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Padrasto César

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@GutoLaSierra

Oi pessoal, o relato aqui é real sobre meu relacionamento com o meu Padrasto César, mas usarei nomes fictícios.

Oi pessoal, o relato aqui é real sobre meu relacionamento com o meu Padrasto César, mas usarei nomes fictícios. Sou pardo, com cabelos encaracolados e olhos cor de mel. Desde sempre tive a bunda avantajada, igual à mulher farta, e sempre estive no peso ideal para minha altura. César é negro, muito charmoso, bastante viril e parrudo na época. Quando a gente começou a se relacionar sexualmente eu tinha 15 anos, e ele 59 anos de idade, era o ano de 2002 em Fortaleza no Ceará. O César era o patrão da minha mãe, eles começaram a ter um caso, após uns quatro meses ela engravidou das minhas irmãs. César então nós convidou para ir morar com ele, minha mãe acabou se tornando “dona de casa”. César sempre foi muito atencioso, generoso e carinhoso comigo, até demais, desde que começamos a conviver juntos. Ele até me colocou num colégio particular, ajudando na minha educação. César nos meus 15 anos me deu uma festa de aniversário de presente, foi maravilhoso, eu considerava ele como um segundo pai. Uma semana, mais ou menos, depois do meu aniversário, minha mãe levou as minhas irmãs gêmeas para visitar a nossa tia-avó em Pacatuba (Ceará), e iriam passar a noite por lá. Eu estudava no turno vespertino, então o César foi me buscar naquele dia no colégio. Quando eu entrei no carro ele me deu um sanduíche e um suco (suco de acerola, numa garrafinha, batizado com relaxantes musculares combinados com analgésicos) para lanchar, hoje eu sei. César disse que precisaríamos passar no comércio dele antes de irmos para casa, mas quando chegamos lá, César me pediu para esperar ele dentro do carro. No carro começo a sentir relaxamento, sonolência e redução da consciência. Depois de alguns minutos, César volta, meu corpo já está com efeitos como sonolência, sedação, tontura e boca seca. César em silêncio começa a dirigir, e eu então tenho perda de consciência. O tempo passa, quando eu recobro um pouco a consciência percebo que estou deitado com a barriga e o rosto voltados para baixo sobre uma cama, algo pesado e molhado está se mexendo sobre o meu corpo num vai e vem intenso. Meu rabo estava em brasas e num dolorido prazeroso, algo quente, macio, duro e relativamente grande e grosso atolava intensamente de maneira gostosa nas minhas nádegas e ânus lambuzado. César “sordidamente” me levou até um motel em Eusébio (Ceará), município pertencente à Região Metropolitana de Fortaleza. Naquele momento César abusava sexualmente de mim sem se preocupar, eu estava sem forças até pra falar, eu só gemia num misto de prazer e dor. Apesar de hoje entender que eu sempre fui homossexual, antes de ser comido pelo César eu nunca havia beijado ou feito sexo com outros homens, mas já havia dado selinhos em duas mininas do colégio em brincadeiras. César fez o que quis comigo naquele quarto de motel, entre as posições sexuais estava: COLHER; A CASA; O ESCRAVO; A STEM; O YUNQUE; O POLVO; O GRANDE V; O MISSIONÁRIO; e O CAVALO; hoje eu sei kk César era bem devasso. Quando o César senta em mim como se estivesse montando um cavalo, enquanto eu recebo o “ataque” com “tranquilidade” e gemidos de prazer, César urrando de tensão me “chinga” sexualmente no feminino: puta; vadia; cadela; e etc. Depois de um tempo, sinto o gozo quente daquele pau grosso e macio do César me invadindo por dentro, ele urrando de prazer, banhado em suor sobre meu corpo. Eu, Guto, estava em êxtase com toda aquela situação com meu Padrasto, tanto por conta do suco de acerola batizado (cujo efeito persistia) quanto pelo sexo forçado, que apesar da dor pela falta de tato do César ao manipular meu corpo, me fez ter prazer sexual real. César me chamava atenção desde sempre por ser um negão maduro bonito, viril e parrudo, mais nunca imaginei que ele faria aquilo comigo, pois acreditava que ele só curtia mulheres, e que nossa relação fosse como de pai e filho, só que não era, pro César nunca havia sido. César parecia um animal na cama, parecia que passava fome kk. César após a trepada começou a me beijar de língua, agora mais carinhoso, e assim foi por mais ou menos 10 minutos, me fazendo carinhos, apesar da minha boca e língua quase não fazerem movimentos durante os beijos molhados. César tomou banho e deitou novamente comigo na cama para começar o segundo round. Trepamos umas três vezes naquela noite, César não me deu descanso no abuso, mais na segunda e na terceira vez foi mais “leve”, menos bruto. Após mais ou menos umas 12 horas eu comecei a me recuperar dos relaxantes musculares combinados com os analgésicos do suco, já era umas 04:20 horas da manhã quando acordei com fome e todo dolorido por conta do abuso, César dormia tranquilamente ao meu lado, nós ainda estávamos no motel, fiquei deitado em silêncio esperando ele despertar. César acordou por volta das 07:00 horas, então ele percebeu que eu estava acordado. César disse que aquilo era para ficar só entre a gente, que se às pessoas descobrissem o que a gente tinha feito eu ia parar na rua sozinho, viraria um mendigo, minha mãe e minha família não iriam mais me amar e nem me aceitar, meus amigos e colegas iriam me rejeitar, mas agora se eu ficasse na minha, e continuasse me relacionando sexualmente com ele escondido, ele me daria muitos presentes, dinheiro e prazer, o que eu quisesse. César nem precisava me “ameaçar”, eu também tinha tesão nele, muito, e na real eu queria ser desvirginado, apesar de não ser como eu imaginei, romanticamente. Então a partir daquele acontecimento, César e eu nós tornamos amantes, apesar dele ter sido sempre “bruto” ao fazer amor comigo, situação na qual acabei me acostumando. Nossa relação ficou meio “esquisita” depois daquele dia, porque ele não entendia que eu também queria aquilo, sempre me fazendo “medo”, pressões e “ameaças”, mas depois que o César percebeu que eu gostava sexualmente de homem, ele foi ficando mais carinhoso, gentil e generoso comigo, mais do que antes, igual um marido ou namorado completamente apaixonado. O resto da minha história está no conto “Tio Ninho, sempre me quis?” (Desculpa os erros de ortografia).

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