Flagrei Meu Pai Comendo Minha Irmã! 2ª Temp. Cap.4
O pai fica com ciúmes do envolvimento da filha com o namorado , flagra os dois dando uns amassos e interfere.
A partir daquele dia, um dia de prazer e infortúnio, em que Lúcia, minha esposa frustrou o que eu antecipava, acredito que, por um lado, ela me salvou de algo imoral, o incesto com a própria filha.
Demorei bastante para reprimir esse instinto irracional, refletindo, conforme os dias passavam, consegui tirar essa ideia maluca da minha cabeça; não foi fácil.
Por sorte, Amanda pareceu entender, começando a agir de forma diferente, como se estivesse se acalmando daquele comportamento, parecia que tudo estava voltando ao normal, e eu não sei se fiquei feliz com essa mudança ou não.
Ela também não voltou a tomar sol, embora minha esposa e eu tenhamos continuado com esse hábito. Confesso que desejava sua presença, apreciar seu belo corpo, mas acho que foi melhor pôr um fim definitivo nisso.
Não posso negar que ocasionalmente me lembrava daquele momento no chuveiro e, embora não fosse um hábito meu, cheguei a me masturbar, relembrando aquele momento de prazer.
Comecei até a pesquisar sobre incesto, que, claro, era considerado imoral.
Encontrei muita coisa sobre o assunto, menção a uma família, onde o pai, deflorou a filha quando ela completou dezoito anos, e a mãe fazia o mesmo com o filho gêmeo.
Acho que isso me deu uma sensação de impunidade; se essa comunidade fazia isso, e aparentemente não deveria haver imoralidade alguma nesse ato, tudo é algo imposto pelo homem, quer se pratique ou não.
Acho que, subconscientemente, eu estava tentando voltar aos trilhos, permitindo que minha consciência ficasse livre de culpa, embora eu não tenha dúvidas de que é uma questão moral aos olhos do resto da sociedade; é um tabu.
O tempo passou e, numa tarde, ela me disse:
Pai, quero te contar uma novidade.
Me fale, filha, sou todo ouvidos.
Estou namorando um rapaz da faculdade!
Que ótimo, estou muito feliz, espero que ele seja um bom rapaz. Embora eu não tenha gostado, mas o que eu poderia dizer?
Sim, papai é um ótimo rapaz.
Que ótimo, traga-o para casa para que eu possa conhecê-lo. Além disso, peço que você se cuide; você ainda é jovem, e também … Interrompendo-me, ela diz:
Sim, papai, eu sei onde você quer chegar com isso, não se preocupe, minha virgindade será para o homem que realmente a merecer, o tempo dirá.
Não sei se as palavras dela me tranquilizaram, mas eu confiava nela, tinha certeza de que ela cumpriria aquela promessa, eu a adorava e desejava sinceramente o melhor para ela.
Combinamos que ele viesse jantar em nossa casa no sábado à noite, então comecei a me preparar para ser um sogro compreensivo, um papel que eu não tinha certeza se gostava, embora minha esposa estivesse eufórica, até mesmo pensando nos netos que teria, Acabei dizendo a ela:
Lúcia, não se precipite.! Vamos conhecê-lo hoje e o tempo dirá!
Não sabemos o que o futuro reserva para ele.
Você é sempre tão pessimista.
Não quis continuar a conversa quando a campainha tocou e Amanda correu para abrir a porta. O rapaz entrou e minha filha o apresentou:
Este é Luiz, mamãe e papai.
Cadê o Lipe?
Ele, subiu para o quarto, está com dor de cabeça, depois eu faço um prato pra ele. – Disse Lúcia.
"Lipe estava emburrado, mais ficou calado no quarto, não quis jantar e conhecer o namorado da irmã"
Após as apresentações habitual, ele deu um buquê de flores para minha esposa, que ficou muito feliz em recebê-lo.
Achei que ele parecia um jovem muito atencioso, dada a sua gentileza.
Sentamos para jantar e ele nos contou sobre sua família, embora de vez em quando checasse o celular, um detalhe que realmente me incomodava, mas, enfim, não podia julgá-lo por isso.
Tentei falar sobre futebol, mas ele não gostou, tentei falar sobre filmes, mas ele preferia desenhos de animes.
Não vou continuar listando outros assuntos, mas ou ele não os conhecia ou não gostava deles.
O pior era que o celular era a prioridade dele, ele olhava para a tela e de vez em quando sorria.
"pensei, não vou deixar ele porrinha comer minha filha não!"
"Eu tenho que ser o primeiro, nem que seja a força... Ela é minha."
Ele por um momento ficou conversando com a Lúcia na sala.
Enquanto eu e minha filha estávamos na cozinha.
Amanda, me perguntou:
E então, o que você achou dele?
Simplesmente respondi: Acho que ele é bem imaturo. Claro que ela não gostou da minha opinião.
E então, chamou a mãe para a cozinha e fez a mesma pergunta!
Minha esposa, falou animada, achei ele um cavalheiro, muito atencioso, por lembrar de agradar a futura sogra.
Amanda, falou para a mãe: Papai não achou isso!
E voltou para sala, junto do rapaz.
Lúcia me repreendeu pela minha resposta à Amanda, terminando por dizer:
Que fui bem condescendente na minha resposta. Respondi: Não mudo minha opinião
Mas o Alfredo, eu achei que ele um menino muito legal.
Eu não vejo dessa forma, o cara só mexia no celular o tempo todo.
Tudo bem, Alfredo, vou dar o jantar ao Lipe e em seguida vou dormir, tenho um dia cheio amanhã.
Voltei, para a sala e vi os dois de mãos dada e ele beijou minha filha, com a mão na sua coxa.
E então, pigarreei, e eles se recompuseram.
Fui ao banheiro rapidinho, para urinar e quando voltei os dois já não estavam na sala, abri a porta principal e não vi minha filha!
Então, atravessei a sala e a cozinha e fui os para os fundos da casa.
Talvez eles estivessem lá, escutei vozes e segui.
E lá estavam eles, nos fundo do quintal.
Já fiquei alerta, fui pé ante pé, cheguei de mansinho e vi o filho da puta, metendo a mão por debaixo do vestido da minha filha.
Ela estava com os olhos fechados, com um leve sorriso no rosto.
Não me aguentei de ciúmes e puxei ele pelo pescoço e enfiei um soco na cara dele.
E gritei, seu filho da puta, você está pensando que minha filha é uma vadia!
Você vem na minha casa, te trato com respeito, te dou o meu alimento, converso com você, mesmo contra o meu bom senso.
E o que recebo em troca é isso?
O desrespeito em minha própria casa?
Suma daqui! Se eu souber que você chegou perto da minha filha!
Não vai ser só um soco, que vou te dar!
Vou te dar uma surra tão grande, que você vai ficar um mês sem andar! Vou te deixar em coma!
Ele fugiu que nem um bandido, tentando escapar da polícia.
Minha filha estava chorando!
"E eu cheio de ódio e ciúmes, fui um verdadeiro canalha!"
"Avancei sobre ela e perdi a compostura, ali mesmo no fundo do quintal."
"Meu quintal é grande e arrastei ela lá para o fundo"
"Eu estava cego de ciúmes, não conseguia raciocinar direito, ou não quis."
"Só queria ela! Só pensava nela! Só desejava com todas as minhas forças"
"E o simples fato de outra pessoa tocar nela daquela forma, me fez perder a razão."
"E o seu sorriso ao ser tocada fez meu coração doer"
"O ciúme era absurdo, não conseguia me controlava"
"Fiquei cego de ódio e fui um canalha cruel!"
"Comecei a alisar o seu corpo, fiz o mesmo que o garoto, meti a mão por debaixo do vestido colado dela!"
"Meus dedos encontrou uma bucetinha depilada, quentinha e babando muito."
"Puxei os dedos e saboreie o seu mel"
"Não perdi tempo, pus ela de bruços no meu colo e ergui seu vestido, encontrei uma calcinha fio dental, naquele rabo imenso e convidativo."
"Já desferindo inúmeras palmadas, em seu traseiro lindo, sem piedade alguma."
"Ela chorava" e "eu nem me compadeci", pois estava "cego de ciúmes" por ela "ter permitido outra pessoa tocar em sua intimidade."
"Então, depois de dar muitas palmadas, comecei a masturbar ela com muita raiva e tesão."
"Conforme eu acelerava a masturbação, Seu choro cessou e ela começou a gemer baixinho."
"E eu me deliciei e fechei os meus olhos."
"Seus gemidos foi se tornando cada vez mais intenso e alto, e ela cada vez mais encharcada."
"E eu me empolgando cada vez mais"... "Meus dedos deslizavam furiosamente agora" e "seus gemidos se tornaram gritinhos, mas não muito alto."
"E eu cada vez mais empolgado e excitado, com essa reação dela," (nisso), "meus dois dedos escorregaram e entraram com tudo, na sua bucetinha", "pois estava muito babada" e " com eles eu tirei sua virgindade naquele momento."
"Seu grito foi impedido no mesmo instante, com minha outra mão", "tampando sua boca", e "seu choro veio com tudo, naquele mesmo instante."
"E eu como um covarde, fiquei apavorado".
"Por isso tampei sua boca", para que seu grito não fosse ouvido pela minha esposa e meu filho."
"Um remorso muito grande se apoderou de mim!"
"Então, chorei junto com ela, eu estava com ela, ainda de bruços em meu colo."
"Juro que não queria tirar a sua virgindade daquela maneira".
"E naquele momento me veio a mente, todas as vezes que eu forçava a barra e ela tentava se esquivar."
"E então, forçava mais ainda, até ela ceder, zangada, mas conformada."
"Eu a ergui e peguei ela em meus braços e pus ela sentada em meu colo e comecei a fazer carinho em seu rostinho lindo."
"Então, depois de ficar um pouco mais calma, me olhou nos olhos, com os seus vermelhos e cheio de lágrimas."
Disse:
Sabe o que é mais insano, papai?
Você brigou com meu namorado por ele me tocar.
Aí, em seguida você vai e faz pior.
Ele, pelo menos, só me tocou.
Você destruiu minha virgindade tocando.
Estou muito decepcionada com você, e triste também
"Paizinho, por que você fez essa maldade comigo?"
"Ela, ficou me olhando e esperando minha resposta, que nunca veio."
"Eu, não conseguia responder, pois estava com muita dó e o remorso me corrói com força total."
"Eu, só chorava copiosamente."
"Errar faz parte da nossa condição humana, mas não me senti humano naquela hora."
"Naquele momento, me sentia um monstro desalmado."
"Um verme! Um lixo, de ser humano!"
"E estava com uma vontade terrível de tirar minha própria vida."
"Por ter feito, terrível dano a pessoa que mais amava"
"Naquele momento eu soube, que não merecia ela como filha."
Pois, apesar de tudo, minha doce e carinhosa, princesinha, se compadeceu da minha tristeza sincera."
"E, tentou me acalmar!"
"Com seu jeitinho meigo e bondoso!"
"Não, chore, paizinho!" "Não fique triste!"
"Eu, sei que foi um acidente!"
"Você não tiraria, minha pureza desse jeito, não é mesmo?"
"Ela, ficou me olhando e esperando minha resposta, que nunca veio."
"E eu me arrependi, mas o estrago já estava feito."
Pai! Agora que... Agora que perdi minha virgindade nos seus dedos... Você bem que poderia me ensinar algumas coisas, né?
Que coisas, filha? Eu estou tão abalado... Que meu pau não vai subir!
E... Depois, de tudo, oque aconteceu nessa noite... Você ainda me quer? – perguntou Alfredo.
Você... Você me perdoa?
Perdoar... Eu não perdoo, no momento!
Mas... Você pode se redimir!
Redimir? Redimir como?
Fazendo da forma certa, dessa vez... Você tirou minha virgindade com seus dedos... Agora que estou aberta... Você pode incerir o seu pau!
Era, para ter sido ele, há muito tempo atrás... Mas, você sempre se esquivou!
Agora não tem mais desculpas!
Mete a rola, na minha racha, porra!
Faça, certo dessa vez! – disse sua filha, determinada a se redimir daquela situação...
Naquele momento, Alfredo está de pé, mas descobre que seu pau vai ter dificuldade para ficar ereto.
Devido ao choque de ter deflorado, sua filha com seus dedos.
O que o fez entrar em pânico, o que aquela jovem que está diante dele pensaria de um velho como ele que nem sequer consegue ficar duro antes de colocá-la?
"Desculpa, filha, não posso!" Disse seu pai, tomado por um medo de fazer feio e a primeira vez da filha ser broxante, literalmente falando.
E imediatamente entrou para a cozinha, passou pela sala, subiu as escadas foi para o seu quarto.
Não conseguiu, dormir naquela noite... Virava de um lado para o outro, com a cabeça fervendo, com várias emoções, principalmente um remorso muito grande.
Ficou, mais de uma hora deitado, lutando contra a insônia e contra seus pensamentos.
Então, resolveu se levantar, tomar um copo d'água e depois fumar na varanda.
E fez isso, então... Estava fumando, com os pensamentos longe.
Foi, quando, surgiu Amanda, atrás dele, que ao falar... Ele deu um pulo de susto!
Filha? Por que você está acordada ainda?
Oque você acha? Você realmente, acredita que eu vou conseguir, dormir essa noite?
Filha me perdoe, meu amor!
Eu realmente, sinto muito!
Eu, fechei os olhos... E me empolguei, com seus gritinhos!
Acelerei a masturbação e deu no que deu!
Doeu muito?
Mas, é claro que doeu, porra!
Você literalmente me rasgou com os dedos, de forma brusca!
A dor foi intensa e vi estrelas naquele momento!
Poxa! Perder a virgindade eu já tinha pesquisado e sei que doeria... Mas... Daquele jeito?... Foi foda, papai!
Está ardendo até agora!
Espera um instante... Tenho um anestésico, bom e vou te dar para você passar algumas vezes, até melhorar.
Até amanhã a tarde já estará saudável.
Alfredo foi no quarto e pegou uma pomada, de por em machucados, causado por pancadas sofridas ou quedas.
Entregou na mão da filha e se virou para voltar ao quarto.
Amanda frustrada, perguntou:
O que houve, papai? Você está com raiva de mim? – Disse preocupada.
"Não, não, não é com você, Amanda, sou eu! Eu pisei na bola!" disse seu pai, virando-se e fugindo como um covarde.
"Não, pai, espera!" disse sua filha, saindo atrás dele."
Amanda não entendia nada, ela só queria conversar um pouco.
A madrugada estava tão quente que Amanda que ficou deitada nua na cama, sem conseguir dormir.
Então, resolveu se masturbar suavemente, depois do incidente do pai, ela só queria esquecer tudo e relaxar um pouquinho.
Mas, enquanto se masturbava, pensava no irmão.
Apesar de tudo, ela estava com muita vontade de finalmente ter a sua primeira vez.
Antes de tudo acontecer, ela talvez deixaria o seu namoradinho ser o felizardo a desvirtuar sua pureza.
Mas, com os acontecimentos recentes e a perda brusca de sua virgindade... Agora ela estava em dúvida, em um momento queria que fosse o pai e em seguida queria que fosse o seu irmão a ser o primeiro homem a entrar nela.
Depois de ver o pauzão do irmão, não consegue esquecer.
Mas, ela ainda não desistiu do pai!
Era um final de semana e Alfredo está bebendo desde de cedo, após a esposa e Lipe sair de casa, para ir na casa da sogra.
Amanda está fazendo um trabalho da faculdade nesse dia.
Chegou, após a mãe e o irmão sair, não se despediram dela.
Amanda pôs um biquíni e foi ficar com o pai no fundo do quintal.
Já aproveitou pra tomar um pouco de sol a tarde, pois sua pele é um pouco sensível.
Seu pai já se aproxima da filha e dá um abraço por trás nela, e ela fica sem reação, um pouco excitada, mas temerosa, pelo fato do pai estar bebendo muito.
Continua...
Por Fazedor de Cornos.
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