#Gay #Incesto

O Puto

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Estórias

André tá vivendo tudo que queria da vida.

André se acordou e sentiu o corpo dolorido. O corpo não. A garganta, as costas e a bunda. Alem de tudo, estava exausto. Ficou alguns segundos olhando pra janela, a pouca luminosidade que entrava pela cortina. Só então ele sentiu o cheiro. Suor, com mijo, com outras coisas. E então começou a lembrar da noite anterior.
“Uau”. Era a única coisa que vinha a cabeça. “Nunca pensei”. E as imagens voltavam bem nítidas. Naquele mesmo quarto, no banheiro, no mato, no carro. Foram ao todo 7 homens. Entre eles, alguns que ele nunca imaginaria.

Andre era apenas um rapaz alegre. Sim, gay. As vezes afeminado, as vezes ninguem suspeitava. Mas dava pra perceber. Moreno de uma cor deliciosa, um marrom lindo, uma seda. Magrinho, os braços finos, as mãos minusculas, o bumbum empinado, as pernas cheias, mas magras. Uns pelinhos finos, masculinidade quase nenhuma.
Mas mesmo assim, todo dia na escola as meninas tentavam. Algumas até ja tinham ganhado um beijo. Mas a verdade é que ele já estava no segundo ano e já sabia do que gostava de verdade. Pica.
E já tinha experiência. Há bastante tempo. Mas isso nem se pode contar né rsrsrs. Agora ele ja era um rapaz. Ja podia até votar. Daqui a pouco estaria na faculdade. E já tinha ouvido falar que na faculdade, se ele gostava de rola… era um banquete.
O que tinha de bonito, tinha de esperto. Só pra voces terem uma noção, era um dos melhores jogadores de futsal da escola. Sim, futsal. E voces já devem imaginar por que. Já tinha fama: “era o boca”. Sim. Os rapazes chamavam ele de Boca. Não só pelos lábios lindos, mas pela mamada profissional. Óbvio que ninguém saía por aí contando, mas não era tão segredo assim que muitos dos moleques já tinha experimentado. E alguns boatos falavam até de professores. Mas só mesmo André saberia contar. Sim, ele gostava de jogar bola, mas bom mesmo era o banheiro hahahaha.
Uma puta. Era isso.
Voces lembram daquele filme de vampiros? Num tinha um rapaz que se transformava em lobo? Andre era daquele naipe ali. Mas bem mais magricelo. Tinha aprendido cedo que “se você quer mel, não pode espantar as abelhas”. No caso dele, se quer gala, não pode assustar os machos.
Em casa, todo mundo sabia. Ninguem tinha perguntado. Ele mesmo não tinha confirmado. Mas a verdade é que todo mundo sabia. Seu pai, sua mãe, seus dois irmãos mais velhos, seus tios, a tia, até a madrasta. Mas ele era um moleque gente fina. Ninguem tinha nada a reclamar.

A mãe de Andre era bem jovem quando teve os primeiros filhos, Raul e Rodrigo. Somente 13 anos depois, quando achava que nem engravidaria mais, teve o caçula. Se separou de Marcos, o pai da familia quando Andre tinha 10. Marcos se casou novamente e desse casamento nasceu a pequena Natalia.
Marcos era alto, muito charmoso, uma pinta de galã. Era dono de 4 oficinas de carro na cidade. Sim, Andre era filho de rico. E a mãe trabalhava com publicidade. Especialmente, campanha de político. Desde que Andre entendia o mundo, sua mãe conhecia deputados, prefeitos, vereadores, essa gente toda vivia na sua casa. Depois que se separou, ela até namorou um político durante algum tempo. Mas ele batia muito e ela caiu fora. Mas Andre chegou a conhecer o cara. Bastante. Papo de muito tapa na cara e socada violenta.

Enfim, outros personagens vão aparecer e desaparecer. Mas ontem foi diferente. Foi muito louco. Foi o melhor aniversário que ele já teve na vida. Alguns homens que ele já conhecia. Outros foram novidade.
Levantou-se e foi ao banheiro. Colocou o que ainda tinha de leite pra fora e tomou um banho. Voltou pra cama, pegou o celular e começou a ler as mensagens.
Mãe: “Aproveite a festa. Quando eu chegar de viagem te entrego meu presente. Você vai adorar.”
Pai: “Onde você está? Tá todo mundo esperando pra cantar os parabéns”.
Wellington: “Ei, vem aqui atrás da caixa dagua.”
Raul: “Hoje não dá, minha namorada também vai pro aniversário”.
Tio Marcio: “Ja falei pra não me mandar essas mensagens. Eu vou pro aniversário, mas não prometo nada.”
Depois ficou vendo algumas fotos mandadas no grupo da familia. Todos os homens que ele pegou ontem estavam lá. E ninguem desconfiava de nada.
Ou desconfiava?

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