Irmãs carinhosas
Para simplificar o relato, vou usar os termos avós, mas no papel eles são meus pais.
Meus avós são donos de uma cadeia de escolas de línguas. Tiveram uma filha natural, Suzi e como minha avó não podia mais ter filhos, adoraram a Silvia, da mesma idade da Suzi. O tempo passou, as duas ainda adolescente receberam bolsas de estudo e foram estudar no exterior, meus avós sentindo a casa vazia resolveram adotar novamente e encontraram-me em um orfanato, quando as duas filhas voltaram, conheceram-me e se encantaram e meus avós efetivaram a adoção. Em pouco tempo eu estava chamando minha irmã Suzi de mãe e minha irmã Silvia de tia. Meus avós aceitaram uma missão de um órgão internacional e passaram a percorrer o mundo no desempenho dessa missão. Passamos a morar juntas, eu com oito ano e minhas irmãs com dezenove no apartamento de meus avós que nos visitava por uma semana a cada seis meses. Meu relacionamento com minhas irmãs era de muito amor, carinho e afeto. Acostumei a ver minha "mãe e minha tia" dormirem juntas na suíte master e eu em uma confortável suíte com a decoração que eu fui mudando com meu amadurecimento. Minha rotina na adolescência era escola pela manhã, curso de línguas a tarde e basquete no fim da tarde, tornei-me muito popular, não só pela beleza, mas também por minha habilidade no basquete e meu desempenho escolar. Tinha no fundo a desconfiança que minhas irmãs formavam um casal, mas tentava não pensar nisso e já com dezesseis anos com os hormônios em ebulição, me atraquei com uma colega de time em um frenético amasso em um ônibus que nos levava para um jogo , o que no time era algo normal, despertando a inveja das demais jogadores que viviam me cantando . No fim daquele jogo, mesmo diante de algumas outras colegas, embaixo do chuveiro, minha parceira tentou enfiou o dedo na minha buceta e ao sentir a dor de meu cabaço sendo forçado, a imagem de minhas irmãs veio a minha mente e afastei a menina. Em poucas horas, processei todas as pequenas coisas e os carinhos que elas me faziam e que sempre eram interrompidos como eu tinha interrompido aquela pegada embaixo do chuveiro e admiti para mim mesmo minha vontade de estabelecer um triângulo amoroso com "minhas irmãs". Naquela noite, quando cheguei em casa, as duas estavam deitadas na cama king da suíte delas, assistindo a um filme, olhei com carinho para as duas que sorriram para mim. Entrei embaixo da ducha e ao lavar minha bucetinha virgem tive uma incrível sensação de tesão e imaginei estar entre as duas naquela cama, meus mamilos doíam tanto quanto meu grelo e decidi que não ia me masturbar, me enxuguei e só com uma toalha enrolada em meu corpo fui para a suíte das duas. Parei na porta, as duas devem ter percebido meu estado tesudo e abriram espaço entre elas, caminhei até o pé cama e engatinhei até me por com a barriga para cima entre as duas e beijei lascivamente Suzi, minha irmã que eu chamava de mãe que correspondeu a meu beijo já causando espasmos em meus principais músculos, em seguida troquei outro beijo maravilhoso com Silvia, a quem eu chamava de tia quase gozando ao chupar pela primeira vez sua língua e ambas viraram seus corpos cada uma delas abraçando com as pernas minhas coxas, em algum momento, devo ter aberto a toalha pois cada uma daquelas bocas gulosas devorava um de meios seios. Senti duas mãos nervosas em meu ventre e um dedo no meu grelo, provocou meu primeiro gozo que foi forte duradouro e profundo, arrastando para o prazer as duas que esfregando as bucetas em minhas coxas, ao ouvirem meu gemido de gozo entregaram-se ao prazer. Seguimos por bom tempo trocando beijos excitantes e Suzi me colocou em pé na cama, ambas abraçadas admiraram minha buceta . Suzi colocando minha perna direita para cima, apoiando meu pé na cabeceira da cama, passou a língua na minha rachinha, fazendo minhas pernas tremerem e choraminguei já louca para gozar novamente. Silvia ajoelhou atrás de mim e passou a língua em meu rego, e cada linguada na frente e atrás eu dava gritinhos de prazer, até que recebi a desejada língua no fundo da minha caverna e outra deliciosa língua no meu anel e a tremedeira foi tão grande que tive que apoiar uma das mãos na parede para não despencar na cama enquanto tinha uma verdadeira convulsão de prazer. Sentei na cama ainda em um estágio de tensão pós gozo que fazia meu corpo dar pulinhos involuntários e recebi carinhos por todo o corpo das duas que se beijavam e se bolinavam o tempo todo. Silvia colocou-se de joelhos na minha frente e puxou meu corpo, fazendo-me deitar e abriu minhas pernas e abocanhou minha buceta, Suzi engatinho atrás dela e passou a chupar a buceta de Silvia, enquanto enfiava os dedos na própria buceta e nessa formação, formamos uma sinfonia de gemidos e alisamentos em nossos corpos que nos levaram ao domínios de "Afrodite" em um êxtase sincronizado. Caímos extenuadas e dormimos como anjas até a manhã seguinte. Acordamos nuas como dormimos e fomos juntas para a ducha, quando as duas relembraram e me contaram do primeiro banho que me deram e como passaram a sonhar em termos os momentos tínhamos tido na noite anterior. Durante aquela conversa entre sentimental e erótica, perguntei qual das duas ia me furar. Meu cabaço era um doce problema que tinha que ser solucionado e contei para elas o episodio do chuveiro com minha colega de time. Nos enxugamos e voltamos para a cama, as duas com suas deliciosas caras de taradas, empastaram os dedos com creme para o corpo e mostraram-me a posição da rã, encolhi minhas pernas sobre meu tronco, manteando minhas coxas grudadas no meu tórax puxando meu joelhos com os dois braços, deixando assim minha buceta completamente exposta e as duas passaram a brincar com os dedos em minha bucetinha super excitada e senti os dois dedos médios de minhas irmãos irem fundo ao mesmo tempo, a dorzinha rápida e gostosa, foi o indicativo inconfundível que eu acabara de ser deflorada e as duas como hipnotizadas mostraram-me os dedos manchados de sangue. Trocamos nosso primeiro beijo triplo, nos abraçamos por longo tempo, até que resolvemos viver aquele domingo memorável. Preparamos e consumimos um belo café da manhã já na hora do almoço e voltamos a nos deitar nuas em um clima de intensa sensualidade e as duas me apresentaram a coleção de acessórios que usamos até hoje.
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