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Vendedora de tapiocas tem um fetiche bastante arriscado

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Aqui vai o resumo que vai te deixar louco de curiosidade: sou eu, a vendedora de tapioca mais safada de Olinda, que transforma cada mordida em uma explosão de tesão proibido, passando meu suor, cheiro de buceta suada e bunda quente nas massas que vendo pros machos viciados, enquanto gozo em casa filmando tudo – e se você acha que isso é loucura, espera só pra ver como eu me entrego a esse fetiche arriscado, com clientes me comendo com os olhos e eu sonhando em ir mais fundo, com tapiocas personalizadas cheias de porra e safadeza, e tem mais aventuras quentes vindo em postagens diárias pra te viciar.

Eu sou essa vendedora de tapioca que vocês veem nessas fotos e vídeos que eu venho postando faz uns três meses, sentada aqui na minha cozinha velha e bagunçada, completamente nua, com o suor escorrendo pelos meus peitos grandes e firmes, pingando na massa branca e macia que eu tô moldando com as mãos. Meu corpo tá todo brilhante de tanto calor, as axilas fedendo a um misto de desodorante barato vencido e suor fresco do dia inteiro de trabalho na rua, vendendo essas porras pros marmanjos que babam sem saber o segredo. Eu não sei se o que eu faço é certo ou errado, caralho, mas uma coisa eu sei: me dá um tesão da porra, um fogo na buceta que me faz tremer as pernas enquanto eu passo a massa na minha virilha peluda e úmida, sentindo o cheiro forte de xoxota excitada se misturando com o aroma da tapioca crua. Puta merda, eu pensava que era a única maluca no mundo com esse fetiche, achando que tava louca por ficar molhada só de imaginar um cara mordendo isso sem saber que tá lambendo indiretamente o meu cu suado. Mas aí eu descobri o site da Selma Recife e o FANVUE dela, e vi que tem um monte de safada como eu, curtindo esse tipo de loucura, cheiros corporais fortes que deixam os machos doidos. É arriscado pra caralho, porque sou conhecida no bairro de Jardim Fragoso pelas minhas tapiocas "deliciosas", e os homens voltam sempre, viciados, comprando mais e mais, enquanto as mulheres às vezes reclamam do sabor estranho e me olham torto, como se soubessem que tem algo a mais ali. Eu desconfio que é o meu cheiro que vicia eles, porque o aroma de uma mulher suada, com buceta latejando, deixa qualquer pau duro e a mente obcecada.

Todo dia, quando chego em casa no fim da tarde, depois de um dia pesado na feira, meu corpo tá uma bagunça de suor e fedor: axilas pingando, seios pesados com gotas escorrendo pelos mamilos duros, bunda suada roçando na cadeira de madeira velha, virilha úmida e quente, pés fedendo a chulé depois de horas em chinelo gasto. Eu tiro a roupa toda, fico nua como nas fotos, sentindo o ar fresco bater na pele pegajosa, e começo a preparar as tapiocas. O cheiro da casa é uma mistura de panela velha, pano úmido pendurado e o meu próprio fedor corporal, forte, animalesco, que me faz apertar as coxas e sentir a buceta pulsar. Eu separo as massas: uma pilha normal pros clientes comuns, e outra especial pros machos que eu sei que vão voltar. "Ah, porra, isso vai ser bom", eu penso, enquanto pego uma massa redonda e branca, macia como carne fresca, e passo devagar nas minhas axilas, sentindo o suor se impregnar, o cheiro azedo e salgado se misturando. Depois, viro de lado na cadeira, abro as pernas, e esfrego na virilha, bem no meio da buceta peluda, onde o suco tá escorrendo de tesão, fazendo um som molhado, slurp slurp, como se estivesse chupando um pau. "Caralho, que delícia", eu gemo baixinho, imaginando um cliente como o Paulo, aquele pedreiro sarado que sempre compra três, mordendo isso e sentindo o gosto da minha xoxota sem saber. Eu passo no pescoço suado, nas costas escorregadias, nos seios, apertando os mamilos até doer de prazer, e por último na bunda, enfiando a massa entre as nádegas, sentindo o cheiro de cu quente e suado se fixar ali. Puta que pariu, meu clitóris incha só de pensar nos caras elogiando o "sabor único", babando enquanto comem.

Ontem mesmo, veio o Marcos, um motoboy alto e tatuado, com olhos famintos, pedindo duas tapiocas "daquelas especiais que só você faz". Ele senta na banqueta da frente da minha barraca, e eu sirvo pra ele uma que eu passei na buceta de manhã, ainda fresca com o cheiro de excitação. "Porra, isso tá uma delícia hoje, hein? Tem um gostinho diferente, salgadinho, que vicia", ele diz, lambendo os beiços, o pau dele marcando na calça jeans apertada. Eu sorrio maliciosa, sentindo minha xoxota molhar de novo: "É o tempero secreto, amor, só pros clientes fiéis como você". Ele ri, mas olha pros meus peitos apertados na blusa fina, e eu penso: se ele soubesse que tá comendo o cheiro da minha buceta suada, ia gozar na hora. "Quer mais uma? Essa aqui tem um aroma de... fundo, sabe? Profundo e intenso", eu provoco, piscando, e ele assente, mordendo devagar, gemendo baixinho: "Caralho, isso me dá um tesão inexplicável". Eu me inclino pra frente, deixando ele cheirar meu pescoço suado disfarçadamente, e sinto o cheiro de homem excitado dele misturando com o meu. "Imagina se eu te contasse o segredo", eu sussurro, e ele responde: "Conta vai, me deixa louco". Mas eu só rio, dizendo: "Quem sabe um dia, se você encomendar uma personalizada". Puta merda, quando ele vai embora, eu corro pro banheiro da barraca e me toco rapidinho, gozando forte imaginando ele lambendo minha tapioca com cheiro de cu.

Pra achar o autor dessa loucura toda, é só procurar pela Selma Recife www.selmaclub.com ou FANVUE www.fanvue.com/brazilians2026 , onde tem mais conteúdos quentes como esse, cheios de fetiches reais que vão te deixar doido. Mas voltando ao meu dia a dia, eu filmo tudo isso pras postagens, capturando o som do suor pingando na massa, o cheiro imaginário que salta da tela, os close-ups da minha bunda nua se mexendo enquanto eu moldo, os seios balançando com cada movimento. Eu gozo muito em casa, deitada na cama velha, com as pernas abertas, dedando a buceta enquanto assisto aos vídeos, sentindo o cheiro residual nas mãos. "Ah, fode-me, que tesão da porra", eu gemo alto, imaginando um cliente como o Tiago, aquele vendedor ambulante gostoso, encomendando uma tapioca "ousada", onde eu misturo não só cheiros, mas talvez um jato da minha gozada, ou quem sabe ele vem aqui e me come enquanto preparo, o pau dele duro batendo na massa, espirrando porra quente por cima. "Vem, me fode enquanto eu tempero isso pro teu almoço", eu fantasiaria, abrindo a bunda pra ele meter forte, sentindo o cheiro de sexo encher a cozinha, os sons de pele batendo, slap slap, gemidos roucos: "Porra, sua safada, tempera com tua buceta molhada". Ele me pegaria pela cintura, me inclinando sobre a mesa, enfiando o pau na minha xoxota suada, enquanto eu esfrego a massa nos nossos corpos suados, misturando tudo num caos de tesão fedorento e delicioso.

É perigoso pra caralho, porque se alguém descobrir, tô fodida, mas eu não resisto, o risco me deixa mais molhada ainda. Eu sonho em fazer tapiocas muito mais ousadas, tipo pra um macho que encomende especificamente: "Quero uma com cheiro de cu suado e porra fresca". Imagina eu chamando o vizinho Eduardo, aquele mecânico pauzudo, pra vir aqui e gozar na massa enquanto eu assisto, dedando minha virilha fedendo a dia inteiro. "Goza vai, seu puto, molha essa tapioca pra eu vender pros teus amigos", eu diria, e ele obedeceria, gemendo: "Caralho, isso é loucura, mas teu cheiro me deixa louco". Aí eu venderia pros clientes, vendo eles comerem sem saber que tão lambendo a porra de outro macho misturada com meu suor de buceta. Puta que pariu, só de pensar eu gozo de novo.

Gostou dessa safadeza? Comenta aí o que acha, se curte esse fetiche de cheiros fortes e tapiocas temperadas com tesão, ou se passa por algo parecido. Me conta se quer encomendar uma personalizada, quem sabe a gente combina. E tem mais aventuras em breve, com novas postagens diárias cheias de fotos, vídeos e contos quentes pra te viciar pra sempre.

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