Henrique perdendo a virgindade continuação
Henrique ficou ali, jogado no peito de Márcio, tentando recuperar o fôlego. O calor do gozo de Márcio ainda preenchia o seu interior, dando a ele uma sensação de conforto e entrega total.
Márcio, com toda a sua gentileza, começou a fazer carinho nos cabelos de Henrique, beijando o topo da cabeça do rapaz com ternura. Mas, conforme a adrenalina baixava, o olhar do médico mudou. Ele suspirou fundo e afastou um pouco o corpo, olhando para o teto com uma expressão de preocupação.
A consciência bateu forte. Ele era o padrinho, o homem educado e respeitado da família. A imagem de perfeição que ele mantinha há anos parecia pesar agora sobre seus ombros. Márcio sentiu um aperto no peito, uma pontada de culpa por ter se deixado levar pelo desejo com o próprio afilhado.
— Meu Deus, Henrique... — Márcio murmurou, a voz carregada de dúvida. — Eu não sei o que aconteceu. Você é meu afilhado... eu deveria ter sido mais maduro. Me perdoa, eu me sinto mal por ter feito isso.
Henrique, percebendo a angústia do homem, não deixou que ele continuasse. Com um sorriso malicioso e decidido, ele se apoiou nos cotovelos e olhou bem nos olhos de Márcio. Ele não estava nem um pouco arrependido; na verdade, aquele era o plano dele desde o começo.
— Shhh... não começa com esse drama agora, Dindo — disse Henrique, usando o apelido carinhoso para desarmá-lo.
Ele deslizou a mão pelo peito de Márcio, descendo lentamente até a barriga.
— Por que a culpa? Isso aqui vai ser o nosso segredo. Só nosso — Henrique deu um beijinho no queixo de Márcio e sussurrou com um tom provocador: — Além do mais, eu sei que você já fantasia com isso há muito tempo.
Márcio franziu a testa, confuso.
— Como assim? Do que você está falando?
Henrique riu baixo, sentindo que tinha o controle total da situação.
— Não finge que não sabe, Dindo. Eu vi... eu descobri que você gosta de ler aqueles contos eróticos gays no seu tablet. Eu vi as histórias que você lia, as coisas que você imaginava... e foi por isso que eu resolvi investir em você. Eu sabia que, por trás desse médico educado, tinha um homem querendo ser usado por alguém como eu.
O choque passou rápido pelo rosto de Márcio, sendo substituído por uma surpresa misturada com um alívio imenso. Saber que Henrique conhecia seus desejos secretos e que, em vez de julgá-lo, o rapaz tinha usado isso para seduzi-lo, tirou todo o peso da culpa de seus ombros. Ele percebeu que não precisava mais fingir ser perfeito diante de Henrique.
Márcio soltou um riso leve e relaxado, puxando Henrique para um abraço apertado e carinhoso.
— Você é terrível, Henrique... me pegou direitinho — Márcio disse, beijando-o com doçura e luxúria. — Mas você tem razão. Se você já sabe de tudo, então não temos mais nada a esconder um do outro.
A culpa sumiu completamente, dando lugar a um desejo renovado. Márcio olhou para o corpo do afilhado com fome, sentindo-se finalmente livre para aproveitar cada centímetro dele.
Com a culpa totalmente dissipada e a verdade exposta, a tensão no quarto mudou para algo muito mais visceral. Não era mais sobre proibição, mas sobre a fome bruta de dois homens que finalmente podiam se devorar sem máscaras. Márcio sentia um alívio quase erótico; era como se tivesse arrancado a pele de um personagem e revelado o animal que vivia dentro dele.
— Então você me estudou, é? — Márcio sussurrou, a voz agora rouca, enquanto deslizava a mão com força pelas coxas de Henrique, apertando a carne com vontade. — Sabia exatamente onde apertar para me fazer perder o juízo.
Henrique sorriu, sentindo o calor subir. Ele adorava ver o padrinho assim: desarmado, entregue e com os olhos escurecidos de luxúria.
— Eu só dei um empurrãozinho, Dindo. Você já queria isso... só precisava de alguém com coragem de transformar seus contos em realidade.
Márcio soltou um gemido baixo. A ideia de ter sido "estudado" e caçado por Henrique atiçou um fogo incontrolável. Ele não queria mais ser apenas o médico educado; ele queria ser o homem que reivindicava cada orifício de Henrique.
Sem aviso, Márcio inverteu as posições com um movimento brusco e ágil. Ele prendeu os pulsos de Henrique acima da cabeça com uma mão só, imobilizando-o contra o colchão, enquanto a outra mão descia rapidamente para abrir as pernas do rapaz, escancarando-o completamente. O membro de Márcio, agora rígido como pedra e pulsando de novo, pressionou-se com força contra a entrada úmida e dilatada de Henrique.
— Já que você sabe tanto dos meus gostos... — Márcio rosnou contra o ouvido de Henrique, a respiração quente queimando a pele. — Acho que agora é minha vez de mostrar que a prática é mil vezes melhor que a leitura.
Henrique arqueou as costas, soltando um gemido alto quando sentiu a ponta do pau de Márcio cutucar a entrada do seu cu, que ainda estava lubrificado pelo gozo anterior.
— Então prova, Dindo... me fode do jeito que você imaginou naquelas histórias! — desafiou Henrique, movendo o quadril para cima, implorando pela penetração.
Márcio não aguentou mais. Com um impulso potente e único, ele enterrou todo o seu comprimento no interior de Henrique, preenchendo-o completamente em um golpe seco que fez o rapaz gritar de prazer.
— AHHH! ISSO! — Henrique rugiu, sentindo as paredes do seu corpo serem esticadas pelo tamanho do padrinho.
Márcio começou a estocar com uma força renovada, cada golpe batendo fundo, atingindo a próstata de Henrique com precisão cirúrgica. O som da pele batendo contra a pele ecoava pelo quarto, misturado aos gemidos desesperados. Márcio não era mais apenas gentil; ele era voraz. Ele mordia o ombro de Henrique, puxava seus cabelos e sussurrava palavras sujas no seu ouvido, descrevendo tudo o que queria fazer com ele.
— Você é meu... meu brinquedinho... meu segredo mais gostoso — Márcio gemia, acelerando o ritmo, as estocadas tornando-se frenéticas e profundas.
Henrique estava em transe, sentindo o mundo girar. O prazer era tanto que beirava a dor, mas era exatamente disso que ele precisava. Ele sentia o pau de Márcio pulsar dentro dele, reivindicando cada centímetro de seu interior.
No ápice, Márcio agarrou a cintura de Henrique com tanta força que deixaria marcas, e disparou jatos massivos de sêmen bem no fundo do ventre do rapaz, inundando-o novamente. Henrique gozou violentamente junto com ele, espasmando sob o peso do homem, enquanto ambos desabavam em um emaranhado de suor, fluidos e respirações ofegantes.
Quando o silêncio finalmente voltou, Márcio beijou a testa de Henrique com uma ternura profunda, mas seus olhos ainda brilhavam com a promessa de que aquilo seria repetido exaustivamente.
— Obrigado por me libertar, meu querido — disse Márcio, com a voz cansada e satisfeita.
Henrique apenas sorriu, aninhado no peito do homem, sabendo que agora tinha o médico completamente nas mãos e que aquele quarto seria o cenário de muitos outros pecados deliciosos.
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (0)