Mamãe de Recife comeu o pauzão do filho na varanda de Porto de Galinhas... sem dó! 🔥
Então eu seduzi e comi meu filho. E agora?
Mamães pernambucanas, se vocês soubessem o calibre que alguns filhos escondem nas calças... dá pra pirar tudo de uma vez. Eu, aos 49 anos, mãe de família tradicional de Recife, sempre fui discreta, peitos fartos, bunda empinada, corpo que ainda faz macho virar o pescoço na Boa Viagem. Tive só três rolas na vida: o namoradinho do colégio, o marido de tantos anos e, agora, o meu menino de 24, o Lucas — não, espera, o nome dele é Vinícius. Um pau que parece arma proibida, grosso, comprido, veias saltadas, cabeça inchada que mal cabe na mão. Eu vi aquilo balançando no short de tactel e pensei: "Meu Deus do céu, isso não vai dar certo". Mas deu. Deu muito. E eu quero mais. Muito mais.
Tudo começou numa sexta-feira abafada de fevereiro, lá na casa de praia em Porto de Galinhas. O marido viajou pra uma roça em Gravatá com os amigos, uma semana inteira fora. Eu planejei tudo com antecedência de duas semanas: cortei o sexo com ele, deixei o bicho louco de tesão acumulado. Fiz depilação íntima a laser deixando tudo lisinho, unha vermelha, cabelo com mecha nova, perfume importado que deixa qualquer um zonzo. Parecia uma puta em cio, e era exatamente isso que eu queria ser.
Cheguei em casa com sacolas de picanha boa, farofa pronta, quatro garrafas de vinho tinto seco. Vinícius já tava na churrasqueira do quintal, sem camisa, suor escorrendo no peito definido, bermudão marcando o volume absurdo. Quando me viu saindo pela porta dos fundos com a garrafa e as taças, ele congelou.
— Oi, mãe... — murmurou, voz rouca, olhos descendo pros meus peitos quase pulando do sutiã de renda preta que empurrava tudo pra cima.
— Vinho pra relaxar, meu filho? — respondi com sorriso safado, balançando os quadris enquanto me aproximava.
— Uhum... claro — gaguejou, tentando disfarçar a ereção que já crescia.
Durante o jantar na varanda, com o mar ao fundo batendo nas pedras, eu joguei pesado. Lambia os lábios devagar depois de cada gole, apertava os seios "sem querer" enquanto ria das piadas dele, roçava a coxa na perna dele debaixo da mesa. O vinho subiu rápido. Ele ficou vermelho, o pau latejando visivelmente na bermuda fina. Quando vi que tava no ponto, levantei, fui até ele por trás, abracei apertado, peitos colados nas costas dele.
— Tá calor, né, filho? — sussurrei no ouvido, mordiscando de leve a orelha.
Ele virou, olhos vidrados. Não resistiu. Me puxou pro colo, boca na minha num beijo faminto. Desci pro chão de joelhos ali mesmo na varanda, puxei o short pra baixo. O pau saltou, enorme, quente, cheiro de macho jovem me deixando tonta. Cabeça grossa brilhando de pré-gozo. Engoli devagar no começo, sentindo a boca esticar, língua rodando na glande, depois mais fundo, até engasgar um pouco. Ele gemia alto:
— Caralho, mãe... isso é loucura... continua...
Chupei com vontade, babando, mão massageando as bolas pesadas. Demorou, mas quando gozou foi um jorro quente, grosso, enchendo minha boca. Engoli tudo, lambendo os cantos dos lábios.
Pra minha surpresa, o bicho não amoleceu. Ficou semi-duro, pronto pra mais. Levantei, tirei o short jeans e a calcinha rendada. Deitei de costas na mesa da cozinha, pernas abertas. Ele caiu de boca na minha buceta gordinha, chupando o clitóris com força, língua invadindo, depois virou meu corpo, abriu as nádegas e meteu a língua no cu. Senti um choque de prazer misturado com uma pontada de dorzinha gostosa. Gemi alto:
— Isso, filho... lambe o cuzinho da mamãe... me deixa molhadinha pra você...
Ele me penetrou ali mesmo, de pé, segurando minha cintura. Cada estocada fazia meus peitos balançarem, a mesa rangendo. Gozei gritando, apertando ele dentro de mim. Depois fomos pra sala, pro sofá, pro banheiro com água quente escorrendo, pro corredor encostada na parede. Em cada canto da casa eu sentia ele me abrindo, me preenchendo.
A parte que mais marcou foi na cadeira de balanço preferida do pai dele, lá na varanda dos fundos. De quatro, empinei o rabo. Ele cuspiu no cu, esfregou a cabeça grossa na entrada apertada.
— Vai devagar, filho... dói um pouco... mas eu quero...
Entrou aos poucos. Dor lancinante misturada com prazer absurdo. Senti cada centímetro forçando, abrindo, queimando gostoso. Quando chegou até o talo, comecei a rebolar. Ele metia forte, tapas na bunda, puxando meu cabelo.
— Caralho, mãe... teu cu é apertado pra porra... vou gozar dentro...
Gozei de novo só com o anal, tremendo toda, sentindo um peido escapar sem querer no calor do momento — ele riu safado e meteu mais fundo. Gozou jorrando quente no meu intestino.
A semana inteira foi assim: acordar com ele na minha boca, foder na cozinha tomando café, transar no quintal à noite ouvindo o barulho das ondas em Porto de Galinhas. Até arrumamos uma mina num bar em Ipojuca pra um trio — ela chupou meu peito enquanto ele me comia por trás. Anotei mentalmente: quero repetir isso logo.
No último sábado, levei ele pra jantar num restaurante chique na praia de Muro Alto. Voltamos pra casa, fizemos amor lento, suave, olhando nos olhos. Ele me bombou quatro vezes, eu chupei o restinho de porra depois do último gozo. Dormimos abraçados, suados, cheiros misturados.
Agora ele voltou pro trampo em Recife, e eu voltei a ser a esposa certinha. Mas toda vez que penso naquele pau destruindo meus buracos, fico molhada na hora. Quero isso de novo. Quero regular. Quero sentir ele me arrombando o cu até eu implorar por mais, sentir o cheiro dele, o gosto, os gemidos.
Se você chegou até aqui babando, imaginando cada detalhe, cada estocada, cada gemido... comenta aqui embaixo o que você faria se fosse o filho ou a mãe. Me diz qual parte te deixou mais louco. Quem sabe eu não conto mais aventuras minhas?
Pra acompanhar tudo que eu posto, as fotos quentes, os vídeos safados das minhas putarias secretas, é só procurar na internet por: www.selmaclub.com e www.fanvue.com/brazilians2026
Vem comigo nessa, vai que a próxima aventura é com você na cabeça... 😈
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