Daniel
Daniel (Daninho) era um menino de seus quinze anos, delicado, de pele muito branca e gorduchinho. Assim que sua mãe enviuvara de seu pai já doente há anos, foram morar numa média cidade do interior paulista, onde sua mãe passou a exercer sua profissão de enfermeira no Hospital Santa Casa da Misericórdia. Como já passara da metade do ano letivo decidiram que ele começaria no colégio local, a partir de fevereiro do próximo. Logo Daninho conheceria as amigas de sua mãe, especialmente Solange, uma negra alta e esguia que usava calças impressionantemente colantes, mostrando os seios pequenos e pontudos e as reentrâncias de sua xoxota e de seu cuzinho magro, e Diva, na realidade Divinéia, nome que detestava, uma morena nordestina baixinha que tinha, como dizia Solange, fogo no cu. Eram todas enfermeiras, ou auxiliares, como sua mãe, e adoraram Daninho. Era comum ficarem até tarde bebendo cervejas e conversando quando calhava de nenhuma delas estar de plantão, e as conversas sempre descambavam para a sacanagem. Enquanto Daninho via TV procuravam maneirar o assunto, ou falar baixinho, ou o que elas pensavam ser inaudível para ele. O menino fingia interesse na TV enquanto olhava para o decote sempre generoso de Diva e as formas marcadas e a curvinha do púbis e o cofrinho de Solange, em suas calças de lycra com a cintura baixa, escondendo sua ereção com uma almofada. Numa das noites, ao despedir-se, Solange percebeu e piscou para ele...
Logo Daninho percebeu os olhares cobiçosos dos vizinhos sobre sua mãe e suas amigas e com isso despertou sua curiosidade sobre aqueles homens rudes e fortes... Imaginava seus pintos, seriam grandes e grossos, como falava Solange? As deixariam dias sem sentar direito como reclamava Diva? Seriam quentes e macios, como ouvira de sua mãe?
Sua mãe evitava levar seu namorado para casa. Ia a motéis e mesmo drive-ins. Mas numa noite, ao sair de um baile afogueada, viu-se em situação difícil... Era fim de mês e nenhum dos dois amantes tinha dinheiro. Como fosse já meio da madrugada, ela levou o homem para sua casa. Entraram pé ante pé para não acordar Daninho que dormira no sofá vendo TV e foram para o quarto. Daninho acordara, mas, como aprendera para ouvir as conversas femininas, não deu mostras disso, seguindo com os olhos sua mãe arrastar pelo braço aquele homem enorme. No quarto ambos tiraram a roupa com pressa e logo se ouviam os contidos, mas inevitáveis, gemidos de prazer, que foram a senha para que Daninho se levantasse e fosse olhar pela fechadura. Na penumbra, ele pôde ver o corpo roliço da mãe sentado à beira da cama e empunhando o pau do homem desconhecido... Era a primeira vez que ele via uma mulher nua e também um pinto ereto... O caralho do homem era bem grande e pareceu imenso para ele, o homem era enorme, encorpado, muito peludo e barbudo, deveria ter 1,90m de altura sua mãe levou o cacete à boca e mamou com carinho... Daninho masturbava-se e não sabia qual corpo olhar, que sensação imaginar... Chupar ou ser chupado... Confuso.
Depois de chupar por alguns minutos, sua mãe pôs-se de quatro na beira da cama e empinou suas nádegas carnudas para o amante. O macho ajoelhou-se e lambeu a xoxota e o cuzinho da mãe de Daninho.. depois levantou-se e meteu em sua xoxota molhada. Bombou mais algum tempo e retirou a pica latejante da buceta e encostou-a no cuzinho dela, que teve que morder o travesseiro para não gritar e acordar o filho. As metidas atrás foram mais agressivas, o corpo dela era arremessado para frente, mas o homem não tardou a gozar, esparramando-se sobre o corpo entregue da mãe do menino. Daninho não conteve o gozo, melando a porta do quarto da mãe.
No dia seguinte Daninho saiu cedo para não encontrar com sua mãe, que estava de folga. Caminhara para uma parte mais vazia de uma praça do bairro bem arborizada e lá viu um rapaz negro exibindo uma ereção sob uma calça preta de tecido fino. Pela primeira vez Daninho titubeou e o rapaz fez um movimento com a cabeça chamando-o para irem atrás de um denso arbusto, Daninho o seguiu sem saber muito bem o porquê e lá o encontrou com o caralho preto em riste. Daninho aproximou-se hipnotizado pelo cacete do rapaz negro que, se não era do calibre do namorado da mãe, era bem grande... Daninho pegou na pica, arrancando um suspiro do parceiro, e sentiu a maciez e calor de que falavam as mulheres em sua casa... o rapaz deu um passo à frente e segurou a cabeça de Daninho com decisão, mas antes que pudesse esboçar uma decisão consciente Daninho já estava ajoelhado e mamando carinhosamente aquela pica, como fizera sua mãe... Não demorou nada para que o rapaz ejaculasse, levando o Daninho a engasgar-se e golfar a porra pelo queixo, sob um riso de prazer do negro que apenas se aproximaria, limparia a ponta da pica na camiseta branca de Daninho e se afastaria, tudo sem uma palavra...
Daninho correu dali para a casa, no caminho lembrava de uma das conversas das mulheres em sua casa, em que Solange confessara gostar de engolir a porra de alguns homens, sob a crítica de sua mãe e Diva, lembrava bem das palavras da negra, que causara risos nas outras: - Sou magrinha, não preciso fazer dieta de leite. Envergonhado e entontecido deu de cara com um vizinho, que, percebendo o desnorteio do menino perguntou se ele estava bem... Daninho nem respondeu e entrou célere. Sua cabecinha estava a mil... As conversas femininas, as cenas com sua mãe, o assédio do rapaz na praça. O menino tomou um banho como que para livrar-se do incômodo de haver feito algo que sabia errado. Lavou a boca e o rosto com cuidado e devagar... Mas não se esquecia do gosto, do pinto duro macio do rapaz negro, do leite de gosto estranho, mas não ruim. A partir daquele dia ele notou que um Sr. que morava em frente a sua casa vivia de bermuda, sem camisa e com uma ereção marcada, quando ele passava.
Passaram-se alguns dias e Daninho já refeito das emoções vividas, resolveu voltar até aquela parte da praça onde encontrara aquele rapaz, na esperança de revê-lo novamente. Era uma manhã de domingo e tudo estava deserto, mas ao se aproximar da área em questão ele viu um homem robusto encostado em uma bicicleta. Um homem negro, corpulento, com os cabelos quase raspados, com o rosto em forma de quadrado e com um bigode aparado que descia entre os cantos da boca. Trajava uma camisa de cor acinzentada com vários botões abertos onde se notava um peitoral desenvolvido com poucos pelos e uma calça de tecido de poliéster ou tergal ja surrada, bem mais justa pelo tempo de uso, onde uma pica ficava bem evidenciada. Ao passar por ele, Daninho recebeu uma piscada de olho enquanto a pica era manuseada sob a calça, Daninho continuou seu andar, agora trôpegos e com o coração a mil. Logo ele foi alcançado pelo homem que sem meias palavras o convidou para irem até um quartinho nos fundos de uma chácara onde ele trabalhava..Ele subiu no cano da bicicleta ficando praticamente colado ao corpo do homem e partiram para um subúrbio próximo a seu bairro. Lá chegando e já dentro do quartinho, Daninho foi abraçado e encoxado durante algum tempo, ele sentia os pelos peitorais do homem em suas costas e a imensa ereção em suas nádegas enquanto era habilmente despido pelo homem. Com a mão em seu pescoço ele foi conduzido para mamar e caiu de boca na jeba preta bem maior e mais grossa que a do outro rapaz. E o homem perguntou: - Voce já está dando o cu? - Não, disse Daninho... Quer me dar ele? perguntou o homem. Daninho perguntou se ele achava que ele aguentaria. O homem foi seco: - Aguenta até três, com essa bundona toda. Daninho, envergonhado: — Mas se machucar?… O homem: - Você aguenta…, já comi muito viado, reclamam mas aguentam. - Fica de quatro... E Daninho se pôs de quatro... O homem umedeceu com a língua o cu sentindo que todas as pregas estavam intactas: - Má num é que ele é virge memo!
Depois dos negaceios instintivos de Daninho e um quase arrependimento do macho por tentar come-lo, a cabeça saltou para dentro do cu de Daninho que gemeu alto. O gemido pareceu pouco para o macho, e veio à mente o estupro que, ali, inconscientemente, parecia culpa de Daninho, por te-lo feito se apaixonar por aquela bunda branca e carnuda, e o fez cravar sua rola imensa de uma só vez, arrancando um urro abafado por um soluço de choro que, então, o satisfez…, Daninho chorou; lagrimas caíram de seus olhos e molharam o lençol, só não gritou por medo de ser descoberto ali, com aquele homem. O negro bombou com força desmedida no cu do menino, tirando a pica inteira para ver o buraco aberto avermelhado, e voltando sem dó até o talo...Com o quartinho todo fechado e na certeza que ninguém ouviria, o homem não precisou calar a nova vítima, ao contrário, queria ouvir o grito quando rasgasse mais um cu... Segurou com toda a força a cintura de Daninho e fincou mais uma vez... Daninho jogou-se para frente na esperança de fugir e o homem foi junto, deitando-se sobre ele e mantendo a penetração com seu peso descomunal. Em cima, o lanço era menor, mas a força da metida era ainda maior, pelo peso do corpo... Não quis gozar logo, metendo por um bom tempo e rindo dos choramingos do garoto, quando iniciou o bate estaca, gozou no fundo de Daninho e sentiu as contrações involuntárias apertando seu pau... Quando se levantou, abriu as nádegas e apreciou o estrago no cu avermelhado melado de porra, sangue e merda. Entredentes disse: - Fiz mais um viadinho!
Daninho agora uma “fêmea” ainda perguntou quantos ele já tinha arregaçado, a resposta foi apenas um riso. Daninho saiu chorosa, mas voltou três dias depois em busca de rola...
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Comentários (1)
Beterraba: Só a foto salva kkkkk
Responder↴ • uid:13qwjxmxlbkg