Minha irmã apanhou de chinelo
O maior pavor da minha mãe era ver minha irmã de dezoito anos casar gravida, como ela casou. Em um domingo ensolarado, acordei cedinho e comecei a estudar trancado em meu quarto, pouco depois das dez, ouvi uma gritaria na varanda de casa, corri para ver o que estava acontecendo reconhecendo os gritos da minha mãe o choro da minha irmã. Minha mãe gritava que minha irmã não estava na zona, se quisesse ser puta teria que antes sair de casa... Enquanto gritava esse tipo de coisa, batia com um chinelo naquela bundinha gordinha e durinha que era a minha tara. Entrei no meio das duas, tomei o chinelo da mão da minha mãe e perguntei o que tinha acontecendo, minha mãe grita: "Olha o tamanho do biquini da sua irmã, não cobre nem essa buceta". Realmente minha irmazinha tinha exagerado, uma dobrinha de sua buceta estava para fora do biquini, mas não falei nada. Peguei minha irmã pelo braço e a conduzi ao meu quarto trancando a porta, Suzi se jogou chorando na minha cama e fala: "Mamãe sabe que eu nunca deitei com nenhum homem. Dá vontade de dar para o primeiro que passar aí na rua". Deixei ela desabafar e a abracei fazendo-a levantar, enxuguei as lágrimas que rolavam por seu rosto e acariciei seu bumbum que ainda estava vermelho por causa das chineladas. O corpo de Suzi tremeu em meus braços, olhei dentro dos olhos dela e ela me ofereceu os lábios entre abertos. Nem tentei resistir e penetrei sua boca com minha língua, aquele tesãozinho de mulher sugou minha língua de um modo tão gostoso que minha pica endureceu na hora cutucando aquela barriguinha coberta apenas por uma saída de praia fininha e minha inocente irmã segurou meu cacete e fez cara de tesão para mim enquanto ajoelhava em minha frente, para facilitar o serviço, baixei minha calça de pijama até os joelhos e ela engoliu o que pode da minha tora e começou a mexer a cabeça para frente e para trás com os lábios serrados, enchi sua boca com meu leitinho, ela engoliu boa parte e se jogou de costas na minha cama com as pernas separadas, vi aquele volume de sua buceta e no meio um fiozinho de mancha de molhado, soltei os laços dos dois lados do biquini e pude ver de pertinho aquele lindo bucetão molhadinho, abocanhei aquele grelinho durinho e temi que minha mãe ouvisse os gemidos da Suzi e levei sua mãos a sua boca, ela entendeu e manteve sua boca tapada com a mão e já com o pau duro como aço, enfiei minha língua naquela rachinha virgem fazendo o corpo de minha irmãzinha sacudir na cama e continuei chupando deliciando-me com aquele melzinho maravilhoso e quando ela contorceu o corpo, sua bucetinha borrifou na minha cara mais de seu suco vaginal. Já completamente nu escorreguei meu corpo sobre o dela, encaixando meu caibro entre suas coxas e ela diz no meu ouvido: "Você não imagina quantas vezes eu me masturbei imaginando o que acabamos de fazer". Com a caceta pulsando pertinho daquele bucetão respondi: "E você não imagina a quanto tempo sonho em colocou meu pinto nesse bumbum gostoso". Ela sorri e me diz: "Ele será todo seu, mas não pode ser aqui".
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