#Estupro #Gay #Incesto #Sado

Engravidando minha filha e capando meu neto

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Capador

Eu sou o Seu Antônio, 48 anos, fazendeiro bruto do interior do Paraná, perto de Castro. Moro sozinho com a minha filha, a Maria, desde que a mãe dela fugiu quando a menina tinha 10 anos. Maria acabou de fazer 18, mas ainda parece uma menininha inocente: magrinha pra caralho, 1,60m no máximo, corpo fininho, peitinhos pequenos e durinhos que mal enchem a mão, cintura fina, bunda pequena mas empinadinha. A chaninha dela é quase sem pelo — só uma penugenzinha clarinha, quase nada, deixando os lábios rosadinhos bem à mostra. Cara de anjo, olhos grandes e assustados, boca pequena que treme quando eu falo grosso.

Eu sou o oposto: 1,85m, corpo forte de quem carrega saco de ração o dia inteiro, peludo pra porra toda. Peito coberto de pelo preto grosso, braços, pernas, até as costas. Meu pau é enorme, grosso como braço de criança, veias saltadas, cabeça grande e roxa. O sacão é pesado, cheio de dois ovos grandes e peludos que balançam quando eu ando, sempre suado e cheirando a macho.

A gente mora no sítio pequeno, só nós dois. Eu já vinha olhando pra ela fazia tempo. Naquela noite quente de março, depois do jantar, eu não aguentei mais.

— Maria, vem cá. Hoje você vira mulher do pai.

Ela tava de shortinho curto e regata fina, sem sutiã. Ficou vermelha, tremendo.

— Pai… o que o senhor tá falando?

Eu levantei, agarrei ela pelo braço fino e arrastei pro quarto. Joguei na cama de casal. Tirei minha roupa na frente dela: peito peludo brilhando de suor, pau já duro latejando, sacão pesado pendurado.

— Tira tudo, filha. O pai vai te foder agora. Vou tirar sua virgindade e te engravidar. Se nascer muleque, quando ele crescer eu capo ele, igual faço com os porcos. Ele vai virar capadinho do pai também.

Ela chorou, tentou se cobrir com as mãozinhas.

— Pai, por favor… eu sou sua filha… eu nunca…

Eu arranquei o shortinho e a regata dela. O corpo magrinho ficou exposto: peitinhos pequenos arrepiados, barriga lisinha, chaninha quase pelada, só aquela penugem clarinha. Abri as perninhas finas à força, segurei o pau grande e esfreguei a cabeça grossa na entradinha virgem.

— Agora você é mulher do pai, entendeu? Não é mais menina. É obrigada a fazer tudo que eu quero. Vai sentir esse pau grande todo dia, vai sentir esse sacão batendo na sua bundinha, vai mamar nele, vai beber meu mijo se eu mandar. E vai parir meus filhos. Se for menino… eu corto as bolas dele quando ele tiver 18, igual eu vou fazer com você agora.

Ela soluçava, mas eu não parei. Cuspi na mão, passei na cabeça do pau e empurrei devagar no começo, depois meti tudo de uma vez, rasgando a virgindade dela. Maria gritou alto, corpo magrinho se contorcendo, sangue misturado com lubrificação escorrendo. Eu fodi bruto, fundo, meu peito peludo esmagando os peitinhos dela, sacão pesado batendo na bundinha pequena a cada estocada.

— Tá sentindo, filha? Tá sentindo o pau do pai te abrindo? Esse sacão cheio de porra que vai te engravidar hoje?

Ela só chorava e gemia, perninhas tremendo em volta da minha cintura. Eu gozei lá dentro, jato quente e grosso, enchendo o útero virgem dela. Fiquei dentro até amolecer, meu sacão ainda encostado na pele lisinha dela.

Depois puxei ela pra tomar banho comigo no tanque atrás da casa. Lavei o corpo magrinho dela com sabão, passei a mão na chaninha inchada e sangrando, enfiei dedo enquanto falava:

— Agora você é minha mulher. Todo dia vai abrir as pernas pro pai. E se nascer um muleque… eu vou capar ele no curral, igual capei os porquinhos. Ele vai ser meu capadinho também.

Maria ficou em silêncio, olhos baixos, corpo magrinho colado no meu peito peludo. Eu apertei o sacão dela contra a coxa dela e sussurrei:

— Sente aqui, filha. Esse pau grande e esse sacão são seus agora. Você obedece ou leva surra.

Ela só balançou a cabeça, voz fraquinha:

— Sim… pai.

Desde aquela noite Maria dorme pelada na minha cama, chaninha sempre aberta pra mim, barriga começando a crescer devagar. E eu já avisei: se for menino, no dia que ele fizer 18 eu arranco as bolas dele no mesmo curral onde eu fodo ela todo dia.

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Nove meses depois daquela noite que eu tirei a virgindade da Maria, ela pariu no quarto mesmo, com a parteira da vila. Era um menino. Eu segurei o moleque ainda sujo de sangue e sorri pra ela, que tava exausta na cama, corpo magrinho todo suado:

— Tá vendo, filha? É macho. Quando ele crescer, o pai vai capar ele no chiqueiro, igual eu prometi. Ele vai virar meu capadinho também. Agora você é mãe e mulher do pai pra sempre.

Eu chamei o menino de Antônio Júnior — Juninho. A gente criou ele ali no sítio, só nós três. Eu fodia a Maria todo dia, engravidava de novo quando queria, mas o Juninho crescia vendo tudo. Aos 14 anos já via o pai metendo na mãe na cozinha, sacão peludo batendo na bunda dela. Aos 16 eu já fazia ele lamber o cu da mãe depois que eu gozava dentro.

O Juninho puxou a mãe: aos 18 anos era magrinho, 1,70m, corpo fininho, pele clara, peitinho quase sem músculo, bundinha pequena mas empinada, perninhas finas. O pau dele era pequeno, só 12cm duro, e o saco era lisinho, quase sem pelo — só uma penugem clarinha igual a chaninha da mãe. Cara de menino inocente, olhos grandes que ainda tremiam quando eu falava grosso.

Eu, aos 66 anos, continuava o mesmo bruto: peito, barriga, costas e sacão tudo coberto de pelo preto grosso, pau enorme ainda duro como pedra, saco pesado balançando cheio de porra.

No dia que o Juninho fez 18 anos, eu acordei ele cedo:

— Parabéns, filho. Hoje você vira homem… e depois vira capado. O pai prometeu pra sua mãe quando você nasceu. Levanta e vem pro chiqueiro.

Ele ficou branco. A Maria, agora com 36 anos, corpo ainda magrinho mas com os peitos um pouco maiores de tanto parir, tava na cozinha e ouviu tudo. Ela baixou a cabeça, sabia que não adiantava pedir.

— Pai… por favor… eu sou seu filho… — ele implorou, voz fraquinha.

Eu agarrei ele pelo braço fino, arranquei a roupa e arrastei pelado pro chiqueiro abandonado, lama seca de porco no chão. A Maria veio atrás, obrigada, só de camisola fina.

Joguei o Juninho no chão de cimento. Amarrei os pulsos e tornozelos nas grades de ferro do chiqueiro, esticando o corpo magrinho até os ossos estalarem. Ele berrava, esperneava, bundinha pequena tremendo:

— NÃÃÃÃO! PAI, EU IMPLORO! MÃE, AJUDA!

Maria chorava quieta no canto, mas não mexia um dedo — sabia que se abrisse a boca levava porrada.

Eu me ajoelhei na frente dele, segurei o saco lisinho com a mão peluda. Apertei forte, puxei os dois ovos pra baixo até ele gemer de dor.

— Olha aqui, filho. Esse sacinho que a sua mãe te deu… hoje o pai arranca tudo. Igual eu falei quando você nasceu. Você vai ficar capadinho pra sempre, pau mole, cu só meu e da sua mãe.

Segurei o pauzinho dele — endureceu de puro medo. Com o canivete afiado que uso pra castrar porcos, rasguei o tampão do saco de uma vez só, corte fundo e largo. Sangue jorrou quente na minha mão peluda. O grito do Juninho foi desesperado, ecoando no sítio inteiro:

— AAAAAAH! PAI, PARA! EU SOU SEU FILHO, CARALHO!

Ele se contorceu louco, corpo magrinho convulsionando. Eu massageei o saco aberto sem dó, apertando até as duas bolas pequenas e lisas saltarem pra fora, brilhando. Peguei a primeira com força bruta, puxei esticando a corda até quase arrebentar. Ele berrou rouco, lágrimas escorrendo. Cortei seco. A bola caiu na lama. Fiz o mesmo na segunda: puxei violento, cortei. Capado. Meu filho agora era um capadinho de verdade.

Costurei o saco vazio com linha grossa de sutura de boi, pontos largos e feios, enquanto ele soluçava quase desmaiando. Depois segurei o pauzinho duro de choque e dei uma punheta bruta até ele gozar seco — só espasmos vazios, corpo tremendo inteiro.

A Maria assistiu tudo chorando baixinho. Eu virei pra ela:

— Viu, filha? Cumprimos a promessa. Agora ele é capado igual eu disse. Vem cá.

Eu soltei só as pernas do Juninho, deixei ele amarrado de bruços e mandei a Maria se ajoelhar. Meti meu pau enorme e peludo no cu virgem do meu filho capado, rasgando fundo enquanto ele gritava. Fodi bruto, sacão pesado batendo na bundinha magrinha, gozei lá dentro marcando meu capadinho.

Depois virei a Maria de quatro do lado e fodi ela também, enquanto o Juninho assistia, saco vazio sangrando.

Hoje o Juninho tem 18 anos e é meu capadinho perfeito. Anda devagar pelo sítio, saco liso e costurado, pau mole pendurado pra sempre. A Maria continua minha mulher e mãe dele. Toda noite os dois dormem pelados na minha cama: eu no meio, peito peludo, sacão pesado; Maria de um lado com a chaninha aberta; Juninho do outro com o cu arrombado e saco vazio.

Eu aperto o saco lisinho dele e falo:

— Viu, filho? O pai cumpriu o que prometeu no dia que você nasceu. Agora vocês dois são meus pra sempre.

Eles só respondem juntos, voz baixa:

— Sim… pai.
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Comentários (1)

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  • Alfredo Gouveia: Queria está no lugar do Juninho heheheh

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