#Bissexual #Corno #Grupal #Travesti/Trans

Daniela/Daniel-Luiz/Luiza

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Alberto

Meu maaridinho tarado se transformou em uma menina gostosa

Meu nome é Daniela, sou bonita de rosto e meu corpo é bem proporcional. Passarei a narrar os principais episódios de minha vida com Luiz, condensando anos de amor sem mencionar datas.
A diretora da minha escola estava quebrando a cabeça para estabelecer uma atividade extra classe exatamente quando conquistei a faixa preta de Caratê, eu estava na sala dos professores mostrando as fotos do exame de faixa e ela pediu para eu montar um projeto, devagarinho, montei turmas e no ano seguinte, estava dando aulas regulares de Caratê dentro da escola, dando ênfase especial à filosofia. Em uma tarde, vi um rapaz aguardando uma menina, achei que era o pai dela, pois normalmente quem vinha busca-la era a mãe, homem sério, 1,70 m, elegantemente vestido com um tênis, calça jeans e camisa polo, que não tirava o olho de mim. Na hora de entregar a criança, Luiz esclareceu ser tio e não pai. Conversamos por algum tempo e aquele tio, passou a pegar a sobrinha em todos os fins de aula. Até que me convidou para acompanha-la a um coquetel de um lançamento imobiliário, em que ele tinha sido o arquiteto, aceitei e começamos a namorar. Luiz foi meu terceiro namorado e ao final de um ano, estávamos casando. Na lua de mel, Luiz descobriu o que sempre escondi e o que era meu complexo, o tamanho exagerado do meu grelo e daquele dia em diante, não teve um só dia que tenha deixado de chupar "meu pintinho". Acabei perdendo o complexo e incentivada por Luiz passei a tirar vantagem da minha "diferença", uma noite pedi parar meu marido parar de me chupar e passei a me esfrega em sua perna e não resisti a tentação de enfiar meu dedo em seu cuzinho, dada a violência que o penetrei, ele emitiu um som tão gostoso que eu gozei na hora. No dia seguinte, além de me esfregar nele enfiar o dedo no cuzinho dele, também mamei em seu mamilo arrepiadinho enquanto ele se masturbava, Luiz gozou como uma putinha louca. Poucos dias depois, enquanto ele chupava "meu pintinho", o virei e esfreguei meu grelo em seu rego, tive um prazer fenomenal em comer meu marido e ele não fazia questão de esconder seu prazer em ser minha fêmea, chegando ao ponto de propor que procurássemos uma bi para levarmos para nosso cama, com o que não concordei. Uma noite, ele todo animado levou o notebook para cama e abriu em um filminho, onde a mulher enfiava o grelo no cu do cara, deixando-me com o grelo duro na hora e partimos para a ação, ele deitou o corpo na beira da cama com os pés no chão , abriu as nádegas, encostei meu grelinho naquele anelzinho e senti a cabecinha ser mordiscada por aquele cuzinho piscante. Aquela inversão de papeis, passou a ser nosso cotidiano, nos especializamos em troca-troca, normalmente eu comia sua bundinha e depois ele penetrava a minha, até que no nosso aniversário de cinco anos de casados prometemos fazer uma surpresa um para o outro. Meu marido tem duas irmãs mais velhas que ele , durante sua adolescência e até hoje, sempre que elas precisam de uma maquiagem para uma noite especial, é ele quem faz, pois tem um talento natural para isso, depois que casei, nunca mais gastei um centavo com maquiador, meu marido me maquia. Naquela noite para lá de especial, ele se trancou no banheiro social e eu no da suíte. Por celular, avisamos um ao outro que estávamos prontos e nos encontramos no meio da suíte, eu com o cabelo preso, usando o esmoque dele, por baixo só uma cinta onde estava acoplado um pênis de borracha de quinze centímetros com vibrador. ele, usando um vestido meu longo, azul brilhante, sapato de salto agulha e uma bolsa combinando com o sapato, dentro da bolsa um excitador de clitóris. Não havia como não dizer que ele se transformara em Luiza, uma belíssima mulher e eu Daniel um macho que é o sonho de qualquer mulher, foi tão emocionante que usamos e abusamos do time da câmera do celular registrando lindas fotos. Antes de irmos para a cama, fomos a cozinha nos armamos com um champanhe e duas taças e bebemos com os braços entrelaçados, fomos para o quarto e despi Luiza ao mesmo tempo que ele me despia. Luiza ajoelhou na minha frente e chupou "meu pênis", eu Daniel bati com meu pinto na cara da vagabunda antes de faze-la ficar de quatro na cama e sem usar gel, fiz uma penetração vagarosamente naquele cuzinho guloso com o excitador de clitóris entre meu grelão e a cinta, passei a ouvir os gemidos da minha gazelinha enquanto alisava suas nádegas lisinhas, explodimos em gozo juntinhos e reconhecemos termos sido feito um para o outro. Em uma tarde de sábado, enquanto cortava meu cabelo, única coisa que Luiz não fazia, conversado sobre escola com o cabelereiro, assumidamente bi, resolvi mostrar as fotos de minhas alunas, mas procurando na galeria, passei pela foto da Luiza e Daniel, Claudinho, pediu para eu voltar, meio embaraçada mostrei a foto para ele(a), claro que a bichinha me reconheceu e me perguntou quem era o belo travesti, falei baixinho "meu marido", Claudinho se apaixonou na hora. Quando tentei pagar o corte de cabelo, Claudinho mexeu na máquina de catão de crédito tirando um pedacinho de papel, escreveu o número do seu celular. Chegando em casa contei a Luiz o ocorrido e vi seus olhos brilharem e ele me falou com um jeitinho que eu não pude negar: "Você não aceitou outra mulher em nossa cama, mas eu adoraria ver você dando para ele". Respondi: "Só se a Luiza estiver junto". Ele meio encabulado concordou. Durante a semana nos preparamos o no sábado liguei para Claudinho, convidando-o para passar a tarde de domingo conosco, advertindo-o de que embora não tivesse um roteiro estabelecido, sua visita não seria "nada normal" e que esperávamos dele um comportamento de um bi bem sem limites. Naquele início de tarde, coloquei todos nossos brinquedinhos sobre o recamier que temos ao pé da cama, vesti uma cueca preta, passei uma faixa bem apertada sobre meus seios, uma calça social masculina, camisa social, blêizer e gravata e aguardei a surpresa que Luiza tinha preparado, o interfone tocou, autorizei a subida de Claudinho, abri a porta só o tempo suficiente para ele entrar e me apresentei: "Daniel, muito prazer, vamos nos sentar". Assim que sentamos, aparece Luiza em seu uniforme de domestica, bluzinha branca, sainha preta com um avental branco de babado por cima, meias sete oitavos branca, sapatinho de fivela, carregando com incrível elegância feminina uma bandeja com um champanhe e duas taças, não resisti e passei a mão em sua bundinha, ela fez carinha de encabulada, abriu o champanhe e nos serviu, ficando de pé ao lado, ao ver que nosso convidado estava meio confuso e maravilhado com minha "empregada", alisei com uma mão seu pescoço ao mesmo tempo com a outra alisei seu pau e o beijei na boca, tirando sua camisa em seguida, ele mesmo com os próprios pés tirou seu mocassim e o levei para a suíte, chegando lá, o abracei por trás e arranquei suas calças, lambendo seu rego, fui para sua frente e enquanto mamava seu mamilo, o deixei me despir, inclusive retirar a faixa que comprimia meus seios. Eu estava muito excitada fazendo aquilo sob o olhar de Luiza que já estava montando barraca em sua sainha. Claudinho ao ver meu grelo espetado, caiu de boca, o danado chupava tão bem quanto Luiz e me joguei na cama, aquela boca bi grudou em minha buceta e enquanto eu me deliciava com a chupada, vi Luiza alisando a bunda do meu chupador, gozei forte naquela que era a segunda língua na minha buceta e quando Claudinho tentou beijar minha doméstica, o puxei fazendo-o deitar sobre dois travesseiro, coloquei minha cinta com um pênis de vinte centímetro, enquanto Luiza passava gel no segundo cuzinho que ia comer, ajeitei meu excitador de clitóris e penetrei o cabelereiro, Luiza não resistiu e deu seu pau para Claudinho chupar, eu e meu maridinho gozamos muito, mas Claudinho se segurou e assim que saí de cima dele, ele puxou Luiza, enquanto ela chupava seu pescoço como a menina que estava demonstrando ser, Claudinho a despiu toda e a virou sobre os travesseiro sobre os quais eu o havia comido, meu maridinho arrebitou o bumbum e pela primeira vez experimentou uma piroca de verdade no cuzinho, louca de tesão, deitei de pernas abertas colocando meu grelo na boca da nova fêmea que se masturbava com a piroca toda dentro do cu, em um verdadeiro concerto de gemidos, gozamos todos juntos. Trocamos um beijo triplo. Após breve descanso, Claudinho se ajoelho segurando a cabeceira da cama e Luiz penetrou seu cu, coloquei minha outra cinta com pênis de quinze centímetros e um pequeno pênis interno de dez e penetrei meu maridinho gostoso e logo encontramos o ritmo certo do trenzinho. Hoje temos um perfil em um site para adultos, todos os fins de semana temos em nossa cama casais e solitários pouco convencionais.

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Comentários (1)

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  • Sófiaz: Eu queria muito conveersar sobre contos assim... T Sofirskk

    Responder↴ • uid:g61ztr4zk