#Assédio #Gay #Teen #Traições

Garra.

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Ernesto

De repente tudo muda na nossa vida. Eu jamais me imaginei em tal situação. E o que era abominável se tornou delicioso. Nem crise eu tive. Só prazer.

Sou Ernesto. Tenho 46 anos. Sou casado pela segunda vez. Agora com uma garota de 27 anos que eu nem sei como começar a falar com ela isso. Acho que nem é pra falar.

O meu cunhado, irmão dela de 19 anos, mas que parece ter mais, as vezes vinha aqui em casa. Um deitão ele. Quer nada da vida. Vive pedindo dinheiro pra ela. Só que o descarado sabe que é meu dinheiro. Eu sou mesada pra ela de 2 mil. E ela vive emprestando dinheiro pra ele. E ele nunca paga.

Na terça-feira passada a Sofia tinha começado um trampo no salão. Foi coisa rápida. Ligaram e ela foi às pressas pra lá pra substituir a auxiliar da dona do salão no caixa. Ela saiu toda empolgada. E eu fui pra minha salinha trabalhar. Quando eu liguei o computador, que olhei pra tela o interfone tocou. Fui atender e era o descarado do Saulo. Eu disse que a irmã dele não estava e ele quis saber onde ela havia ido. Claro que eu não falei. Ia lá perturbar ela. Então ele pediu pra subir pra beber uma água, dizendo que estava a pé e que precisava de um dinheiro emprestado pra consertar a moto. Eu disse que pra beber água podia subir. Mas deixei claro que de mim ele não teria nada. Mas não foi bem assim.

Ele estava na cozinha contando história triste esperando que eu fosse emprestar um qualquer pra ele. Insistiu em saber da irmã. Mas eu disse que não sabia. Ele me olhou com cara de quem estava desconfiado que eu estava tomando galho dela. Eu fiquei sem graça pela forma debochada que ele olhou. Então eu disse que ele já podia ir embora, já que havia bebido água. E quando eu fiquei de costas pra ele, indo para a área jogar o lixo no coletor, quando olhei pra ele, vi ele coçando o pau. Foi rápido. Mas a cara dele, quando me viu olhando, mesmo por acidente, deixou claro que ele pensou coisas. E foi aí que eu senti vergonha. Até fiquei um pouco tenso. Principalmente quando ele desviou o olhar para a minha bunda e ficou apalpando o pau na calça solta de nylon, comum de motoqueiro.

Eu disfarcei o constrangimento. Coloquei o lixo no coletor e fui na direção do banheiro. Mas quando eu estava passando por ele, ele simplesmente botou o pau pra fora, dizendo que daquele jeito eu podia ver de verdade. Ele realmente pensou que eu disse gay enrustido. Eu paralisei. Não tive reação. Vi aquilo e senti um misto de raiva, curiosidade, tensão e muito medo. E quando ele sorriu pra mim, segurando seu pau, que estava ficando ereto... ao puxar a pele revelando a cabecinha, dizendo pra mim provar pra ver se era doce o mingau, eu fiquei sem ar e com dificuldade de respirar. E imediatamente fui para o banheiro. Mas ele veio atrás e me impediu de fechar a porta. Ele fez sinal de silêncio pra mim, com o indicador nos lábios, sorrindo com aquela cara que nunca vou esquecer. E eu não conseguia parar de olhar para o pau dele, que estava visivelmente duro. Ele me segurou pelo braço direito e me puxou. Eu queria ter tido alguma reação. Um grito, uma bronca. Qualquer coisa. Mas era como se eu estivesse dominado pelo pau dele.

E quando ele me puxou, me virou de costas e me agarrou por trás, dizendo baixinho pra eu não lutar, que ia ser rápido e que ia me dar o que era meu, eu não respondia mas por mim. Eu até soltei um gemido. E vídeo dizer um "não" que quase não saiu. Só que ele disse "sim" e que ia ser naquele instante. E de forma tão rápida, ele puxou meu short de ficar em casa e esfregou o pau dele na minha bunda, dizendo que ia me comer e gozar no meu cu. Eu tentei me soltar, mas sem muita convicção. Ele me agarrou ainda mais forte. De repente ele soltou um cuspi na mão e eu senti a mão dele lambuzada de cuspe no meu cu. E em segundos, ele estava metendo a cabecinha no meu cu. E foi aí que veio a surpresa dele.

Ele tentou me penetrar. Eu não resistia. Até estava sentindo vontade de ter o pau dele gozando dentro de mim. Não era pra eu admitir isso. Nem era pra pensar nisso. Mas foi o que senti ali. E com a risadinha dele, me perguntando se eu era virgem, eu nunca senti tanta vergonha na minha vida. Então consegui me soltar dele. Ele não fez nada. Só ficou me olhando enquanto eu fui para o meu quarto e me tranquei.

Dentro do meu quarto, eu apanhei um lenço e passei no meu cu, enxugando aquela baba. Ele deu uma batidinha na porta e me chamou duas vezes pelo nome, bem baixinho. Meu coração já na boca. Eu olhava para o lado e para o outro com as mãos na cabeça, pensando como e porque eu havia deixado ele se impor sobre mim daquela forma, sem fazer absolutamente nada. Então ele me chamou pela terceira vez. Eu estava sentado na cama, de frente para a porta, tremendo e morrendo de medo. Mas ao mesmo tempo, não consegue deixar de lembrar da sensação da cabecinha do pau dele entrando no meu cu, com ele me segurando pela barriga. Outra imagem que não saía da cabeça era ele puxando a pele e a cabecinha vermelhinha despontando.

O Saulo me chamou pela quarta vez. E eu estava tão nervoso, que até os olhos tremiam. Quando ele disse que ia contar para a Sô que eu era viado. Aí que meu coração disparou. Eu não era viado. Nunca nem passou pela cabeça de ser. Mas naquele momento era fato que eu havia sentido tesão no pau dele. Principalmente quando senti ele por trás, cheio de garra de quem queria e até já tinha o domínio do meu cu. Eu abri a porta pra dizer que não era viado. Nisso, ele foi entrando e me agarrando, dizendo que meu cu tinha que ser dele. Em segundos eu estava deitado de bruços na minha cama, enquanto ele vinha por cima de mim. A janela aberta estava na minha visão. Só céu azul e um pouco de nuvens, enquanto eu sentia ele se sentando sobre as minhas polpas, soltando cuspe no meu rego, passando o dedo em volta do meu cu, por dentro e por fora e, em seguida, encaixando a cabecinha para dentro do meu cu e empurrando seu pau me penetrando quase sem eu sentir dor. Apenas uma pressão incômoda que durou apenas alguns segundos, um pouco antes de eu até perder o fôlego e arrepiar, soltando um suspiro de alívio e prazer com o pau deslizando todinho pra dentro de mim.

Depois eu termino de contar.

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Comentários (1)

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  • Kaike: Cara assim é perigoso, por mais gostoso que seja, vai sempre querer tirar seu dinheiro.

    Responder↴ • uid:1etxs86uythb