Meu patrão me enganou e comeu minha mulher
Como todos os casais, eu e Suzi, minha deliciosa esposa, tínhamos um orçamento bem apertado, ela trabalhando em uma loja de perfumaria e eu em uma sapataria. Suzi além de muito sensual, é dona de um corpo e de uma elegância que não a deixa passar desapercebida em nenhum lugar, 1,70 m, bustos fartos, cintura fininha, quadril largo e bunda cheia a ponto de nenhuma roupa conseguir esconder seu rego. Em um horário de almoço, Suzi foi a loja que eu trabalhava para pedir para eu assinar um documento, o dono da loja Sr. Nagibe, um cara do oriente médio, sei lá de que país, mas que fica bravo quando o chamamos de turco, correu para atende-la, com aquela cara de tarado que ele não consegue esconder. Após ela ter informado ser minha esposa e que estava ali para falar comigo, o coroa fez questão de acompanha-la e não nos deixou a sós um minuto. Já naquela tarde, o comerciante passou a ser só sorrisos para meu lado. Na manhã seguinte Nagibe perguntou como estava minha esposa, mas passou, por dois ou três dias, Nagibe plantou-se a meu lado sempre querendo saber algo sobre Suzi e no final da sexta feira veio a bomba, éramos cinco vendedores e a loja teria que despedir dois. Saímos todos apreensivos, quando o patrão me chamou para tomarmos uma cerveja juntos, aceitei. Já no segundo copo o maldito foi direto, dizendo que adoraria ver minha mulher fazendo sexo, vendo que eu aceitei o comentário na boa, fez a chantagem, eu estaria fora do corte de pessoal se eu o deixasse ver uma foda entre eu e Suzi. Não acreditei e o fiz repetir a proposta que ele na maior cara dura repetiu. Fiquei puto e deixei o turco falando sozinho. Em casa, ainda meio descontrolado, contei o sucedido para minha gostosa, que de imediato não fez nenhum comentário. Tomei banho, comi o lanche e antes de levantar da mesa, Suzi abriu nosso caderno e me mostrou as contas, com o que ela recebia, não dava nem para pagar o aluguel. Puta, fui para a cama mais preocupado ainda, mas para minha surpresa minha amada com aquela vozinha cativante me falou que não tinha nada demais deixar o turquinho nos ver metendo e que seria até excitante saber que outra pessoa estaria nos vendo. Na manhã seguinte, um sábado, dia que abrimos só meio período já fui logo falando para o narigudo do meu patrão, depois que fecharmos, a cervejinha é lá em casa, desde que você leve. Às onze horas dois colegas receberam a má notícia. Fechamos a loja, paramos em um boteco, almoçamos e o turco comprou meia dúzia de cerveja. Ao chegarmos em casa, lá estava ela de banho tomado usando um vestidinho colado no corpo em cima de um salto que a deixa mais alta que eu. Abri uma cerveja e dei na mão do voyer, fui para o chuveiro, levando minha mulher junto e saí enrolado em uma toalha, entramos na sala , trocamos um beijo demorado e delicioso e fomos para o quarto, acompanhado pelo turco. Assim que entramos no quarto, vi que Suzi tinha levado para lá uma poltrona que estava na parte mais escura do quarto, vez que as cortinas estavam fechadas e só havia um abajur acesso. Voltei a beijar minha mulher percebendo que Nagibe passou atrás de nós e foi ocupar a poltrona, tirei o vestido de minha esposa pela cabeça e mamei em seus dois seios com calma, de fato, Suzi tinha razão, saber que tinha mais alguém ali estava me dando um sensação diferente, fiz minha esposa deitar com as costas na cama com a buceta virada para nosso expectador e puxei sua calcinha, não olhei, mas senti que o maldito estava se masturbando, ajoelhei no chão e mergulhei entre as pernas de Suzi que sob o efeito de minha língua em sua buceta passou a gemer daquele modo maravilhoso que só ela sabe gemer. Quando ambos já estávamos doidões de tesão, Suzi ajoelhou na cama com a racha virada para o tarado, fazendo-me entender imediatamente como ela queria ser penetrada, daquele modo que tínhamos aprendido vendo filminhos de putaria. Subi e fiquei de pé na cama atrás dela, que arrebitou o quadril deixando sua bucetinha raspadinha bem a mostra, flexionei os joelhos e penetrei aquele bucetinha macia e molhadinha. Passei a fazer os movimentos de vai e vem, logo minha amada gozou forte, mais forte que o normal e por mais tempo que o habitual, fazendo-me encher sua bucetinha de porra. Não sei quantas vezes o tarado gozou, mas ao lado da poltrona havia várias bolas de papel higiênico extraídas de um rolo que Suzi tinha deixado sobre a poltrona. Me enrolei na toalha e levei o turco até a porta e voltei para a cama constatando que minha mulher ainda estava excitada, chupei sua buceta até ela gozar abundantemente em minha boca. A semana foi de boas vendas e na sexta Nagibe me convidou para almoçarmos juntos e objetivo como sempre prometeu um ordenado extra se Suzi o deixasse chupar a buceta dela, como eu tinha feito. Ri dizendo que minha esposa jamais toparia tal coisa. Em casa quando contei a ela, percebi um brilho safado em seu olhar e ela exatamente quando ela falou que um dinheirinho extra por uma chupada até que era um excelente negócio. Mesmo ressabiado, cumprimentei o patrão lembrando-o que ele deveria levar as cervejas para tomarmos em casa, ele entendeu na hora. Novamente fomos ao mesmo restaurante e Nagibe colocou sobre a mesa um pacote embrulhado para presente que pelas dimensões da caixa era um par de sapato e ali mesmo ele me entregou um envelope com o dinheiro correspondente a um mês de trabalho sem desconto. Chegamos em casa e fomos recebidos por Suzi que estava novamente com o mesmo sapato de saltos usados na semana anterior, só que usando apenas um robe felpudo branco, ao abraça-la, percebi que por baixo do robe não havia nada senão aquele corpo escultural, corri para o chuveiro e quando cheguei no quarto tive um choque, a caixa sapato aberta sobre a cama, minha mulher deitada nuazinha com os joelhos levantados se contorcendo com turco de joelhos na cama, com a cabeça enterrada no meio das pernas de Suzi manipulando uma rola que mais parecia a piroca de um jegue, meu pau estalou na hora de tão duro, era a primeira vez que eu via a esposinha que só eu tinha comido sendo chupada por outro homem, sem pensar, sentei na mesma poltrona que na semana passada tinha sido usada por aquele caralhudo e comecei a me masturbar ouvindo os gemidos deliciosos de minha mulher e logo seu corpo passou apresentar fortes tremores , enquanto ela choramingava e falava besteira que só deu para entender: "Vem me arromba com essa coisa maravilhosa". E vi com espanto minha fiel amada puxar para cima dela aquele filho da puta sem palavra que disse que iria chupar. Vi o rosto de Suzi se contrair ao receber aquela cobra marombada e voltei a me masturbar ao vê-la mexer o quadril de um lado para outro só para acomodar aquela mangueira em sua bucetinha até então apertadinha. O turco gozou fazendo escândalo, mas Suzi ainda queria mais. Os dois rolaram os corpos sem deixar o pirocão sair de dentro da bucetinha e Suzi ficou por cima mexendo seu corpo como uma serpente , ao ver aquele botãozinho rosa, perdi o controle e deitei entre as pernas dos dois, abri as nádegas de Suzi e enfiei a língua em seu cuzinho fazendo-a gozar na hora. Recebi um aumento na porcentagem de minhas vendas, Suzi tem uma coleção de sapatos caros e Nagibe passa todas as tardes de sábado em nossa casa.
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