. Eu já tava no quarto, porta entreaberta, camiseta vermelha curta, sem cueca, bundinha empinada pra ele ver logo de cara. A câmera no tripé já gravando tudo. Ele entrou, trancou a porta, baixou a calça e aquele pau enorme pulou pra fora, já meio duro, latejando. Eu lambi os lábios e falei baixinho, olhando pra trás:

— Coloca essa pica gostosa que eu quero dentro, vai…

Ele não falou nada. Só segurou minhas duas bandas com as mãos grandes, abriu minha bundinha branquinha e cuspiu no buraco. A cabeça grossa encostou. Eu já sabia que ia doer. A foto 1 e a foto 3 mostram exatamente esse momento: eu de pé, pernas abertas, ele atrás segurando firme minha cintura, pau enorme apontando pro meu cuzinho rosado. Eu gemi alto quando ele empurrou:

— PORRA! Que cabeça grossa do caralho! Entra devagar! Tá doendo demais!

Ele riu, safado, e apertou mais as mãos na minha bunda branca, deixando marca dos dedos. Empurrou devagar, mas sem parar. O cuzinho foi abrindo, esticando, queimando. Eu sentia cada veia daquele monstro raspando na minha parede interna. Meu cu piscava desesperado, tentando expulsar, mas ele segurava firme. A fala dele veio grossa, rouca:

— Cala a boca e aguenta, minha putinha.

Eu tremi inteiro. A dor era absurda, mas meu pau duro babava pré-gozo no chão. Ele meteu mais uns centímetros. Eu tentei fugir pra frente, mas ele me puxou de volta pela cintura, enfiando tudo de uma vez. A foto 2 e a foto 4 mostram esse momento exato: eu tentando me soltar, ele me segurando pelo braço e pela bunda, metendo forte, arrombando sem dó.

— ASSIM NÃO, PORRA! TÁ SOCANDO FORTE DEMAIS! TÁ ME ARROMBANDO, SEU PUTO! DEIXA EU SAIR!

Ele riu de novo, safado, e deu uma tapa forte na minha bunda branca que ficou vermelha na hora. Segurou meu braço torcido pra trás e meteu mais fundo, até as bolas baterem na minha pele lisinha. O quarto tava cheio do barulho molhado de cu sendo arrombado e do meu gemido misturado com choro de prazer.

— SAIR UMA PORRA! Agora vou te estrupar, putinha safada! Vou te foder a força.

E ele fodeu. Forte. Fundo. Ritmado. Cada estocada fazia minha bundinha balançar, a carne branca tremendo. Eu sentia o pau dele batendo no meu ponto G, aquela próstata inchada que fazia meu pau pular sem nem tocar. Ele me virou de lado, me dobrou mais, segurou minhas duas bandas abertas pra câmera ver tudo: o cuzinho rosado esticado ao máximo, brilhando de cuspe e pré-gozo, engolindo aquela rola grossa até a base. A foto 5 mostra ele mandando eu abrir a bunda pra ele ver o “cuzinho rosado e apertado”. Eu obedeci, safado, puxando as bandas com as próprias mãos:

— Abre a bunda pra teu macho ver o cuzinho rosado e apertado, vai.

Ele gemeu gostoso e enfiou tudo de novo. Eu já tava no paraíso da dor. Meu cu queimava, latejava, mas eu não queria que parasse nunca. Ele falava sujo, batendo na minha bunda:

— TÁ ME ARROMBANDO DO, FILHO DA PUTA! CU de puta é pra isso mesmo! Agora aguenta a pica de teu macho, porra!

Eu respondia gemendo, voz rouca de tesão:

— Adoro quando você diz que tá aqui perto e quer comer meu CU… Não posso perder de foder essa BUNDA BRANCA e gostosa.

Ele acelerou. O quarto cheirava a sexo, suor, cu quente. A câmera gravava tudo: o barulho de pele contra pele, o “ploc ploc ploc” molhado, meus gemidos de putinha, os grunhidos dele de macho dominante. Eu tava suado, camiseta vermelha toda molhada nas costas, bundinha vermelha de tapas e estocadas. Ele me virou de novo, me colocou quase de quatro no chão frio do quarto (azulejo branco, como nas fotos), e meteu com tudo. A foto 7 mostra o momento do gozo dele: ele segurando minha bunda aberta, pau enterrado até o talo.

De repente ele rosnou:

— PORRA! Que buraco quente e gostoso que você tem.

Eu senti ele inchar dentro de mim. Meu cu apertou em volta da rola grossa e eu comecei a gozar sem nem tocar no pau – jatos grossos batendo no azulejo. Gritei:

— ENFIOU TUDO, PORRA! TÔ GOZANDO! TÔ GOZANDO, PORRAAAAAAA… AAAHHHHHHH… QUE BUNDA GOSTOSA DA PORRA… QUE CU QUENTE DO CARALHO.

Ele gozou logo depois, enchendo meu cu de porra quente, latejando dentro de mim, gemendo alto. Ficou parado uns segundos, pau ainda dentro, pulsando, enquanto eu tremia inteiro, cu piscando, tentando segurar tudo.

Depois ele puxou devagar, a cabeça grossa saindo com um “plop” molhado, meu cuzinho aberto, vermelho, piscando, escorrendo porra. Ele olhou pra câmera e falou, rindo:

— Liguei a câmera! Agora vou comer essa tua bunda branquinha, é linda demais, ela. Vou publicar o VÍDEO COMPLETO, pra todos verem. Adoro filmar os machos me fodendo.

E é verdade. Ele já é viciado. Toda semana ele aparece de manhã, pau duro, dizendo que a esposa nunca vai dar o que eu dou: uma bundinha branquinha, apertada, que aguenta o monstro dele inteiro e ainda pede mais.

Se você é macho casado, solteiro, motorista, entregador, qualquer um que mora em Recife ou arredores e tem pau grande, me chama. Eu tô aqui em Iputinga toda manhã, bundinha limpinha, lubrificada e pronta. Deixa seu WhatsApp aqui ou manda mensagem que eu entro em contato rapidinho. Quero te conhecer, te seduzir e te deixar viciado na minha bundinha branquinha igual esse motorista de Boa Viagem já tá.

Quem quer ser o próximo a arrombar esse cu de coroa safado? O link do meu vídeo completomando pelo zap… vem ver e vem foder. Estou esperando. 😈 MEU EMAIL: Mas somente para REAL [email protected]

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Comentários (3)

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  • Roberto: Que delicia. Realmente ser casado não impede nada. Eu além de ser casado também prefiro os que são. Se for coroa então é tudo de bom. Pequeno ou grande não importa, tem é que saber dar prazer.

    Responder↴ • uid:6stwykbgv1
  • Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk

    Responder↴ • uid:g61ztr4zk
  • Beto: Eu também quando estou com Raiva da mulher me vingo dando o cuzinho bem gostoso meu cu já tá arrombado

    Responder↴ • uid:muiqg94x8