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Minha filha lésbica

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Silvia

Minha vida foi determinada por fatos independente da minha vontade, ainda bem novinha, eu era provavelmente a adolescente mais cortejada do bairro, quando conheci meu marido e nos apaixonamos e casamo-nos, ele revelou-se um garanhão, fazíamos amor como dois loucos e apesar de todos os cuidados tomados, engravidei e minha filha assistiu todas as aulas do meu último ano de graduação, naquele ano, minha filha tinha mais de vinte mães, todas minhas colegas de classe ajudaram-me a cuidar dela. Quando formada, rejeitei inúmeras ofertas de emprego e fui trabalhar em uma grande firma que oferecia creche para os filhos dos funcionários. Vivi anos muitos felizes até que uma doença avassaladora levou meu esposo. Apesar das dificuldades toquei a vida dedicando-me a minha filha e a minha carreira. Claudia floresceu tornando-se uma mulher linda, mudamos para uma vila de casas entre muitas arvores que era um verdadeiro condomínio fechado no coração da metrópole, ali minha filha podia pegar os ônibus em um ponto a cinquenta metros do portão da vila e a vizinhança era ótima, minha casa vivia movimentada com as colegas de Suzi, todas meninas bonitas e educadas. Eu tinha tudo sob controle. Até conhecer Cleide eu não tinha consciência do quanto eu estava negligenciando minha vida sexual. Minha vizinha Cleide passou a me assediar, diferente dos homens que faziam o mesmo, aquela mulher sensual estava mexendo comigo, em um feriadão que começou na quinta feira, eu estava disposta a ceder e no fim da tarde daquele dia, quando eu achava que minha filha estava na casa de alguma amiguinha, recebi a gostosa em casa e ela me abraçou por trás, aproveitando meu corte Chanel, encostou sua boca em minha nuca e eu perdi as forças, estava pronta a colocar fim aquele jejum de sexo que mantive por anos, não resisti quando ela levantou minha saia e enquanto sugava meu pescoço, seu dedo foi certeiro no meu grelo e rapidamente fui levada a um orgasmo fortíssimo perdendo a noção de tempo e espaço . Quando virei o corpo para meu primeiro beijo lésbico, abri os olhos e vejo na porta de casa minha filha paralisada assistindo a tudo. Caí na realidade na hora, saindo daquele torpor que não sentia a anos. Fiz Cleide ir embora. Encontrei minha filha jogada em sua cama e a abracei, sem saber como lhe explicar aquele meu único momento de prazer depois de anos resistindo a todos que queriam me ter em seus braços. Deitei na cama ao lado de Suzi e a abracei como em muitas vezes tinha feito por anos, passando meu braço por baixo de seu corpo, cruzando meu braços em sua frente, segurando seus seios, mas naquele dia algo estava diferente, apertei meu abraço e senti ela se aninhar, surpreendentemente seu quadril passou a fazer movimentos sensuais e ele gemeu de um modo que eu nunca tinha ouvido minha filha gemer e por instinto acariciei seus seios de um modo que também mexeu comigo e minha menina virou-se e trocamos nosso primeiro beijo incestuoso imediatamente voltei a aquele estado que Cleide tinha me levado, meu grelo estava pedindo para gozar e minha amada filha parece ter percebido meu momento. Em um gesto rápido abriu minha blusa e mamou como uma faminta em meus seios. Depois de anos voltei a sentir meus mamilos sendo sugados. Levei minha mãos ao meio de minhas pernas, mas Suzi movimentou o corpo, levantou minha saia, afastou minha calcinha e mostrando perícia, abocanhou minha buceta, meu corpo passou a apresentar "soquinhos" como a anos trás e gozei na boca da minha filha que revelando sua prática com mulheres, ao mesmo tempo que me chupava com maestria, mantinha os dedos de uma das mãos na própria na buceta e me acompanhou no prazer. Suzi me dominando não tentou explicar como tinha aprendido tanto sobre a arte lésbica, desnudando-se ao mesmo tempo que retirava minhas roupas esfregava seu no meu como uma cobra mantendo-me em um estado de semiconsciência. Percebi que tinha criado uma lésbica habilidosa sem saber e naquele momento eu não queria mais ser sua mãe e sim sua mulher . Suzi virou meu corpo nu e passou a língua entre minhas nádegas, nem tentei controlar meu choramingo, não sei se ela me colocou de quatro com as pernas arreganhadas ou se eu assumi a posição por conta própria, mas quando ela forçou minha rosquinha com seu grelo duro entrei em desespero, a danada mantendo aquela pressão gostosa, dobrou o corpo e enfio três dedos na minha buceta encharcada e passou a masturbar-me. Ter o cu comido por um grelo duro e a buceta masturbada ao mesmo tempo e um prazer que só quem teve pode avaliar. Tivemos um gozo fabuloso juntas, profundo e prolongado. Deixamos nossos corpos caírem na cama e ela falou no me ouvido: "Esperei esse momento por anos. Vamos recuperar o tempo perdido nesse feriadão"

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Comentários (2)

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  • Marys: Nossa esse conto foi perfeito, amo conversar sobre coisas pesadas assim T Mariersk

    Responder↴ • uid:g61ztr4zk
  • Aline: Que delíciaaa amo uma mãe assim rsrs. T Linee_198

    Responder↴ • uid:1dldx4w53bz4