Conhecendo o sexo
Iniciação sexual de um guri curioso nos anos 2000.
O ano era 2002, tinha acabado de entrar naquilo que chamamos de pré-adolescência. Morava em um bairro humilde, em que os terrenos das casas eram grandes e havia muita coisa para ser explorada. Na rua onde morava, tinha uma espécie de árvore parecida com um Baobá, gigantesca. Está lá até hoje. Tive um amigo chamado Hélio que tinha a mesma idade que eu. Estávamos sempre juntos explorando os terrenos das casas, brincávamos de tudo. Um dia, brincando num baldame de uma casa que estava sendo construída, a ereção repentina se fez presente no meu calção e Hélio percebeu. Foi um tanto constrangedor, mas Hélio quebrou o gelo dizendo que o dele era maior. Claro, como todo adolescente, disse que não. E fomos pra competição, medir. Tinha, naquela época, em torno de 10 cm e muito torto. Hélio também, só que o dele era retinho. A diferença é que o meu era levemente mais Grosso e pretão com a cabeça de fora (pois sou negro e era circuncidado) e o dele rosinha com o prepúcio cobrindo toda a cabeça. Feito as medições, ele jurava que o dele era maior e eu falei que o meu era mais Grosso e maior. Ele disse que ia tirar a prova real e pegou seus dedos e mediu o dele e depois veio fazer o mesmo no meu. Fez com naturalidade, mas quando ele pegou no meu pau, senti um negócio diferente. Durou poucos segundos, mas foi uma sensação muito boa. Estava descobrindo o prazer. Naquela época, não existia Internet na periferia, acesso a pornografia menos ainda. Tudo que acontecia era os adolescentes conhecendo seus corpos, informações que passavam de boca em boca, ou na descoberta como a nossa, pois a família devia tratar esse assunto como tabu, porque a mim nunca foi informado nada.
Passou-se uns dias e Hélio e eu continuávamos nossas aventuras pelos muitos terrenos baldios que haviam em nossa rua. Era criados soltos no mundo. Hoje percebo que isso pode ter sido muito perigoso. Em uma dessas encontradas, propomos tocar um ao outro. Eu queria sentir aquele calafrio de novo. Já com meu ponto duro, Hélio pegou sem pudor e começou a brincar com meu pau. Eu estava gostando e descobri ali, com uma mão amiga, o que era "punheta" pois era muito boa a sensação de ficar sentindo a mão dele subir e descer no meu pau. Uns 3 minutos depois ele disse que era minha vez e assim o fiz, do mesmo jeito que ele tinha feito em mim e em tempo parecido.
Nossos paus em riste ainda propomos a luta de espadinha, e ficamos pincelando um o pau no outro. Era uma sensação boa também. E assim, foi escurecendo e acabamos parando a nossa brincadeira por ali e tomamos o caminho de casa.
Não sei o que aconteceu, mas em dias posteriores numa brincadeira de esconde-esconde com a galerinha do bairro lá pelas 18h20 quando já estava escuro, o irmão de Hélio, que a galera chamava de Pipi, veio se esconder comigo atrás do gigantesco Baobá. Pipi já era mais velho que Hélio e eu. Lembro bem que ele mandou eu ficar olhando se vinha alguém procurar a gente, e aí ele se colocou atrás de mim pra olhar também por cima. Vi aquilo com naturalidade, só não foi natural o corpo dele colar ao meu e eu sentir um negócio na minha bundinha. Eu fiquei sem reação e ele nada falou, só fez mais pressão e eu pude sentir bem já que ambos estávamos só com aqueles calções finos de jogador. Em algum momento ele falou pra eu ficar quietinho e assim eu permaneci e senti ele se abaixando um pouco para encaixar direitinho o seu já duro no meu rego. Tava uma sensação boa até que dado momento eu senti ele baixando meu calção um pouco e deixando minha bundinha a mostra. Ele continuou a fazer pressão, mas ainda vestido em seu calção. Isso durou uns 2 minutos e eu observando se quem estava procurando no esconde esconde se aproximava.
Foi quando, eu sem ter percebido, ele baixou o próprio calção e eu senti o pau dele nas polpas de minha bunda. Como ele era mais alto que eu, ele ficava se abaixando pra tentar encaixar o que o parecia deixar muito desconfortável. Andamos um pouco pro lado e subi na raiz da árvore de modo que fiquei em uma altura perfeita de encaixe pra ele. Eu estava adorando sentir aquilo roçando na minha bundinha, não sabia exatamente porquê, mas que era muito bom. Já não tínhamos mais a referência de quem tava procurando, porque nem ele e nem eu estávamos mais olhando se alguém se aproximava. Só lembro dele pedindo pra eu abrir as polpas da bunda e assim o fiz e foi quando ele cuspiu na mão e passou na cabeça e corpo do pau dele. Aliás, não medi, mas imagino que na época devia ter uns 12 cm de comprimento e a grossura de um anel de adulto.
Ele começou a pressionar o pau na minha bundinha e aquilo tava muito bom, mas por inexperiência, não acertava meu cozinho e eu, instintivamente, fui meu ajeitando de modo que a pressão do pau dele fosse direto no meu buraquinho lacrado. Já estávamos alguns minutos assim e toda vez que ele fazia pressão o pau deslizava pra alguma outra parte da banda. Até que em dado momento ele voltou a cuspir e disse pra eu abrir mais as bandas da banda e assim eu fiz. Agora, aparentemente adquirido experiência, ele posicionou calmamente o pau no meu cuzinho (e eu lembro ter confirmado que estava no lugar certo) e fez uma notável pressão: ali, pela primeira vez, o meu cuzinho se dilatou. Acredito que aquela cabeça entrou em mim por 1 segundo, mas foi o suficiente pra eu gritar um "aiiiiiiii" enorme que toda vizinhança deve ter ouvido e eu puxei minha banda imediatamente quase que instintivamente. Pipi perguntou assustado o que foi e eu subindo o calção disse que não queria mais que tinha doído muito. Ele até tentou me acalmar, mas saí de trás do Baobá e me distanciei dele voltando para a brincadeira de esconde esconde. Nunca mais brinquei com Pipi, acho que criei trauma. Naquela época lembro que doeu muito, ou talvez tenha sido a forma que ele colocou. Só sei que foi uma péssima experiência que fez eu me tornar só comedor. Inclusive, spoiler do próximo conto. Eu já estava mais experiente que Hélio, pelo menos era o que eu pensava. No próximo conto irei dizer o que ele e eu fizemos.
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Comentários (1)
Caio: Que tesão de conto! Lembrou minha primeira vez, tínhamos 11/12 anos e meu coleguinha enfiou pela primeira vez seu pauzinho, retinho de uns 10 cm, bem durinho para dentro do meu cuzinho após cuspidas e cutucadas, até passar a cabecinha e deslizar deliciosamente para dentro do meu cuzinho.
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