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A Hora do banho

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Capador

Pai dá banho quente no filho adulto, lava com carinho, sussurra que logo vai capá-lo com amor e prazer intenso

O banheiro estava quente, quase sufocante. O vapor subia da banheira em espirais preguiçosas, carregando o perfume doce e terroso da erva-doce misturado ao óleo de amêndoas quente que o pai derramara na água minutos antes. A lâmpada antiga jogava uma luz dourada sobre tudo, fazendo a pele do filho brilhar como se já estivesse untada.

Ele entrou na banheira devagar, a água escaldante mordendo primeiro os tornozelos, depois as panturrilhas, subindo pelas coxas até envolver o saco e o pau semi-duro num abraço líquido e ardente. O pai já estava lá, sentado no fundo, pernas abertas, peito largo e peludo recebendo o filho de costas. Quando o menino se acomodou entre aquelas coxas fortes, sentiu imediatamente o pau do pai — grosso, quente, latejando devagar — encostar na base da sua coluna, pulsando no mesmo ritmo lento da respiração dos dois.

— Relaxa… deixa a água te abrir — murmurou o pai contra a orelha, lábios roçando a pele úmida.

Pegou a esponja natural, ensopou-a no sabonete cremoso e começou pelos ombros. A espuma escorregava branca e densa, traçando caminhos lentos pelos músculos tensos, descendo pelo peito. Quando chegou aos mamilos, o pai parou. Passou o polegar ensaboado em círculos lentos, apertando de leve até os bicos endurecerem e ficarem vermelhos, sensíveis ao ar quente. O filho soltou um suspiro longo, quase um gemido, o quadril se mexendo involuntariamente na água.

A mão desceu mais. Passou pela barriga, contornou o umbigo, até finalmente envolver o pau do filho. Não era só lavar: era acariciar com a palma cheia de espuma, polegar deslizando pela glande inchada, espalhando a pele fina e sensível para cima e para baixo num movimento ritmado, molhado, escorregadio. O som era obsceno — água batendo, espuma estalando, respiração pesada dos dois se misturando.

O pai segurou o saco com a outra mão, pesado, quente, cheio. Apertou de leve, rolou as bolas entre os dedos como se estivesse pesando frutas maduras, sentindo a pele fina esticar e relaxar sob o toque.

— Olha como elas estão cheias… pesadas… cheirando a macho — sussurrou, nariz encostado na nuca do filho, inalando fundo o cheiro de suor limpo misturado ao sabonete. — Mas logo vai chegar o dia, meu menino.

O filho virou o rosto de lado, bochecha roçando a barba áspera do pai, olhos semicerrados.

— O dia de…?

— De te capar — respondeu o pai, voz rouca, mas doce como mel quente. — Quando eu olhar pra baixo e sentir que essas bolinhas já deram tudo que tinham que dar… quando elas ficarem grandes demais, tensas demais, pulsando de desejo o tempo todo… aí eu corto. Com calma. Com amor.

O filho prendeu o ar. Um arrepio subiu pela espinha, mas o pau na mão do pai deu um pulo forte, traindo o quanto a ideia o excitava mesmo no susto.

— Vai doer muito? — perguntou, voz fina, quase infantil.

O pai beijou a curva do ombro, língua traçando a pele salgada.

— Um pouquinho só, no instante. Mas antes eu te preparo dias inteiros. Banho quente toda noite, óleo morno escorrendo pelas coxas, dedos entrando devagar pra te abrir, te relaxar. Vou te deixar tão mole, tão entregue… No dia eu te deito na nossa cama, lençóis brancos, luz baixa. Você vai estar de pernas bem abertas, joelhos dobrados, olhando pra mim. Eu vou te beijar a boca, o pescoço, os mamilos até você gemer alto. Vou chupar seu pau devagar, lambendo cada veia, até você gozar na minha boca… duas, três vezes. Até ficar vazio, tranquilo, sem força nenhuma nas pernas.

Enquanto falava, a mão no pau acelerou, polegar pressionando a fenda, espalhando o pré-gozo que escorria abundante. A outra mão continuava massageando o saco, apertando e soltando, sentindo as bolas subirem e descerem dentro da pele quente.

— Quando eu pegar a tesoura — continuou —, você nem vai sentir medo. Porque vai estar olhando nos meus olhos, sentindo meu pau duro roçando na sua coxa, ouvindo minha voz dizendo “confia, meu amor, papai cuida de tudo”. Vai ser rápido. Um corte limpo. Depois eu aperto com gaze fria, passo pomada que cheira a camomila, te enrolo num cobertor macio e fico te ninando horas. Beijando a cicatriz nova, lambendo devagar até você endurecer de novo… só que agora de um jeito diferente. Mais lento. Mais fundo. Cada orgasmo vai durar mais, vai tremer mais, porque não vai ter mais nada te distraindo. Só prazer puro… e a certeza de que fui eu que tirei elas. Que guardei elas comigo. Que te fiz mais meu.

O filho gemeu alto, quadril subindo na água, pau pulsando na mão ensaboada. O pai apertou mais forte a base, segurando o gozo.

— Ainda não… goza quando eu mandar. Quero sentir essas bolinhas cheias se contraindo uma última vez antes de imaginar o dia que elas não vão mais estar aqui.

Ele voltou a masturbar devagar, torturante, enquanto mordia o lóbulo da orelha.

— Quando chegar a hora… você vai saber. Vai sentir meu olhar descer pro seu colo e ficar lá, faminto. Vai abrir as pernas sem eu pedir. E vai gozar sabendo que depois de mim te castrar, cada toque meu vai ser ainda mais intenso. Porque você vai ser só meu. Leve. Aberto. Perfeito.

O pai acelerou de repente. Polegar pressionando a glande, palma deslizando rápida e molhada. O filho jogou a cabeça pra trás, boca aberta num grito rouco, gozando forte, jatos quentes subindo pela barriga, misturando-se à espuma e à água que batia nas bordas.

O pai o segurou firme enquanto tremia, beijando o pescoço suado, lambendo o sal da pele.

Depois, silêncio. Só água esfriando devagar, respiração pesada, o pau do pai ainda duro e encostado nas costas do filho como uma promessa silenciosa.

E então, num sussurro quase inaudível contra a nuca:

— Não se preocupa, meu menino. Quando chegar o dia… papai vai fazer tudo tão devagar, tão gostoso… que você vai pedir pra eu nunca parar de cuidar de você.

Fim.

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