#Gay #Grupal #Teen #Virgem

Perdi as pregas em uma foda a três

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Alberto

Eu estava com pouco mais de quatorze anos quando mudou para o apartamento do prédio ao lado um morenão forte, trinta e poucos anos. A área de serviços do apartamento dele dava de frente para a área do meu, de tal forma mesmo dentro da cozinha de um apartamento, via-se perfeitamente a outra cozinha. Uma tarde de sábado, quando entrei na minha cozinha vi na outra cozinha um rapaz mais ou menos da minha idade sendo amassado contra a parede pelo morenão que abraçando-o por trás chupava sua nuca, a expressão do rapaz era de puro prazer, embora sem camisas, os dois estavam de bermuda. Hipnotizado pela cena, parei e logo vi o rapaz magrinho e branquinho como eu virar de frente para o morenão, ajoelhando em seguida, desapareceu de minha vista, aí foi a vez do morenão fazer cara de prazer, movido pela curiosidade, dei mais alguns passos para dentro da minha cozinha, sem tirar os olhos do que estava acontecendo e pude ver o branquinho se deliciando com a piroca gigante do moreno, ele tentava abocanhar aquela cobra, lambia a cabeça, mordiscava o cilindro, chupava os ovos, batia com o mastro no rosto cobrindo a piroca com saliva. O espetáculo me fez atingir ereção total na hora . Quando levantei a vista vi que o morenão estava olhando para mim, embaraçado, voltei para dentro do meu apartamento e só voltei a cozinha bem mais tarde. Na manhã seguinte, abri a janela do meu quarto e dei de cara com o morenão que estava fumando na janela de seu quarto e ele falou: "Oi vizinho, tudo bem? Meu nome é Sergio". Meio sem jeito me apresentei com o coração batendo na boca, sem conseguir evitar de analisar o belo físico de Sergio, aquele tipo acostumado ao trabalho pesado e sua indisfarçável cara de tarado. Em deliberada ousadia Sergio falou: "Você gosta de vídeo game? Tenho vários jogos, quando você quiser, não se acanhe". Claramente ele estava querendo fazer comigo o mesmo que fez com o rapaz da tarde anterior. Sorri e dei as costas para a janela e caminhei pelo meu quarto em direção a porta, mas sendo traído pelo meu cuzinho que estava inexplicavelmente piscando o fiz rebolando. Confuso, passei a manhã inteira querendo entender o que estava acontecendo comigo. Depois do almoço, depois que minha mãe arrumou a cozinha, coloquei meus cadernos sobre a mesa e tentei estudar, mais não consegui me concentrar e tomei uma decisão, fui checar "os jogos" do vizinho. Fui muito bem recebido e conduzido a sala, deitando sobre uns almofadões que estavam espalhados na sala, enquanto Sergio ligava o aparelho. Passamos a jogar, mas aquela rola gigante parecia um imã para meus olhos e o sacana a todo instante passava a mão no pau enchendo minha boca de saliva, em dado instante, Sergio alisou meus peitos, o que me deixou sem ação , Sergio olhou dentro dos meus olhos e roubou-me um beijo na boca. Sem graça fiquei sem ação e senti a boca do tarado explorando meu pescoço, meu corpo estremeceu, aquela sensação gostosa nunca sentida antes tomou conta de mim, minha vontade era de gemer, mas resisti e lembrei da expressão do rapaz que eu tinha visto na tarde anterior, momento em que Sergio pegou minha mão e colocou sobre seu cacete. Não fiz nada no inicio, mas logo estava alisando aquele cilindro duro enquanto Sergio sugava um de meus mamilos me enlouquecendo, aí não evitei mais os gemidos e passei a apertar a piroca com vontade já com a camiseta jogada de lado, Sergio levantou meu corpo como se fosse uma pena e me fez sentar sobre seu mastro encaixando sua pica no meu rego. Tomado por uma sensação maravilhosa, trocamos nosso primeiro beijo lascivo, colocamos nossas línguas uma na boca do outro enquanto involuntariamente eu rebolava naquele cacete que de tão duro parecia um osso. As mãos de Sergio alisando minhas nádegas me davam um prazer especial e por iniciativa própria, sentei sobre as coxas musculosas do macho, abri o laço e o velcro da bermuda de Sergio e saquei de lá de dentro aquela maravilha, acariciando-a diretamente. Sem nada entre o cacete e minha mão, senti o calor e a pulsação da pica e por puro prazer passei a masturbar a pirocona vendo aquela mesma expressão de prazer no rosto do macho e percebi o quanto aquilo era gostoso. Nossa foda foi interrompida pela campainha, Sergio pulou e foi atender a porta, era o rapaz da tarde anterior. Sergio muito malandro falou: "Você já conhece o Luiz". O Rapaz me mediu dos pés a cabeça e Sergio disse: "Foi ele que nos viu ontem". Dizendo isso, Sergio se jogou nos almofadões nos puxando pelas mãos, acabamos sendo forçados a deitarmos sobre os peitos musculosos do adulto e antes que um de nós dois protestássemos, Sergio com a mão em nossas nucas aproximou nossos rostos, praticamente nos abrigando a nos beijarmos, o que parece ter sido bom para os dois, pois nossas mãos se encontraram no pau de Sergio e em conjunto abrimos e tiramos a permuda do comedor, só então pude ver de perto aquele corpão de macho com o obelisco apontando para o teto e segurei o cajado que já estava sendo seguro por Luiz, a piroca ficou abrigada por nossas mãos e ainda sobrou rola suficiente para Luiz abocanhar enquanto Sergio beijava minha boca, quando percebi, Luiz já estava completamente nu, esfregando o pau de tamanho normal na coxa de Sergio, fiz o mesmo e assim que comecei a me esfregar sem interromper aquela punheta a duas mãos que aplicávamos em Sergio, ouvi o uivo de nosso garanhão e vi seu cacete lançar no ar sua porra. Luiz olhou dentro dos meus olhos e nos beijamos. Luiz fez o que eu queria desde o dia anterior me colocou de quatro, ajoelhou atrás de mim e pincelou meu rego com seu pau. Eu não estava aguentando mais, precisava dar o cu e me arreganhei sentindo a pressão na minha argola até então virgem. Cravei as unhas nos braços de Sergio enquanto tentava relaxar para receber a pica de Luiz no rabo que não era nem a metade da piroca de Sergio e enquanto fazia isso vi a maravilha endurecendo novamente e abocanhei e conheci a delicia de chupar uma rola enquanto tinha as pregas arrebentadas uma a uma. Um instante que eu gostaria que não acabasse nunca me deliciando com uma pica no cu e outra na boca senti pela primeira vez uma esporrada no fundo do meu rabo e gozei sem tocar no meu pau

Comentários (1)

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  • Luiz: Que conto excitamte da pra continuar

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