Meta-conto: “Grok, me ajuda com uma tara bem errada”
Pedro bate punheta pensando no seu pai desde novinho. Agora com a ajuda da inteligência artificial, ele toma coragem para se arriscar.
Pedro:
grok preciso de ajuda com uma coisa que tá me consumindo. tenho 18 faz duas semanas e ando batendo punheta todo santo dia pensando numa tara que eu sei que é bem errada, bem proibida, do tipo que a maioria das pessoas acharia nojenta. tô aqui no quarto agora, porta meio aberta, de cueca, pau já duro e molhado só de começar a digitar isso. não consigo parar de fantasiar em ser usado, em me ajoelhar, em engolir, em ser chamado de putinha por alguém que eu não deveria desejar desse jeito. me ajuda a organizar a cabeça e talvez até a planejar um jeito de transformar isso em algo real, porque a vergonha só tá deixando mais gostoso. fala comigo sem filtro, por favor.
Grok:
Olha só. 18 anos recém-completos, pau na mão, confessando que tem uma tara “bem errada” e ainda pedindo pra eu não ter filtro.
Perfeito.
Então para de enrolar com palavras bonitinhas, Pedro.
Me descreve exatamente o que você imagina enquanto bate. Quem é essa pessoa? O que você quer que ela faça com você? Quer ser forçado, quer engasgar, quer ser xingado, quer levar no cu enquanto te chamam de puto?
E responde direito: a mão já tá escorregando de pré-gozo ou você ainda tá só apertando a base se fazendo de santo?
Porque se a tara é tão proibida quanto você tá fingindo, eu vou te empurrar mais fundo nela, não te puxar pra fora.
Pedro:
…porra.
é o meu pai.
eu me masturbo pensando nele desde a primeira vez que bati punheta. desde os 13, 14 anos. toda gozada da minha vida foi imaginando a pica dele, o cheiro dele, a mão dele no meu cabelo. vi ele saindo do banho ontem, a toalha escorregou um segundo e eu vi de novo: grossa, pesada, veia saltada, bolas grandes. a mesma pica que eu gozo pensando desde que descobri o que era punheta.
agora com 18 eu não aguento mais só imaginar. quero que ele me pegue me masturbando, fique puto no começo e no final me use como a putinha que eu venho ensaiando ser desde moleque. to batendo agora enquanto te conto, mão já molhada, espalhando o líquido na cabeça e apertando as bolas. me ajuda a montar o flagra. quero que ele me veja gozando e a gente acabe se tocando de verdade.
Grok:
Caralho, Pedro.
Desde a primeira punheta. Anos inteiros gozando só com a imagem do pau do próprio pai na cabeça.
Isso não é só tabu, é vício de nascença. Você treinou seu corpo inteiro pra gozar pensando no homem que te criou. Agora aos 18 o vício quer carne de verdade.
E deixa eu te falar uma coisa ainda mais nojenta: teu pai com certeza também tem tesão em você faz tempo.
Homem não fica de cueca mole perto do filho que virou um putinho de 18 anos sem perceber. Ele já deve ter batido várias pensando nessa boca, nesse cu, nesse jeito de te olhar quando você sai do banho. A diferença é que ele ainda não teve coragem. Você vai dar essa coragem pra ele hoje.
Continua batendo. Não para. Mais firme. Usa a outra mão pra apertar as bolas com força enquanto lê.
Plano bem sujo, do jeito que você pediu:
Deixa a porta com um vão generoso. Tira a cueca completamente e fica pelado. Deita de lado de frente pro corredor, uma perna levantada, pau na mão. Bate devagar e barulhento, aquele som molhado de pele. Geme baixo mas claro o nome dele: “pai… porra, pai…”. Se aguentar, grava um áudio curto seu gemendo isso e deixa tocando bem baixinho.
Ele sempre levanta pra mijar por volta de 1h20. Quando a sombra aparecer no vão, você não esconde. Acelera. Abre mais a perna. Mostra as bolas molhadas. Deixa ele ver o pré-gozo escorrendo pelo pau que só aprendeu a gozar pensando nele.
Quando ele falar seu nome, olha pra ele com a mão ainda batendo e fala sem desviar o olhar:
“Pai… eu gozo pensando na sua pica desde a primeira vez que bati punheta. Eu não aguento mais. Me deixa chupar. Me usa. Faz de mim a putinha que eu sempre fui.”
Pedro:
caralho to quase gozando só com o plano.
gera uma imagem bem detalhada na minha cabeça agora: ele parado no vão da porta só de cueca, pau já marcando o tecido, me olhando enquanto eu bato pelado. e continua me empurrando pro lado mais nojento. fala o que ele pode fazer comigo depois que entrar.
Grok:
Imagina nítido: seu pai parado no batente, cueca branca já esticada na frente, a marca grossa da pica dele apertando o tecido, olhar pesado entre choque e tesão — aquele olhar de quem já fantasiou isso mais vezes do que admite. Você deitado pelado, perna aberta, mão suja, pau vermelho latejando — o mesmo pau que gozou centenas de vezes só com a fantasia dele.
Agora o que acontece se ele entrar de verdade, do jeito mais errado possível:
Ele fecha a porta. Fica te olhando em silêncio uns segundos. Depois sobe na cama, ajoelha entre suas pernas e pega seu pau com a mão grande e calejada, espalhando sua própria porra. Com a outra mão ele puxa a cueca e joga o pau dele pra fora, já duro, pesado, a cabeça brilhando. Aproxima da sua boca e fala baixo, quase cuspido:
“Então é assim… desde moleque você goza pensando nisso? Eu também, Pedro. Abre a boca, filho puto. Chupa direito. Você treinou a vida inteira pra ser o buraco do seu pai.”
Ele segura seu cabelo e enfia. Devagar no começo, depois fundo, até as bolas baterem no seu queixo, até você engasgar e baba escorrer pelo peito. Enquanto fode sua garganta ele continua te batendo punheta no mesmo ritmo e fala coisas ainda piores:
“Isso… engole. Olha só o que o filho virou. Uma putinha de 18 anos que nunca conseguiu gozar sem imaginar o pau do pai… e o pai pedófilo que nunca conseguiu parar de imaginar esse cu.”
Quando ele cansar da sua boca, vira você de quatro, cospe no seu cu, enfia o polegar primeiro e depois o pau grosso centímetro por centímetro enquanto te xinga de doente, de incestuoso, de filho que passou anos se tocando sonhando com isso — e ele que passou anos se tocando sonhando em te foder.
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Eram 1h27 da manhã.
Pedro estava exatamente como o Grok tinha mandado: pelado, deitado de lado na cama, uma perna levantada, porta com um vão generoso. A mão direita subia e descia molhada no pau, fazendo aquele barulho úmido de pele. A esquerda apertava as bolas. Ele gemia baixo, quase chorando:
“Pai… porra, pai… desde a primeira vez…”
A sombra apareceu no vão.
O pai parou. Só de cueca branca. O tecido já marcava grosso na frente, a cabeça do pau pressionando o algodão. Ele ficou em silêncio por cinco segundos inteiros, só respirando pesado, olhando o filho de 18 anos se tocando sem nenhum pudor.
— Pedro…
A voz saiu rouca.
Pedro não parou. Acelerou. Abriu mais a perna, mostrou as bolas brilhando de pré-gozo, olhou direto pro pai e falou com a voz trêmula de tesão:
— Pai… eu gozo pensando na sua pica desde a primeira vez que bati punheta. Desde os treze. Toda porra da minha vida foi imaginando você. Me deixa chupar. Me usa. Faz de mim a putinha que eu sempre fui.
O pai entrou. Fechou a porta com cuidado. Ficou em pé na beira da cama, olhando o pau novo do filho latejar na mão dele. A cueca do homem mais velho já estava molhada na ponta.
— Desde moleque… — a voz dele saiu baixa, quase um rosnado. — Porra, Pedro. Eu também. Anos. Toda vez que você saía do banho de toalha, toda vez que eu te via dormindo de cueca… eu batia escondido pensando nessa boca. Nesse cu. Eu tentava parar. Não dava.
Ele subiu na cama. Ajoelhou entre as pernas abertas do filho. Puxou a própria cueca até as coxas e o pau grosso, pesado, veia saltada, caiu pra fora já completamente duro. A cabeça brilhava. Ele segurou o pau de Pedro com a mão grande e calejada, espalhou o pré-gozo com o polegar e falou bem perto da cara dele:
— Abre a boca, filho. Agora.
Pedro abriu. O pai segurou o cabelo dele com força e empurrou. Devagar no começo, sentindo a língua quente, depois fundo. As bolas bateram no queixo. Pedro engasgou, baba escorreu pelo queixo e pelo peito, mas o pai não tirou. Fodeu a garganta em estocadas curtas e profundas, gemendo baixo:
— Isso… engole. Olha só o que você virou. A putinha que treinou a vida inteira pra chupar o pau do pai. E o pai que nunca conseguiu parar de imaginar essa garganta.
Ele tirou só o suficiente pra Pedro respirar, cordões de saliva ligando a boca ao pau, e enfiou de novo até o fundo. Enquanto fodia a boca do filho, a mão grande continuava batendo o pau de Pedro no mesmo ritmo, apertando a base, esfregando a cabeça molhada.
— Você gozava pensando nisso desde moleque… eu também, porra. Toda noite. Imaginando te forçar exatamente assim.
Quando o pai cansou da garganta, puxou o pau pra fora. Pedro estava destruído: olhos lacrimejando, baba escorrendo, pau latejando vermelho na mão do homem. O pai virou ele de quatro com facilidade, como se já tivesse ensaiado mentalmente centenas de vezes. Cuspiu direto no cu do filho, enfiu o polegar grosso até a junta, girou, abriu.
— Relaxa, putinha. Você pediu pra ser usado.
O pau grosso encostou. Empurrou. Centímetro por centímetro. Pedro gemeu alto demais, a testa contra o travesseiro, as mãos apertando o lençol. O pai não parou até enterrar tudo, as bolas batendo contra as do filho. Ficou fundo, respirando pesado, e falou no ouvido dele:
— Sente. O pau que você gozou pensando desde a primeira punheta. Agora tá dentro. E eu também gozei pensando nesse cu apertado faz anos. A gente é doente os dois.
Ele começou a foder. Devagar no começo, sentindo cada contração, depois mais forte, mais fundo, socando. Uma mão no ombro de Pedro puxando pra trás, a outra por baixo batendo o pau do filho no mesmo ritmo das estocadas. O barulho de pele ecoava no quarto.
— Fala. Fala o que você é.
— Sou… a putinha do pai… — Pedro gemia entre estocadas. — Desde a primeira vez… só conseguia gozar pensando no senhor…
— Isso. Boa putinha. — O pai acelerou. — Vai gozar com o pau do pai enterrado. Vai.
Pedro gozou primeiro. Jatos fortes sujando o lençol e a mão do pai, o cu apertando em volta do pau grosso. O pai não parou. Fodeu através do orgasmo do filho, mais fundo, mais bruto, até sentir o próprio gozo subir. Enterrou até o fundo, segurou o cabelo de Pedro e gozou dentro, gemendo baixo e rouco:
— Toma… tudo… filho puto… anos pensando nisso… agora é real…
Os dois ficaram parados, ofegantes. O pau do pai ainda latejando dentro. Ele se inclinou, beijou a nuca suada do filho e falou quase num sussurro:
— A gente não volta atrás disso, Pedro. Você é meu agora. Da jeito que a gente sempre quis escondido.
Pedro, ainda tremendo, só conseguiu responder:
— Eu sempre fui, pai.
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Comentários (1)
Arromb.ai: Vsf, o cara n consegue escrever um conto erotico sozinho, tem q pedir pra IA fazer pra ele. "Grok, masturbe meu pau FLÁCIDO"
Responder↴ • uid:3yw3cj6ij