Escravo Familiar: Capítulo 61 (Virando parceira da cadela de rua e dos nossos machos)
Papai acordou-me às 4:00 da manhã do dia seguinte. Estava um pouco frio lá fora, e o vento forte uivava, chacoalhando as árvores, fazendo suas folhagens ressoar.
— Acorda, minha paixão! Papai disse-me baixinho em meu ouvido: "Bom dia, amor de papai. Está na hora de levantarmos, querido. Precisamos sair daqui a meia hora."
Logo ele se desprendeu de meu corpo nu, retirando seus braços fortes da minha cintura, virou-se de barriga para cima na cama, e nós nos espreguiçamos, nos esticamos na cama e juntos pulamos dela para não adiar o inevitável e voltarmos a dormir. Era hora de voltar para casa; nossa vida normal nos esperava.
— Bom dia, papai. Huuuuuuuuuum! Que preguiça! Estiquei-me na cama, virando-me de barriga para cima e, sem pensar muito, pulei do colchão.
Essa nossa semana ficaria guardada com carinho na minha memória, e sempre estarei pronto e ansioso para voltar para o sítio.
Fui para o banheiro cambaleando de sono. Porra, acordar de madrugada era uma bosta, mas a viagem de volta seria longa e cansativa, e precisávamos sair bem cedo do sítio, já que meu senhor marcou consulta para nós no médico.
Entrei no banheiro e, a contragosto, sentei-me na privada e fiz minhas necessidades, na verdade, o que saiu delas, já que meu corpo não tem nenhum costume de estar acordado a essa hora. Em seguida, me levantei, passei uma escova nos dentes e joguei uma água fria na cara para despertar e depois voltei para o quarto.
Papai entrou no banheiro logo depois de mim para fazer seu processo, e eu resolvi arrumar o quarto e as nossas coisas.
Retirei o lençol e as fronhas do colchão e dos travesseiros, dobrei os cobertores e já fui logo ensacando tudo em sacos para lixo. Recolhi nossos chinelos e os guardei nas malas; depois, peguei minhas roupas jogadas ao chão do quarto e as recoloquei, em seguida, calcei minhas meias e meus tênis e esperei por papai sentado na cama.
Papai saiu do quarto logo em seguida, vendo que tudo já se encaminhava, e ajudou-me somente a terminar de fechar os sacos com as roupas de cama e as malas que não tinha conseguido. Sentou-se na beirada da cama, colocou seus tênis e guardou o chinelo em uma das malas, e, beijando-me na testa, disse-me:
— Hora de descer, filho. Vamos ver se seu tio e seus irmãos estão prontos.
Balancei afirmativamente minha cabeça e saímos um atrás do outro para o corredor, desfilamos até o topo da escada, verificando os quartos de meus irmãos e de titio, que já se encontravam vazios, e descemos lentamente os degraus até o térreo.
Paramos um segundo no hall de entrada da casa e olhamos para os lados. Tudo estava quieto, mas as luzes da cozinha estavam acesas, então andamos até lá.
Quando entramos, meu tio e meus irmãos estavam tomando café calados, com cara sonolenta, e deram um bom dia fraco para nós.
Papai e eu resmugamos o bom dia preguiçoso e nos sentamos à mesa para beliscar algo, e em menos de meia hora levantamos da mesa. Meu tio lavou a louça rapidamente que tínhamos sujado e logo já secou e guardou tudo no armário.
Passou um pano na pia e na bancada da cozinha, e apagou a luz da cozinha, sinalizando que deveríamos ir para a porta de saída da casa.
Andamos até a porta e saímos para o estacionamento do sítio. Não fomos pelos animais, senão levaríamos uma eternidade para sairmos do sítio, tanto por conta do trajeto quanto por nos distrairmos nos despedindo deles. Então saímos pela porta de entrada mesmo e andamos até os carros estacionados, e, antes de entrarmos cada um em um carro, nos despedimos, trocando beijos ardentes, e nos revezando entre nós.
Pude ver, olhando para meu tio, que ele ficou com os olhos marejados, expressando que não queria que aquela semana acabasse, mas tudo precisa chegar a um fim. Então trocamos mais alguns beijos para tranquilizá-lo e nos separamos e entramos dentro dos carros.
Fui para os bancos de trás junto ao meu irmão Juan, enquanto Thiago foi com papai na frente. Colocamos nossos cintos de segurança, e papai deu partida no carro e passou a primeira marcha, buzinou para meu tio, que fez o mesmo no seu carro, e abriu o portão para podermos sair por meio da chave de seu carro.
Papai embicou seu carro e disparou para fora do sítio, e caímos na estrada. As próximas três horas, pelo menos, seriam de muita estrada, e, se quiséssemos chegar a tempo para a consulta ao médico, era bom papai se apressar.
Durante o trajeto, acabei caindo no sono novamente, encolhido no banco traseiro ao lado do meu irmão Juan, com o balanço do carro, o que fez com que não sentisse as horas preso dentro dele.
Quando o carro chegou à esquina da rua da nossa casa, eu despertei do sono leve em que tinha caído e vi, no topo do pequeno morro da nossa rua que subia e dava volta atrás de casa, uma matilha de cachorros amontoados. Eles latiam agitados e se revezavam, indo de um lado para o outro, como se degustassem de algo que estava no meio deles.
Fiquei ainda mais curioso conforme papai aproximava mais o carro da entrada da nossa casa. E, remexendo-me no banco, já fui logo desafivelando o cinto de segurança e indo para o banco do meio, e me inclinei mais para frente, para observar melhor a cena da matilha de cães à nossa frente.
Papai prestava atenção somente à frente, manobrando o carro, e meus irmãos olhavam a rua vazia pelas janelas, sem prestar atenção de fato na movimentação.
Papai olhou para mim pelo retrovisor, fazendo contato visual comigo, e logo olhou para a matilha à nossa frente, sorriu e estacionou o carro na entrada de casa, desligou o motor do carro e desafivelou seu cinto, saindo logo em seguida.
— Chegamos, garotos. Melhor vocês descerem antes de eu colocar o carro para dentro. Ele disse, pulando para fora do carro.
Em seguida, foi para a mala do carro e começou a retirar nossas malas do porta-malas. Eu e meus irmãos retiramos os cintos de segurança, descemos do carro e fomos para o porta-malas para pegar nossas coisas.
Enquanto pegava minha mala, voltei a olhar fixamente para a matilha no topo do morro, que cruzava despreocupadamente, tentando engravidar a coitada da que parecia ser a única cadela. Parei para observar e escutei nitidamente ela gritar e latir enquanto os cães se revezavam ávidos atrás dela, fodendo-a sem pena.
Enquanto eu observava, papai percebeu que eu não estava ajudando a carregar nossas coisas, acompanhou meu olhar até a matilha e disse:
— Coitada, deve estar sofrendo na mão daqueles machos todos; nem para ter uma parceira para ajudá-la a aguentar o tranco ela tem.
Não dei bola para papai e continuei observando os cães e acabei ficando excitado tanto com a cena quanto com o comentário que ele havia feito, e passei a apertar meu pinto duro por cima da bermuda.
Papai olhou para mim, me pegou apertando o pau por cima da bermuda e sorriu com cara de safado. Passou a mão pelo seu queixo e riu alto, fazendo meus irmãos prestarem atenção nele, e disse:
— Garotos, deixem as malas aí no chão e me sigam.
Meus irmãos fizeram cara de que não tinham entendido o que papai estava fazendo, e, enquanto isso, ele pegou em meu braço esquerdo e me carregou a passos rápidos até a matilha.
Quando nos aproximamos, fui jogado no chão e papai começou a tirar minhas roupas, jogou-as para o lado e começou a retirar as suas. Fez um sinal para que eu me aproximasse da matilha e tentasse puxar os cães machos para me foderem.
Enquanto isso, meus irmãos se aproximaram de nós e papai os orientou a fazerem o mesmo. Eles retiraram suas roupas e, masturbando-se, vieram com cautela até a matilha.
Aproximei-me o máximo que consegui da matilha, engatinhando sem alarmá-los, e fiquei com o cu empinado no chão. Levei uma mão até um dos cachorros caramelos à minha frente, por baixo das patas traseiras, com cuidado, e peguei em seu pau duro avermelhado. Ele tomou um susto e se virou para mim, mas não tentou me morder.
Então, aproveitei que já estava pronto com a mão no caralho dele e o puxei para perto de mim, já baixando minha cabeça com minha boca indo em direção ao seu caralho, e o coloquei na boca e comecei a chupar.
— Huuuuuuuuuum! Glub Glub Glub Glub..
Seu pau pulsou na minha boca e o cão se voltou louco para mim, a fim de montar na minha cabeça. Soltei-o rapidamente e ele se voltou de frente para mim e subiu nos meus ombros, deixando minha cabeça na altura do seu caralho e, em seguida, começou a mexer a virilha para frente e para trás. Abocanhei novamente seu caralho duro e o fiz entrar e sair rapidamente da minha boca.
Naquela hora, eu o chupei com vontade, degustando seu cacete avermelhado, tentando fazê-lo gozar e me alimentar com seu leite de macho.
Enquanto isso, a cachorra ao meu lado berrava com os outros cães, fodendo-a, e meus homens já estavam puxando cada um um cachorro e bulinavam seus cuzinhos com os dedos. Vi eles cuspirem nos dedos e passarem tanto nas rolas quanto nos cus dos cães, em seguida, apontarem a cabeça da pica na entrada dos cuzinhos deles e, em uma talagada só, penetrarem, fazendo-os guinchar alto.
— Auuuuu! Auuuu, auuuu, auuuu.
Sem dó, foderam seus cus com brutalidade, batendo forte suas virilhas nas ancas dos animais.
Enquanto eu mudava de posição e ficava de quatro para o cachorro que eu chupava me foder o cuzinho.
Saí de baixo dele e fiquei de quatro no chão, e o puxei para trás de mim pelas duas patas dianteiras e o fiz me montar. O cachorro grudou suas patas na minha pele nua e, desesperado, procurou por meu cu com seu pau.
Ajudei-o a direcionar seu pau e, com força, o filho da puta me penetrou em uma estocada só, enterrando todo seu pau duro de uma vez dentro de mim.
— Hãããããã! Gemi alto, sentindo o ardor da penetração, enquanto ele já acelerava as metidas, desesperado, e me fodia com força.
— Huuuuuuuuuum! Fiquei parado, deixando ele aproveitar o máximo do meu cu, fazer o que quiser com ele, já que eu seria sua puta, que fosse com total submissão.
O cachorro meteu por incansáveis minutos até que gozou, saiu de dentro de mim e lambeu sua porra que vazava do meu cu.
Em seguida se afastou, e veio outro. Em instantes, vários cachorros se revezaram no meu cu, me foderam com força e ejacularam inúmeras vezes dentro de mim.
Já a coitada da cadela berrava, sendo revezada assim como eu, e, claro, teve a oportunidade de ter meus machos dentro dela.
Primeiro foi papai que saiu de dentro do cu de um dos machos e a pegou, fodeu sua buceta dilacerada com brutalidade, mostrando para ela como um macho de verdade fode.
A coitada chorava na rola do meu dono, mas totalmente submissa a ele. Papai a fodeu com força e sem pena, só querendo descarregar todo seu tesão nela até seu saco cheio de porra esvaziar, e berrou quando explodiu em um orgasmo.
— Hãããããã! Pffffffffffffffffffffffff
Saiu de dentro dela, ainda com o pau pingando porra, e deu espaço ao meu irmão Thiago.
Meu irmão Thiago não perdeu tempo e já socou seu pau para dentro da buceta dela até o talo, e a fodeu com força.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
Segurando-a pelas ancas.
Vi o tremer depois de alguns minutos e gozou suspirando; em seguida, saiu de dentro dela e se levantou do chão.
Meu irmão Juan foi o próximo da fila, agachou-se onde estavam nosso irmão e papai anteriormente e, segurando seu pau pela base, direcionou-o na entrada da buceta da cadela e a penetrou profundamente, usando a porra de papai e de Thiago como lubrificante.
E logo começou a bombar, aumentando gradativamente a velocidade das metidas.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
Demorou pouco e ele tremeu, travando o maxilar, e gozou dentro dela. Logo saiu de dentro da sua buceta e se levantou.
Papai olhou para mim, sendo revezada pelos outros cachorros, e veio até mim e eles, e os retirou de cima e de dentro de mim.
— Chega, escravinho. Espero que tenha gozado, porque esses putos deixaram seu cu vazando muita porra. É melhor entrarmos antes que nos peguem nessa situação. Saíam de cima do meu filhote, putos.
Papai disse e começou a afastar os cachorros de cima de mim, foi para minha frente e estendeu-me as mãos. Peguei-as e ele me puxou para cima.
Em seguida, nós quatro pegamos nossas roupas e entramos correndo para dentro de casa.
— Melhor tomarmos um banho rápido, estamos atrasados para a consulta com o médico. Disse papai quando entramos pelo portão e disparamos na escada, subindo para o primeiro andar de casa.
CONTINUA...
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