Minha família 7 final
Na manhã seguinte acordei e a cama de Bia estava vazia. Olhei o celular: 9h. Levantei e fui até a sala. Ela estava sozinha no sofá, as pernas recolhidas, o olhar baixo. O semblante dela carregava algo pesado, triste.
— Cadê a mãe?
— Foi pro mercado com o Ruan.
Sentei ao lado dela. Antes que eu falasse qualquer coisa, ela puxou o ar e disse, a voz baixa:
— Preciso te contar uma coisa.
Ela contou. Contou tudo sobre a noite anterior. Que não queria. Que Ruan a ameaçava. Que ele tinha um vídeo. O vídeo da nossa primeira vez. Aquele momento em que eu a fodi pela primeira vez, quando ainda tinha sangue no meu pau. Ele tinha filmado. E disse que, se ela não fizesse o que ele quisesse, ia mostrar pra nossa mãe.
Um frio subiu pela minha barriga. Raiva quente, suja, apertou meu peito. Lembrei do dia do churrasco. Lembrei dele abrindo a blusa dela pro amigo. Lembrei dele fodendo ela na minha frente enquanto eu fingia dormir. Filho da puta.
Bia começou a chorar. Os ombros tremiam. Eu a puxei contra o peito e a abracei forte.
— Ele fez mais alguma coisa? — perguntei, a voz rouca.
Ela negou com a cabeça, enfiada no meu pescoço.
— Não… eu só fiz porque… por causa da gente. Eu não quero mais ele. Eu só quero fazer com você, Teu…
Aquela frase matou a raiva na hora. No lugar dela subiu um tesão denso, quente, que desceu direto pro pau. Minha mão, que ainda a abraçava, deslizou devagar pela barriga dela até encontrar o meio das coxas. Ela usava só uma camiseta larga e a calcinha. Toquei a bucetinha por cima do tecido fino. Já estava quente. Já estava úmida.
Ela ergueu o rosto. Eu beijei ela. Devagar no começo, depois mais fundo, a língua entrando, chupando o lábio dela. O beijo ficou molhado, barulhento. Enquanto isso minha mão apertava a calcinha contra a fenda, sentindo o calor e a umidade se espalharem. Bia gemeu dentro da minha boca e desceu a mão, apertando meu pau por cima do short. O volume já estava duro, latejando.
Ela puxou o elástico do short pra baixo. Meu pau saltou livre, a cabeça vermelha e brilhante de pré-gozo. Bia parou de me beijar só pra olhar. Ficou alguns segundos só observando, a respiração pesada. Depois ergueu os olhos pra mim.
— Você gosta quando eu faço isso…?
A mão dela já subia e descia devagar no meu pau, apertando na subida.
— Sim… — sussurrei.
Ela abaixou a cabeça e engoliu a glande. A boca quente, molhada, apertada. Ainda sem muita experiência, mas o jeito que ela chupava — lento, com a língua passando por baixo, a mão apertando a base — me fez revirar os olhos. Eu estava nas nuvens. Pena que durou pouco. Ela parou, a boca brilhando, e eu a puxei pra cima de mim.
Fiquei com o rosto na altura dos peitinhos dela. Puxei a camiseta pra cima e chupei um mamilo, depois o outro, mordendo de leve. Bia gemia e roçava a buceta molhada no meu pau, sujando a barriga dele com o próprio tesão. Eu estava doido pra entrar nela.
Soltei o peito, puxei a calcinha dela pro lado e segurei o pau apontando pra fenda. Ela segurou meu rosto com as duas mãos, olhou nos meus olhos e foi sentando. Centímetro por centímetro. Apertada. Quente. Escorregadia. Mesmo depois de ter dado pro Ruan, que tinha o pau maior, ela ainda me apertava como se fosse a primeira vez. Quando chegou até o fundo, parou, ofegante, e voltou a me beijar.
Começou a subir e descer devagar. Era a primeira vez que a fodíamos naquela posição. Eu queria beijar a boca, chupar o peito, apertar a bunda… tudo ao mesmo tempo. Coisa de quem ainda estava aprendendo o corpo um do outro. Então ela colocou as duas mãos no meu peito, endireitou a coluna e começou a cavalgar de verdade. Os peitinhos balançavam na minha frente, os mamilos duros apontando. Eu segurei a bunda dela com as duas mãos e apertei forte, abrindo as nádegas enquanto ela descia.
— Aí, Teu… aí, irmão…
O gemido dela saiu rouco, molhado. Por mim eu ficaria ali pra sempre. Ela se inclinou de novo, me beijou fundo, e eu a abracei pela cintura, impedindo que ela se levantasse. Passei a ditar o ritmo. Metia pra cima com força, fundo, ouvindo o barulho molhado da buceta dela engolindo meu pau. Os gemidos dela no meu ouvido me deixavam louco. Acertei o ângulo e comecei a foder mais forte, mais rápido.
Quando senti o orgasmo subindo, tirei. Levantei rápido, o pau latejando, e falei:
— Abre a boca.
Bia obedeceu na hora. Ajoelhou na minha frente, abriu a boca e pôs a língua pra fora. Gozei. Jatos grossos e quentes acertaram a língua, os lábios, o queixo. Mais jatos. A boca dela ficou cheia, a porra escorrendo pelo canto. Ela olhou pra cima, o rosto sujo, e sorriu. Depois segurou meu pau ainda pulsando e chupou devagar, limpando tudo, engolindo o que restava.
Quando terminou, pegou a roupa e saiu correndo pro banheiro. Eu só puxei o short de volta e fiquei sentado no sofá, o corpo mole, a respiração ainda descontrolada.
Quarenta minutos depois minha mãe e o Ruan chegaram. Eu já tinha tomado banho.
Depois daquele dia, quase sempre que podíamos, a gente fodia. No sofá, no banheiro, no quarto no meio da tarde, escondidos. Com relação ao Ruan e às ameaças… Bia ainda teve que dar pra ele mais duas vezes. Depois bateu de frente. Disse que não ia mais. Ele não insistiu. Parou de me procurar com aquelas propostas sujas. E eu nunca mais vi nada da minha mãe com ele.
Mas ter a Bia já era o suficiente.
A gente continuou fodendo até ela entrar pra faculdade. Lá ela começou a namorar. Resolvemos parar e na nossa última foda com ela já namorando ela deixou que eu fosse o primeiro a comer o seu cuzinho. Minha mãe se separou do Ruan dois anos depois daquela noite em que ele comeu a Bia na minha frente.
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