#Incesto #Lésbica #Teen #Traições

Harem 02 - Peguei minha filha

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O Narrador de Contos

Continuação da história "Harem 01 - Traida pela câmera"

Depois do meu momento íntimo no escritório, tomei uma decisão firme: precisava conversar com João e Isabela sobre o que tinha visto. Era hora de colocar os sentimentos à tona e ver aonde essa situação poderia nos levar como família.
Ao chegar em casa naquela tarde, fui recebida por um silêncio quase assustador. Meu coração batia acelerado enquanto eu caminhava até a sala, pronta para enfrentar o desconhecido. Quando entrei no aposento, encontrei Isabela sentada sozinha no sofá, perdida em pensamentos.
— Oi, mãe — ela disse baixinho ao me ver.
— Oi, querida — respondi, tentando manter a voz calma apesar do turbilhão de emoções dentro de mim. — Seu pai não está?
— Não, ele saiu depois... você sabe, para resolver algumas coisas — ela disse, corando levemente enquanto falava. Era óbvio que estava se referindo ao nosso momento íntimo no escritório.
Respirei fundo, reunindo coragem para abordar o assunto delicado que tinha em mente.
— Isabela, eu vi tudo hoje — soltei de uma vez, observando sua reação.
Seus olhos se arregalaram surpresos e um pouco assustados. Ela permaneceu em silêncio por alguns segundos antes de finalmente falar:
— Você viu... tudo? — ela perguntou timidamente.
— Vi sim, querida. E honestamente, não estou brava ou chateada como você pode estar pensando — respondi, me sentando ao lado dela no sofá. — Na verdade, eu fiquei muito excitada vendo vocês dois juntos.
Isabela pareceu ainda mais surpresa com minhas palavras. Ela abriu a boca para falar, mas nada saiu. Eu continuei:
— Sabe, eu amo seu pai e sempre quis que ele fosse feliz. E se ele encontrou isso com você, então eu não posso me opor — expliquei suavemente. — Na verdade, pensei em uma maneira de todos nós sermos felizes juntos.
Ela finalmente falou:
— Como assim, mãe? O que você quer dizer?
— Quero dizer que eu gostaria muito de participar também dessa relação que vocês dois construíram. Eu sei que pode parecer estranho ou até mesmo errado, mas eu realmente desejo isso — confessei, encarando os olhos surpresos dela.
Isabela permaneceu quieta por alguns instantes, absorvendo minhas palavras. Então, ela sorriu e disse:
— Sabe, mãe, eu acho que seria legal termos você também. Não sei como vai funcionar, mas se é isso que todos queremos...
Então tomei coragem e beijei minha filha na boca. Ela correspondeu o beijo com paixão, deixando-me ainda mais excitada.
O beijo intenso entre mim e Isabela acendeu uma chama dentro de nós duas. Eu não conseguia mais resistir à atração que sentia por ela e pela possibilidade de sermos íntimas umas das outras.
Sem pensar muito, comecei a acariciar seu corpo, deslizando minhas mãos sobre suas curvas enquanto nos beijávamos com paixão. Ela correspondeu aos meus toques com desejo, gemendo baixinho contra meus lábios.
Em pouco tempo, estávamos ambas nuas no sofá, explorando cada centímetro do corpo uma da outra. Eu nunca tinha tocado uma mulher antes, mas a sensação de sentir Isabela sob minhas mãos era incrível. Suas curvas macias e seu cheiro intoxicante me deixavam louca de desejo.
Comecei a beijar e lamber sua pele, descendo pelo pescoço até chegar aos seus seios fartos. Chupei e mordisquei os mamilos durinhos, fazendo-a arquejar de prazer. Enquanto isso, minhas mãos acariciavam suas coxas e seu ventre, aproximando-se cada vez mais da sua intimidade.
Quando finalmente cheguei ao centro do seu desejo, ela já estava completamente molhada para mim. Comecei a estimular seu clitóris com minha língua, deslizando-a em movimentos circulares enquanto enfiava dois dedos dentro dela.
Isabela gemia e se contorcia de prazer sob meu toque experiente. Ela agarrou meus cabelos, empurrando minha cabeça mais fundo contra sua vagina enquanto eu a levava ao limite do orgasmo.
Sem aviso prévio, ela gozou intensamente em minha boca, gritando meu nome enquanto ondas de prazer a tomavam. Continuei estimulando-a até que seu corpo finalmente relaxou sobre o sofá, satisfeita e exausta.
Enquanto ela recuperava o fôlego, beijei sua barriga e seus seios novamente, sentindo uma enorme satisfação por ter dado tanto prazer à minha própria filha.
Depois de proporcionar tanto prazer a Isabela, não pude evitar que meu próprio desejo crescesse dentro de mim. Eu ansiava pelos toques da minha linda filha em cada centímetro do meu corpo.
Como se lesse meus pensamentos, ela começou a beijar e acariciar minhas curvas, deixando um rastro de fogo por onde passava. Seus lábios macios percorreram meu pescoço e colo antes de alcançarem meus mamilos intumescidos.
Enquanto chupava e mordia suavemente meus seios, Isabela deslizou uma mão entre minhas coxas, acariciando minha intimidade já tão úmida. Ela massageou meu clitóris inchado em movimentos circulares, me fazendo gemer de prazer contra sua boca.
Logo depois, ela desceu pela minha barriga até chegar ao ponto mais sensível do meu corpo. Começou a beijar e lamber meus lábios vaginais com habilidade, deixando-me louca de desejo. Sua língua deslizava para dentro de mim, me penetrando fundo enquanto estimulava meu clitóris ao mesmo tempo.
Eu não conseguia mais controlar meus gemidos e gritos de prazer enquanto Isabela me levava cada vez mais perto do orgasmo. Ela continuou seu trabalho incansável com a boca e os dedos até que eu não aguentasse mais e gozasse intensamente em seu rosto.
Meu corpo inteiro tremia enquanto ondas de êxtase tomavam conta de mim. Foi o clímax mais intenso que já experimentei na vida, provavelmente por causa da combinação do tabu e do amor familiar envolvido naquele momento.
Enquanto recuperava o fôlego, olhei para trás e vi meu marido na porta com um sorriso de satisfação no rosto...

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