#Coroa #Gay #Incesto #Teen

O Primeiro Homem Do Meu Filho Foi o Avô Dele

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Asmodeus

Relato do dia em que liberei o cu do meu filho pro meu velho.

Meu pai foi pai muito novo, e eu por sua vez, não fiquei pra trás. Viemos do interior para cidade de Fortaleza quando eu tinha 6 anos de idade em busca de uma vida melhor. Sou o mais velho de 3 irmãos. Estou com 29 anos, meu coroa tem 50 e meu menino está com seus 14.
Tenho o costume de sempre trazer meu filho para visitar o avô e eles se dão muito bem. Meu filho herdou o lado bagaceiro da família. Minha mulher nunca vem conosco, porque ela e meu pai nunca se deram bem. Pois meu pai é muito mente fechada, bem, era o que eu achava até aquele dia.
Era carnaval, minha mulher, minha mãe e minhas irmãs haviam ido passear e como de costume, eu levei meu filho Arthur pra visitar o avô.
Meu pai foi logo cobrando o abraço do vô e o Arthur correu pra dar o abraço nele. Como de costume, ele deu um tapa na bunda dele dizendo "Eita menino véi danado". Meu garoto tá em fase de crescimento, mas eu acho que ele vai puxar meu pai e ser baixinho. E por ele ser gordinho, ele tem um enorme rabo redondo. Arthur assim que saiu do abraço, correu pro banheiro pra trocar de roupa. Colocou um short azul daqueles de futebol e ficou sem camisa, evidenciando as tetas redondas dele. Não vou mentir, ele me lembrou um cara que eu comia na idade dele. Bons tempos. Meu pau ameaçou acordar, eu logo me sentei.
Meu pai também estava sem camisa, todo peludo. É comum os homens da nossa família ter pêlos no peito desde novo. Eu também tinha, minha mulher gosta. Enfim, ficamos lá sentado, os três, conversando coisas do dia a dia, frescando com a cara um do outro. Até que meu pai chegou no fatídico assunto de perguntar se o Arthur já tinha alguma namorada na escola. Arthur ficou todo errado e eu intervi dizendo "Pai, o Arthur não tem nossa malícia. A mulher e eu viemos dar celular esse ano pra ele, porque não temos condição de dar um computador. Ele usa só pra fazer pesquisa e coisas da escola e mal. Preferimos criar ele mais como na nossa infância mesmo, brincando, correndo. Agora ele é um rapaz de 14 anos, ele tem mais responsabilidade".
Meu pai começou a rir, dizendo que ele não sabia o que tava perdendo. Que na idade dele, meu pai tava nos matos, comendo a filha da vizinha. Ficou dizendo que quando ele provasse uma xana, nunca mais ia querer parar. Arthur ficou rindo de nervoso. Deu pra perceber o visível desconforto dele. Então meu pai começou a dizer que ia ensinar a ele ser homem. Ligou o DVD, mexeu num armário que desde novo a gente só usava pra guardar cacareco e pegou lá de dentro um disco. Quando ele colocou dentro do dvd, logo começou um filme, mas não era um filme qualquer, era um filme pornô do kid bengala. No começo do filme, tinha uma loira mostrando a xereca só com um risquinho de pelo. Ela abria, mostrava. Meu menino olhava vidrado, sem saber o que fazer. Meu pai amassava o pau dentro do short e olhava também. Do nada, ele sacou o pau pra fora e começou a bater uma punheta bem gostosa em si mesmo. Meu filho olhou e disse "nossa vô, seu pinto é grande". Meu pai riu e disse pra ele que um dia, o dele seria também. Mandou ele botar pra fora também e bater uma punheta, já que só tinha nós 3 em casa. Ele assim fez, o Kid já estava colocando a pica preta na boca dela. Meu filho tentava masturbar seu pintinho que só tinha alguns pelinhos. Eu saquei o pau pra fora também e nós 3 ficamos ali, batendo uma vendo aquele filme. Até que meu filho não aguentou mais e acabou soltando uma gozada, mas uma gozada rala. Mais uma vez meu pai brincou, dizendo "é bom né não". Arthur com vergonha, disse que ia pegar uma roupa lá no andar de cima. Quando ele começou a demorar, meu pai disse que ia lá ver o que ele tava fazendo.
Enquanto isso, fiquei na sala mais um tempo, mexendo no celular. Depois subi a escada devagar, tomando cuidado pra que não me ouvissem, pois eu ia fazer uma brincadeira de dar susto. Fui me aproximando sem fazer barulho e olhei pra dentro do quarto do meu pai, a única suite do andar de cima. Ele tava amassando o pau vendo o Arthur tomar banho. Até que aconteceu alguma coisa no banheiro que eu não consegui ver o que era e só ouvi meu pai dizendo "Opa! Que é isso rapaz?!", como se tivesse brigando com ele. Mas não alto o suficiente para que eu, se tivesse no andar de baixo, não poderia escutar.

— Que arrumação é essa?! — Ouvi meu pai dando bronca. Desisti de me esconder e entrei no quarto, meu pai tomou o susto.

— O que tá acontecendo aqui? — Perguntei. Ele se recuperou e respondeu:

— Arthur tava aí no banheiro tomando banho e tentou enfiar o cabo da escova de cabelo no butico.

— E tu não tava achando nada mal né. — Confrontei. Ele começou a gaguejar e depois dizer que o respeitasse. E eu respondi. — Tu quer tanto cobrar respeito e tava amassando as calças vendo teu neto tomando banho!

Meu pai ficou muito envergonhado, ficou calado.

— E tu Arthur? Porque tava fazendo isso? — Perguntei ao meu filho. Ele ficou calado por um momento, então pressionei. — Responde!

— Não pai, é que eu queria ver como era. Se eu aguentava também, eu tava vendo a loira na televisão aguentando aquele pintão e eu queria saber se eu aguentava também e se era bom. — Ele respondeu. Eu respirei fundo, era curiosidade de menino. Mas eu tava com um tesão da porra, e só tinha nós 3 mesmo.

— Pois então pronto, já que tu quer descobrir, teu vô vai te ensinar. — Eu disse. Meu pai me ligou assustado.

— Que história é essa menino? — Meu pai disse incrédulo.

— Tu tava até agora amassando teu pau olhando pra ele, se não for tu, vai ser outro. — Respondi. Meu pai ficou pensando um pouco.

— Tudo bem, mas ele não vai entrar no seco. — Ele falou.

— Não seja por isso, Arthur, chupa o pinto do vô igual um picolé vai filho. Igual a loira do filme.

Eles se olharam um pouco, meu pai sacou o pau peludo e grisalho pra fora, meia bomba. Arthur começou a chupar, mas ele chupava como se já soubesse fazer aquilo. Cheguei a questionar meu pai se ele já fez isso alguma vez com ele e ele jurou que não. Perguntei ao meu filho onde ele tinha aprendido aquilo, ele não quis dizer, ameacei por de castigo, e ele contou que no dia que atrasei pra buscar ele na escola, ele tinha ficado lá com o Seu Wilson, que era o porteiro. E o Seu Wilson fez ele chupar o pau dele até eu chegar. Meu coroa urrava de prazer, o pau dele babava muito. Arthur vez ou outra dava umas lambidinhas nas bolas também. Ele chegou a me olhar e perguntar se eu queria também, e eu disse que agora não. Depois que eu senti que o pau do pai tava bem babado, mandei Arthur deitar e ficar na posição de frango assado. E eu falei "É agora". Meu pai levantou, botou uma almofada na altura do cocsi do meu filho e começou a empurrar a cabeça inchada da piroca. Arthur começou a querer dar alteração dizendo que tava doendo. E eu disse que ele quis, agora aguentasse. Que homem não chorava. Se ele fosse gritar, ele botasse o lençol na boca pra não fazer barulho. Ele começou a se debater quando meu pai emourrou a cabeçona da pica grossa, e entrou no cuzinho virgem do meu filho. Subi no Arthur e segurei as pernas dele abertas e disse pro meu velho "vai". Meu filho deu um grito que eu só via ele dar com injeção. E ele abafou o choro com o lençol. Meu pai me olhou e disse "cu apertado da porra, mas é gostoso". Ele começou a empurrar tudo. E o Arthur ficava dizendo "Ai Vô" no meio do choro. Meu velho começou a bombar no cu do meu gordinho. Quando o pau dele saiu. Eu emborquei o Arthur, arreganhei o cu dele e disse pro pai "vai", o velho meteu tudo de uma vez. Meu pau começou a estourar dentro do short. Meu pai metia com força no cu do meu filhote, que já começava a se acostumar com o madeirão grosso do vô enquanto eu arreganhava ele pro primeiro macho de verdade dele comer.
Não aguentei, me meti de baixo dele, enfiei a boca nas tetas do meu filho. Ele já havia parado de chorar, agora só gemia de prazer. Saquei o pau pra fora, virei ele de frente, sentei com as bolas na cara do Arthur e mandei ele chupar. Ele foi colocando a boca macia nos meus bagos, e eu esfreguei meu períneo na cara dele, enquanto ele deslizava a língua nos meus ovos. Eu batia uma, vendo meu pai comendo ele. Meu pai então começou a se acusar e dizer "Eu vou gozar, vou gozar, eu vou...". Ele deu urro de satisfação tão foda que não aguentei, gozei também no peito do meu filho. Ele tirou de dentro e a porra escorreu inteira pra fora. O pau dele latejou uma última vez e esporrou mais porra grossa na barriga do Arthur. Saímos de cima e fomos tomar banho, os 3 juntos. Eu, meu pai, e meu filhote. Não aguentei, o tesão bateu de novo. Aproveitei o cuzinho arrombado dele e comi ele ali no banheiro mesmo, enquanto ele mamava no vô. E agora é assim, desde o carnaval, quando ficamos só os 3, fazemos a farra.

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Comentários (5)

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  • Putoparaguayo: Que delícia, queria comer seu filho, eu até deixava vcs comerem meu viadinho tmb.

    Responder↴ • uid:gsv3co499
  • Coroa: Que delicia, adoro esses contos de incesto, me dão muito tesão e fico doido pra gozar.

    Responder↴ • uid:1iert5az
  • Luiz: Ta bom do avo contar para outro filho e o tio tambem comer amigos tambem podem comer o moleque que gosta de uma pica

    Responder↴ • uid:3v6otnnr6ic
  • Carafortal: Eae man. Tbm sou de fortal. Bora trocar ideia

    Responder↴ • uid:dlns650hm
    • Anony: Tbm sou

      • uid:1drmvvrhnm2j