Meu segredo para virar corno: Me casei! somente.
Olá! Cheguei a Recife há uns bons anos, logo depois do casamento. Nossa cidadezinha no interior de Pernambuco é tão pequena que minha mulher foi minha primeira namorada de verdade e eu o primeiro cara dela. Vim pra capital fazer medicina e, pra ela poder vir junto, a gente acabou casando rapidinho.
Casamos novinhos, ela com 19 e eu com 20, ambos virgens. Antes disso só uns beijos molhados e umas mãos bobas. O máximo que rolou foi ela pegar no meu pau por cima da calça e ficar impressionada com o volume. Nossa noite de núpcias foi um desastre: eu nervoso, ela travada de vergonha. Demorou uma eternidade pra conseguir entrar, e quando entrou foi mais dor do que prazer. O tempo foi passando, a gente transava todo dia, ela gozava, mas continuava sempre meio acanhada, quase pedindo desculpas por sentir tesão.
Em Recife a gente escolheu morar no bairro de Boa Viagem, pertinho do apartamento do irmão mais velho de um amigo da família que já morava aqui há tempos. A casa dele ficava a duas quadras da nossa e tinha uma piscina enorme na laje, com vista pro mar. A gente ia quase todo fim de semana. Toda vez o cara não conseguia disfarçar o tesão pela minha esposa: olhava pra bunda dela, praqueles peitos firmes, e o volume na sunga ficava escandaloso. Ele tinha 32 anos, era casado, mas a mulher dele, depois de três filhos seguidos, tinha perdido a forma e quase não transava mais.
Numa manhã qualquer, antes de ir pra aula na UFPE, parei na padaria da Rua dos Navegantes pra comer um pão na chapa reforçado e acabei trancando a chave do carro dentro. Como era perto, resolvi voltar correndo pra pegar a reserva. Quando cheguei na porta do prédio, vi o carro do nosso amigo estacionado bem em frente. Estranhei o horário tão cedo e entrei quietinho, sem fazer barulho.
Na sala, minha mulher ainda estava de camisola fininha, sem sutiã, os bicos marcando o tecido, sendo cantada descaradamente. Ele falava baixo, rouco: “Tu é a mulher mais gostosa que já vi, Marcela… morro de vontade de te comer desde o primeiro dia.” Ela respondia meio ofegante, mas firme: “Eu sou casada, Ricardo… amo meu marido, nunca vou trair ele.”
Me escondi atrás da cortina grossa da sala, coração batendo na garganta. Ela não tirava os olhos da virilha dele. De repente, com a voz tremendo, ela soltou: “Só quero ver… só ver como é. Já reparei que é bem maior que o do meu marido.” Ele sorriu safado, abriu o zíper e tirou pra fora uma rola monstruosa, grossa, veias saltadas, fácil mais de 26 cm. “Segura então, vai.”
Marcela hesitou dois segundos, depois enrolou os dedinhos em volta e começou a mexer devagar. Ele gemeu. “Chupa um pouquinho, vai… só a cabecinha.” Ela nunca gostou muito de chupar, dizia que não sentia nada. Mas naquele dia a timidez evaporou. Ela se agachou, abriu a boca e engoliu o que conseguia, babando tudo, esfregando aquele pauzão na cara, lambendo as bolas pesadas. O barulho molhado enchia a sala. Ele segurou o cabelo dela e começou a foder a boca devagar, empurrando cada vez mais fundo. Marcela gemia com a boca cheia, olhos marejados de prazer.
De repente ele grunhiu e gozou forte. Jatos grossos encheram a boca dela; parte escorreu pelo queixo, pingando nos peitos. Ela engoliu o que pôde, tossindo, mas com um sorrisinho safado. Levantou, foi no lavabo, voltou com uma toalha e limpou aquele monstro que ainda estava duro que nem pedra.
Ricardo não perdeu tempo: puxou ela pelo quadril, deu um beijo bruto, mordeu o lábio inferior dela até ela gemer. Arrancou a calcinha com força, se ajoelhou e enterrou o rosto entre as pernas dela. Chupava com fome, língua rodando no clitóris, dois dedos dentro da bucetinha. Marcela gritava, pernas tremendo, gozando uma, duas, três vezes seguidas, xingando baixinho “porra… que delícia…”.
Ele levantou, ergueu ela no colo como se fosse uma boneca — o cara tem quase dois metros — e encostou as costas dela no sofá. Com uma estocada violenta enfiou tudo na buceta. Marcela arregalou os olhos, boca aberta num grito mudo, e gozou na hora, corpo inteiro tremendo. Ele metia fundo, sem dó, socando com força, mordendo os mamilos, chupando o pescoço. Ela rebolava, completamente solta, uma puta safada que eu nunca tinha visto. Nem se importava de estar sem camisinha.
Enquanto comia a buceta, ele molhou os dedos na saliva e enfiou devagar no cuzinho virgem dela. Marcela gemeu mais alto, mistura de dor e prazer. Ele ria: “Tu nunca deu esse rabo pro teu marido, né vadia?” Ela balançava a cabeça, olhos revirados.
Depois de foder a xana até ela ficar inchada e vermelha, ele tirou o pau brilhando de gozo e porra dela. Virou ela de quatro no chão. Marcela implorou: “Não… aí não… eu nunca fiz… vai doer demais…” Mas o tesão dela falava mais alto. Ele cuspiu no cu, lambeu um pouco, depois pressionou a cabeça grossa contra o anelzinho apertado. Empurrou devagar no começo, depois com mais força. Marcela gritou, unhas cravadas no tapete, lágrimas escorrendo. “Ai caralho… tá rasgando… para… ahhh não para…”
Ele deu tempo pra ela acostumar, depois meteu mais fundo. Quando ela relaxou, começou a socar de verdade. Ao mesmo tempo enfiava três dedos na buceta, fodendo os dois buracos. O cheiro de sexo, suor e porra tomava conta da sala. Marcela urrava, choramingava, pedia mais: “Fode meu cu… me arromba… faz eu gozar de novo…”. Ele metia como um animal, pele batendo contra pele, até gozar dentro do rabinho apertado, porra escorrendo pela bunda dela enquanto ela tremia num orgasmo violento.
Os dois caíram no chão, ofegantes. Marcela, ainda com dificuldade pra respirar, deitou em cima dele e sussurrou: “Foi incrível… mas é a última vez, tá? Segredo nosso.” Ele sorriu e concordou.
Aproveitei o momento em que ele foi pro banheiro e ela juntava as roupas, saí de fininho com a calça jeans toda melada de porra na frente. Fui até a esquina da Rua Padre Carapuceiro, esperei uns minutos e voltei como se nada tivesse acontecido. Entrei em casa, ouvi o chuveiro ligado. Fui até o banheiro e perguntei se estava tudo bem. Ela respondeu com a voz doce: “Tudo ótimo, amor… dormi maravilhosamente bem.”
Troquei de roupa rápido e fui pra aula. À noite, quando cheguei, ela estava diferente: olhinho sapeca, corpo mais solto. Na cama ela tomou iniciativa, chupou meu pau com uma vontade que nunca tinha mostrado, engolindo quase tudo, lambendo as bolas. Eu quis comer a buceta, mas ela disse que estava naqueles dias e estava sensível. Quando ela se trocou vi que a xana estava inchadíssima e ela andava meio cambaleando. Perguntei o que aconteceu. “Escorreguei no banheiro e caí de bunda, amor.”
Fiquei quieto. Mas à noite, relembrando tudo, quase não dormi de tanto tesão e ciúme misturados.
No dia seguinte, mal o sol nasceu, eu estava louco. Coloquei ela de quatro na cama, cuspi no cu ainda sensível e enfiei devagar, depois com força. Marcela gemeu de dor no começo, mas logo começou a rebolar: “Ai… tá doendo… mas continua… fode meu rabo arrombado…” Meti até ela gozar gemendo feito louca. Depois virei ela de costas, abri bem as pernas e soquei na buceta inchada até encher de porra. Ela contraiu tanto que quase me espremeu. Quando tirei, esfreguei o pau sujo na cara dela: “Limpa tudo, vai… prova o gosto da tua buceta misturado com a minha porra.” Ela lambeu obediente, olhos brilhando, e ainda pediu mais.
A partir daquele dia, a xoxota dela mudou pra sempre: ficou mais larga, mais molhada, mais gulosa. O cuzinho dilatado, fácil de entrar. E minha Marcela… virou uma vadia safada, solta, que rebola sem vergonha e pede pra ser tratada como puta na cama.
Às vezes eu penso: será que ela ainda encontra ele escondido? Será que já rolou outra vez na piscina da laje, com vista pro mar de Boa Viagem, enquanto eu estava na faculdade? Será que um dia ela vai me contar tudo ou vai continuar guardando esse segredinho quente?
Eu, como bom corno feliz, prefiro nem perguntar. Mas uma coisa eu sei: ganhei uma mulher nova, mais quente, mais safada, e agora vivo louco pra descobrir o que mais ela pode fazer.
Se você curtiu essa aventura real, quer ver mais detalhes, fotos e vídeos das minhas próximas safadezas por Recife e por aí, me segue. Pra achar o autor e acompanhar tudo, é só procurar na internet por: www.selmaclub.com e www.fanvue.com/brazilians2026
Comenta aqui embaixo: você acha que ela ainda sai com ele? Já aconteceu algo parecido com você? Qual a próxima aventura você quer ler? Me conta nos comentários que eu leio tudo e quem sabe não trago a continuação bem picante do que rolou depois…
Tô esperando tua mensagem, vai…
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Comentários (2)
Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk
Responder↴ • uid:g61ztr4zkOriebir: Parabéns pelo conto, realmente muito excelente, fiquei de pau duro lendo seu relato e me pareceu uma história bem real!
Responder↴ • uid:3ynziyw5v99