#Incesto #Sado #Teen #Voyeur

Minha família 4 & 5

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Maquik

Acordei naquele domingo com a cabeça fervendo de pensamentos sujos. Enquanto lembrava da minha mãe e da minha irmã, a memória da noite anterior com o padrasto ainda queimava entre as pernas. Tinha sido bom… gostoso demais… mas eu já sabia que não queria repetir. Eu queria **elas**. Queria a minha mãe e a Bia.

Fui até a cozinha e lá estava ela. Minha mãe. De babydoll fino, quase transparente, os seios pesados balançando levemente a cada movimento. O tecido se grudava no corpo ainda quente do sono, marcando os mamilos e o contorno da calcinha. Eu olhava disfarçado, a boca seca, imaginando rasgar aquele tecido, chupar aqueles peitos, enterrar o rosto entre as pernas dela e lamber até ela tremer.

O padrasto chegou. Cumprimentou, tomamos café, conversamos normalmente. Até Bia aparecer.

Ela ainda estava de camisola. Curta, leve, escorregando de um ombro. Os seios jovens se moviam livremente por baixo do tecido fino. Eu e o padrasto nos olhamos no mesmo segundo. Os dois sabíamos exatamente o que o outro estava pensando.

O dia passou. Tudo normal. Até a noite.

Bia passou mal. Febre, vômito. Minha mãe disse que tinha sido algo que ela comeu. Ficamos na sala — eu, o padrasto e minha mãe — até Bia gritar chamando por ela. Minha mãe saiu. Ficamos só nós dois.

Ele balançou a cabeça em direção ao quintal e foi. Eu segui.

— Tem uns vídeos da tua mãe — ele disse baixo. — Vai querer ver?

Eu sabia o que vinha depois. A mesma coisa da noite anterior. Fiquei tentado. Imagens da minha mãe nua, se tocando, gemendo… mas balancei a cabeça.

— Não.

Ele estranhou.

— Tem certeza? Você vai gostar.

— Não.

Ele entendeu. O olhar dele mudou.

— Tá bom. Se quiser ver depois, me fala. E olha… hoje de noite cuida da sua irmã.

Sorriu de um jeito que me deixou inquieto. Voltei para dentro.

Minha mãe voltou um tempo depois, disse que Bia tinha dormido e que ela também ia deitar. O padrasto foi junto. Fiquei sozinho na sala até o sono quase me pegar. Levantei e fui para o quarto.

Assim que entrei, vi.

Bia deitada de lado, a camisola subida o suficiente para o peito quase escapar. O volume macio, o mamilo roçando o lençol. Meu pau endureceu na hora. Deitei e fiquei olhando, a mão já dentro da cueca, apertando, esfregando devagar. Tinha tanto tesão que doía.

Ela virou pro outro lado.

A frustração me atingiu igual um soco. Lembrei das palavras do padrasto. *Cuida da sua irmã.*

Olhei o celular: 00:10.

Levantei. O coração batendo na garganta. Sentei na beira da cama dela. Fiquei parado longos segundos, só ouvindo a respiração dela. Depois puxei o lençol devagar.

A camisola cobria a bunda inteira. Fui erguendo o tecido centímetro por centímetro, esperando ver a calcinha enfiada entre as nádegas. Mas não veio. Nada. Quando a barra da camisola chegou na cintura, a certeza me atingiu igual um choque elétrico:

Ela estava sem calcinha.

A boca secou. O pau latejou tão forte que quase gozei só de olhar. A bunda redonda, as coxas juntas, e entre elas… a fenda apertada, coberta só por uma faixa fina de pelos macios.

Travei a porta.

Voltei para a cama. No momento em que me aproximei, Bia se mexeu e abriu os olhos.

Congelei.

— Cadê a mãe? — a voz dela saiu rouca, sonolenta.

— No quarto dela. Dormindo.

Ela demorou um segundo.

— Fica aqui comigo…

Aquilo foi direto pro meu pau. Deitei atrás dela, de frente para as costas dela. O cheiro do corpo quente dela me deixou tonto. Fiquei imóvel por um tempo, só respirando. Depois comecei a me tocar devagar, bem devagar, sem fazer barulho. A cada movimento a cabeça do meu pau esbarrava na bunda dela. Fui me aproximando mais. Mais. Até que a glande melada encostou direto na fenda molhada.

Os pelinhos roçaram a cabeça do pau. Eu tremi inteiro.

Empurrei um pouco. A ponta abriu os lábios e entrou. Quente. Apertado. Úmido. Era a primeira vez que eu sentia uma buceta por dentro — e era a da minha irmã. Empurrei mais. Ela se mexeu para frente, tentando escapar do volume, mas eu segurei a cintura dela com força e continuei entrando. Devagar. Centímetro por centímetro. Até estar completamente enterrado nela.

Ela soltou um gemido baixinho:

— Hummmm…

Comecei a foder. Curtinho, fundo, sentindo a parede apertada dela me sugar a cada movimento. Era tão apertado que doía um pouco — doía gostoso. Em algum momento ela agarrou minha mão que estava na cintura e puxou, colocando sobre o peito pequeno e macio. Apertou meus dedos contra o mamilo. Cada vez que eu enfiava fundo, ela apertava mais forte.

Emocionado, empurrei com mais força.

— Aiii… assim dói — ela reclamou baixinho.

— Assim? — voltei a foder devagar, bem fundo, bem molhado.

Ela não respondeu. Só apertou minha mão com mais força contra o peito e empurrou a bunda de volta contra mim, engolindo o pau inteiro outra vez.

O prazer subiu rápido demais. O calor, o aperto, o fato de ser ela… não aguentei. Apertei o peito dela com força e ela gemeu meu nome:

— Aiii, Teu…

Tirei o pau no último segundo e gozei em jatos quentes e grossos por cima da bunda dela, escorrendo entre as nádegas, sujando a camisola e a pele. Gozei tanto que meus joelhos tremeram.

Fiquei ali, respirando pesado, ainda latejando, com o pau sujo de porra e de sangue. O sangue dela. O meu também. Tínhamos perdido a virgindade juntos.

Ela me mandou sair baixinho. Levantei, ainda tonto. Fui ao banheiro, lavei o pau tremendo, voltei e deitei. O cheiro dela ainda estava nas minhas .
Deitei e dormir leve e realizado.

Parte 5

Assim que acordei com a voz da minha mãe me chamando, virei o rosto na direção da cama de Bia. Ela estava acordada. Olhando direto pra mim. Ficamos nos encarando em silêncio por longos segundos, o coração ainda acelerado pela memória da noite anterior. Então ela sorriu. Um sorrisinho pequeno, quase tímido, mas cheio de algo que eu ainda não entendia. Em seguida se levantou e saiu do quarto como se nada tivesse acontecido.

Passei o dia inteiro pensando naquele sorriso. No colégio, em casa, pela tarde… Bia agia normalmente, mas ficava mais perto do que o costume. Escorava o ombro no meu, roçava a perna quando sentávamos no sofá, me olhava de um jeito que fazia meu pau latejar só de lembrar do que eu tinha feito com ela.

À noite, estava no quarto jogando quando ela entrou e sentou na cama, mexendo no celular. Eu olhava de canto de olho, reparando no shortinho folgado e na blusa de alcinha que mal segurava os peitinhos. Minha mãe chamou pra jantar. Depois da janta fiquei na sala com ela e o padrasto, assistindo TV. Bia ficou no quarto.

Eu mal conseguia prestar atenção no que passava na tela. Só pensava em como seria aquela noite. Ansiedade e tesão misturados.

Minha mãe se levantou, dizendo que ia dormir. Veio até mim e me deu um beijo na testa. Naquele ângulo, olhando de baixo, vi o decote da camisola e o início dos seios marcados. Ela estava de marquinha. Pele dourada, seios pesados, mamilos rosados roçando o tecido fino. Delícia pura.

Quando ela se virou pro padrasto, ele provocou:

— E eu não ganho beijo não?

Ela riu baixo.

— Sei muito bem o que você quer…

Incliniu o corpo pra beijá-lo. A camisola subiu. E eu vi. Sem calcinha. A buceta grande, carnuda, os lábios grossos e o começo do rabo. Meu pau endureceu na hora, latejando dentro do short.

Ela ainda foi falar com Bia antes de sumir no quarto. Fiquei sozinho com o padrasto. Ele me olhou de lado e soltou, rindo baixo:

— E aí… gostou do que viu, safado?

Eu só sorri. Ele se levantou, ainda rindo, e foi dormir.

Fiquei ali alguns minutos, a imagem da buceta da minha mãe queimando na mente, o pau duro e pesado. Depois lembrei de Bia. Será que ela já tinha dormido? Será que eu tentava de novo?

Levantei e fui pro quarto.

Ela estava deitada, aparentemente dormindo. Não usava mais a camisola da noite anterior. Agora era um shortinho folgado e uma blusa de alcinha fina. Deitei na minha cama, o coração batendo forte, tentando decidir se ia até ela.

Foi quando senti o colchão afundar ao meu lado.

Abri os olhos. Bia estava deitada virada pra mim. O rosto perto do meu.

— Fala baixo — ela sussurrou. — Posso te pedir uma coisa?

Balancei a cabeça.

Ela olhou pra baixo, na direção do volume no meu short.

— Posso ver…?

Fiquei em silêncio por alguns segundos, o pau latejando só com a pergunta.

— Sim.

Ela levantou o lençol. Eu puxei o short pra baixo. Meu pau saltou duro, vermelho, a cabeça já brilhando de pré-gozo. Bia ficou olhando fixamente, a boca entreaberta.

— Posso pegar…?

— Deixa eu ver você sem blusa primeiro.

Ela riu baixinho, colocando a mão na boca pra não fazer barulho. Depois puxou a blusa pra cima e tirou. Os peitinhos apareceram pequenos, firmes, os mamilos rosados e já duros. Lindos. Perfeitos.

Ela envolveu meu pau com a mão quente e começou a subir e descer devagar, apertando um pouco na subida. Eu gemí baixo e levei a mão ao peito dela, apertando o volume macio, roçando o polegar no mamilo. Bia mordeu o lábio e apertou mais forte o meu pau.

Não aguentei. Desci a mão pela barriga dela, entrei por baixo do short e senti os pelos macios. Olhei pro rosto dela. Ela fechou os olhos e depois abriu de novo, a respiração já mais pesada. Meus dedos encontraram o grelinho inchado e escorregadio. Comecei a fazer círculos lentos. Bia apertou meu pau com força e começou a respirar pela boca, o peito subindo e descendo rápido, os mamilos ainda mais duros.

Passei o braço por baixo do pescoço dela e puxei o corpo contra o meu. Meu pau agora roçava a barriga quente dela enquanto ela continuava a me masturbar. A respiração dela no meu ouvido, quente, irregular, se transformando em gemidos baixinhos a cada vez que eu pressionava o grelinho dela.

O tesão subiu rápido demais. Apertava o peito dela, sentia a mão dela tremer no meu pau, ouvia aquele “hummmm” rouco e molhado no meu ouvido. Não aguentei.

Abracei Bia com força, o rosto dela colado no meu pescoço, e gozei. Jatos quentes e grossos pulsavam na mão dela, sujando a barriga, o umbigo, escorrendo entre os corpos. Meu pau continuou latejando forte enquanto ela ainda o segurava, como se não quisesse soltar.

Quando o orgasmo passou, me afastei um pouco pra olhar. A barriga dela estava branca de porra. Bia olhava pra baixo, o dedo passeando devagar pelo esperma quente.

— É isso que é leite? — perguntou baixinho, a voz ainda ofegante.

— É. Você gostou?

Ela passou o dedo de novo, sentindo a textura.

— Melado…

Ri baixo. Ficamos ali um tempo, só respirando, o cheiro de porra impregnando o ar entre nós. Depois ela usou o lençol pra limpar a barriga, puxou a blusa de volta e se levantou.

— Vou dormir…

Olhei ela voltar pra cama dela, deitar de lado e se cobrir. Eu fiquei deitado, o corpo ainda fraco, o pau mole e sujo, a mente girando em tudo o que tinha acabado de acontecer… e em tudo o que ainda podia acontecer.

Dormi com o gosto daquela noite na boca.

Comentários (1)

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  • Vidanacabana-: Que bom tudo isso, acho que vai ter sexo entre os quatro logo. Só que vc não disse se a Bia gozou nas duas noites. Precisa aprofundar mais nessa parte dos sentimentos dela, afinal de contas tu tirou a virgindade dela, precisamos saber o que ela sentiu,se gozou,e tudo o mais

    Responder↴ • uid:1cotwzr3nm2u