Um velho tarado me abrigou no meio da chuva
Uma novinha gostosa no meio da chuva foi abrigada por um velho tarado que aproveitou muito a companhia da gostosa.
Olá, a todos que não me conhecem, me chamo Bianca, tenho 21 anos e faço design, tenho cabelos morenos, pele branca e um corpo muito bem desenvolvido por causa da academia.
Costumo pegar algumas pessoas quando vou para as festas e baladas, mas todos da minha mesma faixa de idade e bonitos(claro!), até o fatídico dia que venho aqui descrever.
Tive que ir para faculdade de manhã para um projeto e quando voltei, como não tinha transporte público rodando no horário, fui a pé (pior decisão da minha vida).
Caiu um toró de chuva, me deixou encharcada, pior pela vestimenta que eu usava(uma regata preta bem decotada e uma calça pijama que valoriza minha bunda). Todas as casas estavam fechadas, menos uma, uma casa simples, modesta, de onde só ouviu seguinte:
_ Vem para cá garota, está chovendo muito!
Como a chuva era torrencial e não cessaria cedo, entrei na casa. Só quando entrei na casa e o homem trancou a porta que vi a aparência do próprio, um homem de meia-idade, entre 45 a 50 anos, branco, com barriga de cerveja, de dentes amarelos, calvo e que já me olhava de uma forma bem sáfica:
_ Olá princesa, você está bem?
_ Estou bem, obrigada.
Ele encarava todo o meu corpo enquanto lambia os beiços:
_ Me chamo Raimundo, mas pode me chamar de Raimundinho se precisar, vou pegar uma toalha para se secar.
Quando eu já ia pegar a toalha que ele trouxe, de imediato, ele já foi passando a toalha em mim já me secando, achei bem invasivo, até tentei lhe impedir, mas ele continuava:
_ Não se preocupe, princesinha, seco para você.
E foi passando, dando mais atenção a minhas pernas, minha bunda(que senti umas apertadas) e aos meus seios que ele até passou mais devagar, já que são meus atributos mais protuberantes:
_ Seu corpo é tão perfeito! _ Ele disse.
_ É... obrigada. _ Falei ainda bem constrangida.
_ Você deve querer tomar um banho agora, é por aqui.
Mesmo estando desconfortável, tomei meu banho pois estava precisando, mesmo que estivesse me sentindo vigiada.
Após o banho, fui para a cozinha onde Raimundo preparava algo:
_ Olá princesa! Pode se sentar e já já o almoço e está pronto!
Me sentei num banco em frente a mesa:
_Você deve estar bem cansada, deixa eu fazer uma massagem em você.
E foi logo colocando as mãos em meus ombros, até falei que não precisava mas ele insistia, e até certo ponto a massagem dele estava até que boa, comecei a curtir, só que, como usava uma regata, minhas costas estavam nuas e facilmente senti sua virilha se esfregando nas minhas costas, na posição que ele estava também dava para ver toda a capacidade dos meus seios, o que o fazia falar besteiras:
_ Uma moça tão bonita! Nessa chuva! Ficando toda molhadinha!
Ele só parou quando a panela começou a queimar.
Mesmo assim, o almoço foi muito bom, até estava me simpatizando com ele, principalmente por me deixar dormir em sua cama enquanto continuava a chover, ele ficou na sala numa rede, pensei que nada demais poderia acontecer, até que, sinto algo encostar em meus lábios e uma voz aparece:
_ Isso! Que boquinha!
Abro meus olhos e me deparo com Raimundo, nu e com o pênis esfregando no meu rosto, imediatamente me levanto espantada:
_ Bianca, não se assusta, me desculpa, é que faz um tempo que não fico perto de uma moça tão bonita como você.
_ Você é doido! Vou embora!
_ Por favor, não vá embora, por favor! É que... desculpa, você parece ser tão... inalcançável!
E começou a chorar:
_ Me perdoa!
Não sei o por quê mas me peguei com seu choro e fiquei parada:
_ Eu não quero muito de você, pode só ficar aí enquanto bato uma punheta para você, já seria muito para mim.
Falou isso já colocando a mão no pinto e o movimentando, só o obedeci:
_ Você é tão linda! Pode se aproximar mais para te ver melhor?
Fui me aproximando aos poucos, estava confiando demais, mais do que deveria, a ponto de ficarmos a centímetros de distância sentados na cama, nesse momento já estava hipnotizada pelo seu pênis, que não vou negar, era grande e grosso e crescia bem:
_ Você pode pegar nele, isso pode ajudar!
Ainda estava paralisada, não realizava nenhuma ação, ele teve que pegar minha mão e colocar em seu pênis, que me fez arrepiar de excitação:
_ Isso Bianquinha! Bianquinha, posso pegar nos seus peito? É para me fazer gozar mais rápido, vai!
E acenei com a cabeça como um 'sim', só para fazer aquilo acabar logo, suas mãos amassavam meus seios enquanto os dedões, mesmo com a regata, pressionava meus mamilos que até me excitava, batia punheta para ele mais rápido e ele não gozava, até que ele avançou:
_ Não consigo resistir, Bianca!
E ficou por cima de mim, começou a beijar meu pescoço e ombro, tentei me desvencilhar mas ele era mais forte, até que pegou a minha cabeça, me olhou nos olhos e disse:
_ Como eu queria beijar essa boca!
Seu hálito era repugnante e sua língua era mais ainda, senti quando, forçadamente, sua língua adentrou minha boca, nossas línguas se tocaram, se entrelaçaram, como dois apaixonados, o gosto era para vomitar, mas me excitava.
Sua mão começou a explorar minha região íntima abaixo, isso só intensificou meu tesão, não tive como me controlar, já era evidente minha excitação:
_ Tá gostando né, safada? Agora você vai sentir o grandão!
E abaixou minha calça e minha calcinha, tentava penetrar seu pênis em minha vagina, mas era difícil, a cabeça era grande, até que, com grande dificuldade, entrou, era como se uma faca tivesse entrado em meu corpo, minha alma estava para sair, contudo eu queria mais, quando ele começou a me fuder, gemidos enlouquecidos meus foram proferidos, enquanto Raimundo sorria de satisfação em ter conseguido a novinha gostosa:
_ Raimundinho, deixa eu cavalgar em você? Vai!
_ Claro, minha princesa!
Agora por cima, dei um show, cavalguei como nunca havia cavalgado na minha vida, fazia caras e bocas sexys que nenhum garoto havia recebido de mim e estava fazendo para aquele ogro nojento e desprezível, fiquei nisso por uns 10, 15, 20 minutos e ele não gozava, sua energia era impressionante, até que finalmente gozou, gorou em todo o espaço do meu útero, dormi em cima do seu corpo obeso, parecíamos um casal, no meio do descanso, acordei, meu amor ainda dormia profundamente, aproveitei para fugir dali e ir para casa, mesmo que tenha gostado por um momento da situação, aquilo era inadmissível para mim, espero não vê-lo novamente, espero...
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Comentários (1)
T mbamm: A para sua vadia que vc quer de novo delícia de conto
Responder↴ • uid:1dssoon86pni