Eu, 35 anos, casada… e o pedreiro de 42 me fez implorar por mais metida no cu!
Tenho 35 anos, sou casada há oito, moro num apartamento alto em Boa Viagem, Recife, e com meu marido a gente sempre gostou de apimentar a vida na cama: brinquedinhos, fantasias, sacanagem sem limite. Mas uma regra a gente nunca quebrou: nada de sexo fora do casal sozinha. Se for pra rolar com outra pessoa, tem que ser a três, juntos, sem traição escondida.
Pois é, leitor… tudo mudou numa reforma que durou semanas. Meu marido chamou um pedreiro chamado Valdir, um homem de 42 anos, pele queimada de sol da obra, corpo forte de quem carrega bloco o dia inteiro, peito e braços cobertos de pelos escuros, barriga de cerveja que não atrapalhava em nada a presença bruta dele. Desde o primeiro dia que ele chegou cheirando a suor e cimento, eu senti um calor subindo pela barriga. Era diferente do meu marido, que é todo certinho, tem até nojo de barata. Valdir era puro macho antigo, daqueles que olham firme e falam pouco.
Eu comecei a fazer café da manhã pra ele toda manhã. Servia suco gelado, pão quentinho, e ficava ali conversando enquanto ele comia devagar, me medindo com aqueles olhos castanhos. “Tá bonito o serviço, dona Vanessa?”, ele perguntava com aquele sotaque pesado do interior de Pernambuco. Eu sorria, ajeitava o cabelo, deixava a blusa decotada escorregar um pouquinho. Ele disfarçava, mas eu via o volume crescendo na calça jeans surrada.
Uma manhã, depois que meu marido saiu pro trabalho, acordei mais tarde de propósito. Coloquei uma camisola preta curtinha, quase transparente, sem nada por baixo. Desci pra cozinha fingindo arrumar alguma coisa. Valdir estava no corredor, martelando. Quando passei, ele parou. Olhei pra trás e vi ele me devorando com os olhos. “Tá calor hoje, né?”, falei, abanando o rosto e deixando o tecido subir nas coxas. Ele engoliu seco, virou o rosto pro lado. “Tá sim, dona… muito calor.”
Resolvi forçar a barra. Chamei ele pro banheiro social: “Valdir, vem cá ver esse vaso que tá entupindo de novo?”. Ele entrou, agachou pra olhar. Eu tranquei a porta devagar. Tirei a camisola num movimento só, fiquei nua na frente dele. Entrei no box, abri o chuveiro. A água quente escorreu nos meus peitos, desceu pela barriga, molhou os pelos da buceta já inchada de tesão. “Vem tomar banho comigo, vai… ninguém vai saber.”
Ele ficou parado uns segundos, respirando pesado. Depois tirou a camisa suja, a calça, a cueca. O corpo peludo brilhava de suor antigo misturado com água nova. A barriguinha saliente, o pau grosso já duro apontando pra cima, veias saltadas. Meu Deus do céu… que rola. Ele entrou no box, encostou atrás de mim. Senti o peito peludo nas minhas costas, a barriga quente na minha bunda. Começou a sarrar devagar, roçando aquele cacete entre minhas nádegas. Empinei mais, abri as pernas. “Esfrega gostoso, Valdir… me deixa sentir tudo.”
Ele gemeu rouco, segurou meus quadris. “Dona Vanessa, tu é doida… teu marido…” Eu virei o rosto, mordi o lábio dele. “Shhh… hoje minha buceta é tua. Mas sem meter sem camisinha, tá?” Ele concordou, continuou esfregando, a cabeça grossa roçando meu cuzinho, minha entrada molhada. Peguei a esponja, ensaboei ele inteiro, desci a mão devagar, apertando aquele pauzão pulsando na minha palma.
“Quero dar pra você de verdade”, sussurrei. “Tem camisinha?” Ele riu baixo. “Na carteira, no bolso da calça.” Antes que ele saísse, me ajoelhei no chão molhado. Segurei a base grossa, lambi da raiz até a cabeça. Enfiei na boca, sentindo o cheiro forte de macho misturado com sabonete. Ele segurou meu cabelo, socou devagar no começo, depois mais forte. O pau preenchia minha garganta, eu engasgava, babava, mas não parava. “Que boca gulosa, caralho… vai me fazer gozar rápido assim.”
“Se segura, safado”, falei, tirando da boca com um estalo molhado. Peguei na mão dele e levei pro nosso quarto. Joguei ele na cama, subi por cima. Esfreguei minha buceta melada na rola dura, roçando o clitóris inchado, torturando nós dois. “Quer que eu sente?” Ele apertou minha cintura. “Senta logo, porra… tô louco pra te comer.”
Arreganhei as pernas, segurei o pau na entrada e desci devagar. Quando a cabeça abriu caminho, soltei um gemido alto. “Aiii… que grosso, Valdir… tá me abrindo todinha.” Desci até o talo, senti ele pulsando lá dentro. Comecei a quicar, rebolar, subindo e descendo enquanto ele gemia rouco. “Rebola gostoso, sua putinha… essa buceta é apertadinha demais.”
Fiquei louca, toquei meu clitóris rápido, gozei tremendo em cima dele, molhando tudo. “Tô ficando arrombada com esse pauzão… agora quero no cu.” Ele arregalou os olhos, deu um tapa forte na minha bunda. “De quatro, agora.”
Me posicionei, empinei alto. Ele abriu minhas nádegas, cuspiu no cuzinho, lambeu devagar, enfiando a língua grossa. Meu cu piscava, implorando. “Lambe mais… isso, assim…” Depois encaixou a cabeça. Empurrou devagar. Doeu pra caralho no começo, uma ardência que subia pela espinha, mas era uma dor gostosa, viciante. “Vai devagar… ai… tá entrando…”
Ele segurou firme, meteu até o fundo. “Caralho, que cu apertado… vou arrombar todinho.” Começou a socar, primeiro devagar, depois mais rápido. Cada estocada fazia barulho molhado, minha buceta pingava no lençol. Ele deu tapas ritmados na bunda, deixou vermelha. “Toma, sua vadia… rebola nesse pau.” Eu rebolava mais, gemia alto, sentia o cu queimando, dilatando, mas queria mais. “Mete forte, Valdir… me fode o cu até gozar!”
Ele acelerou, respirava como animal. “Vou gozar… vou encher esse cuzinho.” Deu umas metidas brutas, grunhiu alto e gozou fundo, pulsando dentro de mim. Senti o jorro quente, meu cu contraindo em volta dele. Caí de bruços, arrombada, doendo gostoso, feliz da vida.
Depois disso, Valdir trabalhou o resto da semana com um sorriso bobo no rosto. E eu? Fiquei louca pra repetir. Quem sabe na próxima reforma… ou quem sabe numa aventura nova.
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Conta aqui nos comentários: você já cedeu a um desejo assim, com alguém totalmente diferente do seu tipo? Me fala… quero saber se tem mais gente safada por aí. 😈
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