Jogo perigoso - Parte 19
Eu ia passar direto para minha casa, mas Natália disse:
- Vem Lucas, entra, a Vivi tá aqui, vocês tem direito de saber também.
Entrei, o clima era pesado, Gui não falava palavra alguma.
Nathy se sentou no sofá e com os olhos embargados começou a falar:
- Gui... antes de tudo, eu quero você saiba que eu te amo muito, e que o que eu vou te contar agora não muda quem eu sou...
Gui: Pode falar
Nathy: Quando você namorava com a Paula, nós víamos que ela passava uma certa necessidade, e que você a ajudava, o Vini e eu começamos a ajudar ela com algumas coisinhas de mercado, ela recusava por educação mas acabava aceitando porque precisava, e isso fez ela se aproximar da gente, até que um dia...a Paula descobriu que eu... eu...
Gui: O que a Paula descobriu de você?
Nathy: A Paula descobriu que eu estava grávida...
Gui: Isso toda a escola sabia
Nathy: Sim... mas ela... ela descobriu algo a mais
Gui: O que ela descobriu?
Nathy: Ela descobriu que o filho que eu esperava não era do Vini
Gui: Como assim, Natália?
Nathy: Ela pediu meu celular emprestado porque o dela tinha ficado sem bateria, e acabou vendo uma conversa minha com o pai do bebê, e ameaçou contar a verdade pro Vini...
Gui: De quem era o filho?
Nathy: Isso é algo que eu não quero contar...
Gui: Nathy, eu não quero segredos!
Nathy: Gui... eu... eu...
Gui: Não to aqui pra te julgar, mas eu quero a verdade, de uma vez por todas
Nathy: Tudo bem... eu estava grávida do... do... eu estava grávida do Zago, pronto!
Gui: Você e o Zago já se envolveram? Espera! O Zago nunca me contou isso... ele sabia que você esperava um filho dele?
Nathy: Sabia... sabia sim, ele sabia de tudo esses anos todos
Gui: Puta que pariu, Natália! Quando eu penso que não dá pra piorar vejo que até o Zago tinha segredos... e onde entra o segredo seu e da Paula nessa história?
Nathy: Quando a Paula foi contar pro Vini, eu armei uma emboscada pra ela... o Zago aceitou abusar dela pro Vini nunca saber a verdade
Gui: Você mandou o Zago estuprar a Paula?
Nathy: Sim... mandei, e ele ameaçou ela, que se ela contasse pra alguém ele faria de novo, e pior, e também falou pra ela terminar com você, depois de muito tempo, quando eu já estava namorando com você, ela voltou a te procurar, dizendo que foi obrigada a terminar e que te amava muito, e eu a ameacei, dizendo que já mandei abusarem dela uma vez, que mandaria até matar se fosse preciso pra tirar ela da sua vida.
Gui não esboçou reação, naquela frieza que só ele tem, ele se reclinou no sofá e cruzou os braços olhando fixamente para Natália, calado.
Nathy: Eu nunca deveria ter feito isso, e tenho certeza que o que me aconteceu foi um Karma pesado, mas... eu sempre te amei, Gui, eu não fiz isso com a intenção de namorar com você, eu nem imaginava que me apaixonaria por você, acredita em mim!
Gui: Eu acredito...
Nathy: Você deve estar decepcionado comigo
Gui: Sim, estou... eu jamais imaginaria isso de você
Nathy: Gui, eu não sou mais aquela pessoa, por favor, não se separa de mim...
Gui: Eu não vou me separar de você... você errou, e pelo jeito já colheu, embora eu esteja muito chateado, eu te conheço a anos, e sei que se você fez uma merda dessa, provavelmente era porque você estava muito parecida com o Vinicius, eu vou... vou tentar ficar bem sabendo disso, sabendo que você e o Zago nunca me falaram que se envolveram, principalmente não vou falar nada pro Vini, mas acho injusto com ele ter sofrido a perca de um filho que nem se quer era dele, isso é o pior dessa história, você mentiu não só pra mim, você mentiu pra Paula e pro Vini, que com todos os defeitos dele, estava ansioso pra ser pai
Nathy: Eu não me orgulho disso, mas eu nunca tive coragem de falar pra ele a verdade
Gui: Vamos esquecer tudo isso, não quero mais tocar nesse assunto. Eu só quero paz! Provavelmente a Paula não vai mais querer se reunir com a gente depois da discussão de vocês duas, a gente tá numa nova cidade, não temos amigos aqui além do Lucas e da Vivi, então vamos aproveitar essa calmaria, chega de problemas
Nathy: Sim, chega... e obrigada, obrigada por não desistir de mim.
Nós nos abraçamos compreendendo a Nathy, embora não aceitamos e nem se quer gostamos do que ouvimos, mas ela não era uma pessoa ruim, Vivi e eu fomos pra casa e ficamos por hora comentando sobre tudo isso, no dia seguinte, eu estava indo trabalhar quando passei em frente a casa de Paula e a vi entrando, ela estava vestida toda de social, camisa cinza, blazer preto, e uma pasta na mão, o cabelo preso em um rabo de cavalo, ela não me viu, mas eu pensei:
- Ela não trabalha com marketing digital porra nenhuma... o que ela tá escondendo?
Contei isso ao Gui por mensagem e ele praticamente ignorou, ele não achou relevante saber o que Paula fazia e se tivesse mentido não faria diferença pra gente, em partes ele tinha razão, mas minha curiosidade falava mais alto, quando voltei, Paula estava saindo com seu carro, ela me viu e deu uma buzinadinha para cumprimentar, e novamente estava de social, e isso me instigava... ela chegou quando eu sai, e saiu quando eu cheguei... Paula trabalhava a noite toda? O que uma pessoa faz de social de madrugada?
Cheguei em casa, jantei, e Vivi começou a ficar tão curiosa quanto eu, mas nada fazia sentido, apenas especulações, os dias foram passando e as coisas pareciam estarem mais calmas, calmas até demais...
No sábado pela manhã, Gui estava lavando o carro, eu me aproximei e comecei a conversar naturalmente, o portão da garagem estava aberto, e o Golden de Paula entrou correndo, inicialmente tomamos um susto, mas logo em seguida o Diego apareceu com uma guia nas mãos.
Diego: O George entrou aqui?
Gui: O cachorro? Sim, tá aqui no canto
Diego: Aaaa seu filho da mãe! Vem cá, vem! Desculpa, eu fui sair e ele aproveitou um descuido do portão aberto para correr
Gui: Sem problemas, ouvi dizer mesmo que Golden é um cachorro bem brincalhão
Diego: E vocês? Estão bem?
Gui: Estamos, estamos bem sim...
Diego: Cara, desculpa pela situação que a Paula causou
Gui: Não foi culpa dela, segredos não fazem bem a ninguém
Diego: Espero que esteja tudo bem entre você e sua mulher
Gui: Está, está tudo bem sim
Diego: Vão jantar com a gente hoje, vamos recomeçar do zero
Gui: Melhor não, não está um clima legal entre as duas, não quero mais problemas
Nathy: Amor, você viu onde está o... oi, Diego.
Diego: Oi Nathy, você tá bem?
Nathy: Sim... o que faz aqui?
Diego: Meu cachorro escapou e correu justo pra cá
Nathy: Tem que tomar mais cuidado, a rua é movimentada, um descuido o cachorro é atropelado
Diego: Sim, é a primeira vez que ele escapa, mas vou tomar mais cuidado
Nathy: Uhum, e já conseguiu pegar ele né?
Diego: Já sim... e me desculpa tá? A Paula exagerou na discussão, eu conversei com ela, e ela tá disposta a recomeçar, se quiserem jantar com a gente hoje
Nathy: Agradeço, mas é melhor a gente se afastar de uma vez
Diego: Eu te entendo... mas se mudar de ideia, seria um prazer ter vocês em casa
Gui: Realmente não tem clima para nos unirmos de novo
Diego: O convite segue em aberto, bom sábado pra vocês.
Assim que Diego saiu, Nathy estava desconfortável mas continuou falando com Gui normalmente, o dia passou rápido, e a noite, Nathy e Vivi se animaram em fazer cachorro quente.
Vivi: Amor, vai no mercado com o Gui buscar as coisas pra gente fazer a noite do hot dog?
Nathy: Não esquece o milho! Cachorro quente tem que ter milho.
Gui e eu fomos ao mercado, comprávamos as coisas conversando tranquilamente até Paula aparecer no corredor, toda de social, a expressão cansada, e nos cumprimentar:
- Ei! Mais uma vez a gente se vendo no mercado?
Gui: Acho que você está nos vigiando, não é possível que toda vez que eu venho aqui te encontro
Paula: Você e a Nathy... tão bem?
Gui: Sim... a gente conseguiu se entender
Paula: Olha... eu exagerei, não deveria ter tratado ela daquele jeito
Gui: Não se preocupa, eu consigo entender que não foi fácil pra você rever ela depois do que ela te fez
Paula: Não foi tão difícil assim... na época aquilo me trouxe muitos problemas psicológicos, hoje em dia eu consigo ver que ela não tinha noção do que estava me fazendo
Gui: Sim... é difícil admitir isso, mas a Nathy provavelmente estava parecida com o Vini
Paula: Uhum... mas deixa isso pra lá, ela não quis ir jantar em casa né?
Gui: A gente não quis... não me entenda mal, mas não tem clima
Paula: Eu entendo, mas e aí, não vai voltar a jogar bola? O Diego disse que você nem respondeu ele
Gui: Não to me sentindo 100% ainda pra voltar em campo
Paula: Eu imagino, mas o Raimundo tá te ajudando na fisioterapia, não tá?
Eu: Raimundo?
Gui: É o nome do meu médico... como sabe disso?
Paula: Eu...eu li numa notícia, deve ter sido alguma coluna de fofoca
Gui: É, deve ter sido sim
Paula: Eu vou indo, o Diego deve estar me esperando pra jantar
Gui: Vai lá...
Gui fechou o semblante todo desconfiado, depois que saímos do mercado eu perguntei:
- Você tá desconfiando de alguma coisa?
- Sim... a Paula não veio da França coisa nenhuma...
- Como assim?
- Quer ver uma coisa? Vamos passar ali naquela vendinha do lado da casa dela
- Pra que?
- Você vai ver.
Entramos numa pequena vendinha, Gui pegou um refrigerante e foi ao caixa pagar, cumprimentou a senhora do caixa e disse:
- A senhora mora a muito tempo aqui?
- Sim, mais de 40 anos
- Ah sim, e a senhora conhece o Diego?
- Por nome não, quem é?
- O rapaz da casa ao lado
- Ah sim, o policial né? Conheço, eles compram pãozinho aqui todo dia de manhã
- A esposa dele é minha amiga de infância, fico feliz em ver como ela se deu bem na vida
- É, ela parece ser muito gente boa
- É sim, a senhora sabe com o que ela trabalha?
- Olha filho, eu não sei, mas sei que é em coisas do governo
- Deve ser, bom, eu preciso ir, boa noite
- Boa noite, volte sempre.
Ao sairmos, eu já perguntei:
- Ele não disse que era diretor financeiro?
- Isso é tudo uma armação... eles estão me investigando
- Te investigando? Sua ex ia ser uma agente secreta e ia te investigar? Tá assistindo muita ficção
- Pode ser loucura minha, mas a Paula trabalha pro governo... por que ela mentiria se eu não fosse um alvo dela?
- Até faz sentido, mas eles tem carros de luxo, uma puta casona, uma filha... isso não seria uma operação montada pra te pegar, e mesmo se fosse, você não deve nada
- Talvez... e aquela ligação de acusação de envolvimento com apostas justo no jantar? Será que a Paula não armou aquilo?
- Acho que você tá pirando
- Eu vou tirar a prova, vou pensar em algo
Comemos os cachorros quentes, assistimos um filme e ficamos trocando carinhos naquela noite, Gui deitado no sofá com Vivi e eu com Nathy, rolou até alguns beijos, mas não transamos, o que eu confesso ter achado estranho, na manhã seguinte, Gui me chamou e disse:
- Vamos ali na padaria comigo?
- Vamos sim
- Aposto que vamos encontrar a Paula
- Para de neura
- Ela deve estar observando quando eu passo, você vai ver
Fomos para a padaria, compramos alguns pães e nenhum sinal de Paula ou do Diego, quando estavamos voltando eu já dizia:
- Tá vendo? Nenhum sinal da Paula! Para de neura, ela não tá te espionando.
Paula: Oi meninos.
A Paula me deu um puta susto aparecendo "do nada", na verdade nos encontramos com ela saindo de um studio de unhas, Gui se virou e disse:
- Tá, agora já foi estranho demais... porque toda vez que eu saio a pé eu te encontro?
Paula: Coincidência, sei lá
Gui: Que porra você quer de mim?
Paula: Do que você está falando?
Gui: Eu sei que seu marido é policial e que você trabalha pro governo, fala logo o que você quer!
Paula: O Diego policial? Gui... o Diego é diretor financeiro, tem nada haver com policial não!
Gui: Você está me espionando? Quem te mandou atrás de mim?
Paula: Você tá louco?
Gui: Paula, eu sei que você tá me espionando... tá começando a ficar desagradável, toda vez que eu saio, você me encontra, seu marido fingindo ter deixado o cachorro escapar, tá muito estranho isso
Paula: Olha minha unha aqui, tá vendo? Eu acabei de fazer! Como eu ia adivinhar que você ia passar aqui agora? Você acha que eu fico o dia inteiro olhando pra rua pra ver se você passa? Não é muita loucura? E de onde você tirou essa história de que o Di é policial? Que eu trabalho pro governo?
Gui: Você mentiu sua profissão naquele jantar, eu não sei como você faz, mas você sempre sabe quando eu to na rua, e eu conversei com uma pessoa que disse que o Diego era policial
Paula: Essa pessoa está equivocada, o único policial que eu conheço é o Dionisio que mora do outro lado da vendinha, e inclusive a esposa dele trabalha como bióloga na marinha. Aaaaah, saquei! Você perguntou pra moça da vendinha, e ela entendeu que você estava falando dos outros vizinhos!
Gui: É... foi isso mesmo
Paula: Deixa de graça, pra que nós íamos esconder isso de você?
Gui: Não sei, eu... eu só achei que faria sentido
Eu: Falei pra você que você tá vendo muita ficção
Paula: Aposto que foi sua mulher que falou esse monte de bobagem
Gui: Não... fui eu quem deduziu isso tudo
Paula: Se você quiser saber algo da minha vida, pergunte pra mim, não pros outros!
Gui: Calma... mas me diz uma coisa, onde você trabalha?
Paula: Em casa... por que?
Gui: Eu te vi saindo de social um dia, depois o Lucas viu, e a gente ficou desconfiado
Guilherme nunca tinha visto Paula de social, mas ele mentiu para não parecer que eu estava fofocando sobre ela.
Paula o olhou e disse:
- De vez em quando eu preciso ir na empresa, e o social é regra do escritório
Gui: Tudo bem, desculpa se eu pareci um idiota
Paula: Pareceu, mas tudo bem, sua vida deve estar complicada com tudo que te vem acontecendo que tudo acaba parecendo teoria da conspiração
Gui só acenou a cabeça e continuamos andando.
- Viu, eu te falei que era loucura sua?
- Deve ser... é que foi muita coincidência
- Esquece isso de estar sendo vigiado
Ao chegarmos, nos reunimos em sua casa para comer os pães que trouxemos, o assunto era calmo, mas Vivi disse:
- Com quanto tempo a gente pode fazer o teste de DNA?
Nathy: Você vai mesmo querer fazer?
Vivi: Vou, vou sim... não quero ficar com dúvida nisso
Nathy: E se for do Gui?
Vivi: Eu não sei... por mim tá tudo bem
Eu: Vou achar estranho... mas a culpa foi nossa de ter transado ser camisinha
Gui: Culpa por que? A Vivi é minha também, não é?
Vivi: Mas não é assim... como eu crio um filho com dois pais?
Gui: Criando, o mundo não é mais a mesma coisa de antigamente, ninguém paga nossas contas pra dar pitaco no que acha disso
Vivi: Mas a criança um dia vai perguntar quem é o pai de verdade
Gui: E você vai responder... não precisamos de segredos
Vivi: E se... se for do Pablo?
Nathy: Vai ser amada do mesmo jeito
Eu: Acho que a gente não tá pronto pra se for do Pablo
Gui: Vocês são muito complicados
Eu: Você criaria o filho de outro homem?
Gui: Tu não tava gozando dentro da Nathy? Eu reclamei?
Eu: Mas com a gente é diferente...
Gui: Diferente o que? Se a Nathy engravidar de você não seria "outro homem"?
Eu: Acho que se... o teste de DNA der que o filho é seu, eu me sentiria mal de certa forma, a Vivi e eu estamos juntos a muito tempo pra ela ter engravidado numa aventura
Gui: Aventura? Eu achei que estivéssemos em um relacionamento
Vivi: Ai gente... um quadrisal é tão difícil de ser encarado
Nathy: Por vocês, mas tudo bem, eu não vou mais forçar nada
Vivi: Não Nathy, não to desistindo, eu só não to conseguindo aceitar a possibilidade do filho não ser do Lucas
Nathy: Tem que se preparar para caso não seja, e se não for, isso vai estragar as coisas entre a gente?
Vivi: Não... não vai, eu prometo que não
Nathy: Então prova que tá tudo bem com a gente
Vivi: Provar?
Nathy: É... vem cá, me dá um beijo bem gostoso!
Vivi se levantou e foi até a Nathy, as suas começaram a se beijar devagar, Gui me olhava e eu já entendi o que ele queria, caminhei até ele e nos beijamos, enquanto nos beijávamos as meninas já estavam tirando a roupa, eu vi o momento em que Nathy estava chupando a bucetinha de Vivi, quando me virei Gui me pôs de quatro, apertou minha bunda e começou a me chupar, eu gemia com sua língua circulando em meu cuzinho, ele já metia o dedo indicador devagar, Nathy foi ao quarto buscar seu cintaralho para comer a Vivi, quando ela voltou com ele vestido não foi para Vivi, Nathy segurou minha cabeça e me colocou para chupar seu brinquedo, eu mamava devagar, enquanto ela segurava meus cabelos e gemia como se realmente estivesse sentindo prazer gemendo:
- Aiiii, issooo.. chupa minha picaa, aiii safadinho, issooo, assimmm
Ficamos assim até Gui começar a me foder, quando eu senti sua cabeça entrando em mim, a dor veio imediatamente.
- Porra Gui, devagar! Devagar! Aiiii caralho.
Gui tirou de dentro de mim rindo, se punhetou e disse:
- Amor... abre o cuzinho dele pra mim.
Nathy foi pra trás de mim e eu me sentei no sofá com tudo.
- Sai fora, sai fora!
Nathy: Deixa eu te comer um pouquinho!
Eu: Não quero mulher me comendo não, aí já é viadagem demais pra mim
Gui: Viadagem? Homem pode te comer e mulher não?
Eu: Porra... como eu vou ficar sabendo que a Nathy comeu meu cu?
Nathy: Para de frescura, você já comeu o meu
Eu: Mas é outra história
Gui: Vai mano, deixa a Nathy comer um pouquinho
Vivi: Vai amor...
Eu: Puta que pariu, viu?! Só eu que me fodo nessa porra?
Nathy: Olha como eu to de pau duro querendo te foder gostoso!
Enquanto todos riam eu me virada com vergonha para Nathy, ela segurou minhas nádegas e começou a me penetrar, o pau era mais fino que o do Gui, então entrou mais fácil, ela metia bem, tinha molejo na cintura, e que pegada gostosa, Nathy afundou a pica em mim enquanto Gui colocou a Vivi para cavalgar na rola dele, Nathy me deu um tapa na bunda e disse:
- Tá gostoso?
- Tá... aiii
- Geme na minha pica, seu putinho safado
- Aiii Nathy, porra
- Issooo, assiiim, geme meu nome!
- Aaaaai Nathyyy, hummmm
- Isssoooo, aiiii que cuzinhooo gostosooo
Vivi: Deixa eu comer ele?
Eu: Nãooo Vivi... meu cu não é playground
Vivi: Aii amooor, deixa? Só um pouquinho?
Eu: Tá, só um pouco
Nathy e Vivi trocaram de lugar, Vivi vestiu o cintaralho quanto Nathy quicava com força na rola do Gui, Vivi era mais devagar, ela esfregou no meu cuzinho e disse:
- Tá arrombadinho amor
- Me respeita, caralho
- Pisca o cuzinho pra mim
Eu contraia o cuzinho para ela admirar, e então ela me invadiu com força, Vivi não tinha o mesmo ritmo que Nathy, as estocadas eram rápidas e firmes, eu gemia mais forte e ela começou a me dar ordens:
- Geme baixo, porra! Os vizinhos vão ouvir, aguenta... aguenta!
- Aiii caralhoooo, vai devagar!
- Nãooo! Aguenta eu socar tudo nesse cuzinho, fecha a boca!
Enquanto ela fodia, eu gemia de boca fechada: Hummmmm, hummmmm, hummmmmmmm
Gui: Para, Vivi!
Vivi: Deixa eu continuar arrombando esse cuzinhooo gostoooso
Gui: Vivi, chega...
Vivi tirou o pau de dentro de mim devagar, eu estava ofegante, Gui se levantou, olhou para ela e disse:
- Deixa comigo agora, eu quero comer devagarinho o cuzinho desse puto!
As meninas se olharam rindo, eu sabia que Gui iria me arregaçar, mas eu o desejava loucamente, enquanto isso, Nathy ficou de quatro e disse:
- Vem Vivi, come minha bucetinha!
E assim, com Vivi fodendo a Nathy, o Gui pincelava o pau dele calmamente no meu cuzinho, ele enfiou devagar, e ia entrando até onde meu cu permitia, quando não se abria mais, ele parava e fazia o vai e vem devagar, as mãos de Gui me segurando faziam eu me sentir uma garotinha, ele fodia devagar, seu pau me preenchia todo e ainda tinha mais pra entrar, eu suava e gemia baixo com as sobrancelhas erguidas pedindo:
- Cuidado Gui.. devagar, aiiii, não soca forte, aiiii caralhooo, devagar, devagar
Gui respeitava meus limites, mas não me dava espaço para desistir, com a mão direita ela abria minha bunda, ele olhava tudo quieto, sem gemer, sem respirar, sem emitir som, e isso me dava tesão, porque eu sabia, ele estava concentrado esperando eu lacear, e admirando meu cu se abrir para aguentar aquela rolona.
Enquanto meu cu era arrombado devagar, eu ouvia o barulho da cintura de Vivi batendo rapidamente na bunda de Nathy, Nathy gemia:
- Aiiii que deliciiiia, como você fode gostoso! Aiiii
Vivi: Deixa eu comer seu cuzinho?
Nathy: Uhummm, deixo... aiii, mas vai devagar
Vivi começou a comer o cuzinho da Nathy, e enquanto nós dois sofríamos no anal, Nathy segurou minhas mãos para juntos aguentarmos a dor, a gente se olhava sofrendo em cumplicidade, enquanto Vivi e Gui se esticavam para se beijar enquanto nos fodia, aos poucos Gui entrou todo dentro de mim, quando eu senti a "testa" dele, gemi orgulhoso de estar aguentando tudo, ele começou um vai e vem curto, deixando grande parte do seu pau em mim, eu comecei a sentir um prazer enorme, meu pau babava sem que o tocasse, enquanto Nathy se masturbava com Vivi arregaçando seu cuzinho.
Vivi: Nossa Nathy, como você aguenta bem!
Nathy: Aaaai, fooode meu cuzinhooo sua puta! Aiiii
Vivi: Puta? Eu? Hoje não! Hoje a putinha é você! Aaaaiiii
Gui aumentava a velocidade aos poucos, eu já não sentia mais dor, apenas prazer e então achei que seria uma boa ideia o desafiar:
- Aiiii, isso é tudo que você tem? Mete que nem homem!
Gui não respondeu, apenas sorriu, apertou mais as mãos na minha cintura e socou forte, bastou duas metidas firmes para eu implorar:
- Aaaaaaaaai, aaaaaaaaaai, aaaaaaaaai caraaalhooooo, paraaaaa, paraaaaa....
Gui tirou um pouco mas continuou fodendo, e disse:
- Não pede se você não aguenta!
Eu já estava todo suado, e senti as lágrimas vindo no meu olho depois dessas duas estocadas firmes, senti que meu cu tinha sido rasgado, mas o misto de dor e prazer ainda me faziam querer ser dominado por ele.
Foi aí que Gui tirou a pica de dentro de mim, sentou no sofá pegando em minhas mãos para eu cavalgar nele, eu sentei, meu cu estava muito aberto, mas sensível, sua rola deslizou pra dentro de mim sem dificuldade nenhuma, eu joguei o corpo pra trás e comecei a quicar, gemendo forte, meu pau e subia e descia batendo na barriga dele, ele segurou e começou a me punhetar no mesmo ritmo em que eu descia, eu estava ficando louco, e não aguentei mais, gozei forte em sua barriga, Gui segurou meu pau enquanto eu terminava de despejar os jatos nele, meu cuzinho contraia apertando sua pica. Sai de cima dele devagar, caindo no sofá, enquanto eu respirava rápido Gui se levantou, e com o dedo indicador limpava meu gozo e colocava dentro da buceta de Nathy, de pouquinho em pouquinho, enquanto a Vivi se erguia para dar espaço e continuava comendo o cuzinho dela. O pouco que sobrou ele se posicionou para Nathy lamber se sua barriga, e então, se beijaram.
Gui se levantou e encaixou o pau dentro da bucetinha de Vivi, e começou a fodê-la enquanto ela comia a Nathy, eu estava surpreso com tudo aquilo, como a posição não era tão confortável, Vivi pediu para trocarem, então Gui se sentou, Nathy cavalgou encaixando a bucetinha e empinou o cuzinho para Vivi, e assim fizeram uma DP deliciosa, eu estava me recuperando, e com o pau meia bomba eu comecei a me punhetar assistindo a foda, mas Gui disse:
- Vem cá Lucas, traz a rola aqui pra mim e pra Nathy
- Tá mole ainda, acabei de gozar
- A gente não liga, trás mole mesmo
Nathy e Gui abocanharam meu pau juntos, eu olhava pra Vivi e ela estava suada, de tanto foder o cuzinho da Nathy, depois de alguns minutos meu pau já estava duríssimo, e então, eu agora queria uma buceta, ou o cuzinho da Nathy, e disse:
- Vivi, troca comigo aí
Vivi: Eu vou tirar esse negócio, come aqui o cuzinho da Nathy e eu vou sentar um pouco no Gui
Trocamos, o cu da Nathy estava apertadinho embora tivesse sido fodido por muito tempo pela Vivi, ela gemia gostoso e me chamava de amor:
- Aiiii amooor, que pau gostoso, come meu cuzinho, comeee
Eu: Caralho, Gui, você não goza não?
Gui: To quase, to quase...
Vivi cavalgava na rola do Gui e o beijava, os dois se olhavam nos olhos e riam, como um casal apaixonado, foi quando a sensação de que eu estava sendo inferior ao Gui bateu forte, eu tirei do cuzinho da Nathy e quase que em tom de ordem eu disse:
- É a segunda vez que eu sou fodido na frente das meninas! Bora... me da esse seu cu também.
Gui me olhou sério e disse:
- Pede com jeitinho, aqui ninguém é sua cadela
- Tem jeitinho não, só eu que to me lascando aqui, isso não tá sendo justo
Gui levantou as pernas, sem tirar a Vivi de sua rola e disse:
- Tá aí, me fode.
Eu pincelei o pau no cuzinho dele, enquanto via perfeitamente a Vivi subindo e descendo, comecei a entrar, Gui gemeu:
- Aaaai caralho, mete vai!
Comecei a entrar, o cuzinho dele estava fechado, difícil de foder, tirei o pau umas 3x e ele me xingou:
- Tá tirando essa porra por quê?
- Tá apertado, meu pau não quer entrar, vou voltar pra Nathy
- Vai voltar o caralho, não queria me foder? Agora você vai foder, mete essa rola aí! Arromba esse cuzinho!
Coloquei dentro de novo, e quando travou eu forcei, forcei, forcei e de repente meu pau entrou com tudo no cuzinho dele, Gui deu uma arqueada e um gemido forte.
Eu: Desculpa, desculpa...
Gui: Fode, caralho... aaaa
Comecei a foder, eu sabia que estava machucando ele, mas ele insistia que eu fodesse forte, Nathy olhou séria e disse:
- Devagar Lucas, tá doendo
Gui: Mete forte, vai, eu aguento!
Continuei fodendo, Vivi descia quase que no mesmo ritmo, e Gui disse:
- Sai Vivi, deixa a Nathy, deixa... vou gozar na buceta dela
Vivi desceu e eu não desencaixei meu pau, só parei o movimento para Nathy começar a cavalgar, e assim eu senti o momento em que o cuzinho dele retraiu gozando fartamente na buceta de Nathy, ela desceu e fez a mesma coisa de erguer o quadril.
Eu: Quer parar?
Gui: Agora você só tira essa porra de mim quando gozar, você não quer se sentir o machão? Então fode vai... fode
Comecei a foder firme, meu saco fazia barulhos altos fodendo o Gui, ele fazia umas caretas e gemia, apertou meu braço enquanto eu o comia, mas continuou com as pernas erguidas, Nathy e Vivi estavam cansadas, e saíram juntas ao banheiro para tomarem seu banho, foi então que sozinho com o Gui ele me olhou nos olhos e disse:
- Tava com ciúmes bobo, né filho da puta? Aaaaai
- Sim... bateu uma sensação de que... que você fodia todo mundo e eu era o viadinho aqui
- Aaaaaai... não tem mais homem e menos homem entre nós dois
- Eu vou gozar
- Goza no meu cuzinho, vai... aaaa
Enchi o cu do Gui de porra, tirei devagar, nós estavamos suados e respirando pesado, ele se levantou, pegou em minhas mãos, entrelaçou os dedos e me chamou ao outro banheiro para nos lavarmos, o banho foi gostoso, a gente se ensaboou e esfregamos a pica uma na outra.
Depois que saímos, resolvemos pela primeira vez dormir os quatro juntos, juntamos dois colchões de casal na sala, ficamos até o começo da madrugada assistindo filme e depois dormimos, pela manhã aconteceu uma troca tradicional, eu com a Nathy, ele com a Vivi.
E então eu fui comprar os pães, dessa vez, fui sozinho, quando eu sai da padaria, Paula parou em minha frente e disse:
- Lucas, precisamos conversar.
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