Adoro iniciar casadas comuns
Bom dia a todos aqui é Daniel e sou o Maior comedor de casadas putas daqui de Pernambuco quem conhece meus vídeos fotos e contos no site de Selma e no fanvue dela e amigas sabe disso e agora eu estou publicando um vídeo com mais de uma hora e 12 minutos com várias casadas que eu seduzi e fodi adoro mulheres simples mesmo dessas de nosso dia a dia dessas que nunca chuparam outro caralho eu não sei o do marido e algumas nunca deram a bunda e eu iniciei e mostro para vocês nas fotos e vídeos abaixo a cara de constrangimento delas às vezes mas fazendo para me agradar ou mesmo em troca de alguma ajudinha gostosa.
Imagine só o tesão que eu senti ao pegar essas putas casadas de 24 até 62 anos, todas virgens de boca e de cu, simples do dia a dia, que nunca tinham chupado uma rola de verdade e muito menos engolido porra quente, virgens de rabo que gritavam de dor quando eu rasgava o cu delas, peidando de vergonha, cagando na cama e na minha pica dura, se mijando de tanto gozo pela primeira vez na vida sem o corno do marido, se descobrindo putas safadas que pediam mais enquanto declaravam que o marido viraria corno pra sempre – tudo filmado em detalhes nojentos e quentes, com cheiros de buceta molhada misturado com suor, merda fresca e porra jorrando, sons de gemidos abafados, ploc-ploc da pica entrando fundo, prrrt dos peidos e o barulho molhado delas cagando enquanto eu fodia sem parar, caras vermelhas de nojo e prazer misturados nas fotos e no vídeo abaixo. Se você aguenta ler isso sem bater uma punheta agora, segura o caralho e vem comigo que eu vou contar cada detalhe safado de como eu transformei essas vadias em minhas putas completas.
A primeira que eu peguei foi a Sandra, 28 anos, loira de cabelo comprido até a bunda, dona de casa simples que mal saía de casa. Eu a conheci na fila do mercado, ela reclamando do dinheiro curto. Ofereci uma ajudinha em troca de um “favorzinho”. Em casa dela, com o marido trabalhando, ela estava nervosa pra caralho. “Daniel, eu nunca chupei outro pau além do do meu marido e nem gosto”, disse ela tremendo. Eu tirei minha rola grossa e bati na cara dela: “Chupa direito sua vadia, senão não tem ajuda”. Ela abriu a boca com nojo, cheiro de porra fresca batendo no nariz dela, e começou a lamber devagar, glub-glub engasgando, lágrimas escorrendo. “Eca, que gosto ruim, tá salgado demais”, reclamou, mas eu segurei a cabeça dela e enfiei até o fundo da garganta. Ela engoliu a primeira porra quente com ânsia, tossindo e cuspindo um pouco, cara de nojo puro, mas o cu dela já pingava de tesão. Depois eu virei ela de quatro, cuspi no cu virgem e meti devagar. “Aiii caralho, tá rasgando meu rabo, dó demais!”, gritou ela, mas eu não parei, ploc-ploc fundo. De repente prrrt, um peido fedido escapou e ela ficou vermelha de vergonha: “Meu Deus do céu, que vergonha, eu nunca peidei assim”. Mas o tesão era tanto que ela começou a gozar pela primeira vez na vida, tremendo inteira, buceta esguichando. “Meu marido nunca me fez gozar assim, agora ele é corno pra sempre, eu sou tua puta Daniel!”
A segunda foi a Joana, 35 anos, morena de cabelo escuro curto, corpo cheinho de mãe de dois. Nunca tinha dado o cu, nem sonhava. Eu ajudei com uma conta atrasada e marquei na casa dela. Ela estava de vestido simples, cheiro de comida caseira no ar. “Eu não sei fazer essas coisas, Daniel, meu marido só me fode normal”, confessou corada. Eu botei ela de joelhos e enfiei a rola na boca. Nojo puro: ela lambia devagar, “que nojo de chupar isso, parece que vou vomitar”, mas eu forcei e gozei na língua dela. “Engole tudo sua safada, senão paro aqui”. Ela engoliu com cara de nojo, porra escorrendo pelo queixo. Depois no sofá, eu meti no cu dela seco quase, ela gritando “aiii que dor filha da puta, meu cu tá queimando!”. Eu metia forte, ela peidava sem parar, prrrt prrrt, cheiro de merda no ar misturado com buceta molhada. De repente ela relaxou demais e cagou um pouco na minha pica, pedacinhos quentes escorrendo: “Oh não, tô cagando na tua rola, que vergonha Daniel, para por favor!”. Mas eu continuei fodendo mais rápido, ela gozando louca, mijando no sofá inteiro, pernas tremendo. “Caralho, eu nunca gozei assim, meu marido vai ser corno eterno agora, me fode mais sua pica grande!”
A terceira foi a Rita, 48 anos, cabelo comprido preto, magrinha mas bunduda, dona de casa que vivia apertada. Nunca chupou rola na vida. Eu ofereci grana pra ela e levei pro motel simples. “Daniel, eu sou casada, isso é errado”, disse ela, mas já com a buceta molhada. Eu botei ela mamando com nojo: “Que nojo de gosto, tá pegajoso”, reclamava enquanto chupava, glub-glub, até eu encher a boca dela de porra quente. Ela engoliu tossindo, olhos arregalados. No cu foi o inferno pra ela: “Tá doendo pra caralho, meu rabo tá rasgando, tira essa pica enorme!”. Eu metia sem piedade, ela peidava alto prrrt, cheiro forte de merda enchendo o quarto. De repente ela cagou na cama inteira, molhando os lençóis: “Ai que vergonha, tô cagando tudo, para Daniel, eu sou nojenta!”. Mas o tesão tomou conta, ela gozou esguichando, se mijando toda, gritando “eu sou tua puta agora, meu marido nunca mais me toca, ele é corno e eu adoro!”.
A quarta foi a Neide, 55 anos, loira tingida de cabelo médio, gordinha simpática do bairro. Virgem total de cu e boca. Eu ajudei com remédio pro filho e levei pra minha casa. Ela tremia: “Nunca fiz oral em ninguém, nem no meu marido direito”. Eu forcei a rola na boca dela, cheiro forte de suor e porra. “Eca, que fedor, vou vomitar”, disse ela, mas chupou até o fim, engolindo minha porra com nojo na cara. No cu dela foi lento e doloroso: “Ai caralho, dó demais, meu rabo tá pegando fogo!”. Ploc-ploc fundo, ela peidava sem controle, prrrt fedido, e cagou um pouco na minha pica enquanto eu metia: “Tô cagando na tua rola, que humilhação, mas não para, eu tô gozando pela primeira vez na vida!”. Ela mijou no chão, tremendo, declarando “meu marido é corno agora, eu quero mais da tua pica todo dia”.
A última foi a Olga, 62 anos, cabelo escuro curto, viúva recente mas casada no papel ainda, corpo maduro e bundão. Nunca tinha dado cu, nem chupado direito. Eu ofereci ajuda com contas e ela topou no motel. “Daniel, eu sou velha pra isso, nunca chupei pau estranho”, disse ela corada. Eu bati a rola na cara enrugada dela: “Chupa sua velha puta, engole tudo”. Ela lambeu com nojo puro: “Que gosto ruim, tá azedo”, mas engoliu a porra toda tossindo. No cu foi épico: “Aiii rasgou meu rabo, dó pra caralho, eu não aguento!”. Eu metia forte, ela peidava alto e cagou na cama inteira, cheiro forte de merda velha misturado com gozo: “Tô cagando tudo de vergonha, mas tô gozando, meu marido nunca me fez sentir isso, agora ele é corno eterno, eu sou tua puta madura!”. Ela se mijou inteira, gozando pela primeira vez de verdade, implorando mais.
No meio de toda essa loucura de porra, cu rasgado, merda e mijada, se quiser achar o autor desses contos quentes e ver o vídeo completo com todas as caras de constrangimento e prazer delas, vai lá no site de Selma www.selmaclub.com e no fanvue dela e das amigas www.fanvue.com/brazilians2026 , lá eu posto tudo sem censura.
Essa foi só uma das minhas aventuras fodendo casadas inexperientes, transformando elas em putas cagando, mijando e gozando pra mim. Tem mais em breve com novas postagens diárias, cenas ainda mais safadas e depravadas. Comenta aí embaixo qual casada te deixou mais louco de tesão, se foi a loira engolindo com nojo ou a velha cagando na pica, e me diz se quer o próximo conto com detalhes ainda mais nojentos e quentes. Fica ligado, seu corno, que eu tô só começando!
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