Patricia E o padrasto
Patricia quer dar para o padrasto e vai conseguir
No começo, eu realmente acreditei que Patrícia só estava se sentindo em casa.
Ela sempre fora reservada comigo. Educada, respondia quando eu perguntava, participava das conversações nas refeições quando o assunto lhe interessava. Mas havia entre nós uma distância que eu mesmo alimentava com cuidado. Eu era o marido da mãe dela. Ela era a filha. Ponto final. Eu me lembrava disso todas as vezes que a via atravessar a sala de shortinho curto ou camisola fina. Eu desviava o olhar. Eu me levantava e ia para o quarto. Eu me dizia, em voz baixa, que era só isso: respeito. Que eu não era o tipo de homem que atravessava aquela linha.
Foi depois que a mãe começou a viajar a trabalho com mais frequência que as coisas começaram a se deslocar de verdade.
Patrícia passou a andar pela casa de camisola fina, quase transparente. O tecido grudava nos seios pesados, marcava os mamilos escuros e o contorno da calcinha. Quando se inclinava para pegar algo no armário baixo, o tecido subia e eu via a curva das nádegas, a fenda da calcinha fina se enterrando entre elas. Ela não se cobria. Ficava ali, de costas, mais tempo do que precisava, como se esperasse que eu olhasse.
Eu olhava.
E depois me odiava por olhar.
A primeira vez que ela se esfregou em mim foi no corredor, à noite. Eu saía do banheiro de toalha na cintura, o cabelo ainda molhado. Ela vinha no sentido contrário, também de camisola. Passamos um pelo outro num espaço estreito entre a parede e a cômoda. Em vez de se apertar contra a parede, ela se virou de frente e colou o corpo no meu. Os seios macios pressionaram meu peito. A barriga dela encostou na minha. E, mais abaixo, o monte quente entre as pernas dela esfregou de leve contra meu pau, que reagiu na hora sob a toalha — grosso, pesado, já inchando apesar de mim, a cabeça batendo contra o tecido úmido.
— Desculpa — murmurou, mas não se afastou. Ficou um segundo a mais, o quadril fazendo um movimento quase imperceptível, um vai-e-vem mínimo que era tudo menos acidental. O cheiro dela — sabonete barato e pele quente — subiu até meu nariz.
Eu engoli em seco e continuei andando. Fingi que não tinha notado. Mas o cheiro ficou grudado em mim. Aquela noite eu me masturbei no banheiro com a porta trancada, a mão apertando o pau grosso e veado, o polegar passando sobre a cabeça sensível, o preconceito e a culpa se misturando com o prazer. Depois fiquei olhando para o teto, o coração batendo forte, pensando: Isso não pode acontecer. Eu não sou esse homem. Eu tenho uma esposa. Eu tenho uma casa. Eu tenho uma responsabilidade.
Nos dias seguintes a provocação ficou mais aberta. Ela entrava na sala onde eu assistia TV e se jogava no sofá do meu lado, as pernas abertas sob o vestido curto. A calcinha preta aparecia. Às vezes ela se ajeitava e a borda da calcinha subia, mostrando um pedaço de pele lisa e a sombra do pauzinho. Quando eu olhava, ela sorria de canto, sem vergonha nenhuma.
— Você tá me olhando, padrasto — disse uma noite, voz baixa, quase brincalhona.
— Não estou.
— Tá sim. E eu gosto.
Eu me levantei de uma vez. Fui até a cozinha, bebi água direto da garrafa, as mãos tremendo. Tentei me convencer de que era só uma fase dela, que eu precisava ser o adulto, o responsável. Que a mãe confiava em mim. Que eu tinha uma vida que não podia destruir por causa de um desejo sujo. Voltei para a sala decidido a colocar um ponto final.
Mas quando voltei, ela ainda estava lá. E eu ainda estava duro.
Ela se levantou, veio até mim e sentou no meu colo de frente, as pernas abertas sobre as minhas. O vestido subiu. A calcinha fina ficou pressionada direto contra o volume que eu já não conseguia esconder. Patrícia começou a se esfregar devagar, o quadril fazendo círculos lentos, a boceta quente e úmida se arrastando em cima do meu pau ainda vestido. O tecido da calcinha já estava molhado. Eu sentia o calor dela, o movimento preciso, o jeito que ela apertava o corpo contra o meu.
— Eu sei que você quer — sussurrou no meu ouvido, a respiração quente contra meu pescoço. — Eu quero te dar. Quero que você me foda. Faz tempo que eu penso nisso.
Eu agarrei os quadris dela para impedi-la. As mãos terminaram apertando a carne macia das nádegas. Eu forcei a voz a sair firme, quase áspera:
— Para. Isso não… a gente não pode. Eu sou casado com a sua mãe. Você é a filha dela.
Ela gemeu baixo e se esfregou com mais força, a calcinha já molhada, o tecido fino deslizando entre os lábios inchados. O cheiro dela subiu mais forte.
— Sua mãe não está aqui. E não precisa saber. Eu quero. Você também quer. Eu sinto.
Eu tentei empurrá-la. Não com força de verdade. Só o suficiente para mostrar que eu estava tentando. Mas as mãos dela já estavam na toalha, puxando. O pau saltou para fora — grosso, longo, as veias saltadas ao longo do comprimento, a cabeça rosada e já brilhando de pré-gozo. Era grande demais para a mão dela. Ela ficou olhando por um segundo, os olhos arregalados, como se medisse o tamanho, o peso, a espessura.
— Meu Deus… — murmurou. — É… é bem grande.
Ela desceu do meu colo, ajoelhou entre minhas pernas e puxou a toalha completamente. Meu pau ficou ereto na frente do rosto dela, pesado, batendo de leve contra a barriga. A base era larga, a pele esticada, as veias latejando. Patrícia lambeu os lábios e passou a língua de baixo a cima, lenta, molhada, passando pela linha da veia principal até a fenda da cabeça. Depois abriu a boca e engoliu a cabeça.
Eu soltei o ar pelos dentes. A boca dela era quente, apertada. Ela desceu mais, tentando engolir. O pau grosso esticou as bochechas. Ela engasgou logo na primeira tentativa. A garganta se fechou, os olhos marejaram. Ela puxou a cabeça para trás, tossindo, um fio de saliva espessa ligando a boca à cabeça do meu pau. O nariz escorreu um pouco. As lágrimas já estavam no canto dos olhos.
— Desculpa… é grande demais — sussurrou, a voz rouca, o rosto já vermelho.
Mas voltou. Abriu mais a boca, forçou. Eu senti a glote apertar a cabeça. Ela engasgou de novo, mais fundo. Lágrimas escorreram pelo canto dos olhos, descendo pelas bochechas. O nariz escorreu de verdade. Ela não parou. Continuou chupando, a mão na base porque não cabia tudo, a outra apertando minhas bolas com cuidado. Cada vez que descia mais, engasgava, soluçava, e a saliva escorria pelo queixo, molhando o pau inteiro, escorrendo até as bolas. Os olhos vermelhos, o rosto molhado de lágrimas e baba. Ela olhava para cima o tempo todo, como se quisesse que eu visse o esforço, o esforço real de tentar engolir algo que não cabia.
Eu segurei a cabeça dela. Não para forçar. Só para sentir. A culpa vinha em ondas: Isso é errado. Você é o padrasto dela. Você prometeu. Você é um homem de cinquenta e poucos anos. Ela é a filha da sua mulher. Mas o pau latejava dentro daquela boca quente e apertada, e eu não conseguia me afastar. A saliva fazia barulho molhado. O esforço dela era visível — o pescoço tensionado, as lágrimas contínuas, o jeito que ela puxava o ar pelo nariz quando conseguia.
Quando ela tirou a boca, a voz saiu rouca de saliva e esforço, o queixo brilhando:
— Eu quero isso todo dia. Quero acordar e já sentir você me fodendo. Quero que você me use quando der vontade. Eu sou sua.
Ela se levantou, tirou a calcinha e subiu de novo no meu colo, agora pele com pele. A boceta quente e escorregadia se encaixou na cabeça do meu pau. Patrícia desceu devagar. Eu senti a abertura apertada se esticando, a resistência real, depois o calor úmido engolindo centímetro por centímetro. O pau grosso abria ela. Ela gemeu alto quando eu abri ela por completo — um gemido longo, quase um soluço. Ficou sentada até o fundo, os músculos internos apertando o pau grosso em contrações involuntárias, e começou a rebolar.
— Me fode, padrasto… me fode forte. Eu preciso. Eu preciso sentir esse pau inteiro.
Eu agarrei as nádegas dela e subi e desci o corpo dela no meu pau com força. O som molhado encheu a sala — pele batendo em pele, a boceta molhada engolindo e liberando o pau grosso, o barulho úmido de cada estocada. Os seios dela batiam no meu peito a cada investida. Patrícia gemia sem se importar com o volume, as unhas cravadas nos meus ombros, a boca aberta.
Eu virei ela de quatro no sofá. Segurei os quadris com as duas mãos e enfiei de uma vez. Ela gritou. Um grito alto, aberto, que ecoou pela casa vazia. A boceta se apertou em volta do pau, quente, escorrendo, as paredes internas se contraindo com força. Eu meti com força, fundo, o pau grosso abrindo e fechando aquela carne molhada. Cada estocada fazia ela gritar de novo — mais alto, mais quebrado, a voz falhando no meio.
— Assim… assim, padrasto… mais fundo… ai, caralho… é grande demais… não para…
Eu não parava. A culpa ainda estava lá, mas agora era só um barulho distante atrás do prazer. O pau entrava e saía brilhando de porra e saliva dela. Eu sentia as paredes internas se contraindo a cada gemido alto. As nádegas dela balançavam com o impacto. O som era molhado, pesado, real. Eu olhava para baixo e via o pau grosso sumindo e aparecendo, a pele da entrada inchada e brilhante.
Depois de um tempo ela olhou por cima do ombro, o rosto ainda molhado de lágrimas da chupada anterior, a voz embargada, o cabelo grudado na testa:
— Me fode no cu também… quero sentir esse pau grosso no meu cu. Quero sentir ele me abrindo.
Eu parei por um segundo. A resistência voltou inteira. Isso é demais. Isso é o limite. Você já foi longe demais. Mas ela já estava empurrando o quadril para trás, a mão abrindo a própria bunda, mostrando o cu apertado e rosado, o anel se contraindo.
Eu cuspi na mão, passei o dedo, depois a cabeça do pau. Empurrei devagar. A resistência foi maior. Ela gritou de verdade dessa vez — um grito longo, agudo, o corpo todo tensionando, os ombros subindo. O cu se abriu aos poucos em volta do pau grosso. Eu fui entrando centímetro por centímetro, sentindo o anel apertado se esticar até doer, a carne quente e seca se abrindo com esforço. Quando enfiei até o fundo, ela gritou de novo, mais alto, a voz quebrando no meio, as lágrimas voltando:
— Ai… caralho… é grande demais… não para… não para… me fode…
Eu comecei a meter. Devagar no começo, depois mais forte. O cu dela apertava o pau com uma força diferente da boceta — mais seco, mais quente, mais apertado, o anel se contraindo a cada retirada. Cada estocada fazia ela gritar. Gritos altos, soltos, sem vergonha, a voz ecoando pela sala. As unhas cravavam no sofá. O corpo tremia. Eu segurei os ombros dela e enfiei mais fundo, o pau grosso sumindo e aparecendo, a pele da entrada inchada e vermelha, o esforço visível no jeito que ela empurrava o quadril para trás mesmo gritando.
Quando eu gozei, gozei fundo no cu dela. O esperma saiu em jatos quentes, enchendo, o pau latejando dentro do anel apertado. Ela gritou uma última vez, o corpo inteiro se contraindo, e gozou também, a boceta escorrendo enquanto o cu apertava o pau em espasmos fortes, irregulars.
Depois ficamos quietos. Eu ainda dentro dela. A respiração irregular. O suor escorrendo pelas costas. O cheiro de sexo pesado no ar. A culpa voltou inteira, pesada, como se tivesse esperado o orgasmo acabar para me esmagar de novo. Eu olhei para a sala — o sofá amassado, a calcinha no chão, a toalha jogada de lado — e pensei na mãe dela, na confiança, no que eu tinha acabado de fazer.
Patrícia se virou devagar, ainda comigo dentro, e encostou a testa no meu peito. O rosto ainda estava molhado, os olhos vermelhos, a voz baixa:
— Agora você é meu também — sussurrou. — E eu não vou parar.
Eu não respondi. Só fiquei ali, o pau ainda latejando dentro do cu apertado dela, a mão no cabelo suado, tentando entender em que momento eu tinha deixado de ser o homem que resistia e me tornara o homem que cedia.
A casa tinha mudado.
E eu também.
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (1)
Oal: Continue pfvr
Responder↴ • uid:1cqlaxy8t7u7