Novas descobertas na terra da garoa
A complicada vida na cidade de São Paulo chamou a minha atenção. Vindo do interior e já trabalhando, eu precisava ambientar mais para sentir a realidade nua e crua que a cidade poderia revelar. O sexo era uma delas e logo ao chegar fui entendendo que não podia temer a imensidão ou teria problemas para satisfazer meus desejos. Um cara novo, branco, magro, olhos castanhos, cabelos pretos e 22 anos, gay e cheio de tesão era aquilo que o pedreiro de pau preto encontrou à sua disposição. Em casa, ele mostrou ao recém-chegado que pica preta e cu branco podem formar uma excelente parceria! O fim da obra significava uma nova procura e eu comecei a descobrir que São Paulo é um local onde tudo pode ocorrer bastando oportunizar.
Uma conversa ali e uma amizade acolá, um bar, um convite para terminar a cerveja na casa do interessado eram as chances que poderiam pintar e eu aproveitei aquilo que veio. No meu caso, onde eu morava, já se respirava sexo com locais escuros e cheios de pontos à prática. Bastava o tardar da noite, nem madrugada, uma praça escura e eu já estava mamando algum “amigo” do bar, mamava forte para receber um convite para outro ponto, roupas desciam e toda a minha bunda estava ali para ganhar uma bela pica dentro do meu corpo! Seja rapidinha ou até um sexo trabalhado, a praça quase próxima de casa era minha área de prazer! Geralmente, o sexo recebido era rápido e forte para o cara deixar meu cu pegando mais fogo e todo melado! O resultado: eu saía mais quente e com vontade em dar mais! Naturalmente, o silêncio era obrigação e meus machos sequer abriam a boca para colocar tudo em risco. A praça, se falasse, diria que por lá, havia um jovem branco que estava disposto a ceder o rabo branco em troca de extremo prazer. Não bastasse um, certa vez, fiz com dois, sentindo meu corpo esquentar muito pela tara e toda a carga de adrenalina. Saí dali com porra na boca e cu já soltando esperma para limpar e darmos no pé.
Se a praça era ideal para sexo solo ou até com dois caras no escuro, eu queria retomar uma prática adquirida no mato e interior: sexo com vários e muita gozada! Sabendo dos riscos, eu evitei cines pornôs. Uma pergunta ali e outra aqui, descobri que o sexo não estava tão distante do lar, ao contrário, quinze minutos, uma trilha na mata e logo os viados estavam bem amparados: sem ser visto, eu acompanhei um cara mais novo aguentar uns quatro caralhos seguidos e aquilo chamou a minha atenção. Não havia nada de camisinha, sequer carícias! O negócio era segurar na cintura do novinho e mandar pica! Bem castigado, ele não se rendia e cada saída de pau era uma gozada que descia e vinha outro para mandar mais sexo! Não tive coragem e meu cu piscava só de olhar! Eu passara por coisa similar em mata fechada, gente safada e a maioria casada necessitada por carne nova, eles chamam de filé!
Saí dali indo para a praça e por lá a coisa se efetivou com uma pica de cara desconhecido, um preto de trinta e poucos anos, boné! Um sinal e logo o escuro foi a base para um sexo rápido, quente, cheio de malícia! Encostado na parede que é fundo de propriedade, ele nem teve tanto trabalho assim para descobrir meu cu por completo! Ficamos uns quinze minutos em relação para sentir muita socada no fundo e levar uma boa leitada de presente. Eu e ele ficamos atentos e valeu a pena! Limpei e saímos dali. O silêncio, este nobre cavalheiro noturno, guardaria tudo aquilo que meu cu branco necessitado e depois destruído havia sentido! O preto saiu feliz, cheio de moral e voltei ao lar para um banho.
Haviam mais possibilidades e o dinheiro não dava. Uma casa para sexo sigiloso é cara e meu bolso reclamaria se eu tivesse que saciar minha loucura por lá. Queira ou não, eu estava vivendo a São Paulo que tanto sonhara. Se o sexo era aquilo que eu queria, eu estava sendo bem servido e não podia reclamar. Faltava sim, coragem em alguns momentos. Um misto de medo e coragem era aquilo que eu apresentava. Meu cu e não eu, precisava ser mais corajoso. Seria?
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