Família Richards: Mundo só de homens - 2
Um mundo onde que só existem homens, vamos ver a vida e o cotidiano da familia Richard e a putaria.
Roger saiu vinte minutos depois, de calça social e camisa social aberta no peito, a barba ainda úmida do banho rápido. Beijou Guilherme na boca, deu um tapa leve na bunda dele e foi embora de carro.
Assim que o portão fechou, a casa ficou em silêncio por alguns segundos.
Guilherme ainda estava só de camiseta larga. Os peitos pesados marcavam o tecido, o pênis balançava livre entre as coxas peludas enquanto ele andava pela cozinha recolhendo os pratos. Os três filhos ainda sentados à mesa, todos de cueca, terminando o café.
— Levanta, turma — falou Guilherme, a voz calma. — Aula começa às oito e meia. Vou levar vocês.
Jonas bocejou, se espreguiçou e levantou. O pau ainda estava semi-dura dentro da cueca preta, mas ele não se importou. Rafael e Magnus fizeram o mesmo.
Os três subiram para pegar as mochilas e vestir as roupas "sem bater punheta vamos logo" avisou o pai. Guilherme foi atrás, ainda nu da cintura para baixo. No quarto principal ele tirou a camiseta, ficou completamente pelado por um instante, o corpo voluptuoso iluminado pela luz da manhã que entrava pela janela. Depois puxou uma regata branca fina e uma bermuda de moletom larga. Os peitorais grandes ainda marcavam bastante por baixo da regata, e a bermuda ficava baixa nos quadris, mostrando o começo da virilha peluda.
Desceu de novo.
Os três filhos já estavam na sala. Jonas de shorts e regata, Rafa só de shorts e camiseta. Magnus de bermuda e um casaco. Todos com as mochilas no ombro.
— Vamos — disse Guilherme.
Eles saíram pela garagem. O ar da manhã ainda estava fresco e frio, mas não o suficiente para incomodar. Guilherme abriu o carro — um SUV preto espaçoso — e os três filhos entraram. Jonas no banco da frente, Rafael e Magnus atrás.
Enquanto dirigia pelas ruas do subúrbio, Guilherme ia conversando naturalmente:
— Magnus, hoje você tem prova de cálculo, né?
— Tenho.
— Rafael, não esquece o trabalho de história.
— Já tá na mochila.
— E tente, tenta não dormir na primeira aula de novo Rafa.
Jonas riu no banco da frente, a mão descansando distraída na coxa, a rola marcada no shorts. Ele é muito notavel na faculdade só notas altas e sem problemas.
A cidade já estava mais movimentada. Nas calçadas, homens de todos os tipos andavam: alguns completamente sem camisa, só com chinelo e mochila; outros de shorts curtos; alguns de calça e camisa por causa do ar-condicionado dos prédios. Um fêmea alto e peitudo passava empurrando um carrinho de bebê, com aquelas calças que mostras a bunda, teve um que a rola macia balançando entre as pernas. Ninguém olhava duas vezes. Era só mais uma manhã comum.
Guilherme parou o carro em frente ao grande campus da universidade.
Jonas desceu.
— Beijo — falou Guilherme, ainda com a mão no volante.
Jonas se inclinada e beijou o pai na boca sentindo a língua quase ficando duro de novo. E o pai dirigiu para a escola do outros filhos. De um tempo chegaram e os filhos descem mas antes do beijo na boca de cada um, Magnus ainda precisava saber beijar ele ficou por mais tempo nos beijos e a rola ficando duro, era um tarado igual o outro pai. E eles entraram pelo portão grande, misturando-se aos centenas de outros jovens que caminhavam pelo pátio, muitos semi-nus, outros vestidos, todos indo para as aulas.
Guilherme ficou alguns segundos olhando. Depois suspirou, ajeitou a regata que tinha subido um pouco nos peitos, engatou a marcha e virou o carro de volta para casa.
A manhã ainda estava só começando.
Primeiro começou pelos quartos dele e de Roger e o banheiro do segundo andar. Usava um avental e luvas e nada mais. Depois o quarto de Jonas, filho era limpo sem muita bagunça parecia que nem era filhos deles. Já os outro minha, "nossa senhora" era uma bagunça Rafa e Magnus eram bem porcos, cuecas usadas usava molhadas, roupas jogadas, o PC ligado e o guarda roupa aberto. "Você quis uma familia você aquente isso " disse Gui para si, varreu de baixo da cama tirando poeira e bateu em algo duro. Ele baixa e pega lá no escuro e vê, era um copo de vidro transparente. Dentro, um líquido branco já seco nas paredes, grosso, com crostas nas bordas. O cheirou de leve e fez uma careta divertida.
— Moleques imundos…
Deixou o copo ali mesmo. Depois ia perguntar.
Desceu depois da limpeza, ainda semi-nu, e começou a passar o pano no chão da sala quando o celular tocou. Era Roger.
Guilherme atendeu, colocou no viva-voz e continuou limpando, a bunda virada para cima enquanto ajoelhava pra limpar em baixo de uma comoda.
— Fala, marido.
A voz grave de Roger veio do outro lado:
— Você não vai acreditar. O gerente se demitiu ontem à noite. Acabaram de me chamar na sala da presidência. Parece que eu sou o novo Responsável por um departamento inteiro na porra da empresa.
Guilherme parou o pano no meio do movimento, os peitos balançando levemente.
— Sério?
— Sério!
Guilherme sorriu, sentou no chão frio e abriu as pernas, a rola macia descansando contra o piso
.
— Então agora eu sou casado com o gerente? Que luxo, hein.
Roger riu do outro lado.
— Pode falar. E não estraga a casa enquanto eu não chego. Te vejo mais tarde.
— Quer sair mais tarde?
— Hoje não. Podemos ir amanhã.
Gui falou que podem ir no resturante caro perto do parque. E Roger só concordou e mandou usar um roupa bem gostosa e deligou.
Guilherme ainda estava no chão quando a campainha tocou. Ele se levantou sem se cobrir, abriu a porta e encontrou o vizinho do lado, Sullivan, 38 anos, fêmea alto, peitorais pequenos, barriga macia, barba por fazer.
— Gui, você tem uma xícara de leite? Acabou o meu e não queira ir ao mercado estou fazendo um bolo.
Guilherme deu passagem com a cabeça.
— Entra. Tá na geladeira.
Sullivan entrou como se fosse a própria casa, a bunda larga balançando. Guilherme foi até a cozinha, tirou a caixa de leite e encheu uma xícara grande. Entregou. E ele olhou o corpo nu de Guilherme de cima a baixo e comentou sem malícia:
— Você tá mais gordo da bunda, hein. O Roger deve tá comendo bem.
Guilherme deu de ombros.
— Ele come. E agora parece que virou o o gerente da empresa.
Sullivan assobiou, e fez um comentario que Roger esta muito bem nessas semanas e foi embora com um “obrigado, vizinho”, a bunda balançando enquanto atravessava o jardim de volta.
Guilherme fechou a porta, voltou para a limpeza e só parou depois de terminar o almoço, frango, feijão, arroz usava o avental rosa com babados na cozinha. E sentado na cadeira, as pernas abertas vê que terminou tudo e agora ele se vestiu de novo: regata fina e bermuda. Pegou o carro e foi buscar os filhos.
O campus já estava esvaziando. Jonas estava com um cara moreno e eles se despedem, o filho sõ entrou sem dizer nada. Na escola de Rafael e Magnus os filhos já estavam na frente e entraram no SUV um atrás do outro, jogando as mochilas no banco de trás. Os dois claramente com tesão.
— Pai eu posso bater uma punheta no carro? — pediu Magnus.
— Pode, mas usa um lenço pra não voar em tudo que e canto.
A mão já descendo para a própria coxa, apertando o volume que crescia na calça. Desabotoou a calça com movimentos calmos, puxou o zíper. O pau grosso, já semi-duro, saiu pela abertura da cueca. Ele puxou a pele para baixo, revelando a cabeça rosada, e começou a masturbar devagar, o polegar passando pela fenda, espalhando o pré-gozo que já pingava.
.
Guilherme engatou a marcha e saiu.
Rafa mexia no celular e e alisava o pau por cima, Jonas escutava musica olhando pra janela. E Magnus apertou o pau com mais força, a mão subindo e descendo em um ritmo constante, os dedos apertando a base a cada subida. A cabeça brilhava de lubrificação. Ele soltou um gemido baixo, profundo. A única coisa que se escutava era o barulho molhado da punheta no carro. Guilherme estava ficando com a rolinha dura, e as vezes via pelo retrovisor do carro o filho de 14 anos ainda magro bater punheta ali.
— Vai gozar pra mim? — perguntou o pai, em tom de diversão.
— Se o senhor deixar?
Bem agora Guilherme não podia estava dirigindo. E fala que se ele segurar pode bater uma punheta pro filho em casa ou ele prefere gozar ali mesmo. Magnus estava vermelho, e a cabeça do pinto também, e parece que falar isso deixou com mais tesão e um gemido! Quando os primeiros jatos saíram, espessos, caindo sobre a mão e a barriga, alguns foram pra frente do carro sujou o cambio. Ele continuou masturbando enquanto gozava, espremendo até a última gota, o pau ainda pulsando. Todos no carro estava com tesão e orelhas quentes e rostos.
— Oh filho, eu te disse pra usar um lenço.
O filho ri ainda com pau na mão. E discretamente Gui passou a mão no cambio manual e levou as gotas de sêmen na boca e provando. O cu piscou e o pau duro.
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A casa ficou barulhenta assim que todos chegaram juntos.
Os três filhos jogaram as mochilas no sofá e foram direto para a cozinha beber água. Guilherme tirou a roupa e ficou de cueca ainda no corredor, e foi preparar uma janta rápida: carne moída com molho, arroz e salada. Roger subiu só para tirar o terno e desceu de short preto e nada mais, a rola grossa marcada no tecido, a barba ainda perfeita, o corpo tesudo e com fome.
Sentaram os cinco na mesa grande da cozinha.
O clima estava leve, mas carregado. Jonas comia em silêncio. Rafael e Magnus trocavam olhares divertidos. Guilherme servia o arroz com a rola balançando toda vez que se inclinava. Theodoro mastigava devagar, olhando o marido de canto de olho.
No meio da refeição, Guilherme falou como se estivesse comentando o tempo:
— Rafael e Magnus… aquele copo branco no seu quarto. O que era?
Os três filhos pararam de mastigar ao mesmo tempo.
Rafa engasgou leve no arroz, a orelha ficando vermelha. Magnus baixou a cabeça disfarçando um sorriso. Tomás só arqueou uma sobrancelha.
— Era… porra, pai — respondeu Magnus, tentando soar natural. — Batemos punhetas as vezes é pra fazer um desafio quem perder bebe.
Guilherme assentiu, sem drama nenhum, e continuou comendo.
— Da próxima usam logo ou joguem fora. Tava com crosta já.
Roger engoliu a carne, pousou o garfo e olhou direto para o marido, a voz grave e baixa:
— Depois da janta a gente pode conversar uma coisa?
Guilherme sorriu de canto, a rola dele já começando a endurecer sob a mesa.
— Pode ser. Mas come direito. Você vai precisar de energia.
Jonas soltou uma risada curta. Rafael e Magnus se entreolharam e voltaram a comer, tentando disfarçar.
A janta continuou. O ar estava quente. E todo mundo na mesa sabia que, assim que os pratos fossem lavados, o casal ia subir e a casa ia ficar barulhenta de novo. Sexo e talvez ao mais proibido.
Desculpe pela demora pra postar mais, eu trabalho em mercado faço faculdade e ás vezes não tenho disposição pra nada :
Mas aqui esta, tenho muitas ideias bem perversas para escrever e compartilhar!
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