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Um funcionário sem limites (Parte 1) - Ruffus

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Ruffus

Aventuras sexuais de um funcionário dotado sem limites, um empresário pervertido e seu filho experiente no incesto!

Com a rotina exaustiva no escritório e uma equipe eficiente, porém pequena, resolvi expandir meu quadro de funcionários. Contratei uma empresa terceirizada para fazer a seleção e realizar todas as etapas que achassem necessários para selecionar os cinco melhores profissionais que encontrassem, para, na etapa final, eu decidir quais seriam os 2 merecedores de trabalhar no meu escritório.

Oito dias depois estava com os 5 candidatos em minha empresa, cada um esperando o momento de realizar a entrevista final somente comigo em minha sala. Eu exigi que a entrevista fosse somente comigo, em uma sala particular, pois tinha os meus motivos.

Passei pelos três primeiros, ótimos profissionais, mas não fizeram os meus olhos brilharem. O quarto foi o melhor, sem duvida era o meu favorito, pedi para ele retornar no dia seguinte para começar o treinamento. E finalmente o quinto candidato entrou em minha sala.

- Boa tarde, Sr. Monteiro, sou Mauro Brandão

Se aproximou de mim, um homem negro, alto e musculoso, com um sorriso branco e uma voz grossa que fez minha barriga gelar sem esforço algum. Parecia um dos atores que eu admirava em segredo quando estava nos meus momentos de intimidade mais pervertidos. Senti meu pau crescer na minha calça social e fiz questão de levantar para cumprimentá-lo, gesto que eu não tinha feito com nenhum candidato anterior, mas executei na intenção de exibir meu volume para ele.

Funcionou, pois percebi seu olhar fixo no meu pau que não parava de crescer e pulsar no tecido fino da calça. Ele sorriu e eu também, me sentei e iniciei a entrevista, mesmo ciente de que ele seria o outro contratado para a vaga existente. Felizmente ele era qualificado, tanto fisicamente quanto profissionalmente e também lhe pedi para que fosse a empresa no dia seguinte , para iniciar o treinamento.

A princípio os dois seriam auxiliares administrativos do escritório e seriam treinados pelo supervisor do setor, mas exigi treinar Mauro e transformar o rapaz em meu ajudante particular. Alguns dias se passaram e Mauro ja havia pegado o serviço com maestria, sem nenhuma dificuldade muito aparente. Alem disso, fomos construindo uma parceria muito boa que ia além de patrão e funcionário.

Descobri que Mauro tinha 30 anos, era casado e sua esposa estava gravida de 7 meses, esperando seu primeiro filho. Descobri também que ele fez curso de bombeiro e trabalhou na área por 2 anos, explicando o seu físico resistente e os músculos que marcavam, mesmo quando ele usava uma camisa maior. Era impossível eu passar um dia sem ter uma ereção ao lado de Mauro e, quando estávamos sozinhos na minha sala, eu fazia questão de me exibir para ele.

Um dia estávamos conversando sobre nossas familias e uma informação sobre ele me fez tomar a atitude que eu enrolava desde o dia que eu lhe conheci.

- Lembro como se fosse ontem do tanto que era difícil transar com Silvia durante os meses que ela estava grávida
- Sério? - vi o encontro da timidez com a vergonha em seu rosto
- Sim, até uma mamada era difícil de conseguir daquela mulher

Ele riu meio sem graça e não deu continuidade ao assunto, então tive que perguntar

- Contigo é assim também? duvido que seja
- Ah… la em casa não tenho esse problema… - ele falava ainda timido
- Eu tinha certeza que não, tua mulher não iria desperdiçar um homão musculoso desse na cama - falei e recebi um sorriso meio envergonhado dele, então emendei - Não precisa ficar tímido, estamos sem cliente e já está quase no nosso horário de saída, topa tomar um whisky comigo?

Ele tentou relutar, mas fui insistente e servi um copo pra mim e outro pra ele. Evoluímos para uma segunda rodada e uma terceira, talvez por falta de costume ele começou a se embebedar mais rápido do que eu e meu pau ja estava explodindo na calça. Todos os funcionários ja haviam deixado o escritório, ficamos só eu e Mauro na minha sala, sozinhos. Nessa altura ele ja estava mais solto e conversava livremente sobre qualquer assunto, então resolvei voltar no único que me interessava verdadeiramente.

- Então quer dizer que, mesmo grávida, tua esposa ainda aguenta o rojão?
- Você nem imagina, Doutor
- Pois me faz imaginar, Maurão, to curioso pra saber onde eu errei na minha vez - falei rindo, mas desejando estar no lugar de sua esposa
- Nas noites em que ela ta cansada, rola sempre uma mamadinha pra eu gozar, mas quando ela ta com fogo rola, no mínimo, uma hora de sexo sem parar. Final de semana passado ela me fez encostar o carro na beira de uma estrada porque queria dar pra mim enquanto estávamos indo visitar os pais dela no interior

Após essa revelação dele eu tive que dar o meu truque final.

- Caraca meu amigo, é tanto fogo que vocês tem que parece que transferiu pra mim, não da nem pra esconder que estou duro - fiquei de pé e apertei meu pau por cima da calça, indo em direção a garrafa de whisky e servindo mais uma dose para nós dois. Ao servir sua dose, percebi que também existia um volume grosso em sua calça cinza, que marcava bem mais do que a minha, azul escuro. Aproveitei a oportunidade para instigar ele. - Pelo visto não foi só eu que fiquei animado com essa história né
- Mal posso esperar pra chegar em casa e descarregar todo esse tesão na minha mulher - ele falou
- E tu deve ta com muito né, Maurão, porque o bicho aí tá duro e pulsando, parece ser gigante
- Sobre isso eu nunca tive o que reclamar, é herança de família
- Sempre disseram mesmo que os negros são os mais dotados, será verdade? - perguntei, curioso
- Não sei se todos, mas os da minha família que eu já vi, fomos todos abençoados com a rola grande
- Sério? E como tu sabe, Maurão?
- Vim pra cidade grande depois de adulto, Sr. Monteiro, mas minha juventude toda foi na roça. Lá não tem isso de frescura não, sempre tomei banho e dividi quarto com meus irmãos, primos, tios, meu pai e vovô - quando ele afirmou isso fiquei imaginando aquela familia de negros dotados, com suas pirocas enormes e pretas, tal qual os cavalos que eles deviam criar
- A infância foi boa demais, então?
- Demais, nunca falei sobre isso com ninguém mas nós aproveitamos demais - aquela confissão fez o meu pau pulsar mais do que nunca e imaginei aqueles pervertidos todos se pegando, sem ligar para idade ou parentesco
- E que tipo de diversão vocês faziam lá, quando estavam juntos?
- Vixi, melhor você nem saber…
- Pode falar sem medo, não deve ser nada muito diferente do que o que eu faço com meu garotão em casa - me referi a Miguel, meu filho de 15 anos que mora sozinho comigo desde que sua mãe faleceu, há 10 anos.
- Posso saber antes o que vocês fazem? - pela primeira vez eu vi uma malicia em sua voz acompanhada de um sorriso safado que ele deu
- Desde que a mãe dele morreu e ele demonstrou interesse em descobrir os prazeres do corpo, eu fiz questão de ensinar cada coisinha na pratica para ele e até hoje nos divertimos juntos, pai e filho - confessei e vi seu pau babar no tecido cinza da sua calça
- Coroa pervertido, igual meu pai e meu avô! - porra, não acreditei no que ele me confessou - Também fui iniciado pelo meu pai, depois disso experimentei todos os homens da minha familia, mais velhos e mais novos
- E tu curte piroca, Maurão? - questionei, sem rodeio
- Sempre fiz de tudo, teve até bicho da fazenda que não escapou,, o importante era gozar e até hoje sou assim
- Porra, não to aguentando mais esse papo, Maurão - falei, colocando o pau pra fora da calça e punhetando na frente do meu funcionário - E que tal a gente fazer igual quando tu era menor e gozar em sigilo, sem limite?
- Acho melhor não, Sr. Monteiro! Minha esposa esta me esperando em casa e essa conversa ja foi longe demais…
- Nem se eu te pagar hora extra? - tentei negociar
- Melhor não - ele continuou resistente

Resolvi mostrar um video de quando meu filho me chupou pela primeira vez, na beira da piscina da minha casa e ele assistiu os 50 segundos do video punhetando aquela jeba pesada dele por cima da calça.

- Puta que pariu, você é um pervertido do caralho, Sr. Monteiro - ele dizia e meus ouvidos adoraram ouvir aquelas palavras
- Eu te pago dois mil reais, em troca a gente goza gostoso, sem limites e totalmente no sigilo, quando nós terminarmos você tá livre para ir foder sua putinha gravida em casa, estamos de acordo? - ofereci
- Fechado, eu topo!

CONTINUA…

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Comentários (1)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Luiz: Adoro sexo que envolve incesto agora podia rolar varias episodios

    Responder↴ • uid:3v6otnnr6ic