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Perdi as pregas em uma foda a três - segunda parte

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Alberto

A semana posterior a meu defloramento se arrastou, em todos as tardes, eu me masturbei ainda nos primeiros dias com um ardidinho na argola, mas nada que me impedisse de enfiar o cabo da escova no cu durante as masturbações. Acordei no sábado com a excitação na tampa e logo depois do almoço, passei a vigiar o apartamento de Sergio e assim que percebi que Luiz tinha chegado, corri para lá. Fui muito bem recebido por meus dois namorados, trocamos beijos excitantes e evoluímos para um beijo triplo em que eu e Luiz masturbamos o cacetão duro de Sergio, enquanto nos despíamos. Eu estava desesperado para gozar, meu pau doía de tão duro que estava. Chegamos os três nus na cama e Luiz virou o rabo para meu lado, deixando claro que queria dar o cu tanto quanto eu, mas o comedor mor não nos deu moleza, fazendo-me ajoelhar na cama, Sergio invadiu meu cu com sua língua, arrancando de mim um gritinho de viadinho que não consegui segurar, sentindo a maravilha que é uma língua no cu, abri as nádegas de Luiz que estava ajoelhado na minha frente e fiz com ele exatamente o que Sergio estava fazendo comigo. O quarto foi inundado por choramingo tanto meu quanto de Luiz, até Sergio colocou Luiz deitado com as costas na cama, se esticando tirou do criado mudo uma bisnaga de gel, Luiz deixando sua bunda bem na lateral do colchão, levantou os joelhos e travou os calcanhares no limite do colchão, Sergio colocou gel na argolinha piscante de Luiz e deixou a meu encargo emplastar seu cacete enorme, grosso e duro. Maravilhado vi a cabeçorra encostar na florzinha de Luiz e Sergio pressionou fazendo entrar a cabeçorra enquanto Luiz se contorcia e a parte interna de suas coxas apresentavam uma tremedeira excitante. Nossa uma cena linda de assistir embora as feições de Luiz estivessem mostrando a dor que estava sentindo e ele estivesse suando como se estivesse em uma sauna, emitindo gemidos sensuais, em alguns instante seu prazer em tomar no cu era visível, sentei no chão para ver a penetração por outro ângulo, sem tocar no pau para não gozar, pois eu também estava louco para ser empalado e depois de ter cerca de um terço da piroca gigante enterrado em seu canal anal, Luiz com aquela voz sofrida diz: "Aiii Sergio, eu não aguento mais que isso, goza aí mesmo". Sergio parou e mandou eu chupar o pau de Luiz, corri e subi na cama abocanhando a piroca que tinha estado dentro de mim na semana anterior e chupei forte, recebendo quase que imediatamente um jato de porra na garganta. Sergio sorriu e tirou a piroca de dentro de Luiz e com aquele ar sacana perguntou: "Você quer tentar?". Nem respondi, posicionei-me como Luiz tinha se posicionado e senti o geladinho do gel no meu orifício colocado por Luiz, enquanto o Sergio enchia seu pau com gel, logo depois meu cuzinho estava mordendo a ponta da cabeça da piroca de Sergio que estava encostada nele, fazendo-me empurrar o rabo contra ela, louco para ser penetrado. Sergio segurou meu quadril enquanto Luiz fez a coisa mais deliciosa do mundo, chupou com força meu mamilo, quase gozei naquele instante, só não o fiz porque senti a pressão no olhinho do meu cu, em seguida aquela dor imensa e não me contive: "Ai, ai,..." Sergio, bom fodedor, parou e perguntou: "Quer que eu tire? A cabeça já entrou todinha". Segurando o lençol com as duas mãos respondi quase gritando: "Nããão, mete tudo eu aguento". Sergio fez mais pressão enchendo o inicio do meu canal com seu cacete duro, vendo que Luiz estava em uma masturbação nervosa, pedi sua piroca para eu chupar. Sem perda de tempo, Luiz passou a foder minha boca, enquanto Sergio enfiava vagarosamente sua trolha na minha bunda. Sergio começou a emitir aquele som de comedor e eu pedi: "Não goza ainda, quero seu pau inteiro". Embora a dor fosse grande, eu conheci naquele instante o prazer de ter quase a metade da piroca de Sergio afastando as paredes de meu ânus e empurrei minha bunda contra a caceta no exato instante que Sergio dava um tranco, nossa, entrou tanto de uma vez só que senti que ia desmaiar, mas o macho encheu meu cu de porra enquanto uivava e eu gozei sugando forte a pica que estava em minha boca sentindo meu pau morder aquele cacete enorme que estava mais da metade dentro de mim. Quase engasguei com a porra de Luiz, mas ao ver a cara de satisfação de meu empalador, chorei de emoção, eu estava todo arrombado, mas tinha conseguido receber mais rola que Luiz meu deflorador. Sergio puxou a piroca, deixando-me com aquele sentimento de vazio no rabo e dividi a porra que estava em minha boca com Luiz em um beijo delicioso. Fomos os dois mancando para o chuveiro. Sergio ficou deitado na cama, enquanto eu lavava o cuzinho de Luiz, comentei com ele que de seu buraquinho estava saindo um pouco de sangue e quando ele lavou meu rabinho fez o mesmo comentário ao que respondi que não fazia mal, pois tinha valido a pena e Luiz concordou comigo. Voltamos para a cama e nosso estuprador entrou no banheiro. Quando Sergio voltou, eu e Luiz estávamos fazendo um gostoso sessenta e nove, vendo a cena, Sergio sentou a nosso lado e usou uma mão para alisar a minha bunda e a outra para alisar a bunda de Luiz. Gozamos forte um na boca do outro e assim que terminamos vimos o obelisco de Sergio ereto e passamos aos dois a chupar aquela delicia, enquanto um chupava a cabeçorra, outro chupava o cilindro, logo trocávamos, até que Sergio uivou golfando seu esperma que eu e Luiz dividimos cada um engolindo um pouco.

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