Bobiei e o Pai da minha enteada esgaçou minha mulher.
Esse conto é só um exercício que fiz sobre um outro conto aqui da casa para ver por um prisma diferente.
Versão Nobreak
Sou Alberto e quando cursei MBA ha alguns anos atrás, conheci a Márcia. Marcia é uma loirinha linda de uns 1,65m, cintura fininha, bumbum maravilhoso, seios medios arredondados com uma leve inclinação para cima por parte dos bicos e coxas grossas proporcionais ao corpo, olhos verdes, cativantes, inteligente, recatada e muito sensual. Todos os frequentadores do curso cresceram o olho nela. Apesar da concorrência brutal, passamos a namorar e nos casamos apaixonados. Na ocasião, eu estava com trinta anos, ela com vinte e cinco e a Suzi, minha enteada, com cinco. Nosso casamento corria às mil maravilhas. Ela continuava a não falar palavrões, gozava gostoso e, eventualmente, até rolava um anal, o que me fazia o homem mais feliz do mundo. Aos poucos, ela me contou que, até nosso casamento, só tinha deitado cinco vezes com um homem: o Sérgio, pai da filha dela. Tive o privilégio de ouvi-la contar todos os pormenores, desde o defloramento até o dia que ele esgaçou seu cu, foi o primeiro anal dela. Aqueles relatos, eu pedia para ela repetir varias vezes, me excitavam muito. Ouvindo-a, passava o filme na minha cabeça que só parava quando eu a penetrava e gozava forte.
Já com cinco anos de casados, enquanto jantávamos, ela atendeu o celular e percebi que a ligação a deixou "passada". Coloquei a mão em seu ombro e senti o tremor em seu corpo e um estranho brilho em seu olhar. Ela me falou que era o pai de sua filha, que queria conhecer a menina. O encontro ficou marcado para o almoço da sexta-feira. Naquela semana, o comportamento da minha esposa foi atípico, parecia uma colegial. Na própria noite do telefonema, uma segunda-feira, ela agarrou meu pau e fez nele uma chupeta com tanta vontade que acabou não me dando tempo para penetrá-la. Percebi sua excitação ardente, mas guardei para mim, tomado por um misto de ciúme e desejo. Naquela semana não dormi, com aqueles filmes que eu havia montado em minha imaginação passando pela minha cabeça: ela perdendo o cabaço na escadaria do prédio, a segunda foda na poltrona da sala dos pais, a terceira no muro do quintal, a quarta no beco mal iluminado e, por fim, a última naquele motel de quinta categoria, onde Sérgio travou as pernas dela e arrombou seu cuzinho por uma tarde toda.
O almoço de sexta foi tenso. Minha enteada tratou o pai com indiferença, já minha amada parecia uma criança, falando sem parar. Depois de deixarmos a menina na escola, Márcia me pediu para deixá-la no centro, dizendo que faria compras. Desconfiado pelo seu comportamento e pelo brilho safado em seus olhos, decidi segui-la de longe. Vi quando ela pegou um táxi e tocou em direção ao melhor motel da cidade. Logo atrás, vi o carro de Sérgio entrando no mesmo lugar. O sangue ferveu, mas a excitação me dominou. Consegui entrar a pé no motel e, sorrateiro, localizei a garagem da suíte deles. O toldo estava quase todo baixado, mas a porta de vidro da suíte, no topo da escada, ficou entreaberta. Subi os degraus na ponta dos pés e me posicionei em um ponto cego, onde conseguia ver tudo o que se passava na cama sem ser notado.
Sérgio já tinha saído do banheiro enrolado em uma toalha. Márcia saiu logo em seguida, também de toalha. Quando olhei para a cama, vi minha esposinha com o corpo deitado para trás, apoiada nos braços do comedor com os olhos fechados, e o macho mamando em seus seios como um louco. Meu pau não tinha como ficar mais duro dentro das calças, estava até doendo. Sérgio "jogou" minha paixão na cama e levantou as pernas da fêmea sobre seu tronco, expondo completamente aquela bucetinha e suas coxas totalmente molhadas pelo líquido que escorria de modo absurdo de sua rachinha.
Foi então que Sérgio jogou longe sua toalha. Tremi na base ao ver o tamanho daquela mangueira e entendi o porquê Márcia sempre falava da dor que sentia; o pau de jumento estava apontando para a menor rachinha que eu conhecia. Ouvi o berro dela: "Aiiiiiiiinheeeeê!" E, em um empurrão só, a cabeçorra entrou viva, sem nada para segurar. Vi os olhos esbugalhados de minha esposa no exato instante em que ela mordia os lábios. A expressão de Márcia ora era de prazer, ora era de dor, e o animal, sem a menor piedade, continuou forçando a entrada daquele pau ginormico onde mal cabia meu pauzinho tamanho padrão. Inacreditavelmente, ele conseguiu e socou até o talo.
Cada nova estocada era um novo som deliciosamente erótico emitido por minha maravilhosa esposinha. Escondido ali, mal levei a mão no pau e gozei forte dentro da cueca, vendo a cena mais gostosa que tinha assistido na vida. Não demorou, depois de poucas cabeçadas na porta do útero, ela teve uma verdadeira convulsão de prazer, gemendo como uma puta. Sem perder a ereção máxima, ouvi o grunhido do comedor: o maldito estava com a cabeça do pênis inteira travada no canal uterino dela, gozando dentro dela, sem se importar com nada.
Ele nem tirou a trolha grossa de dentro de minha amada; viraram os corpos e Márcia ficou por cima. Sem deixar o cacete sair de dentro dela, ajoelhou-se e passou a quicar naquela piroca como uma louca, vertendo suor por todos os poros e gozando forte em minutos. O maldito puxou os cabelos dela enquanto ela ainda se recuperava, fazendo-a entender que deveria continuar submissa ao pau dele. Ainda com os cabelos sendo puxados, ela mostrou que sabia tudo de cama e passou a fazer movimentos circulares com a cintura.
Em dado instante, já louca de tesão novamente, ela deitou de bruços na cama, esticou as pernas, olhou para o lado e, no ápice do transe e do delírio, gritou para o amante: "Me rasga inteira!" Aquela não parecia a mulher recatada que eu conhecia; ela estava completamente transtornada. Sérgio abriu ela, sem o menor pudor ou zelo dos meus chifres. Ele veio por cima e, com toda a furia, enfiou a piroca de uma vez. Ouvi aquela voz tesuda dela soltando um palavrear que poucas putas usam: "Aii, caralho... Mete essa pica de macho, mete seu puto caralhento!"
Ele metia com movimentos brutais. Do meu esconderijo, eu via a carne se batendo, o pau do caralhudo entrando até sumir na buceta espaçada dela, logo abaixo, completamente aberta e babando o sêmen dele, que escorria da primeira foda. Sérgio uivou alto e descarregou tudo lá dentro dela outra vez e minha mulher entrava em transe se debatendo de prazer.
Depois do massacre, Márcia pediu para ele sair de cima. Os dois foram para o banheiro e eu desci as escadas com o coração saindo pela boca e o pau todo melado de gala.
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Comentários (6)
maluzinharsk: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado T Maluzinharsk
Responder↴ • uid:mujc2gd9dNobreak: Descobri que a palavra C.L.I.Q.U.E. ativa algum tipo de trava nos comentarios do site rsrs
Responder↴ • uid:1dvfahx0elkcNobreak: Meu nome pode ser pressionado para ver minhas outras series de contos
Responder↴ • uid:1dvfahx0elkcNobreak: Cliquem no meu nome e vejam minhas outras series de contos.
Responder↴ • uid:1dvfahx0elkcNobreak: Lembrando que o conto original é de um autor chamado Alberto.
Responder↴ • uid:1dvfahx0elkcNobreak: Quem me acompanha, clica no meu nome para ver minhas outras series de contos.
Responder↴ • uid:1dvfahx0elkc