Escravo Familiar: Capítulo 60 (Uma semana no sítio do meu tio Chico - Dia 08 - Capítulo Extra)
Oi, voltei. O papai do escravo familiar, então, voltando à minha narração...
Depois que subimos de volta para os quartos, eu e meu filhote nos revezamos no banheiro. Ele entrou no banheiro primeiro e foi direto para a privada, sentou-se fazendo suas necessidades, caindo de sono. O nosso dia tinha sido bem puxado, e achava que o próximo teria a mesma pegada.
Nosso último dia no sítio, antes de nosso retorno para casa, não seria nada fácil para ele no nosso retorno. Os membros de nossa família me incomodavam dia e noite para saber quando teriam seus direitos, quando poderiam ter o familiar para se satisfazerem.
Minha cabeça estava cheia disso; é direito deles, eu sei, mas organizar tudo isso era uma merda. Tinha que combinar um dia, com hora e local, para eles pegarem meu garoto e depois devolverem, ficar relembrando as regras, e ainda me preocupar se caso desse alguma merda, com uma porra de uma punição que não queria nem fazer.
Bom que se foda. Vim para o sítio para relaxar, não foi? Então amanhã é nosso último dia, então que esse dia fique marcado em nossas mentes.
Voltei a olhar para o familiar; coitado do meu bichinho, estava exausto, caindo de sono, não se aguentava nem sentado para fazer suas necessidades.
Me virei para a pia e peguei minha escova de dentes, junto da pasta. Apliquei uma quantidade mínima para passar nos dentes e depois devolvi o tubo para o armarinho.
Nesse meio tempo, meu nego levantou da privada, deu descarga e veio junto à pia comigo, pedindo espaço silenciosamente. Pegou sua escova e a pasta e escovou seus dentes rapidamente.
Depois saiu de dentro do banheiro meio cambaleante e só escutei ele desabando na cama.
Terminei de escovar meus dentes e aproveitei para me aliviar; minha bexiga gritava para ser esvaziada. Botei meu pau para fora da bermuda e da cueca, e mirei no vaso, deixando a urina fluir para fora do meu pinto.
Xiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
Quando minha bexiga esvaziou, balancei meu cacete para cima e para baixo para caírem as últimas gotas de mijo e o guardei na cueca.
Passei uma água na mão e sequei na toalha ao lado da pia. E, em seguida, saí do banheiro, fechando a porta atrás de mim, e olhei para meu filho na cama, deitado, jogado de bruços, com metade do corpo em cima da cama e a outra metade fora dela.
Vixe, me lasquei. Parecia que o escravinho tinha apagado. Aproximei-me dele e o peguei com cuidado nos braços. Meu garotão de 1,75m, que eu tratava como bebê, precisava de minha ajuda para acordar amanhã sem dores no corpo, então o ergui nos braços, virando-o de barriga para cima, e o joguei mais para cima na cama.
Retirei suas roupas, deixando meu gostoso pelado, e o coloquei embaixo dos cobertores, arrumando-o com cuidado.
Depois retirei minhas vestes e fui me deitar ao seu lado. Puxei a ponta do cobertor para entrar debaixo e virei meu filho para o outro lado, com sua bundinha macia nua para mim. Encochei-o, passando meus braços por sua cintura, e repousei meu pau no meio de suas nádegas, sentindo o quentinho do seu rego.
Ajeitei o travesseiro embaixo da minha cabeça e o cobertor em cima de nós dois, enfiei meu nariz no seu pescoço cheiroso e fiquei quietinho esperando meu corpo aquecer junto ao dele, e o sono me embalar.
Na manhã seguinte, acordei primeiro que ele, me desvencilhei de seu corpo quente e fui para o banheiro. Ao entrar, usei a privada para fazer minhas necessidades e depois escovei meus dentes. Saí do banheiro e aproveitei para voltar a me vestir.
Em seguida, calcei meu chinelo e saí do quarto. O ar do lado de fora estava quente, o sol lá fora brilhava bonito em um tom alaranjado que me animou.
Não estava muito afim de cuidar de bicho hoje, mas tenho certeza de que meu irmão vai propor algo para fazermos. Já cuidamos de quase todos os bichos, exceto os cães e cadelas. Meu irmão gostava muito de criar bichos desde quando éramos crianças e sempre dizia que teria seu sítio, regado de animais e plantas, e não é que o safado conseguiu o que disse.
Tenho muito orgulho dele; trabalhou muito nessa vida para conseguir essas coisas, então nada mais justo agora ele usufruir e cuidar de tudo que conseguiu.
Desci as escadas indo para o térreo da casa e encaminhei-me direto para a cozinha, como sempre fiz todas as manhãs. Não havia ninguém, então aproveitei minha própria companhia para preparar um café e, talvez, bater uma vitamina. Nossa, faz uma semana que não sei o que é isso. Normalmente, em casa, toda manhã eu tomo uma vitamina de frutas, regada com cereais e leite.
Fui todo animadinho pegar o copo do liquidificador em cima da bancada de mármore, coloquei em cima da pia e fui para a fruteira selecionar algumas frutas.
Peguei banana, mamão, abacate, maçã e pêssego na fruteira, levei-as para a pia, depois fui para a geladeira e peguei o leite gelado.
Juntei tudo dentro do liquidificador, descascando as frutas que não dava para comer com a casca, e picando-as e colocando-as no copo do liquidificador. Em seguida, adicionei o leite que peguei na geladeira e um pouco de açúcar.
Coloquei a tampa no copo do liquidificador e bati tudo. Depois de pronta, peguei um copo de vidro no armário de tamanho grande e despejei a vitamina dentro. Tomei o primeiro gole e senti o gelado que me lembrou de casa.
Cara, por mais que eu estivesse gostando de estar no sítio com meu irmão e meus filhos, não via a hora de voltar para casa. Sinto falta da minha rotina doida e de levar o familiar para cima e para baixo, além de mimá-lo com presentes.
Tomei minha vitamina refletindo tudo que aconteceu durante essa semana, e já me preparei psicologicamente para nosso retorno. Os machos da família estavam com os hormônios fora de controle, e meu bebê teria trabalho duro para fazer a partir de amanhã.
Terminei de tomar minha vitamina, colocando o líquido no copo várias vezes até esvaziar o copo do liquidificador. A vitamina estufou meu estômago, mas, dependendo do que faríamos hoje, seria ótimo para eu não ficar com fome antes de pelo menos 12:00.
Escutei passos vindo lá de cima e logo uma porta se abrir.
— Papai! O familiar acordou.
— Oi, paixão, papai tá aqui na cozinha. Em seguida, escutei seus passos pelo corredor e depois na escada.
...
FAMILIAR:
Meu corpo estava acordando de um sono profundo, senti a cama mais vazia, mais leve ao meu lado, e meu nariz buscou o cheiro de meu dono. Não o senti forte, o que significava que papai não estava mais na cama, então abri meus olhos.
Ao meu lado, a cama estava vazia, e o cobertor, revirado e amontoado onde papai estava dormindo. Virei-me para a porta do banheiro e chamei por papai, achando que ele estava no banheiro.
— Papai!
Nada, nenhum sinal do meu senhor. Isso podia dizer algumas coisas: papai podia estar fodendo com meus irmãos ou titio, ou já estaria tomando seu café da manhã.
Joguei o cobertor para o lado e me levantei pelado e fui para o banheiro. Abri a porta e a luz estava apagada e tudo no lugar. Aproveitei para fazer xixi e escovar meus dentes. Em seguida, saí do quarto, deixando a cama desarrumada, mas com as luzes apagadas e a porta aberta, e andei pelo corredor.
Fui para o quarto dos meus irmãos, abri a porta e os dois ainda dormiam arreganhados, nus, mas sem sinal de papai. Depois fui para o outro lado do corredor e fiz o mesmo no quarto do meu tio; ele estava dormindo, coberto da cintura para baixo, de barriga para cima, roncando baixo, pelado, mas sozinho.
Fechei a porta e voltei a andar pelo corredor e, quando cheguei à ponta da escada, voltei a chamar por meu dono.
— Papai!
— Oi, paixão, papai tá aqui na cozinha. Ele gritou do andar de baixo.
Comecei a descer as escadas e fui direto para a cozinha, encontrando-o escorado na bancada da cozinha, terminando de tomar sua vitamina.
Corri para seu corpo e o agarrei pela cintura; ele riu, me abraçando, e eu o olhei nos olhos enquanto ele engolia a vitamina.
— Cadê suas roupas? Ele disse-me, passando a mão esquerda por trás do meu corpo nu, e apertando minha bunda branca.
— Huuuuuuuuuum! Gemi baixo. — Lá em cima! Eu disse, beijando seu pescoço.
— Acordou carente do papai hoje? Ele me perguntou, abrindo minhas nádegas com a mão esquerda, e levou a ponta do dedo indicador para a minha entrada, e passou a alisar.
— Huuuuuuuuuum! Continuava a gemer baixinho, com a cara enfiada no seu pescoço, enquanto ele voltava a me dar ordens.
— Vai colocar uma roupa familiar, não quero você o tempo todo pelado.
— Ah, papai, hoje é nosso último dia aqui no sítio, me deixa à vontade!
— Hoje estou bonzinho e vou permitir; não estou com vontade nem paciência para discutir hoje. Mas, só por conta disso, você irá tomar café aos nossos pés no chão, embaixo da mesa. Já que não obedece seu senhor, vai ficar de castigo no chão. Seu café será leite de machos e o que nós derrubarmos da mesa para você comer, entendido, João Pedro? Ele disse com uma voz grossa e firme enquanto apertava minha bunda com mais força.
— Huuuuuuuuuum! Sim, meu senhor papai!
— Ótimo!
Continuei agarrado a papai, beijando-o, mordiscando sua pele do pescoço e dos ombros enquanto ele repousava o copo que tomou sua vitamina vazio no mármore da pia, e depois voltou a enlaçar seus braços fortes em volta da minha cintura.
No andar de cima, meu tio e meus irmãos despertaram dentro dos quartos. Meu tio espreguiçou-se na cama e se descobriu jogando o cobertor para o lado na cama, alisou seu pau meia bomba e pulou da cama, e foi para o banheiro fazer xixi, depois escovou seus dentes e voltou para o quarto.
Recolheu suas roupas em cima do criado-mudo ao lado da cabeceira da sua cama e as recolocou. Aproveitou para organizar a roupa de cama e o quarto. Em seguida, saiu pela porta e caminhou pelo corredor.
Desceu as escadas para o térreo e veio direto para a cozinha, onde eu e papai ainda estávamos agarrados.
— Bom dia, meus homens! Titio nos saudou e veio até nós dois, puxou a boca de papai para a dele e deu um beijo gostoso de língua, depois repetiu o mesmo comigo.
— Bom dia, tio! Dormiu bem?
— Bom dia, Chico! Respondeu papai, voltando a se esfregar em mim.
— Dormi como um anjo, nosso dia ontem foi bem puxado. Mas hoje será um pouco mais leve, hoje é nosso último dia aqui no sítio, então quero fazer um churrasquinho para nós. Tem carnes no freezer da geladeira; dá tempo de colocar para descongelar enquanto mexemos nos cachorros. Hoje vamos ao canil dar uma geral lá, é o último lugar que falta, e quero ajuda de vocês para dar banho nos cachorros, belezinha? Meu tio disse e voltou a agarrar papai e eu e deu-nos outro beijo na boca.
— Tudo bem, querido irmão! Disse papai para ele.
— Ótimo, vamos começar a arrumar a mesa do café enquanto os dois folgados acordam e descem para tomar café.
Papai e eu nos desgrudamos e começamos a ajudar meu tio.
Já no quarto dos meus irmãos...
Os dois, que estavam todos arreganhados, despertaram lentamente, remexendo-se com lentidão na cama, ambos somente de cuecas boxer. Thiago, que sempre foi atrevido, jogou seu braço e sua perna em cima do Juan, alisando-o, já pensando que poderia comer seu cuzinho rosado.
Juan, como não é bobo, o empurrou de cima dele, reclamando:
— Saia para lá, quero saber de agarração não.
— Que isso, irmão? Estamos fodendo há uma semana e agora está aí todo bravinho. Isso é falta de rola. Thiago disse, voltando a alisar Juan.
— Sai para lá, porra! Juan o empurrou e, perdendo a paciência, acabou levantando da cama, colocou a bermuda e a camiseta que estavam jogadas no chão do quarto e foi para o banheiro.
Já Thiago ficou na cama com o pau duro, louco para que eu, o escravinho, entrasse milagrosamente pela porta e fodesse com ele.
Juan usou o banheiro e saiu do quarto, pegando as roupas do Thiago que estavam no chão e jogando na cara dele. Fechou a porta quando saiu e foi para o andar de baixo.
Thiago sorriu e se espreguiçou, esticando-se na cama com seu corpo imenso, e depois pulou da cama e foi para o banheiro.
Fez suas necessidades, escovou os dentes e recolocou suas roupas, e depois saiu do banheiro e do quarto, apagando a luz, e seguiu para o andar de baixo.
Na cozinha com a sala de jantar integrada, eu, papai e titio colocávamos a mesa para o café, e logo sentimos a presença dos dois entrando quase juntos pela porta.
— Bom dia, garotos, dormiram bem? Perguntou papai.
— Sim, pai, e vocês? Disse Juan.
— Dormimos, sentem-se e tomem café. Hoje vamos arrumar o canil e dar banho nos cachorros, depois vamos fazer um churrasco e cair na piscina. Nosso último dia aqui, temos que aproveitar. A partir de amanhã, a vida volta ao normal. Disse papai.
— Aí sim! Hoje o dia então será mais tranquilo! Disse Juan.
— Com certeza, filho! Respondeu papai. — Agora sentem-se e escravinho?
— Já sei papai, já estou indo. Respondi.
Fui para a mesa, ajoelhei-me no chão e fui engatinhando até a cadeira do meu senhor. Papai colocou o pau para fora, balançando a minha frente, e eu o abocanhei.
Nossos parentes à nossa volta ficaram de boca aberta, porém excitados, e papai comentou:
— Bom, agora de manhã disse para o familiar que daremos o café da manhã para ele, jogando-o para ele no chão. Enquanto isso, ele nos ordenha para tirar nossos leitinhos com a boca; isso dará mais sustância para ele.
Meus irmãos e titio riram, mas não disseram nada, só desceram as bermudas e as cuecas até os tornozelos e ficaram com as rolas duras esperando pela minha boca.
Enquanto chupava com fome a piroca do meu dono, aproveitei para punhetar meus irmãos que estavam próximos, um em cada mão. Os três contorciam seus pés, sentindo minha pele macia e quente alisá-los, e papai tinha o privilégio de estar sendo molhado por minha saliva.
Um pouco mais distante, vi os pés do meu tio inquieto se esfregando um no outro enquanto a pica dura se balançava impaciente, esperando por mim.
Papai levou uma das mãos para minha cabeça, deu-me dois tapinhas na minha face e indicou com o dedo por baixo da mesa que eu deveria ir para a outra ponta da mesa para chupar meu tio.
Glub Glub Glub Glub...
Chupei por mais alguns segundos sua vara, depois larguei-a junto com as dos meus irmãos e fui para a do meu tio, engatinhando embaixo da mesa.
Meus irmãos sentiram que eu tinha mudado de direção e soltado seus paus e aproveitaram que eu estava passando pelos seus pés, e os levantaram, passando as solas quentes e macias na minha bunda que se distanciava.
Fui até a outra ponta da mesa, até os pezões deliciosos de titio, e abaixei meu rosto até seus deliciosos pés. Beijei os dorsos, depois os lambi, sentindo o gosto do seu chulé fraco e salgado, que eu amava.
Titio ficou mais impaciente e segurou seu pau duro pela base e balançou para frente e para trás como se chamasse por minha boca, e expôs a cabeça rosada da pica que brilhava com o pré-gozo matinal.
Ergui minhas mãos até ela e deslizei-a suavemente pelo comprimento, fazendo-o arfar baixinho, e me aproximei com os lábios e o nariz dele. Fiz uma frescurinha de cheirá-lo sem grudar meu nariz na sua pica, só aspirando o odor delicioso, e depois caí de boca com vontade, engolindo-a até a base.
Meu tio tremeu e gemeu alto, fazendo todos olharem para ele calados, mas, já sabendo o que tinha acontecido, só sorriram e tentaram me buscar com os pés.
Eu o tinha engolido até a base e ficado parado, somente apertando seu pau com a garganta. Ele apenas levou suas mãos para trás de minha cabeça e a pressionou para baixo, fazendo meu nariz afundar nos seus pelos pubianos aparados, e me manteve lá por alguns minutos.
O ar era difícil de ser puxado ali, estando preso daquela forma. Meu rosto passou a ficar vermelho e dei dois tapinhas fracos na sua coxa, pedindo para ele me liberar. Meu tio afrouxou a mão e pude voltar a deslizar minha boca da sua rola e puxar o ar para dentro dos meus pulmões, que ardiam com a falta repentina de oxigênio.
Voltei a engatinhar embaixo da mesa e fui para os pés dos meus irmãos; aqueles dois pares de pés eram o que eu mais queria naquele momento. Eu sou apaixonado por pés de machos, é minha maior tara, e poder sempre me satisfazer e agradar meus homens era o que mais me fazia feliz e grato em ser escravo da família.
Então, abaixei-me com o nariz no pezão imenso e largo do meu irmão Thiago (o que mais gosto, inclusive, é ainda melhor do que os de papai — meu dono) e aspirei com força, embriagando-me com seu chulé.
— Huuuuuuuuuum! Gemi um pouco alto.
— Está gostoso aí em baixo, irmãozinho? Thiago disse, rindo, balançando seus pés imensos no meu rosto.
— Hum-rum! Só consegui resmungar, concordando.
— Que bom, aproveita bastante, não saberemos quando papai irá me permitir te dar esse prazer de novo.
— Claro, irmão! Respondi e voltei a enfiar meu nariz no meio dos seus dedos dos pés.
Enquanto isso, meu tio contava nossa programação do dia.
— Bom, hoje, garotos, nossa responsabilidade do dia é dar banho nos cachorros e arrumar o canil deles. Foram os únicos que ainda não tiveram nossa atenção, e será uma boa também fazermos o que viemos fazendo desde o primeiro dia. Disse titio, alternando entre comer seu café da manhã e dizer o que precisávamos fazer, e, em seguida, deu uma gargalhada sincera.
— Haha! Olha, meninos, foi um prazer imenso receber vocês aqui. Nossas aventuras foram surreais, por mais que o familiar, no segundo dia, tenha levado esporro e fodido com um garanhão antes do esperado, mas isso abriu as portas para fodermos com outros animais e descobrirmos outros prazeres.
Vou sentir falta de vocês, mas no futuro, quem sabe, repetimos essa aventura de outra forma, não é mesmo? Ah, já ia me esquecendo, estou velho, Juan! Ele chamou meu irmão, desviando o assunto. — Assim que terminarmos o café da manhã e eu ajeitar a cozinha, preciso de sua ajuda para reorganizar o quartinho. Durante a madrugada, escutei um barulho vindo de lá; acho que caiu alguma prateleira. Você me ajuda? Vai ser antes de irmos para o canil e será rápido, prometo, porém só preciso de você, beleza? E vocês três podem esperar por aqui; não iremos demorar. No mais, é isso. Disse titio enquanto papai e Thiago os olhavam.
— Ué, tio, mas você e o Thiago não arrumaram esse quartinho ontem? Questionou Juan.
— Sim, porém é como eu disse, o que parece é que uma das prateleiras desabou durante a noite. Você pode ou não me ajudar?
— Vai com seu tio Juan, para de arrumar enguiço. Intrometeu-se papai bravo.
— Tudo bem, tio, eu te ajudo sem problemas, só achei estranho, só isso. Acalme-se, pai, não precisa ficar bravo.
— Tome vergonha e ajude seu tio, senão te dou uma surra. Você já é adulto, mas age como adolescente. Retrucou papai.
— Certo, sobrinho, obrigado. Respondeu meu tio, não se importando com a fala de papai, e eles voltaram a comer.
Debaixo da mesa, eu saía do chulé divino do meu irmão Thiago e ia para os pés deliciosos do meu irmão Juan, e ganhava um pedaço de pão com requeijão mastigado do meu irmão Thiago.
Coloquei o pão na boca e o engoli, agradecendo, beijando seu pé largo e grande, e me virei para o lado dos pés do meu irmão Juan.
Cheirei, aspirando fundo, deixando seu chulé invadir meu cérebro como uma droga, e os beijei dos dedos até os tornozelos, e depois os calcanhares. Repeti os movimentos no outro pé e depois somente revezava entre os quatro pares, me fartando com os cheiros, com a comida que eles derrubavam para mim no chão enquanto ainda conversavam.
— Fico feliz, meu irmão. Disse papai: — Iremos sentir falta dessa rotina também, não é, garotos? Mas precisamos voltar para nossa realidade; não podemos somente nos entregar à diversão, às férias e ao sexo. Também precisamos ganhar o pão de cada dia, senão como iremos manter o Escravo Familiar?
— Tá certo! Disse titio.
Eles voltaram a comer em silêncio, jogando às vezes aqui e ali comida para mim, como se eu fosse um cachorrinho, até se fartarem com a comida da mesa.
Quando já tinha cheirado e me fartado com seus pés embaixo da mesa, eles começaram a se levantar. Papai me retirou de debaixo da mesa com cuidado, beijou-me na boca e me mandou eu me sentar à mesa.
— Venha, meu amor, hora de sair daí. Disse papai, puxando-me pelos braços.
Eu estava com a cara um pouco babada com a minha própria saliva, pois, enquanto lambia e chupava seus pés, também os passava em meu rosto, sentindo suas texturas, e, consequentemente, lambuzava minha cara com minha saliva.
— Coma mais alguma coisa, paixão — disse papai. — Só o que te demos não é o suficiente para você aguentar o tranco até a hora do almoço, e você sabe que não gosto de você fraco, e quero você sempre disposto para nos satisfazer a qualquer momento. Papai disse, beijando minha testa.
Já sentado, peguei mais pão e enchi um copo com o resto do suco, passei requeijão no pão e voltei a comer. Meu estômago agradecia. Graças a Deus, meu senhor não era carrasco e tinha uma visão excelente sobre mim.
Os membros da família não falavam, mas eu sabia que eles me achavam mimado demais e que, sempre que tinham oportunidade, induziam papai a ser mais carrasco comigo.
Minha vida é boa, mas gostaria que fosse ainda melhor. Sinto que poderia ser mais, ter mais função sexual e ter mais liberdade do que papai já me deu no sexo. Eu também tenho minhas vontades e fetiches, e adoraria colocá-los em prática, principalmente a vontade de ser mais ativo. Eu tinha tesão pelos cus dos meus machos, mas não era sempre que eles enfiavam minha cara lá, e muito menos me deixavam foder-los.
Quer saber? Depois, quando voltarmos para casa amanhã, vou arrumar um jeito de conversar com meu dono sobre meu lado ativo, e vou pedir para ele induzir os membros a usufruir desse meu lado. Mas, por enquanto, é melhor eu ir me comunicar com mamãe, lembrá-la de que amanhã já estaremos de volta.
Continuei comendo e, quando terminei meu pão, tomei meu suco até o final. Peguei um guardanapo no porta-guardanapos em cima da mesa, que titio havia colocado no preparo da mesa, e me limpei, secando todo o rosto e o pescoço sujo da minha própria saliva.
Em seguida, levantei da cadeira e me virei para ir para a sala de estar. Dei alguns passos e meu senhor me chamou:
— Filho! Antes de você ir para a sala, preciso te falar uma coisa: vem cá!
— Claro, papai, o que aconteceu? Eu disse com cara um pouco preocupada.
— Como você está prestes a completar um ano de servidão, vou te levar para fazer um check-up no médico, ver como anda sua saúde. Na verdade, vou com você e seus irmãos também, principalmente porque transamos essa semana com animais e é melhor nos prevenirmos quanto a doenças. Sei também que os membros da família não têm o hábito de usar preservativo, é uma irresponsabilidade nossa, mas é muito melhor transar no pelo do que com um látex que às vezes nos aperta. Então marquei consulta para nós para sabermos como anda nossa saúde.
— Tudo bem, papai, vai ser bom. Aproveitamos para saber como anda minha saúde anal.
— Sim, meu beija-flor! Era só isso, está bem? Quando voltarmos, eu te levo no médico. Te amo, garotão! Papai me disse e me puxou para um beijo na testa.
Depois de me soltar, fui para a sala com meu celular em mãos e logo fui abrindo o WhatsApp para mandar mensagem para mamãe.
Ao mesmo tempo que digitava, dividi minha atenção, prestando atenção no meu tio e no meu irmão Juan.
— Ei, Juan, não se esqueça, daqui a pouco te chamo para irmos, beleza?
— Tá bom, tio, não vou esquecer.
"Oi, mamãe, bom dia, tudo bem? Mãe, amanhã eu, papai e meus irmãos voltamos para casa. Estou morrendo de saudade da senhora. Não se preocupe, está tudo bem, porém vamos chegar, acho que lá para 13:00-14:00. Papai disse que marcou médico para nós, e vamos passar antes de chegarmos em casa. É só check-up para saber como anda minha saúde, já que estou sempre transando com os membros da família e alguns que papai arranja para mim. Te amo, até amanhã!"
Enviei a mensagem para mamãe e fui para o sofá me sentar de frente para a televisão. Não a liguei, fiquei sentado no sofá, enquanto isso, aproveitei para mexer nas redes sociais até que meu irmão e meu tio retornassem para irmos cuidar dos cachorros.
Na cozinha, meu pai e meu tio lavavam a louça, limpavam o fogão e passavam uma vassoura no chão para retirar as sujidades que caíam de cima da pia. Não os escutei conversar; acredito que estavam concentrados em suas tarefas.
De sentado no sofá, resolvi, por um milagre, me deitar. Não costumo fazer isso, não gosto, fico extremamente fadigado se ficar deitado durante o dia, exceto se tiver um macho destruindo meu cuzinho. Nessas ocasiões, eu já prefiro estar deitado, sentindo o peso do corpo que me maltrata, na pica.
Estava perdido em desvaneios, quando meu tio passou pelo corredor, chegou ao início da escada e berrou meu irmão, assustando-me.
— Bora, Juan, terminei. Precisamos agilizar o quartinho, senão atrasaremos os cachorros.
Tomei um susto quando meu tio disse a primeira palavra, dando um pulo no sofá. Em seguida, meu irmão Juan gritou do andar de cima.
— Estou indo, tio.
Escutei ruídos vindo do andar de cima, e depois passos. Logo meu irmão surgiu no topo da escada e começou a descer os degraus despreocupado.
— Vamos, garotão, senão vamos terminar tarde o que temos para fazer. Disse titio.
— Tá bom, velhote, para que tanta pressa? Perguntou meu irmão.
— Quero aproveitar a piscina com vocês, sabe-se lá quando iremos retornar para cá. Disse titio.
Os dois se juntaram no hall de entrada da casa e logo saíram.
...
DO LADO DE FORA DA CASA...
Chico:
Saímos de dentro de casa, encostando a porta atrás de nós. Eu precisava puxar um assunto com esse garoto para depois contar exatamente o que eu quero fazer. Por mais que já fosse um adulto, eu ainda o via como adolescente, e, como não tive muito o prazer de fodê-lo desde o início da nossa transformação de vida, precisava arrumar um jeito de fazer com que ele me desse seu cuzinho rosado.
Já sei, vou ser bem sincero com ele. Vou fazer o que fiz com o Thiago: contar a verdade do porquê pedi para ele vir me "ajudar no quartinho". Vou tacar a verdade nua e crua na sua cara, e se ele não topar, voltamos para trás.
— E então, tio, você havia dito que a prateleira do quartinho caiu durante a madrugada. Estranho, porque eu não ouvi nada. Ele disse-me, tirando-me de meus pensamentos.
— Acho que você tem o sono pesado, sobrinho, por isso não ouviu, e também o quartinho fica do outro lado do quarto de onde você dorme.
— Mesmo assim, tio, quer saber? Isso está estranho. Juan parou de andar, fazendo-me parar junto com ele e me encurralou.
— Fala logo a verdade, tio, me diga o que você realmente quer comigo?
Olhei para ele com o coração um pouco disparado, mas somos dois adultos, então que se foda, vou falar logo essa porra.
— É o seguinte, Juan, eu quero fazer o que fiz com o Thiago ontem com você hoje. Eu quero estourar seu cuzinho, fazer você se contorcer todinho na minha rola, fazer você me chamar de titio e implorar para eu comer seu cuzinho. Quero te transformar na minha mulherzinha.
Juan me olhou com os olhos arregalados, surpreso, abriu a boca para falar, depois fechou. Depois voltou a abri-la e disse:
— Não curto ser passivo não tio, e tenho medo do meu cu ficar destroçado e ...
— Não se preocupe com isso, sobrinho, prometo que serei carinhoso, só me permita saber como é te comer, foder seu cu. Vou fazer amor com você e, se você não gostar, nunca mais repetimos. O que você me diz? Vamos lá, você transa com outro homem há meses, só está transando agora com outro da família, diferente do anterior.
Juan ficou pensativo por um tempo, depois disse:
— Ok, eu já dei para papai e Thiago mesmo, mas tem uma coisa: só nós que viemos para o sítio saberemos sobre isso, o resto da família não.
— Feito, não se preocupe. O que acontece no quartinho e nesse sítio fica no quartinho e nesse sítio.
Nós apertamos as mãos para selar o nosso acordo e voltamos a andar. Nossos corpos e corações se inundaram de novos sentimentos que sentíamos um pelo outro, e nossa excitação passou a crescer dentro de nós, fazendo nossos corações errarem até mesmo as batidas.
Nós dois nos calamos de vez e terminamos o percurso até o quartinho. Eu destranquei a portinha do quartinho e entrei na frente, acendendo a luz. O quartinho continuava impecável, assim como eu e Thiago havíamos deixado no dia anterior.
Virei-me para o Juan, que entrava atrás de mim no quartinho, e puxei-o para frente, já levando minha boca com a barba por fazer para a boca de meu sobrinho, e empurrei a porta, fechando-a.
Empurrei Juan de costas nela e, juntos, passamos a nos alisar, deixando nossos próprios corpos ditarem as regras.
Eu o prensei contra a porta, levei minhas mãos até a barra da camiseta dele e a puxei para cima, retirando-a pela sua cabeça e deslizando-a pelos seus dreads. Joguei-a no chão, aos nossos pés, enquanto voltava a atacar a sua boca.
Juan fez o mesmo com a minha camiseta e, segurando na barra da minha camiseta polo, puxou-a pela minha cabeça e a jogou em cima da sua no chão. Voltamos a nos atracar, beijando-nos com força, deixando nossas línguas molhadas se enroscarem enquanto continuávamos a retirar o resto de nossas roupas.
Nós puxamos nossas bermudas de moletom pelos cós até nossos pés magros e brancos, junto com as cuecas, e depois as retiramos com os pés e chutamo-as para o lado para se juntarem com as camisetas. Em seguida, voltamos a grudar nossos corpos, continuando o beijo desesperado, enquanto nossas mãos deslizavam para nossos paus duros.
Enquanto nos beijávamos, tocávamos uma punheta suave que evoluiu para uma briga de espadas gostosa. Passamos a esfregar nossos corpos ávidos por contato, enquanto suspirávamos de excitação e deslizávamos nossas mãos ansiosas por nossos corpos.
— Arf! Arf! Arf! Logo Juan passou da minha boca para meu pescoço, beijando-me, lambendo e me deu um chupão forte para me deixar marcado com seu amor.
Depois, foi descendo pelo meu peito com penugem grisalha, beijando, lambendo até colocar meu mamilo esquerdo na boca e sugá-lo com força, fazendo eu urrar de prazer.
— Hãããããã, Juan, seu puto gostoso! Chupa seu titio, chupa! Assim, vai!
Eu me contorcia loucamente, sentindo a boca quente do meu sobrinho devorando meu mamilo, mas o tesão refletia em outro lugar.
Meu pau estava trincando de duro, ávido por sentir seus lábios, a quentura da sua boca molhada e macia, e a sua língua rosa rodando em volta do meu caralho. Me descontrolei, chega, aquilo estava me matando. Quero a boca dele logo no meu pau para eu poder fodê-la.
Então segurei seus cabelos pela raiz e o empurrei, guiando-o para minha virilha. Juan olhou para meu rosto com um olhar de pidão que a putinha do seu irmão fazia sempre que queria rola, e me deixou conduzi-lo para baixo.
Ficou agachado aos meus pés, segurando nas minhas coxas, enquanto eu, com a mão esquerda, segurava a base do meu caralho grosso e duro, balançando para cima e para baixo, convidando-o a chupar. Ele piscou seus olhos provocativamente, abriu sua boca e me abocanhou de uma vez, me engolindo por inteiro até a base.
— Aaah, seu viado do caralho, que garganta quentinha. Eu disse, contorcendo meus dedos dos pés em êxtase.
A garganta de meu sobrinho apertava meu pau com força, fazendo-o pulsar forte. Joguei minha cabeça para trás em total êxtase e bilisquei meus mamilos para causar um prazer ainda maior em meu corpo.
Gemendo alto e grosso, voltei minhas mãos para trás de sua cabeça e enfiei meus dedos em seus cabelos e os apertei com força. Agora o controle da mamada seria total meu, e poderia dilacerar sua garganta como eu bem quisesse.
Então dei uma chacoalhada nele e, travando meu maxilar para expressar meu tesão, comecei a movimentar seus lábios no meu caralho grosso, para frente e para trás em movimentos lentos, mas meu corpo queria mais, muito mais, e só aquilo não seria suficiente.
Então, para deixar a mamada mais interessante, segurei com as duas mãos atrás de sua cabeça, entrelaçando meus dedos das mãos, e o prendi, imobilizando seus movimentos, e, sem aviso, comecei a foder sua garganta.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC.
VUPT VUPT VUPT VUPT VUPT VUPT VUPT VUPT VUPT VUPT VUPT VUPT VUPT VUPT VUPT VUPT VUPT VUPT VUPT VUPT VUPT
— Ôôôôôôô! Caralho! Ôôôôôôô!
GLUB Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub...
Meu saco batia forte no seu queixo, parecendo que iriam se quebrar. Ele revirava os olhos sem lutar ou querer fugir de mim, enquanto eu fodia sua garganta, me deixando livre para fazer o que eu quisesse com ele.
Então eu meti, meti com força, provando para ele que ele era meu, com possessividade e luxúria.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
Logo afundei sua cara de encontro com minha virilha e o segurei ali para não sair fazendo-o sentir o cheiro dos meus pelos pubianos aparados, e depois, quando seu rosto ficou vermelho por estar sem oxigênio, o soltei, jogando sua cabeça para trás.
Ele começou a tossir enquanto um filete de saliva o acompanhava, e aproveitei para mudarmos de posição. Fui para trás dele e retirei seus dreads das suas costas e da sua bunda, fiz ele ficar de quatro e empinar a bunda em minha direção, ajoelhei no chão atrás dele e depois abri suas nádegas, olhando o cuzinho rosado com pelos em volta que piscava e aproximei-me com calma de seu cu, descendo minha boca até ele, e com a vontade louca de saber seu sabor, comecei a fazer um belo beijo grego.
— Huuuuuuuuuum!
Ele gemeu alto e empinou mais a bunda para mim, e foi para trás tentando fazer minha língua chegar mais fundo dentro dele. Eu aproveitei e segurei-o com uma mão, passando por cima de suas nádegas, e atolei o máximo que consegui da minha cara e da minha língua em seu rabo, e o chupei e lambi com força.
— Hãããããã! Ele gemeu alto e empinou sua bunda magra, permitindo-me ter um acesso privilegiado do seu cuzinho.
Meti minha língua mais fundo, sentindo suas pregas meio frouxas, e salivei o máximo possível, deixando seu cuzinho bem molhado e implorando por minha rola.
Juan gemeu baixo, delirando, revirando seus olhos enquanto batia forte uma punheta em seu pau, que estralava de tão duro, enquanto eu me dedicava a lhe dar o melhor beijo grego que já tinha recebido na vida.
Quando comecei a sentir dormência na língua e na boca, me afastei de seu cuzinho e cuspi uma porção grande e grossa de saliva. Depois, com dois dedos, a empurrei para dentro do seu cu e rodei, fazendo ele tremer as pernas e soltar um gemido rouco.
— Ãããããh!!
PLAFT!
Dei-lhe um tapão com as duas mãos, uma em cada nádega, e me levantei, voltando a ficar de pé. Puxei-o para ficar de pé junto a mim por seus dreads e o empurrei de volta à porta, deixando-o de costas para mim.
Segurei em sua cintura e empinei sua bunda para trás, fiz ele afastar um pouco as pernas com o pé direito e dei uma cuspida farta na mão. Ptiu! Depois passei o cuspe no seu cu, empurrando com os dedos uma porção dele para dentro do seu cuzinho.
Em seguida, cuspi novamente na mão e passei em meu caralho, que doía de tão duro no meio das minhas pernas.
Depois, segurei na base do meu caralho grosso e pincelei a cabeça dele na entrada do seu cuzinho, fazendo meu sobrinho se tremer todo. Logo apontei e dei uma prensada no seu cu, como se fizesse a cabeça da minha rola dar um beijo no lado externo do seu cu.
Segurei-o com mais força, inclinei-me até o pé do seu ouvido e disse:
— É assim que eu como um Andrade! E atolou seu pau duro e grosso em uma estocada só até sua virilha bater nas nádegas dele.
PLOC!
— Hãããããã! Juan gemeu grosso, empinando mais seu rabo para mim.
— Aaaaaaah! Que quentinho aqui dentro, que cuzinho apertado, Juanzinho! Huuuuuuuuuum! Gemi alto, prendendo-me ao seu corpo, tremendo com o êxtase que me açoitou, e fiquei parado, esperando ele se acostumar com minha invasão, enquanto sentia suas lágrimas caírem.
Rebolei suavemente, fazendo meu pau se acomodar ainda mais dentro dele, e aos poucos comecei a entrar e sair de dentro do seu cu.
— Huuuuuuuuuum! Isso! Gostoso, geme pro titio, geme. Eu dizia para ele para fazê-lo se soltar.
PLOC! PLOC! PLOC!
— Hããã! Ai, tio, você está me dilacerando assim!
— É isso que eu quero: te deixar larguinho, moldar seu cuzinho gostoso rosado no formato do meu caralho. Huuuuuuuuuum! Meu sobrinho!
Seu cuzinho se arreganhava cada vez que eu entrava e saía mordiscando meu caralho, e eu me segurei ao máximo para não perder o controle e não o foder com raiva, mas o putinho de quase quarenta anos não sabia parar de me provocar, e então eu o fodi com força, com raiva, para deixar bem largo, arrombado.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
— Argh! Bixona do tio, toma rola, filho da puta!
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
— Ããããã, Ããããã, Ããããã, Ããããã, vai, tio, fode o cu da sua bixona! Caralho! Ele dizia louco para me provocar mais, e aumentei mais a intensidade das metidas, puxando mais forte seu cabelo e mostrando quem era que mandava ali.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
O cu dele apertou forte em volta do meu caralho, fazendo eu sentir meu leite de macho correr do meu saco para meu pau, e, metendo minha mão por debaixo dele e segurando seu pau, comecei a bater uma forte punheta para ele enquanto gemíamos juntos.
O ar do quartinho pegava fogo, e eu começava a me sentir sufocado, então estava na hora de finalizar antes que passássemos mal ali dentro. Então, grudei-me mais nele e, gemendo no pé do seu ouvido, perguntei:
— Está pronto?
— Hãããããã! Tôôôô! Ele respondeu.
— Então goze, filho da puta, goze, vamos junto comigo! Aaaaaaah.
— Aaaaaaaaaaaah!
Dei uma cravada bruta no seu cuzinho e jorramos nossa porra, esvaziando-nos até a última gota de leite de macho!
Pffffffffffffffffffffffff PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
Trememos juntos como se estivéssemos sendo eletrocutados, com tanta força que desabamos juntos, agarrados no chão.
Ficamos deitados e agarrados no chão até conseguirmos recobrar o fôlego e conseguirmos nos manter de pé novamente. Quando sentimos que já era a hora, e que teríamos equilíbrio suficiente para poder nos mantermos de pé e caminhar de volta para a casa principal, nos levantamos, fomos até a entrada do quartinho onde nossas roupas estavam amontoadas e as recolhemos sem colocá-las, e saímos de dentro dele, apagando a luz e trancando a porta, e juntos voltamos para a casa principal, a passos curtos e lentos, agarrados e trocando carícias.
Ao chegar na entrada, nós nos olhamos com um sorriso de amantes, e acabei comentando:
— Tá pronto para entrar e eles nos zuarem por termos fodido?
— Claro, tio, todos nós estamos acostumados com isso, já transamos o suficiente entre nós para continuarmos com essa besteira, venha. Thiago me disse, dando um tapa na minha bunda nua, e seguiu na frente, girando a maçaneta e segurando suas roupas contra o peito largo.
Segui-o a passos lentos, admirando seu corpo grande, apertando minhas roupas no peito. Passamos pelo hall de entrada e nos encaminhamos para o banheiro social da casa.
Ao nos escutarem entrando, meu irmão e o familiar vieram ao nosso encontro.
— Finalmente voltaram! E parece que a arrumação não foi no quartinho. Quem comeu quem? Perguntou meu irmão, vindo até nós dois, e nos fez beijar sua boca.
— Huuuuuuuuuum! Muá, muá!
— Eu comi o cuzão gostoso do seu filho, irmão, fodi seu cuzinho enquanto puxava forte seus dreads.
— Safado! Espero que tenham gostado e aproveitado bastante. Agora arrumem-se, os cachorros nos aguardam, putinhos! Meu irmão nos disse e nos soltou, dando um tapão em nossos rabos, e eu e Juan fomos tomar banho e trocar de roupa.
...
FAMILIAR:
*Minha vez...
Bom, logo após a volta do meu irmão e do meu tio, eu, papai e meu irmão Thiago nos unimos na cozinha para esperar os dois bonecos tomarem um banho e colocarem pelo menos uma cueca e retornarem para irmos para o canil.
Sentei-me em um dos bancos da ilha da cozinha e fiquei mexendo no meu celular; tinha mensagem de mamãe.
"Bom dia, meu filho! Mamãe está com saudades também, não vejo a hora de você estar de volta, sinto sua falta.
Bom, sobre a consulta médica, tudo bem, sem problemas. Isso será ótimo. Que bom que seu pai teve pelo menos essa decência de marcar médico para vocês. Cuide-se, meu filho, e tome cuidado. Estou ansiosa pelo retorno de vocês. Mamãe te ama e te aguarda amanhã, ok? "
Sorri com a mensagem de mamãe e mandei um "ok, também te amo". E apaguei a tela do meu celular.
Fiquei quieto por um tempo, e a curiosidade de saber o que papai achava de eu ser ativo com os machos da família me inundou. Acho que vou tentar introduzir o assunto agora, aproveitar que tudo está calmo. Acho que ele será melhor receptivo enquanto está mais relaxado e calmo.
Tomando coragem para abordá-lo, levantei-me do sofá e fui até ele e meu irmão Thiago na mesa. Cheguei por trás dele e alisei seus ombros largos e fortes, deitando minha cabeça em seu pescoço e me esfregando nele como um gatinho pedindo carinho.
— Oi, amor de papai, tá todo melosinho, vem cá no colo. Ele me disse, batendo a mão nas suas coxas e afastando a cadeira para eu me sentar.
Sentei no seu colo, sentindo seu membro meia-bomba encostado na minha bunda, dei uma reboladinha para melhor acomodá-lo entre minhas nádegas enquanto papai enlaçava seus braços à minha volta.
Aconcheguei-me melhor no seu colo, me arrumando, e, suspirando, comecei:
— Arf! Papai, eu quero conversar com você sobre uma coisa. Acho que você vai gostar dessa minha ideia, vai favorecer tanto você, quanto eu, quanto os membros da família.
Papai fez uma cara de curioso e preocupado ao mesmo tempo enquanto eu me virava em seu colo para olhá-lo enquanto discursava.
Sentei-me de lado e enlacei seu pescoço, enquanto, com os dedos das mãos, acariciava sua nuca e seu couro cabeludo.
— O que aconteceu agora, docinho? Vai voltar a reclamar por estar levando rola, ou vai se queixar por não estar levando rola o suficiente? Perguntou-me papai.
— Na verdade, nenhuma coisa nem outra. Respondi e já logo emendei:
— Papai, é o seguinte: meu corpo tem outras necessidades além de ser passivo. Nós dois, inclusive, já testamos algo parecido com o que vou propor, e também está nas regras estabelecidas na iniciação, mas não é algo comum com os machos da família. Papai, quero saber se o senhor aprova, e quero que você me permita e ofereça eu como ativo. Eu quero poder foder os cuzinhos dos meus machos também, não só dar, entende?
Papai explodiu em uma gargalhada junto ao meu irmão, que estava sentado junto a nós na mesa.
— Hahahahaha! Ouviu isso, Thiago? Seu irmão quer ser ativo! Hahahaha!
Me encolhi um pouco, envergonhado. Eu estava sendo ingênuo, achando que papai toparia algo assim, já que eu já o fodi e por ele me dar liberdade, mas acho que me enganei.
Papai se acalmou depois de alguns minutos, rindo enquanto me olhava. Depois parou e viu que eu não estava brincando, e reparou que fiquei um pouco triste com a reação dele, então se recompôs e me disse:
— Meu filho, não é uma má ideia, é algo até que bacana. Eu, como seu pai, particularmente gostei quando você me fodeu, e amo quando você me faz um beijo grego, mas não sei se o resto da família toparia. O que você acha, Punitivo?
Meu irmão olhou, arregalando os olhos, quando nosso dono perguntou sua opinião, surpreso, mas logo respondeu:
— Bom, pai, na época em que você me deu de presente para ele, e ele comeu meu cuzão, eu não vou mentir, gostei pra caralho. Meu irmãozinho tem jeito para foder um cu. A questão é gerar mais regras, e você saber que, caso ofereçamos esse trabalho, as mulheres também vão querer usufruir do Familiar, mas sozinhas. E uma das regras da iniciação é que elas só poderiam usufruir dele com seus parceiros. A questão é: você está pronto para mudar as regras e deixá-lo foder mulheres também?
Meu irmão questionou papai, fazendo-o pensar. Eu olhava de um para o outro com expectativas. Papai, no momento, coçava a barba de um modo pensativo, mas não falou nada de imediato.
Enquanto isso, no banheiro social...
— O que você achou, Juan, de nossa foda? Perguntei ao meu sobrinho, que jogava suas roupas no chão e se sentava na privada para esvaziar seu cuzinho.
— Vou ser bem sincero, tio, eu gostei, foi bom pra caralho. Estava com resistência de testar, mas gostei bastante. Ele me disse sorrindo.
— Que ótimo, espero no futuro ter essa oportunidade novamente! Eu disse e me inclinei para beijá-lo na boca.
Passei por ele e fui para o box do banheiro, abri o vidro, liguei o chuveiro na temperatura morna e entrei debaixo.
— Não demore aí, precisamos agilizar, senão começaremos os cachorros somente depois do almoço. Venha logo, minha putinha.
Juan se levantou da privada, deu descarga e veio se juntar a mim embaixo do chuveiro.
Dei espaço para ele embaixo do chuveiro para se molhar, e aproveitei para passar xampu no cabelo e sabonete no corpo. Enquanto isso, eu tirava uma casquinha aqui e ali dele. Ajudei-o a lavar as costas e dei algumas bolinadas na sua bunda magra, mas não avancei muito para não perdermos tempo aqui, sendo que poderíamos depois, mais tarde, foder todos juntos. Era melhor pouparmos um pouco de energia para gastar com o banho dos cães.
Tomamos banho juntos sem muita enrolação. Eu ainda sentia o ar sexual entre nós dois, mas precisávamos deixá-lo morrer por enquanto. Por agora, só o que importava era tomarmos banho.
Revezamos o sabonete, lavando nossas principais partes, e depois nos enxaguamos e desligamos o chuveiro. Em seguida, nos secamos e trocamos mais alguns beijos e carinhos. Logo nos dirigimos, pelados, para fora do banheiro.
Pegamos nossas roupas sujas e levamos para a lavanderia, e depois subimos nus para os quartos para nos trocarmos.
Nós nos separamos no corredor, cada um indo para o seu quarto. Entrei no meu e fui direto para o guarda-roupa, selecionei uma cueca limpa, uma camiseta regata azul e uma bermuda de moletom preta, coloquei tudo e calcei meus chinelos.
Fui para o banheiro do meu quarto e penteei meus cabelos crespos, e aproveitei para escovar os dentes novamente. Depois saí do banheiro e do quarto, apagando as luzes, e voltei para a cozinha, onde estavam meu irmão e meus sobrinhos.
— E aí, meninos, bora para o canil? Precisamos iniciar os cachorros antes do almoço.
— Vamos, Chico, cadê o Juan? Disse meu irmão.
— Lá em cima, colocando a roupa.
Minutos depois, Juan desceu pronto.
— E então, bora cuidar dos cachorros? Senão hoje não almoçamos.
— Bom, vamos! Disse meu irmão e nós cinco partimos para o canil.
FAMILIAR:
Saímos de dentro de casa e nos encaminhamos para o canil. Passamos pelo estacionamento do sítio, que ficava de frente para a entrada da casa principal, e andamos despreocupadamente até o canil.
Papai e titio conversavam baixo, o que parecia ser o que propus para papai e meu irmão Juan agora há pouco. Via-os toda hora olharem para mim, me analisando; às vezes apontavam o dedo em minha direção, como se analisassem meu corpo, mas não dei tanta bola para isso.
Andamos cerca de uns dez minutos a passos lentos até chegarmos ao canil. Ao nos verem, os cachorros começaram a latir e abanar os rabos. Luke, que era o xodó do meu tio, ficou em pé em cima das duas patas traseiras e começou a latir e grunhir baixo.
Nos aproximamos do canil e fizemos carinho nas cabeças dos cachorros pela tela de proteção, e meu tio abriu o portãozinho para podermos entrar.
Entramos com os cachorros vindo até nós, pulando e abanando os rabos. O canil estava uma lástima, todo sujo por cocôs e mijos, fora a quantidade de pelos que naturalmente caíam dos animais.
Fomos os cinco para onde meu tio armazenava xampu, coleiras, guias, ração e a mangueira, e pegamos o que precisaríamos primeiro.
Começaríamos com os banhos, depois emendaríamos na limpeza do canil, mas acredito que seria dividido em dois períodos diferentes. Por mais que titio dissesse que queria fazer tudo agora de manhã, seria quase impossível, até porque agora é quase meio-dia, e teríamos que parar para almoçar, senão nosso corpo não aguentaria.
Meu tio pegou a parte da mangueira de rosquear na torneira e foi conectá-la na torneira pregada na parede dos fundos do canil, enquanto papai desenrolava e puxava-a até o meio do canil, sem parar de conversar.
Já eu e meus irmãos começávamos a puxar cada um um cachorro para perto de si, afagando-lhes os pescoços e alisando suas pelagens.
Ali deveria ter por volta de uns 20 cachorros de portes e raças diferentes, tamanhos diferentes e colorações diferentes. Sua grande maioria eram cachorros vira-latas e alguns poucos de raça, como o Luke, que era um Doberman preto, pastores alemães e Labradores. Tinha mais ou menos uns quatro de cada, fora o restante vira-latas.
Puxei Luke, que era meu parceiro desde a iniciação, e esperei que meu pai e meu tio ligassem a água.
Os dois olharam para mim, sorrindo ao me verem com Luke, e, já me sacaneando, ligaram a água da torneira e, de longe, tacaram água em minha direção, e de Luke gargalhando, deixando-me todo ensopado junto ao cachorro.
Luke começou a pular na minha frente, animado, enquanto eu me ajoelhei no chão e já fui depositando um pouco de xampu no pelo dele e comecei a esfregá-lo. Logo, meu pai e meu tio viraram a mangueira para os outros cães para molhá-los, e meus irmãos fizeram o mesmo que eu: selecionaram um cachorro ou uma cadela e começaram a depositar um pouco de xampu nos pelos deles e a esfregá-los.
Com os cachorros já todos molhados e eu também, meu tio e pai desligaram a água e foram cada um pegar um cachorro para ajudar a dar banho.
Ficamos os cinco dando banho nos cachorros, esfregamos ali e aqui, passando o xampu por cada centímetro do cachorro, esfregando bem. Lavamos-os com capricho, esfregando suas orelhas e suas genitálias.
Alguns deles ficavam animadinhos demais quando lavávamos seus órgãos sexuais e tentavam montar-nos para nos foder.
Meu irmão Juan foi o que mais ganhou tentativas de ser cruzado; os cachorros não davam mole para ele, se ele bobeasse, levava pau na cara.
Já a maioria das fêmeas era mais recatada; era uma ou outra que se esfregava em nossas mãos. Dedilhei a buceta de algumas e, quando percebia os olhares dos meus machos, me insinuava para eles, fazendo movimentos circulares nas bucetas das cadelas com um pouco de xampu, e logo enxaguava.
— Estou de olho em você, escravinho. Já começou a demonstrar sua safadeza, tá louquinho já para brincar com os cães, né, safado? Disse meu tio com um olhar safado para mim.
— Está vendo coisa, titio, Só estou ajudando no banho. Eu disse com a cara sapeca que eu tinha.
— Sei, putinha! Irmão, posso dizer abertamente para os meninos o que estávamos conversando agora há pouco? Perguntou meu tio a meu pai.
— Claro, Chico, eu ia falar com eles quando voltássemos para casa, mas já falei agora. Depois, eu e o Punitivo vamos bater um papo sobre como iremos implementar isso. Disse papai.
Meus irmãos ficaram bastante curiosos, e meu tio emendou:
— Certo, então, meninos, é o seguinte: o pai de vocês disse para mim agora há pouco que o Familiar ganhará uma nova função; ele irá ofertar trabalhos de ativo também. Ele terá épocas em que irá somente prestar serviço de ativo, vai foder o cuzinho dos machos e as bucetas e cuzinhos das mulheres da família, acompanhados, é claro, de seus companheiros. Isso é regra. E você, Punitivo, tem direito de dar pitaco nisso, mas lembre-se: você não tem a última palavra, e sei que o familiar já fodeu você e seu pai.
Meus irmãos pararam de esfregar os cães e olharam para nosso pai.
— Isso é verdade, pai. Vai transformar o familiar em ativo? Perguntou Thiago.
— Sim, Punitivo, será ótimo para nós e para ele também. Ele que sugeriu. Falei que iria pensar nisso e depois conversaremos melhor. Eu gostei da ideia; assim também conseguiremos deixar as mulheres da família satisfeitas, mas é claro, somente na presença de outro macho da família, nunca sozinhas.
— Bom, se quer mesmo minha opinião, eu estou surpreso, mas acho legal. Então, agora nosso escravo fornecerá sexo completo. Acho que a família vai aprovar. A única coisa que acho que vai ter é um pouco de protesto das mulheres para quererem usufruí-lo sozinhas. O senhor está disposto a passar por isso? Perguntou Thiago.
— Eu sei disso, Punitivo, mas acho que dá para resolver isso. Abriremos para elas também e reformularemos as leis do escravo familiar, e fazemos um novo ato de iniciação dele como ativo. Acho que vai ser até interessante isso, mas vai dar um trabalho da porra para monitorar isso; vamos precisar ter atenção redobrada.
— Olha, pai, tá certo, ele é meu irmão, não acho que será um problema em si, mas saiba que sua responsabilidade vai aumentar, e a minha também. A propósito, vou poder castigá-las quando fizerem merda, assim como os homens, ou será destinada uma mulher para fazer isso?
— Porra, não sei ainda, mas calma, Thiago, isso eu vejo depois. Primeiro vamos planejar como vai ser a iniciação dele como ativo, e depois vemos como estabelecer as regras para as mulheres, mas isso não será exatamente agora, ok, meu filho?
— Sim, meu senhor pai! Disse Thiago.
— Ótimo, bora agilizar isso aqui, e você, familiar...
Eu nem estava prestando atenção; meu foco estava em um dos cães que eu tinha puxado para dar banho.
Ele era branco, com poucas manchas pretas espalhadas pelo corpo. Sua vara estava saindo aos poucos da pele, mostrando a coloração avermelhada com um baita nó grosso que me deu água na boca.
Eu o estava ensaboando com o xampu, esfregando sua pelagem, e, enquanto isso, meu corpo ansiava por aquela rola, meu coração batia e me pedia para avançar e chupar aquele pau grosso e vermelho até fazer o cachorro gozar.
Levei minha mão da parte das costas do cachorro para sua barriga, e depois para o seu caralho, massageei fazendo movimentos suaves de punheta para frente e para trás enquanto ele ficou quieto, só desfrutando do meu carinho.
Levei minha outra mão até duas bolas e o acariciei ali também com carinho, e fui subindo com a mão por trás até seu cuzinho. Cutuquei-o com cuidado para ver se ele me mordia, oferecia alguma resistência ou me permitiria acariciar e introduzir um dedo ali.
Para minha sorte, o cachorro era receptivo e me permitiu alisar seu cuzinho, então aproveitei que ele estava ensaboado e que meu dedo escorregaria melhor para dentro do seu cuzinho com mais facilidade, e forcei a entrada.
— Auuuu! Ele latiu, se mexendo, e tentou me morder.
Dei um tapinha na sua bunda e o virei com a bunda para mim.
Meus homens tinham se calado quando perceberam o que eu fazia com a boca aberta, e só me observavam com os paus deles ficando duros dentro das bermudas.
Eu fui mais além; depois de virar o cachorro com o rabo para mim, lavei-o bem, esfregando a entrada do seu cuzinho. Depois enxaguei todo o cachorro, deixando seu pau e cuzinho por último. Já tinha planos para eles.
Levantei e fui até a mangueira, que estava a alguns centímetros de mim, e a liguei em um fluxo baixo. Voltei a me aproximar do cão branco e comecei a enxaguá-lo, passando a mão para ajudar a retirar todo o sabão de seu pelo.
Quando estava satisfeito com o resultado, lavei novamente o cuzinho e o pau do cachorro, enxaguei e fui logo fazer o que meu corpo mais queria naquele momento.
Ajoelhado no chão, puxei o cachorro pela bunda para minha frente, deixei-o lateralizado e peguei no seu pau. Abaixei-me até ficar na altura dele e abrir minha boca, e me aproximei até colocar seu cacete rosa na boca.
— Auuuu! O cachorro latiu e grunhiu um pouco alto enquanto sentia minha boca molhada e quente ao redor do seu caralho.
Deslizei minha boca da ponta até o nó grosso que começava a inchar, e em seguida deslizei de volta, tirando-o da boca. Dei uma punhetada nele e voltei a mamá-lo, dessa vez com maestria, fazendo um movimento mais rápido de uma boa mamada, sugando e rodando minha língua enquanto ia para frente e para trás, gemendo.
— Huuuuuuuuuum! Huuuuuuuuuum! Huuuuuuuuuum!
Meus homens nessa hora já tinham retirado as roupas molhadas e se masturbaram me vendo chupar o cão, já induzindo as cadelas a se aproximarem deles para eles começarem a brincar também.
Depois de deixar o pau do cachorro bem babado, virei-me de costas para ele e, de frente para meus homens, daria um showzinho para eles. Puxei o cachorro para cima de mim pelas patas dianteiras e o fiz me montar. Logo ele entendeu o que eu queria e começou a meter nas minhas costas.
Empurrei um pouco ele para baixo e o ajudei a encontrar a entrada do meu cuzinho. Aproveitei para cuspir nos meus dedos da mão esquerda e passei na entrada do meu cuzinho. Em seguida, pegando no pau dele, ajudei ele a encontrar a entrada do meu cuzinho e empinei bem minha bunda.
Ele, desesperado, me arranhou com as patas dianteiras para se equilibrar em cima de mim enquanto batia a pelve na minha bunda. Consegui ajeitar seu pau na minha entrada e, com uma estocada só, ele introduziu todo o seu pau dentro de mim.
— Huuuuuuuuuum! Aaaiii! Gemi rouco.
O safado, por ser irracional, não quis perder tempo e já foi logo metendo com uma força desesperada no meu cuzinho, fazendo eu delirar mais na sua rola.
— Hããããã!!
Eu revirava meus olhos enquanto ele se movimentava com uma rapidez desengonçada dentro de mim, delirando com o prazer brutal que açoitava meu corpo.
— Hããããã, caralho, me fode, porra!
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
Já na nossa frente, meus homens resolveram fazer o mesmo que o cachorro e selecionaram suas cadelas para serem fodidas.
Meu pai e dono, selecionou um cocker de pelagem marrom, macho, que estava dando bobeira à sua frente. Segurou-o com seu focinho, de frente para seu caralho, que doía de tão duro e que começava a vazar seu líquido pré-seminal, e melou-o, fazendo-o sentir o cheiro e o gosto do seu líquido pré-ejaculatório.
O cachorro lambeu e se animou com o gosto, parecia que tinha adorado o leite paterno de papai, e isso me deixou ainda mais safado e tarado no pau do cachorro que me comia.
Papai inclinou-se um pouco para frente enquanto o cachorro lambia seu cacete duro, e começou a dedilhar o cuzinho dele.
Esfregou a ponta do dedo na parte externa do cuzinho do cachorro e, depois, passou a introduzi-lo lentamente.
O cachorro tentou fugir, mas papai o segurou pela pelagem marrom, imobilizando-o, e levantou seu rabo para visualizar melhor a entrada do seu cu. Em seguida, segurou seu cacete duro pela base com a mão esquerda, que deslizou do corpo do cachorro, e apontou a cabeça rosa brilhante na entrada dele.
Deu uma forçada e viu que não entraria com a secura que estava, então cuspiu na mão e passou no pau, e depois no cuzinho do cachorro, enfiando um, depois dois dedos para alargar a entrada.
Rodou um pouco o dedo enquanto o cachorro latia, sentindo a invasão, depois retirou e introduziu dois dedos, fazendo o mesmo processo. Logo substituiu os dedos pela rola grossa, deu uma batidinha com a cabeça na entrada, mirou e começou a forçar, gemendo.
— Huuuuuuuuuum!
— Iiiissss! Chiou o cachorro, sentindo seu cuzinho se alargar para comportar a rola grossa de papai.
Papai fechou os olhos, deixando seu corpo sentir somente o cu do cachorro ser alargado na sua rola, e se introduziu até a sua virilha encostar no rabo do cachorro. Esperou alguns segundos, prendendo com as mãos para que o cachorro não saísse, e logo começou a bombar.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
— Ôôôôôôô! Caralho, que cu sensacional. Toma rola, viadinho. Papai falava enquanto se movia para frente e para trás dentro do cu do doguinho. Logo, levou a mão direita para o pau do cachorro e o fez colocá-lo para fora, aquela rola vermelha, e começou a bater uma forte punheta para ele enquanto devorava seu cuzinho.
Já meu tio Chico, estava a fim mesmo era de foder uma bucetinha, então selecionou uma cadela preta, vira-lata, e a colocou à sua frente, de costas para ele. Em seguida, ergueu seu rabo e cuspiu nos dedos da mão esquerda e passou na buceta dela, introduzindo dois dedos.
Logo deu uma rodada leve para afrouxá-la e levou seu pau duro para a entrada. Deu uma bela cuspida no pau e espalhou no seu comprimento, apontou a cabeça rosada para a entrada da buceta da cachorra e começou a forçar para entrar.
— Huuuuuuuuuum! Ele gemeu.
— Iiiissss! A cadela grunhiu.
Meu tio Chico abriu sua boca em um formato de "Ô" e segurou firme nas patas traseiras da cadela, para que ela não escapasse do seu cacete duro, e deslizou com gosto para dentro da sua buceta até seu caralho sumir dentro dela.
Esperou alguns minutos dentro dela sem se mexer, sentindo sua buceta mordiscá-lo, e logo começou a se movimentar em ritmo lento.
— Huuuuuuuuuum! Ele gemia alto de olhos fechados e dava reboladas para alojar melhor seu pauzão gostoso dentro da buceta dela, e depois começou a fodê-la.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
— Isso, huuuuuuuuuum! Toma, cadelinha do papai, vou te engravidar, putinha safada. Ele dizia enquanto estourava sua buceta.
Já meu irmão Thiago resolveu que seria sua hora de ser fêmea novamente e resolveu dar seu cuzão grande e gostoso para um pastor alemão macho, já pelado e batendo punheta, puxou o cachorro para perto e se sentou no chão.
Ao contrário de mim, papai e titio, em vez de ficar de quatro ou de joelhos no chão, optou por deitar no chão e se arreganhar com as pernas para cima em posição de frango assado, e abriu suas nádegas com as duas mãos, expondo seu delicioso cuzão, e puxou o cachorro para cima dele.
O cachorro montou no seu corpo parrudo e buscou seu cuzão louco, como se fosse uma britadeira, louco para senti-lo. Meu irmão ajudou-o a se encaixar dentro do seu cu com calma para não machucá-lo, pegando em seu membro rijo e direcionando-o para sua entrada.
Aproveitou e relaxou o esfíncter anal e o corpo por inteiro para facilitar a penetração. O cachorro emparelhou seu caralho na entrada e forçou de uma vez para dentro, fazendo meu irmão tremer, e passou a se movimentar com rapidez.
Vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt…
Meu irmão gemia alto, se esticando no chão com cara de dor, e o cachorro enlouquecia atrás dele, metendo forte e rápido, fazendo seu caralho vermelho entrar e sair com uma fricção absurda.
— Hãããããã!
Já meu irmão Juan quis seguir a linha de meu tio Chico e selecionou uma vira-lata caramelo, colocou-a com o rabo virado para ele e ergueu-o olhando seu cuzinho e sua buceta, segurou no pau dando uma cuspida na mão para lubrificar e apontou a cabeça da rola na entrada da buceta dela.
Em seguida, forçou, fazendo a cabeça entrar, rasgando a entrada. A cadela deu um grunhido alto e se agitou um pouco. Meu irmão segurou-a com mais força pelas ancas e foi afundando seu pau lentamente até sua virilha encostar no rabo dela.
— Hãããããã! Apertada, gostosa. Disse, fechando os olhos e tremendo seu corpo forte.
Em seguida, esperou um minuto dentro dela, parado, sentindo sua buceta pulsar no caralho dele, e logo começou a bombar lentamente.
PLOC, PLOC, PLOC, PLOC...
Ele rebolava de leve e dava batidinhas na lateral da sua bunda, e aos poucos aumentava gradativamente a velocidade e intensidade das estocadas, delirando de prazer.
— Ôôôôôôô! Ôôôôôôô!
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
Nossos gemidos viraram uma cacofonia de sons prazerosos. Quem escutasse saberia que estávamos fazendo uma orgia zoofílica, pois nossos gemidos se misturavam com os grunhidos dos cães, mas não nos importamos; queríamos apenas nos fartar e saciar todo nosso tesão não acumulado.
Então fodemos, fodemos, fodemos, até nossos corpos suarem e exalarem o cheiro característico de sexo, nossos paus esfolarem, deixamos nossos corpos falarem e entrarmos em um êxtase tão absurdo que explodimos todos juntos em um orgasmo tão fenomenal, que chegava a ser surreal.
— Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhh
— Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhh
— Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhh
— Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhh
— Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
Gozamos todos juntos, explodindo em um gozo que inundou os cães e nos sujou as virilhas, com um tremor tão forte que nos fez cair em cima deles e nos estatelarmos no chão.
Enquanto recobramos fôlego, os cães saíram de perto de nós e foram se limpar, ainda molhados e sujos, pelos cantos do canil.
Ficamos por cerca de cinco minutos no chão, recobrando o fôlego, e depois levantamos sujos. Era quase meio-dia e ainda faltava a maioria dos cachorros para darmos banho, então meu tio disse:
— Meninos, é o seguinte: precisamos terminar isso agora, precisamos terminar de dar banho nesses cães antes de almoçarmos, senão não iremos descansar o suficiente antes de retornarmos para casa amanhã. Então, bora, já perdemos mais da metade do dia, estou com fome, mas se pararmos agora para almoçar, podemos esquecer de relaxarmos na parte da tarde, então mãos à obra.
Fizemos uma força-tarefa e metemos a mão na massa. Pelados mesmo, nos dividimos em: três ensaboavam os cachorros, esfregando seus pelos, lavando suas genitálias, e dois enxaguavam e separavam os cachorros que já haviam tomado banho dos que ainda não, e auxiliavam com um pano os cachorros a se secarem.
Corremos com o banho, lavando um cachorro atrás do outro, e, em questão de uma hora e meia, terminamos. Em seguida, lavamos o canil e abastecemos as vasilhas de água e comida. Exaustos, recolhemos e guardamos tudo, pegamos nossas roupas jogadas, sujas e amontoadas no chão em um canto do canil, e saímos de lá logo em seguida.
Fechamos o portão, deixando todos presos, e voltamos para a casa. Era bom prepararmos o almoço, senão não teríamos como repor nossas energias, que minguavam.
Andamos de volta para a entrada da casa e deixamos nossas roupas molhadas na lavanderia. Hoje poderíamos esquecer de lavar as roupas sujas, teríamos que separá-las em sacolas e sacos das limpas e deixar para lavar no retorno para casa.
Em seguida, fomos para os chuveiros externos e tomamos um banho, nos lavamos bem com água e sabão, retirando toda a sujeira do banho dos cachorros e do sexo com eles.
Depois desligamos o chuveiro e fomos atrás de uma toalha para nos secarmos. Entramos na casa e fomos para o banheiro social, onde continham duas toalhas de banho penduradas. Pegamos-as e nos revezamos, compartilhando as toalhas até estarmos secos.
Depois fomos colocar uma roupa, exceto eu, que continuei pelado. Papai não aprovava muito, mas já tinha dito de manhã que ficaria assim o dia todo, e ele não quis perder o tempo dele e passou a não ligar.
Logo fomos todos para a cozinha externa, e papai e titio foram preparar a churrasqueira para assar as carnes.
Enquanto meu dono e meu tio preparavam o almoço, eu aproveitei para relaxar na piscina. O dia estava ensolarado, bonito, e meu corpo, exausto do sexo e do trabalho, pedia um relaxamento.
Então saí da cozinha externa e me dirigi para a área de piscina, que fica junto aos chuveiros externos. Sozinho, me aproximei da borda da piscina de níveis de profundidade que meu tio havia construído e coloquei meus pés na parte rasa para sentir a temperatura.
A água estava fresca, gostosa e convidativa para dar um mergulho. Andei pela parte rasa e fui descendo os níveis cada vez mais fundo e mergulhei quando a água batia na minha cintura.
Nossa, que delícia! Fazia sabe-se lá quanto tempo que não entrava em uma piscina, e a sensação boa acalmou meu corpo exausto.
Fiquei boiando, relaxando o corpo sem planos para sair dali. Minutos depois escutei meus irmãos conversando ao longe e seus passos que se aproximavam. Quando chegaram na área da piscina, olharam para mim e assoviaram.
— Fui fiu!
Eu ri, batendo meus pés na água, e chamei-os com os dedos.
Meus irmãos retiraram as roupas, ficando pelados, e se jogaram na piscina, dando um mergulho.
Vieram até mim por debaixo da água e me agarraram, um pela frente e outro por trás. Senti as rolas meia-bombas encostarem no meu corpo quando emergiram da água e me agarraram.
Meu irmão Thiago tinha vindo pela minha frente e subiu, já me puxando pela cintura e se grudando aos meus lábios, me tascando um beijo farto, molhado e ardente de língua, enquanto meu irmão Juan me bolinava pelas costas, deixando seu pau duro no vão das minhas nádegas, e beijava meu pescoço.
Beijei Thiago com paixão, e depois virei a cabeça para trás e beijei Juan. Thiago se agarrou a mim e, quando eu e Juan paramos de nos beijar, os dois se beijaram.
Sorri satisfeito, mas eu queria mais; meu cuzinho já estava piscando, clamando por uma nova sessão de rola, e mergulhei no meio deles para chegar a ambas as rolas.
Submerso, e com minha cabeça na altura dos paus duros deles, segurei um em cada mão e punhetei-os suavemente. Os dois se olharam sorrindo, depois olharam para mim submerso, e depois voltaram a se olhar e se beijaram de língua.
Eu continuei chupando dedicadamente as rolas deles, e logo fui puxado de volta à superfície. Os dois pararam de se beijar e me colocaram no meio deles, comigo, de frente para o Juan.
Fizeram-me enlaçar sua cintura, e juntos procuraram a entrada do meu cuzinho com as rolas e me penetraram com suavidade, enquanto Juan voltava a me beijar.
Gemeram baixo e me apertaram mais forte em seus corpos, e juntos afundaram mais um pouco das rolas no meu cuzinho. Ficaram parados por alguns minutos e logo começaram a me foder em uma dupla penetração.
PLOC PLOC PLOC PLOC
A água se agitava ao nosso redor enquanto eles se movimentavam para frente e para trás. Os dois gemiam grossos no meu ouvido enquanto me beijavam o pescoço, o ombro, as costas, a boca, fazendo-me delirar.
Passei a me mexer junto com eles para poder sentir melhor o sexo, mas acabou que não furamos muito, já que estávamos fudendo desde muito cedo, e gozamos juntos, eles dentro de mim, e eu na barriga magra do Juan.
Suspirando, fomos diminuindo o ritmo até parar, e em seguida os dois saíram de dentro de mim e me largaram. Nós nos limpamos na piscina mesmo e logo saímos de dentro; era melhor irmos ver se o almoço estava pronto.
Saímos da piscina e recolhemos nossas roupas, voltamos para a área de churrasqueira pelados e encontramos papai e titio terminando de preparar o almoço.
Ao nos verem, sorriram, e titio disse:
— Pelo visto estavam fodendo de novo. Vocês têm muita energia. Passamos a manhã toda fodendo e vocês ainda transaram de novo? Meu Deus.
— Pois é, tio, somos muito fogosos. Disse Juan, sorrindo.
— Pois bem, comecem a fazer o prato de vocês; precisamos repor nossas energias.
Cada um pegou um prato e papai se juntou a nós na fila que se formava ao lado do fogão. Tinha arroz branco, salada e farofa prontos, e algumas carnes que meu pai tinha tirado da churrasqueira.
Colocamos nossa comida e nos sentamos todos à mesa de madeira, e almoçamos em silêncio.
Depois do almoço, meu pai e titio arrumaram toda a bagunça, e entramos para dentro de casa, indo direto para a sala. Ligamos a televisão, que já passava um filme na sessão da tarde, e aproveitamos para assistir.
Por volta das 17:00, nos levantamos e voltamos para a área externa. Meu pai, meus irmãos e meu tio tomaram um café preto, e titio disse:
— Vamos dar uma passada nos animais agora, colocamos ração e água e trancamos todo mundo, daqui a pouco escurece.
Saímos da área de lazer e fomos para os animais.
E começamos pelos cachorros, verificamos a água e a ração, colocamos mais um pouco de ambos e depois saímos e trancamos o canil. Fomos em seguida para o aprisco, entramos e fizemos o mesmo processo: colocamos água e ração para as ovelhas e os carneiros e trancamos o cercado. Depois fomos para o piquete e fizemos o mesmo processo. Em seguida, tivemos o chiqueiro, o galinheiro, o curral, a asnoaria e, finalmente, fomos para os estábulos. Cuidamos dos cavalos, que eram os últimos que faltavam. Estávamos incrivelmente exaustos, e o céu já começava a escurecer; era mais de 18:30 e já estávamos todos sujos e suados de novo.
Saímos dos estábulos, trancando o cercado, e voltamos cansados e nos arrastamos de volta para a casa principal.
Entramos pela porta e nos dividimos nos banheiros para tomar banho; em seguida, fomos reabastecer nossas energias com um jantar rápido com as sobras do almoço.
Em seguida, meu pai e meu tio voltaram a arrumar a cozinha e depois nos reunimos na sala de estar para assistir um pouco de televisão antes de irmos dormir.
Mandei mensagem para minha mãe novamente, lembrando-a de que amanhã estaríamos de volta, e desejei boa noite. Apaguei a tela do telefone e voltei a prestar atenção na televisão.
Por volta das 23:00, começamos a levantar e ir para os quartos. Levantaríamos de madrugada no próximo dia para podermos ir embora. Eu sentiria falta do sítio, mas nossas vidas precisavam voltar ao normal, e quem sabe o que aconteceria daqui para frente.
Desligamos a televisão e começamos a subir as escadas para o andar superior da casa. No corredor, nos despedimos uns dos outros, trocando um selinho. Entramos cada um em seus quartos e fizemos o processo de usar o banheiro, escovar os dentes e nos deitar.
Como todos os dias, papai retirou suas roupas para ficar pelado igual a mim. Eu me deitei primeiro na cama e papai veio logo em seguida, deitando-se atrás de mim e me agarrando pela cintura. Beijou-me a nuca e nos cobriu com o edredom, e, quando nossos corpos aqueceram, caímos em um sono profundo.
Já lá fora, o céu escuro estava estrelado e a lua brilhava bonita e cheia no alto, anunciando o fim de um dia, e, junto desse fim de dia, veio também o fim da nossa semana no sítio, o fim de um ciclo e o recomeço da minha vida escravocrata.
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