Pai ausente filha de presente
Para facilitar seu imaginário, minha filha se parece um pouco com a Kerolay Chaves, só que os seios são maiores e a bunda também. Isso é um conto…
Meu nome é Valdir. Tenho 44 anos de idade e sou colono da roça. Sou casado pela segunda vez, e com a atual esposa tenho 4 filhos, sendo dois meninos e duas meninas. Tenho uma filha do primeiro casamento, e não fui bom pai para esta. Sempre fui ausente, infelizmente.
Recentemente minha filha, Valentina, fez 18 anos e estava namorando um rapaz de 23 anos. Com muito remorso a convidei para nos visitar, pois queria recuperar o tempo perdido.
Quando chegaram na minha casa ofereci do bom e do melhor. Minha esposa foi muito hospitaleira. Ela ainda estava bem distante comigo, e eu precisava me aproximar.
-filha. O pai preparou um presente pra você.
- Ah pai, precisa não.
- Precisa sim. Nunca fui um bom pai, mas quero me redimir disso. Vem comigo.
Chegamos a um terreno que ficava a uns 2km da minha casa. Esse terreno eu já havia separado na intenção de dar pra ela. Por ele corta um rio, tem uns bichinho que deixei lá pra ver se ela é o marido curtem a lida.
-é lindo pai! Lindo lindo!!!!!
-durmam essa noite aqui e amanhã levantem pra curtir teu terreno.
Ela ficou maravilhada.
Na manhã seguinte já estávamos todos dando uma volta na propriedade.
-Lindo pai! Adorei cada cantinho.
-Que bom que gostou filha.
-Essa parte do rio é funda? Da pé?
- Aqui é baixo, como quase todo o riacho que corta essas terras.
Quando vi ela já estava tirando as roupas pra adentrar na água. Minha esposa também já estava tirando as dela e das crianças. Até o genro já tava se aprontando. Mas o que me espantou foi o corpo da minha filha. Ela tinha aproximadamente 1,64 de altura, cabelos longos e castanhos, olhos cor de mel, pela branca que chegava a rosar. Seios grande que vinham até seu umbigo, e uma bunda enorme. Por vivermos distantes não tinha como a ver como filha. Ela era uma mulher feita e linda, tanto quanto a mãe na juventude. Não conseguia tirar os olhos dela.
-Filha, porquê não fica aqui mais uma semana? Tens compromisso na cidade?
-Ah pai, não sei. O Marco precisa voltar pra trabalhar…
-Mor eu acho que poderia ficar, eu volto meio de semana pra te ver.
-Oh assim que se fala rapaz.
Ela assentiu no fim das contas. Mas confesso que a convidei no impulso. Queria ter mais tempo para a precisar aquela vista.
Depois do jantar fomos dormir. Pelo menos pensei que conseguiria. Comecei a encoxar minha mulher, apaupar seus seios e sua bunda.
- Tá de fogo home?
- Tira mulher, tira que quero te comer.
….
-ah ain ain, isso assim ah
Eu comi minha mulher pensando na minha filha. Telegrafei cada ponto, cada detalhe do seu corpo enquanto se banhava no riacho. Eu queria ela e não minha mulher.
-ahhhh gostosa
-Nossa que deu em ti home, que animação.
Virei e dormi. Mas eu precisava comer minha filha. Eu precisava foder ela.
A filha e a mulher se despediram do rapaz enquanto eu tava na lida. A tarde, falei pra mulher que iria ajudar a filhota nas terras, pra ela não se preocupar.
-Bora filha?
-Aham
No meio do caminho …
-Vou passar no Neco pra pegar uns goro pra nós comemorar, que acha?
-Ah pai, cachaça é meu ponto fraco, não vale hahaha
Ali eu tive minha realização.
-Ah mas vai fazer desfeita pro seu pai? Já avisei a dona que não chego cedo em casa porque queria aproveitar com minha filhota.
-Tá bom pai, vamos no seu ritmo então.
-No meu? Você não guenta hahahaha
-Quer apostar? Sou mais dura na queda que pensa pai rsrsrs
-Neco! Me vê quatro aguardente pra leva que vou comemorar com minha filha.
-Seu Neco, vê seis, porque esse home não me conhece hahaha
Rimos muito e fomos em direção ao Ranho da Val, foi assim que ela nomeou.
Bebemos duas, quatro, seis, dez doses e nada da menina cambalear. Eu precisava ficar bao logo.
-Já tais se dando por entregue né pai hahaha
-To nada, vou no banheiro e já volto, mas me dê minha garrafa.
-Não vou roubar ela de ti não hahaha.
Fui até a cozinha, despejei o trago e troquei por água. Eu tinha um objetivo ali e não podia falhar. Ou eu comia ela hoje ou não comeria mais.
-Parece tá tropicando pai?
-Que nada, bora beber….
Bebíamos enquanto jogávamos um carteado. Três horas depois ela já mostrava sinais que iria tombar a qualquer momento.
-Ah pai, não tem ar condicionado aqui não? Que calor!!!
-Essa casa estava em desuso há muito tempo, então ela requer umas melhorias mesmo, mas vou providenciar.
-Filha…
Quando vi ela tava tirando a parte de cima da roupa, ficando só de top, que mal cabia seus seios. Eu salivei na mesmo hora.
-ah tá quente pai. Bora, de quem é a vez?
A voz já dizia que ela tava mais pra cá do que pra lá. Abri a garrafa com maior teor alcoólico e a desafiei.
-Bom, parece que vou ganhar a aposta! Hahahaha
-Na…nada disso.
Ela se jogou em cima de mim pra pegar a garrafa. Eu estava sentado numa posição em declínio, ela colou seus peitos enormes no meu rosto, enquanto tentava pegar a garrafa próximo a mão que me apoiava.
Me ajeitei como pude, abri a garrafa e derramei um pouco na minha boca.
-Sua vez filha.
-Vira tu…do pai.
Ela abriu a boca e eu despejei pouco a pouco na boca dela. Ela estava colada em mim. Seus peitos no meu rosto, apesar da cachaça, tinha um cheiro maravilhoso.
-Se tá olhando pra eles?
-Não, é que estava muito perto. Só isso. Você puxou sua mãe.
-M…mas ssssou mais bonita né?
-Acho que os seios dela eram mais bonitos.
-Nnnnao, os meus ssssao.
-Como vou saber se não os vi.
Então ela saca os peitos pra fora.
-Vviu, são mmmais bonitos e firmes que o ddda m.mamae.Pega!!!
Eu não me fiz de rogado. Meu coração estava a mil, parecia um adolescente. Porra, to pegando nos melões da minha filha.
-São lindos filha, mas no geral ela é melhor.
-Cccomo asssssim?
-O gosto, o cheiro, ela era maravilhosa.
-Mmmas você nemmm provou? Provvvva então …
Ela caiu por cima de mim. Seus dois melões na altura dos meus olhos, roçando meu nariz. Eu já estava absorto eu sem cheiro, só faltava o gosto. Caí de boca. Chupava um enquanto apaupava outro.
-ahhhh então.
-Não sei, ainda estou provando o gosto.
-ahhhh ai ai hummmm
Ela estava molezinha, não tinha forças pra nada. Só para gemer. Eu chupava aqueles melões como uma criança recém nascida. Chupava, lambia, beijava.
-Ppppai, ahhhh ai ai é melhor?
Então virei e fiquei por cima dela, cheirei seu rosto, fiquei a centímetros da sua boca enquanto apertava seus bicos rígidos.
-ahhhhhh
A beijei. Sua boca recebeu minha língua com muita facilidade. Fui descendo uma das mãos até sua saia. Abrir suas pernas e fui tateando, afastei sua calcinha e penetrei um dedo.
-ahhhhh
Ela era totalmente minha a partir de agora. Baixei minhas calças, tirei minha cueca e meti meus 18cm.
-ahhhhh ai devvvv…agar
Eu parecia um touro estocando meu pau na buceta de uma vaca. Molhada, apertada. A buceta da minha filha foi a melhor buceta que provei.
-aí ai ai ai ahhhhh ppppai
-Relaxa meu amor. Grita a vontade. Ninguém vai te ouvir.
-ahhhh ahhh ahhhh nbnnao, nnao
Eu aumentei o ritmo, e com outra mão alcançei seu cuzinho.
-Fala filha, grita pro pai grita. Minha vagabundinha gostosa.
-ahhhhhhh nnnao, não para, não para, mmmmete
Virei novamente e a coloquei pra cavalgar meu pau. Seus seios subiam e desciam. Ela se inclinava no meu rosto para eu poder mamar eles, enquanto aumentava o ritmo do seu quadril.
-ahhhh ai ai gosssstoso
-Fica de quatro pro pai amor.
Ela virou, e aquele rabo enorme engoliu meu penis maravilhosamente.
Puxei seus cabelos com força enquanto sons do meu quadril e sua bunda batiam como palmas.
-ahhhh ai mmmme fodde vaiiii assssim ahhhh ai ai
-Gostosa rabuda do pai. Ahhhhhhhhh
Uma, duas, três estocadas mais e meu pau começou a chorar de alegria dentro da buceta da minha mais velha.
Ela desmaiou, e eu caí sobre ela.
-Que foda gostosa.
Sentei do lado dela. Ela estava de bruços com a saia levantada e os seios colados no carpet da sala. Dei dois, três tapas naquele rabo lindo e branco. Fui atrás de pano umidecido e a limpei. Depois contemplei mais um pouco aquele rabo. Meu pau ficou duro de novo.
-Vou chupar esse rabo meu amor. Não se se terei uma segunda vez.
Abri suas pernas e enfiei meu rosto até alcançar sua buceta. Cheirei, chupei, meti a língua e corri até seu cuzinho apertado.
-Vou comer teu cuzinho amor!
Passei saliva na cabeça do meu pau e mandei bala. Enfiei de uma única vez.
-ahhhhhhhhhhhhh
-aguenta meu docinho. E grita, gema de dor ou prazer, aqui somos só eu e você meu amor.
-ahhhhh ai ai ai ai ai dddddddor ai ai aiiiiiiii ahhhhhhhhhh
-toma sua gostosa vadia. Sempre que puder venho te comer de novo putinha do papai.
-ahhh ahhhh gggggozzzz, gozzza logggo aí ai ai
Eu não queria parar ali. Ver aquela carinha de boneca gemendo e chorando me dava mais tesao. Meu pau chorou mais uma vez, mas no cu da minha filha.
-ahhhhhhh
Tirei ele e enfiei logo em seguida na buceta de novo. Ela já não reagia mais. Mas eu queria mais, queria foder muito mais. Tinha que aproveitar o efeito da tadalafila. Meu pau estava com todo vigor e só precisava de alguém pra aguentar. Meti na buceta da minha filha por mais 20 minutos até gozar de novo.
A levei até a suíte pra dar um banho nela. A coloquei na banheira e limpei todas as suas partes. Ela estava grog, mas parecia entender o que tinha acontecido. Já havia se passado 5 horas depois da bebedeira.
Ela me olhou sem graça, com olhos lacrimejantes e me abraçou.
-Tudo bem pai! Eu te entendo.
-Não sou um bom pai né?
-Com certeza não.
Ainda abraçados na banheira, meu pau reagiu entre as pernas dela.
-Quero fazer consciente agora, ok?
Eu não tinha reação alguma, ela simplesmente começou a massagear meu penis. Se ajoelhou e passou a fazer um boquete em mim.
-ahhhh
Me chupou por uns 5 minutos e pediu para fodermos na cama. Eu deitei, ela veio por cima, e mais uma vez me cavalgou, só que dessa vez sóbria.
-ahhh ahhhh que delícia, que pau gostoso do meu pai.
-ahhh kika meu amor, Kika no teu pai
-ahh ai ai ai vem, chupa meus peitos chupa.
Eu os agarrei, abocanhei e beijei enquanto ela kikava com maestria.
-Vou gozar!!!
Ela saltou rapidamente e abocanhou meu pau. Engoliu cada gota de porra que saiu.
-Que delícia de gozo pai.
Nós beijamos, e adormecemos juntos.
Minha filha se mudou pro rancho, mas veio morar sozinha. Ela já tinha em mim um pai e um macho para foder ela quando quisesse. E assim fodemos por anos e anos.
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Comentários (3)
Padrinho: Minha afilha/sobrinha, gemia igual uma cadelinha na primeira vez, sussurrava que queria sentir o pau do padrinho inteiro na bucetinha rosa, na epoca ela tinha 13 para 14 anos! Fazia um boquete maravilhoso! Hoje tem 30 anos casada, mae de uma filha linda, mais continua a mesma cadelinha, na hora que o pau entra ela se transforma!
Responder↴ • uid:1d8mcx7u13upMaluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk
Responder↴ • uid:g61ztr4zkWass: Bom Conto
Responder↴ • uid:5nc0tcsld6o