#Traições

Advogada estava querendo

2.6k palavras | 0 | 0.00 | 👁️

[15/10, 06:14] Guilherme: Michele estava sentada no sofá ao lado do marido, André, assistindo à novela naquela noite. Os dois aproveitavam o pouco tempo que tinham juntos depois de mais um dia corrido de trabalho.

André, delegado de polícia, acompanhava a trama enquanto Michele mexia distraidamente no celular.

De repente, o telefone dela tocou.

— Alô?

Do outro lado da linha, uma voz aflita respondeu:

— Michele? Graças a Deus você atendeu!

Era Dona Nadir, uma antiga conhecida da família.

— Dona Nadir? O que aconteceu?

— É o meu sobrinho! Ele acabou de ser preso!

Michele imediatamente se sentou direito no sofá.

— Preso? Mas por quê?

— Pensão alimentícia. Ele não conseguiu pagar e agora está desesperado. Eu não sei o que fazer, Michele. Pelo amor de Deus, você precisa me ajudar!

Michele respirou fundo e olhou para André.

— Calma, Dona Nadir. Me explique tudo desde o começo. Vou ver o que posso fazer como advogada.

André percebeu pela expressão da esposa que aquela ligação poderia mudar completamente a noite dos dois.
[15/10, 06:15] Guilherme: Nadir tentou explicar pelo telefone o que havia acontecido, mas estava tão nervosa que acabava se confundindo e falando rápido demais.

— Calma, Dona Nadir — pediu Michele, tentando tranquilizá-la. — Assim a senhora não vai conseguir me explicar direito. Respire um pouco e fique tranquila.

— Mas, Michele, eu estou desesperada... não sei o que fazer.

— Eu entendo. Amanhã nós conversamos pessoalmente. A senhora me conta tudo com calma e me passa os documentos que tiver. Depois vamos até a delegacia para eu verificar a situação do seu sobrinho.

Nadir ficou alguns segundos em silêncio, como se finalmente tivesse encontrado alguém em quem pudesse confiar.

— Você vai mesmo me ajudar?

— Claro que vou. Amanhã a gente resolve isso da melhor maneira possível.

— Deus te abençoe, Michele. Muito obrigada.

— Não precisa agradecer. Agora tente se acalmar e descansar. Amanhã cedo a senhora me procura.

Depois de se despedirem, Michele desligou o telefone e colocou o celular sobre a mesa.

André, que havia acompanhado parte da conversa, olhou para a esposa.

— Problema sério?

Michele assentiu.

— Parece que sim. O sobrinho da Dona Nadir foi preso por causa de pensão alimentícia. Amanhã vou encontrar com ela e depois preciso ir até a delegacia para entender exatamente o que aconteceu.

André ficou pensativo por alguns segundos.

— Então amanhã seu dia vai ser corrido.

Michele deu um pequeno sorriso.

— Pelo jeito, vai.
[15/10, 06:17] Guilherme: Na manhã seguinte, Michele se encontrou com Dona Nadir em uma pequena cafeteria próxima ao centro. Dessa vez, Nadir estava muito mais calma e conseguiu explicar toda a situação.

O sobrinho havia deixado de pagar algumas parcelas da pensão alimentícia depois de perder parte da renda. A dívida acabou se acumulando e, após a decisão judicial, ele recebeu a ordem de prisão.

Michele ouviu atentamente, fazendo algumas anotações.

— Agora ficou mais claro — disse ela. — Vou até a delegacia conversar com ele e verificar toda a documentação. Depois vemos quais medidas podem ser tomadas.

Nadir respirou aliviada.

— Eu sabia que podia confiar em você, Michele.

— Fique tranquila. Vou fazer o possível para ajudá-lo dentro da lei.

Depois de se despedir de Nadir, Michele seguiu para a delegacia.

Ao chegar, apresentou-se como advogada e explicou que estava ali para acompanhar o caso do sobrinho de Nadir. Na recepção, foi orientada a aguardar alguns minutos enquanto verificavam a situação.

Michele sentou-se e começou a organizar os documentos que havia recebido.

Ela ainda não sabia, mas aquela visita à delegacia acabaria colocando sua vida profissional e pessoal diante de uma situação completamente inesperada.
[15/10, 06:18] Guilherme: Depois de algum tempo de espera, um dos funcionários avisou Michele que o delegado havia autorizado sua entrada para conversar com o novo cliente.

— Doutora Michele? Pode entrar. O senhor Valdiclei está esperando.

Michele agradeceu e entrou na sala reservada.

Valdiclei estava sentado aguardando sua advogada. Ao vê-lo pela primeira vez, Michele ficou surpresa.

Ele era um homem negro, alto, de porte atlético e com um jeito bastante simpático. Quando se levantou para cumprimentá-la, abriu um sorriso confiante. Havia algo no olhar dele que chamou imediatamente a atenção de Michele: uma expressão maliciosa, quase provocadora, que contrastava com a situação delicada em que se encontrava.

— Você é a doutora Michele? — perguntou ele.

— Sou. E você deve ser o Valdiclei.

— Prazer em conhecer você.

Os dois apertaram as mãos.

Michele tentou manter a postura profissional, mas não conseguiu evitar notar a presença marcante daquele homem.

— Vim conversar sobre o seu caso. Sua tia me procurou e me explicou parte da situação.

Valdiclei voltou a se sentar.

— Minha tia se preocupa demais comigo.

Michele puxou uma cadeira e se acomodou diante dele.

— Então vamos começar do começo. Quero ouvir a sua versão.

Valdiclei sorriu novamente, mantendo aquele olhar provocador.

— Pode perguntar, doutora. Vou responder tudo.

Michele abriu o bloco de anotações, determinada a concentrar-se apenas no trabalho. Porém, desde aquele primeiro encontro, ela percebeu que seria difícil ignorar completamente a presença daquele novo cliente.
[15/10, 06:19] Guilherme: Capítulo 1 — Um olhar inesperado

Enquanto anotava o relato de Valdiclei, Michele percebeu que o rapaz desviava os olhos das suas explicações para observar seu decote. Embora discreto, o decote da blusa deixava evidente o volume dos seus seios fartos, e ele parecia ter dificuldade para disfarçar a curiosidade.

Michele fingiu não perceber e continuou fazendo perguntas sobre o processo. Afinal, estava ali como advogada, e precisava manter a postura profissional.

Valdiclei, por sua vez, parecia bastante à vontade diante dela. Respondia às perguntas com seu jeito simpático e, de vez em quando, deixava escapar aquele sorriso malicioso que havia chamado a atenção de Michele desde o primeiro instante.

Quando terminaram a conversa, ela guardou os documentos na pasta e explicou os próximos passos do processo, tranquilizando o cliente quanto às providências que tomaria.

— Agora é aguardar. Vou analisar toda a documentação e trabalhar para encontrar a melhor solução para o seu caso — disse ela.

— Estou nas mãos da doutora — respondeu Valdiclei, sorrindo. — Pelo menos agora tenho um bom motivo para acreditar que as coisas vão melhorar.

Michele sorriu educadamente, despediu-se e deixou a delegacia.

Durante o caminho para casa, tentou se concentrar nos compromissos que ainda precisava resolver, mas a imagem daquele homem insistia em voltar à sua mente.

Ao chegar, encontrou a casa silenciosa. André ainda estava no trabalho, e ela aproveitou para deixar a bolsa sobre o sofá e tirar os sapatos.

Precisava descansar um pouco.

Entretanto, assim que se sentou, lembrou-se novamente do sorriso de Valdiclei, do jeito como ele a observava e daquela expressão atrevida que parecia esconder muito mais do que ele dizia.

— Que coisa, Michele... — murmurou para si mesma, balançando a cabeça como se quisesse afastar aqueles pensamentos.

Ela era uma mulher casada, amava a tranquilidade da vida que havia construído com André e nunca imaginara que um simples atendimento profissional pudesse despertar tamanha curiosidade por outra pessoa.

Mas a verdade era que não conseguia parar de pensar no novo cliente.

Aos poucos, sentiu o corpo aquecer e percebeu que estava inquieta. Irritada consigo mesma por estar tão distraída, levantou-se e decidiu tomar um banho.

Talvez a água ajudasse a esfriar a cabeça e a colocar os pensamentos no lugar.

Entrou no banheiro, abriu o chuveiro e deixou a água morna cair sobre os ombros. Fechou os olhos, tentando relaxar.

Só que, mesmo ali, longe da delegacia e dos olhares de Valdiclei, sua lembrança continuava presente.

Michele soltou um suspiro e passou as mãos pelo rosto.

O que a incomodava não era apenas ter achado aquele homem bonito. Era perceber que, depois de tantos anos de casamento, alguém que mal conhecia havia conseguido despertar nela uma curiosidade que não sentia havia muito tempo.

E, enquanto a água escorria pelo seu corpo.
[15/10, 06:20] Guilherme: Assim que ela fechou seus olhos debaixo do chuveiro, logo a imaginação foi ativada e veio o pensamento do Valdiclei beijando a sua boca intensamente. O bico dos seus seios começou a ficar duro e logo ela colocou um dos seus dedos naqueles seios rígidos de tesão. A sua buceta já piscando logo pediu o dedo, penetrando dentro dela, e ali começou uma masturbação intensa com muito tesão. Ela imaginando aquele homem negro alto fodendo a sua buceta até ela sentir uma hora a sua buceta molhar todinha até ela gozar gostoso, pensando em seu cliente.
[15/10, 06:21] Guilherme: Ao anoitecer, seu marido André chegou do trabalho cansado. Michele, também na mesma disposição de cansaço, resolveu não fazer o jantar, e sim pedir uma pizza. Depois da refeição, Michele escovou os dentes e foi para a cama, enquanto André foi tomar banho. Depois do término da chuveirada, André foi se deitar e, depois de alguns dias sem transar, ele resolveu procurar Michele para uma trepada, um sexo tradicional. Ele simplesmente pegou ela na posição tradicional, colocou o seu pinto, que o tamanho incomodava um pouco Michele, pois o pau do marido era um pouco pequeno, media apenas 12 centímetros. Junto com aquele sexo tradicional sem sal, não ajudava Michele a chegar ao seu orgasmo final, fazendo ela sempre fingir o prazer final. Depois da gozada de André, ambos foram dormir.
[15/10, 06:22] Guilherme: No dia seguinte, Michele foi até a delegacia e pediu para o advogado conversar com seu cliente. Ele liberou. Valdiclei foi chamado pelo carcereiro, pego um pouco de surpresa, pois não sabia que Michele iria visitá-lo naquele dia. Chegando na sala, ele já apareceu um pouco ansioso, perguntando se tinha acontecido alguma surpresa em relação ao seu processo. Foi onde ela respondeu: "Em relação ao seu processo, não; mais, em relação ao que você está querendo, em relação à minha pessoa, sim". Ele então perguntou novamente: "E o que seria?". Ela logo tirou a sua blusinha decotada, que tinha vindo no dia anterior, e, junto, retirou seu sutiã, e disse: "Trouxe aqui o que você estava querendo ontem", disse ela, lembrando dele olhando para os seios da mesma. No dia anterior, Valdiclei abriu um largo sorriso de alegria e logo foi até os seios dela; ele caiu de boca naqueles peitos grandes. Ele tinha uma boca carnuda que deixou Michele já completamente excitada só de ele mamar naqueles seios. Ela logo começou a sussurrar. Ele, percebendo, tirou a saia dela e, quando viu aquela calcinha toda molhada, ele a retirou e caiu de boca naquela buceta molhada que não ocorria para ela há muitos anos. Ele chupava gostoso, só que, como não tinha muito tempo e o tesão era intenso, ela disse: "Tá gostoso, mas quero ver o seu pau". Valdiclei foi aí o melhor momento para Michele ao sacar uma piroca preta de mais ou menos 22 centímetros. Ela arregalou os olhos e logo caiu de boca naquele pau imenso. Mamou como se fosse uma puta no cio. Ele, safado que era, começou a chamar ela de vagabunda. Escutar aquilo era uma sinfonia para Michele. Logo depois, ela parou de mamar, foi contra a parede, ficou de quatro e pediu para ele foder ela com muita força. Ele não pensou duas, colocou seu pau avantajado naquela buceta encharcada e, naquele vai e vem gostoso, ela pedia para ele dar tapas na bunda dela. O mesmo dava cada tapão com aquelas mãos enormes dele, que a deixava mais louca ainda. Quando o mesmo estava quase gozando, ela disse brava: "Não goza agora, pois eu quero o grande finale". e ele pergunta qual seria sua vadia? Ela respondeu: "Quero você f*dendo o meu cu, pois a droga do meu marido não come, pois a religião dele não permite." E Valdiclei, irônico, responde à minha pergunta. Então ele colocou seu pau naquele cuzinho piscante de Michele e meteu gostoso até ele gozar dentro do cu dela. Ela, sentindo aquele leite quente dentro do seu rabo, logo gozou em seguida uma gozada que ela não sentia fazia anos

🤩 Avalie esse conto 🥺
12345
(0.00 de 0 votos)

#Traições

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos