Minha família 6
Nos dias seguintes Bia continuava carinhosa. Abraçava mais, encostava o corpo no meu, me olhava de um jeito que fazia meu pau latejar… mas não deixava nada além disso acontecer. Sempre que eu tentava ir mais longe, ela se afastava com um sorrisinho ou mudava de assunto. Aquilo estava me matando. Subia pelas paredes de tesão e frustração.
Na sexta-feira ouvi minha mãe e o padrasto conversando sobre amigos que viriam à noite para um churrasco. Mais tarde, quando já estava no quarto, minha mãe entrou e confirmou. Foi nesse momento que Bia apareceu na porta, só de toalha, o corpo ainda úmido do banho, os seios marcados sob o tecido branco, as gotas de água escorrendo pela coxa. Meu olhar desceu sozinho. Ela percebeu. Minha mãe falou sobre o churrasco e mandou ela se arrumar.
— Sai do quarto pra sua irmã se vestir — mandou minha mãe.
Uma tristeza quente me apertou o peito. Levantei olhando pra Bia. Ela sorriu discreto, quase provocante, como se soubesse exatamente o que eu estava sentindo. A porta fechou atrás de mim.
À noite, perto da chegada dos convidados, vi minha mãe saindo do quarto. Saia justa, blusa preta com brilhos que apertava os seios, deixando o volume pesado e o decote profundo em evidência. Estava linda. Gostosa. Os mamilos marcavam o tecido a cada passo.
Os amigos chegaram. Conversa alta, risadas, cheiro de carne assando. Fiquei no quintal comendo, mas a cabeça só pensava em Bia. Com minha mãe e o padrasto bebendo, era quase certo que eles fossem pro quarto foder e esquecessem de nós. Foi aí que notei: Bia não estava no quintal.
Perguntei pra minha mãe quando ela passou por mim.
— Acho que tá no quarto. O Ruan foi levar refrigerante pra ela.
Esperei Ruan voltar. Ele demorou. Demorou demais. Levantei e fui até o quarto.
A porta estava entreaberta. Olhei.
Bia estava sentada no colo de Ruan, que ficava na beira da cama. Do lado, Guilherme observava. O rosto de Bia estava enfiado no peito de Ruan. Ele levantava a blusa dela devagar, deixando os peitinhos firmes e os mamilos rosados à mostra. Olhou pra Guilherme e falou baixo:
— Pode pegar.
Guilherme hesitou um segundo, depois passou a mão nos seios dela, apertou, e enfiou a boca num mamilo, chupando com força. Bia empurrou a cabeça dele com um gemido abafado. Ruan riu e abaixou a blusa dela.
— Tá bom. Vamos voltar pro quintal.
Eles se levantaram. Eu corri pro banheiro antes que me vissem, o coração batendo tão forte que doía no peito. A imagem não saía da minha cabeça. Desde quando o padrasto deixava isso acontecer? Por que Bia permitia? Eu achava que ela era só minha. A raiva misturou com um tesão sujo e quente. Não com ela. Com Ruan. Com o fato de outro ter tocado o que eu queria só pra mim.
Quando saí do banheiro, a porta do quarto estava trancada. Entendi. Ela tinha trancado pra Ruan não voltar. Fui pro quintal e fiquei até quase todo mundo ir embora.
No final, a porta do quarto estava só encostada. Entrei. Bia deitada, fingindo dormir. Saí de novo e me deparei com minha mãe.
— Já tá na hora de dormir. Vai tomar banho.
Fiz o que ela mandou. Ela perguntou por Bia. Disse que estava dormindo. Quando saí do banheiro, já de toalha, ouvi um barulho de algo quebrando. Fui até a cozinha e olhei pro quintal.
Minha mãe estava sentada na cadeira de plástico. O padrasto em pé ao lado dela, o pau duro enterrado na boca dela. Ela chupava fundo, a mão apertando a base, enquanto ele puxava a blusa dela pra baixo e espremia os seios grandes que já estavam pra fora. O som molhado da boca dela engolindo o pau ecoava baixo. Ela tirou a boca, passou a língua devagar em volta da cabeça, deu um beijo molhado na cabeça e voltou a chupar. Meu pau endureceu na hora sob a toalha. Queria ser ele. Queria sentir aquela boca.
Voltei pro quarto. Bia estava toda coberta. Coloquei a roupa e deitei, fingindo dormir quando minha mãe abriu a porta pra conferir. Ela fechou de novo. Fiquei quieto, a mente girando entre a imagem de Bia sendo tocada e a da minha mãe mamando no quintal. Acabei pegando no sono.
Acordei de madrugada com um som abafado, úmido, rítmico.
Abri os olhos.
Bia estava completamente nua na cama dela, deitada de lado, olhando na minha direção. O escuro aos poucos revelou o segundo corpo atrás dela. Ruan. Ele levantou a perna dela e eu vi o pau grosso entrando e saindo da bucetinha apertada. O som era melado, molhado. O rosto de Bia estava contorcido. Doía. Mas a mão dela apertava o próprio peito com força, o mamilo espremido entre os dedos. Mesmo com dor, ela sentia prazer.
Ela soltou o peito, levou a mão pra trás e sussurrou:
— Tá doendo…
A voz de Ruan respondeu baixo:
— Só mais um pouco, tá?
Ela balançou a cabeça, confirmando. O som do pau dele entrando nela ficou mais molhado, mais fundo. Ele empurrou forte algumas vezes, depois tirou e gozou em jatos grossos por cima da bunda dela, sujando as nádegas e a lombar. Levantou, se ajeitou e saiu sem olhar pra trás, deixando a porta semiaberta.
Bia ficou parada. Não se mexeu pra limpar. A porra dele escorria devagar pela curva da bunda.
Levantei. Meu pau já estava duro pra caralho. Fiquei ao lado da cama olhando. A bucetinha dela aberta, brilhando, a bunda melada. Tentei ter pena. Tentei resistir. Não consegui.
Subi em cima dela, abri as coxas com os joelhos e enfiei o pau de uma vez só. Ela se assustou, o corpo inteiro retesou… depois relaxou quando reconheceu que era eu. A buceta estava quente, escorregadia. Deslizei fácil, fundo, sentindo o aperto dela me sugar.
Meti devagar no começo. O barulho molhado enchia o quarto. Então ouvi a voz dela, quase um sussurro:
— Faz com força…
Obedeci. Segurei a cintura dela e comecei a foder de verdade, fundo, batendo a pelve na bunda melada. O gozo de Ruan ainda escorria nela, misturando com o meu pré-gozo. O apertado dela, o calor, o fato de estar entrando logo depois de outro… não aguentei muito.
Tirei no limite e gozei em jatos quentes por cima da bunda dela, misturando minha porra com a dele. Capotei ao lado, o peito subindo e descendo descontrolado, os pulmões queimando.
Foi aí que veio a cereja.
Bia se virou, desceu o corpo e engoliu meu pau ainda sujo, ainda latejando. A boca quente e molhada desceu até a base, a língua passando na cabeça sensível. Um calafrio violento percorreu minha espinha. Ela chupou devagar, suja, sem nojo, limpando a mistura dos dois com a boca.
Quando parou, deitou do meu lado, a respiração ainda irregular.
— Vai pra sua cama…
Respirei fundo, levantei as pernas tremendo e voltei pra minha cama. Em questão de segundos, o cansaço me pegou e eu apaguei.
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Comentários (1)
Fazedor de Cornos: Quer dizer que o filho Viu o pai estuprando a irmã e ficou calado, que nem uma putinha esperando sua vez. Tinha que dar o flagra e revelar para a mãe dele. Ele é menor e a irmã também 😑 Já o pai é um cafajeste que além de comer a menina a força, ainda ofereceu ela pro amigo chupar os peitinhos. Se sair outro capítulo, o pai vai comer o cuzinho da filha e por o enteado frouxo para limpar o pau dele com a boca. E depois compartilhar a filha com os amigos, fazendo uma suruba, com a coitada.
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