Minha esposa, uma devassa
Sergio é meu amigo desde que lembro, ele foi meu padrinho de casamento e eu fui seu padrinho de casamento também. Nos afastamos quando tínhamos pouco mais de vinte anos, época em que conhecemos nossas esposas. Suzi minha esposa tinha dezoito anos quando eu tinha vinte e três. Minha esposa é baixinha, com 1,60 m , quadril largo, bunda empinadinha, seios tipo pera bem proporcional a seu corpo. Quando nos casamos, toda a experiencia que Suzi tinha de sexo, era a de ter sido chupada por algum tempo por uma amiga, coisa que só vim a saber bem depois de estarmos casados. Logo após nossos casamentos, eu e Sergio voltamos a nos aproximar, mas não conseguimos fazer Suzi e Silvia, a esposa dele tornarem-se amigas, por isso, depois de algumas tentativas de aproxima-las passamos a nos encontrar sozinhos e nessas ocasiões ele se queixava muito do comportamento da mulher na cama, por ela ser muito fresca e aparentemente não gostar muito de sexo, eu por outro lado, contava para ele como Suzi tinha se tornado uma verdadeira profissional na cama, sem limite e sem frescura. Uma tarde de sábado, enquanto eu mamava nos peitinhos de Suzi, ela teve uma crise de sinceridade e resolveu meu contar do lance que teve com sua amiga de adolescência e me contou todos os detalhes de como a tal garota a chupava. Nossa, fiquei louco e metemos como dois tarados, pedi para ela repetir tudo com riqueza de detalhes enquanto lhe chupava a bucetinha que, embora bem altinha, tem um racha bem pequena, cuidadosamente depilada e me deliciei com seu liquido vaginal. No dia seguinte, Suzi muito esperta, enquanto enfiada o dedo no meu cuzinho, conhecendo bem a amizade que tenho com Sergio, acertou na mosca perguntando se meu amigo nunca tinha comido meu cuzinho, ainda um pouco relutante, deixei transparecer que tinha havido alguma coisa, minha esposa muito viva, escorregou sobre meu corpo, me colocou com a bunda para cima e enfiou a língua na minha argola e quando viu que eu já estava doidão, em uma breve parada perguntou: "Sergio fez assim". Por reflexo fiz aquele som gutural: "Hum, hum". Confirmando as suspeitas de minha amada, diante disso, ela devorou meu anel como uma louca enquanto punhetava meu cacete. Depois de gozar forte, ela se aconchegou no meu ombro e me pediu detalhes. Depois do que ela tinha confessado na tarde anterior, meio ressabiado, não podia deixar de abrir o jogo e revelei a ela que desde a nossa adolescência, eu e Sergio, fazíamos troca-troca, puta, enlouquecemos e fizemos dois anais seguidos, enquanto eu contava como as coisas aconteceram entre eu e Sergio nas primeiras vezes. Naquela semana, quando liguei para Suzi para avisar que demoraria mais um pouco para chegar em casa depois da faculdade, pois iria tomar umas cervejas com os colegas, ela com aquela vozinha sedutora perguntou se Sergio iria também, meio acanhado respondi que sim e de imediato ela deu a ideia de tomarmos as cervejas em casa, imediatamente percebi a maldade de minha esposa e não respondi nada. Naquela noite, no intervalo entre a segunda e a terceira aula, revelei a meu amigo o que tinha acontecido no final de semana. Não conseguimos mais assistir aulas e fomos para minha casa. Preocupado de como Suzi poderia estar vestida, toquei a campainha antes de entrar e quando eu e Sergio já estávamos no meio da sala, Suzi saiu da cozinha com uma cerveja, três copos e porções de salame e azeitona tudo em uma bandeja. Para nossa deleite, minha amada estava trajando um baby dool de shortinho curtinho e de alcinha, de modo que tanto eu quanto Sergio não sabíamos se olhávamos mais para os peitinhos sem sutiã ou para as dobras de suas nádegas que o shortinho não escondia, deixando claro que minha esposinha estava disposta a uma inédita putaria a três. Suzi depositou a bandeja na mesa de centro, serviu a cerveja e sentou entre nós dois. Estávamos os três tremendamente tesudos e Suzi depois do primeiro gole, beijou-me demoradamente sugando minha língua com força, demonstrando toda sua vontade de pica e antes que eu pudesse reagir, puxou Sergio pela nuca, fazendo eu continuar a beijar, só que a boca de meu amigo. Durante o beijo que trocava com Sergio, olhei para o meio das pernas de Suzi e vi o caminho de sua rachinha impresso no tecido por seu liquido vaginal. Ela encaixando a boca transformou o beijo em um beijo triplo. Como que combinado, mas por puro reflexo do prazer, eu e Sergio sacamos aqueles peitinhos e cada um se encarregou de chupar um deles, enquanto Suzi gemia como uma doente. Levantamos os três ao mesmo tempo em formando uma só massa, nos dirigimos ao quarto, nos livrando de nossas roupas no caminho, de tal forma que chegamos nus em nossa cama. Ao deitarmos ainda nos amassando e Suzi nos punhetando, ficaram claras as intenções de minha amada, ela me fez virar de costas, pegou a piroca de Sergio e pincelou meu rego, puta, que delícia, o quarto foi inundado por uma sinfonia de gemido e Suzi sentou na cama sobre as próprias pernas, sem soltar a piroca amiga, mandou eu ficar de quatro e dirigiu o cacete de Sergio para minha bunda. Nós já tínhamos quebrado todas as barreiras e não me acanhei em abrir as nádegas e receber a pica na minha bunda, ouvindo o som molhado da siririca nervosa que Suzi batia, evitei de colocar a mão no pau, pois sabia que assim que o fizesse eu gozaria. Recebi a leitada de Sergio no fundo do meu cuzinho tentando não ouvir os sons do gozo da minha mulher, troquei de posição, enterrando minha rola até o talo no cu de meu amante, enquanto minha amada mesmo depois de ter gozado forte, continuava a se masturbar. Suzi anunciou seu gozo quase gritando e eu enchi o cu de Sergio com minha gala . Suzi aumentou a lagoa que o liquido que brotava de sua buceta tinha formado na cama. Sem pararmos de nos alisar, penetrei a buceta de Suzi de modo selvagem, como ela gosta e ela fez nossos corpos girarem na cama ficando por cima e com aquela voz de louca, disse: "Vem Sergio, já que sua esposa regula o cuzinho para você, arromba o cu da esposa de seu amante". Não foi preciso falar de novo, Sergio apontou seu instrumento e penetrou o rabo de Suzi, dando a ela, sua primeira dupla penetração. Suzi passou a dar gritinhos e dar tapas na minha cara, até ter uma convulsão orgástica arrastando eu e meu amigo para uma gozada espetacular. A pedido de Suzi deixamos nossas rolas saírem de dentro dela com naturalmente, tempo em que ela revelou seu plano de se aproximar de Silvia, conquista-la e após chupar sua buceta, a atrair para uma foda a quatro, onde todos comeriam todos.
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