Minha família 3
Daquela manhã em diante eu ficava de olho o tempo todo: na minha irmã, na minha mãe e no meu padrasto. E valeu cada segundo de tensão.
No sábado ele fez um churrasco. Como sempre, minha mãe já saiu de biquíni e foi se deitar no sol do quintal. Eu estava na expectativa de vê-la daquele jeito… mas a surpresa veio quando Bia também apareceu de biquíni. Usava uma saia por cima, mas mesmo assim dava pra enxergar o contorno dos peitinhos apertados no tecido. Foi delicioso.
O churrasco rolava, eu ajudava o padrasto (que bebia feito um condenado) e minha mãe tomava os drinks que ele preparava. Eu não tirava os olhos delas. E ele também não. Em certo momento minha mãe estava deitada de barriga pra cima e Bia ao lado, de ladinho, mexendo no celular. O biquíni da minha irmã estava enfiado bem no meio da bunda, e o da mãe desenhava com perfeição o formato da buceta. Uma loucura.
Enquanto eu olhava disfarçado, vi que ele fazia a mesma coisa, só que bem menos discreto. Como eu estava do lado dele, notei o volume marcado na sunga. Em um momento minha mãe veio até a mesa. Eles ficaram de frente um pro outro e eu vi claramente a mão dela passar por cima do pau dele, apertando de leve. O tesão subiu na hora. Ela ali, de biquíni enfiado naquele rabo grosso e gostoso, e ele olhando de canto pra Bia.
Ouvi ele perguntar:
— Bia não vai tomar uma ducha no chuveirão?
Minha mãe respondeu que já tinha falado. Depois se virou, encostou a bunda nele e gritou:
— Filha, vai tomar uma ducha!
— Daqui a pouco, mãe — respondeu Bia.
Na hora eu já estava imaginando ela debaixo da água, só de biquíni molhado grudado no corpo. Minha mãe voltou pro lado dela e eu fiquei admirando aquela bunda balançando enquanto ela andava. Logo Bia se levantou, tirou a saia e… caralho. De biquíni ela tinha bem mais corpo do que eu imaginava. Eu acompanhei cada passo até o chuveiro. Não era só eu: o padrasto também olhava, em pé atrás do balcão, e vi a mão dele descer e apertar o pau por cima da sunga.
Bia voltou e deitou de barriga pra baixo ao lado da mãe. As duas com o rabo pra cima, lado a lado. Não consegui me segurar: apertei o pau discretamente. Olhei pro lado pra ver se ele não tinha me visto… e nossos olhares se cruzaram. Ele viu o que eu fazia, eu vi o que ele fazia. Ele riu. Eu ri também. Os dois paramos no mesmo instante. Ficou um silêncio só quebrado pela música. Os dois querendo olhar de novo, mas fingindo mexer no celular.
Ele quebrou o silêncio:
— Mateus, vem cá.
Achei que ia me mostrar alguma coisa no celular. Quando cheguei perto, ele falou baixinho:
— Nós dois temos sorte, não é?
— Por quê?
Ele apontou com a cabeça pra minha mãe e Bia. Minha mãe já tinha mudado de posição, de lado, de frente pra irmã.
— Porque temos duas mulheres lindas em casa.
— Ahh… é.
Aí veio a frase que eu nunca esqueci:
— Vi você apertando o pau, safado.
Fiquei sem graça e só ri.
— Ficou com tesão?
— Você também ficou.
Ele riu de novo.
— Como é que não fica? Olha pra aquela cena…
Ajeitou o pau na sunga e continuou:
— Já viu a Bia sem roupa?
Eu ri e disse que não.
— Sério?
— Não.
— E sua mãe?
Meu coração disparou. Será que ele sabia que eu tinha visto os dois? Respondi que não. Silêncio de novo. Ficamos olhando as duas deitadas a poucos metros.
Minha mãe se levantou pra pegar carne pra ela e pra Bia. Perguntou o que a gente estava aprontando.
— Bem que eu queria aprontar… — respondeu ele, com um sorrisinho.
Ela pediu um drink. Quando se abaixou pra entregar o prato pra Bia, o rabo ficou virado direto pra gente. Ouvi o padrasto murmurar:
— Que delícia, viu…
Eu ri, sem graça. Ele foi fazer o drink e, quando levou, não perdeu a chance de olhar Bia de perto. Assim que voltou, já puxou assunto de novo:
— Bia já tá virando uma mulher, não é?
Balancei a cabeça.
— Você já viu ela tomando banho?
Fiquei em silêncio alguns segundos e disse que não. Ele deu um sorrisinho e começou a mexer no celular. Eu fiquei pensando: será que ele já viu?
— Teria coragem de ver?
Não respondi. Não sabia até onde ele queria chegar. Podia contar pra minha mãe e eu levar uma surra.
— Sabe guardar segredo?
— Sei.
— Não vai contar pra ninguém mesmo?
— Não.
Ele mandou eu chegar mais perto e virou o celular. Era uma foto de Bia se enxugando. A toalha cobria o rosto, ela enxugava o cabelo… e o corpo inteiro estava à mostra. Os peitinhos iguais aos que eu tinha visto dois dias antes, a cinturinha fina, a bucetinha com pelinhos claros. Foi a primeira vez que vi a buceta da minha irmã. O pau endureceu na hora. Perninhas grossinhas, bunda branquinha… enquanto eu olhava fixo, ele puxou o celular e bloqueou a tela.
— E aí, gostou?
Balancei a cabeça, sorrindo.
— Segredo, viu. Se sua mãe ficar sabendo, ela me mata.
Foi um alívio saber que minha mãe não sabia de nada. Ele disse que tinha outra foto.
— Posso ver?
— Agora não. Mais tarde.
Fiquei animado e curioso pra caralho. Ficamos ali admirando as duas, nos olhando de vez em quando e rindo. Ele me chamava de taradinho o tempo todo.
Mais tarde, à noite, eu tinha acabado de entrar no quarto depois do banho quando ele entrou e fechou a porta. Me assustei.
— E aí, ainda quer ver a foto?
— Quero.
— Mais tarde, depois que sua mãe e sua irmã dormirem. Na sala.
Ele saiu. A partir daí eu só conseguia pensar naquela foto. O tempo passou como uma eternidade. Eu estava jogando quando Bia entrou no quarto de camisola, deitou e pediu pra apagar a luz. Apaguei sem falar nada. Só faltava minha mãe dormir.
Minutos depois ela apareceu na porta. Estava de babydoll preto. Quando se inclinou pra frente, quase vi os peitos. Dei boa-noite e ela fechou a porta.
Esperei um pouco. Recebi a mensagem dele: “Vem”.
Saí do quarto devagar. Na sala ele estava sentado. Assim que me viu, se ajeitou no sofá. Sentei do lado.
— Você me promete que isso vai ficar entre a gente?
— Sim.
Ele desbloqueou o celular e abriu o aplicativo. Lá estava a outra foto de Bia: debaixo do chuveiro, box aberto, só a bunda branquinha à mostra. Ver ela nua daquele jeito me deixou doido. Sem perceber comecei a apertar o pau… e notei que ele também apertava o dele.
— Tem mais?
— Não. De Bia só essas duas.
Fiquei meio decepcionado. Esperava mais.
— Só tenho da sua mãe. Se quiser ver, tem várias.
Por dentro eu gritava “quero ver tudo”. Por fora me fiz de comportado.
— Vê uma aí e decide se quer ver mais.
— Tá.
Ele mexeu no celular e me passou. A primeira era uma selfie: minha mãe mostrando os peitos. O frio na barriga veio forte. Fui passando as fotos… eram várias. Meu tesão estava no limite.
Foi então que aconteceu o que eu nunca esperava.
A mão dele pousou na minha coxa. Continuei olhando as fotos, mas sentia a mão subindo devagar, cada vez mais perto do pau. Não vou mentir: estava bom. Parei de me tocar e segurei o celular com as duas mãos. Não demorou e a mão dele entrou por baixo do short e parou em cima do meu pau. O coração já batia descontrolado. Ele começou a apertar devagar. Eu fui relaxando. Logo a mão quente dele segurava meu pau de verdade e começou a bater uma.
Minha respiração ficou pesada. Como não ficar, vendo as fotos da minha mãe e recebendo uma punheta do meu padrasto?
Na penumbra da sala vi ele abaixar a cabeça em direção ao meu colo. Senti o pau sair do short e, no segundo seguinte, estar dentro da boca dele. Me encostei por completo no sofá e deixei rolar. Tentava me concentrar nas fotos em que minha mãe mostrava a buceta. Sentia o calor da boca dele, a língua, o ritmo…
Um calafrio subiu pelas pernas.
— Vou gozar…
Ele levantou a cabeça e começou a punhetar forte, rápido. Gozei muito. A barriga ficou suja.
— Gostou das fotos?
— Sim.
— Olha pra cá.
Levantei a cabeça. Vi meu pau caído de lado e a barriga cheia de porra. Inclinei a cabeça de novo e ele falou:
— Isso aqui você viu?
Quando olhei, ele se afastou um pouco e mostrei o pau dele também caído, com uma quantidade grande de porra escorrendo pela perna.
— Vai se limpar.
Quando levantei, ele disse só:
— Segredo.
— Tá.
Saí do banheiro e ele já não estava mais na sala. Fui pro quarto, deitei e apaguei na hora.
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