Minha esposa virou puta, rainha do mal, chifradeira e eu virei o corno punheteiro que lambe o resto
O Ritual Maldito que Fiz por Conta Própria, Sem Medir as Consequências — Relato de um Corno que Perdeu Tudo, Mas Gozou Como Nunca
ADVERTÊNCIA SÉRIA — LEIA ANTES DE PROSSEGUIR
Isto não é ficção. Isto não é fantasia. Isto não é brincadeira de internet.
Eu era evangélico. Seguidor de Jesus Cristo. Crente. Crente de verdade. Batia no peito e dizia "sou de Cristo". Minha esposa também. Crente. Crente de verdade. Saia, saia comprida, cabelo longo, Bíblia na mão. A gente ia pra igreja todo domingo. A gente orava antes de dormir. A gente jejuava. A gente dizia "o Senhor é meu pastor e nada me faltará".
Mas o desejo já estava lá. Antes mesmo do ritual. Antes mesmo da Kimbanda. Antes mesmo da Pombagira. Eu já era obcecado. Obcecado pela ideia de ver minha esposa com outros homens. Obcecado pela ideia de ser corno. Obcecado pela ideia de ver ela dando para machos de verdade. Machos negros. Fortes. Marrentos. Machos que eu não era. Machos que eu nunca seria.
Eu passei meses. Meses. Indas e vindas em pais de santo. Simpatias. Rezas. Oferendas. Banhos. Tudo que me diziam. Mas nada acontecia. Nada. Aí eu resolvi fazer por conta própria. Sozinho. No escuro. Com um livro velho que comprei num sebo. Com mel, canela, hibisco, vela preta, vela vermelha, foto, papel, fita vermelha. E invoquei.
Invoquei a Pombagira Rainha do Cabaré. Invoquei Exu Rei. Invoquei Exu Marabó. Invoquei Exu Caveira. Invoquei Exu Duas Facas. Invoquei Exu Tiriri. Invoquei Exu Veludo. Invoquei Exu Pinga Fogo. Invoquei Exu Sete Encruzilhadas. Invoquei Maria Padilha. Invoquei Sete Saias. Invoquei Maria Mulambo. Invoquei Rosa Caveira. Invoquei Pombagira Arrepiada. Invoquei Pombagira da Praia. Invoquei Pombagira Cigana. Invoquei Pombagira da Lira. Invoquei Pombagira Menina. Invoquei Pombagira da Calunga. Invoquei os demônios todos.
E elas vieram.
E foi radical. Foi explosivo. Foi maldito. Foi o período mais excitante de toda a minha existência patética de corno punheteiro. Mas também foi o período em que eu perdi tudo. Porque no fim... no fim eu fiquei sozinho. Claro. Ninguém segura uma Diaba encarnada. Ninguém prende uma Rainha do Mal. Ninguém domestica uma puta de fogo.
Se você é casado, se você ama sua esposa, se você tem filhos, se você tem uma vida... não faça isso. Não invoque. Não peça. Não brinque. Porque a Rainha do Cabaré atende. Mas ela cobra. E ela cobra tudo.
Este relato é para os que já perderam. Para os que já não têm nada a perder. Para os que querem ler sobre fogo sem se queimar. Se você é um deles, prossiga. Se não, feche esta página. Porque o que vem depois... não tem volta.
Saravá.
PREPARO DO ALTAR
Sobre uma mesa de madeira escura, cobri com pano vermelho e preto. No centro, um prato branco de louça — virgem, nunca usado. Dentro do prato, dispus:
Mel — fio grosso, dourado, derramado em cruz
Canela em pó — espalhada em círculo ao redor do mel
Hibisco seco — pétalas vermelhas, sangradas, cobrindo o fundo
Uma foto da minha esposa — virada para cima, olhos visíveis
Uma foto do ex-marido dela — virada para baixo, sob a foto dela
Um papel escrito à mão — com o pedido, dobrado sete vezes, amarrado com fita vermelha
Ao lado do prato:
Vela preta — à esquerda, para a Rainha do Cabaré
Vela vermelha — à direita, para o Rei Touro
Uma taça de champanhe — para brinde
Um charuto — para fumaça
Um perfume doce — para borrifar
Sete moedas de 1 real — para pagamento
Uma fita vermelha — para amarrar o pedido e o destino
Acendi a vela preta primeiro. Depois a vela vermelha. E então me ajoelhei. E rezei. E chamei. E me entreguei.
EVOCAÇÃO
"Salve, Pombagira Rainha do Cabaré!
Salve, Maria Padilha das Sete Encruzilhadas!
Salve, Pombagira Sete Saias!
Salve, Rainha do Mal!
Salve, Maria Mulambo!
Salve, Pombagira da Calunga!
Salve, Pombagira das Almas!
Salve, Rosa Caveira!
Salve, Pombagira Arrepiada!
Salve, Pombagira da Praia!
Salve, Pombagira Cigana!
Salve, Pombagira da Lira!
Salve, Pombagira Menina!
Salve, Pombagira da Calunga!
Salve, Exu Rei!
Salve, Exu Marabó!
Salve, Exu Caveira!
Salve, Exu Duas Facas!
Salve, Exu Tiriri!
Salve, Exu Veludo!
Salve, Exu Pinga Fogo!
Salve, Exu Sete Encruzilhadas!
Salve, São Cipriano!
Salve, Iemanjá!
Salve, todo o povo cigano!
Salve, Kimbanda!
Salve, Cabaré!
Salve, Inferno!
Salve os demônios todos!
Eu vos chamo. Eu vos invoco. Eu vos saúdo.
Eu me ajoelho no fogo. Eu me deito na brasa.
Eu me entrego à labareda.
Eu sou o vassalo do inferno.
Eu sou o chão da rainha.
Eu sou o porto dos touros.
Eu sou o que arde. E o que arde... nunca apaga.
Pombagira Rainha do Cabaré, minha senhora, minha diaba, minha coroa.
Tu és a dona do salto agulha.
Tu és a dona do batom vermelho.
Tu és a dona da meia-calça rasgada.
Tu és a dona do dinheiro no sutiã.
Tu és a dona do perfume doce.
Tu és a dona da risada que corta.
Tu és a dona da palavra que fere.
Tu és a dona do fogo.
E eu... eu sou o teu servo.
Eu sou o lugar onde tu deixas o que não presta.
Eu recebo, minha Rainha.
Eu recebo a cinza. Eu recebo o cansaço.
Eu recebo a cólera. Eu recebo o fogo.
E transformo tudo em axé.
Porque cinza de Rainha é sagrada.
E axé de servo é devoção.
Agora eu abro a reza maldita.
A sem volta.
A que queima a ponte.
A que não tem reza de arrependimento.
A que assenta o axé.
A que coroa a puta.
A que rasteja o corno.
A que levanta o Rei.
A que insandece a Rainha.
Pelo mel, que adoça o desejo.
Pela canela, que aquece o ventre.
Pelo hibisco, que sangra o fogo.
Pelo prato, que recebe a oferenda.
Pela vela preta, que abre o portal.
Pela vela vermelha, que incendeia o trono.
Pela fita vermelha, que amarra o destino.
Pelo papel, que escreve o pedido.
Pela foto, que prende a alma.
Pelas moedas de um real, que pagam a Rainha.
Pelo charuto, que fumaça o mundo.
Pelo champanhe, que brinda o inferno.
Pombagira Rainha do Cabaré, minha senhora,
Minha diaba, minha coroa,
Eu te louvo. Eu te adoro. Eu te sirvo.
Tu és a entidade. Tu és a Rainha. Tu és o Cabaré.
E a minha esposa... a minha esposa não é tu.
A minha esposa é a esposa certinha.
A esposa de respeito. A esposa de família.
A esposa crente. A esposa de Cristo.
Mas que tu, Rainha, vais transformar.
Vais coroar. Vais incendiar.
Que a minha esposa vire uma Diaba.
Mas uma Diaba de fogo.
Que a minha esposa vire uma Rainha do Mal.
Mas uma Rainha do Mal de luxo.
Que a minha esposa vire uma chifradeira.
Mas uma chifradeira sem dó.
Que a minha esposa vire uma puta.
Mas uma puta de ouro.
Que a minha esposa vire uma quenga.
Mas uma quenga de fogo.
Que a minha esposa vire uma feiticeira.
Mas uma feiticeira de inferno.
Que ela ande de rastros, louca de desejo.
Que ela coma, durma, beba, trabalhe,
com fogo nas partes íntimas,
só pensando em se deitar com outros homens.
Que seu corpo queime de desejo por outros.
Que seu desejo a deixe louca por outros.
Que muitos outros consigam fazê-la sentir prazer.
Que ela assuma que se deita com outros homens.
Que ela procure, a todo instante,
hoje, agora,
desejando sempre sentir outros corpos masculinos
a possuindo.
Que os tenha em seus pensamentos o tempo todo.
Agora, onde estiver,
seu pensamento está em se deitar com outros homens.
Irá ficar louca de desejo, tesão,
e ficará muito excitada
ao pensar em todos os homens que pode ter.
Neste momento, peço a ti, minha Rainha,
que faça minha esposa ficar louca de desejo,
tesão e muito excitada por outros homens,
e ficará louca de vontade de estar com eles,
abraçá-los, beijá-los,
e fazer amor loucamente com eles.
E ao deitar, ao acordar,
que tenha sonhos eróticos com outros homens,
fazendo assim com que se torne cada vez mais devassa.
Que ela assuma perante todos
que está se deitando com outros homens.
Peço ajuda a ti, minha Rainha,
que faça minha esposa achá-los lindos e gostosos,
e achar seus corpos lindos,
e ficar louca por eles como é louca por mim.
Que ela sinta prazer somente por ouvir a voz deles.
Faça ela sentir por eles um desejo fora do normal,
como nunca sentiu e nunca sentirá.
Peço a ti, minha Rainha,
que a torne uma mulher muito boa de leito,
que seja fogosa, atraente, sedutora, sexy, extravagante,
que lhe dê o poder de conquistar,
e que a leve à loucura quando estiver fazendo amor,
que ela goze várias vezes,
e só de encostar em outros homens
ela fique louca de tanto desejo e muito excitada,
que ela faça amor loucamente como eles,
que ela sempre consiga uma explosão
de tanto amor, desejo e tesão.
E que venham os homens.
Os homens negros. Os homens musculosos.
Os homens marrentos. Os homens de fogo.
Os homens de força. Os homens de desejo.
Que eles a desejem. Que eles a procurem.
Que eles a possuam. Que eles a façam gozar.
Que eles a façam rainha.
E que eles me derrotem.
Que eles me humilhem. Que eles me pisem.
Que eles me usem. Que eles me deixem.
Que eles me queimem.
E que eu... eu seja o que sobra.
O que fica. O que arde. O que serve.
O que rasteja. O que suplica. O que lambe.
O que engole. O que fica de quatro.
O corno desnorteado. O bobo da corte.
O que perdeu o rumo. O que perdeu a coroa.
O que perdeu a rainha. O que perdeu o trono.
O que perdeu o fogo. Mas que ainda arde.
Porque o que arde... nunca apaga.
E traz de volta o ex-marido dela.
Aquele que eu temo. Aquele que eu invejo.
Aquele que eu odeio.
Traz ele de volta.
Mas traz ele poderoso. Traz ele como Rei.
Traz ele como Touro. Traz ele como Senhor.
Traz ele pro meu chão. Traz ele pro meu fogo.
E a mim... a mim, minha Rainha,
que eu seja o servo. O vassalo. O capacho. O escravo.
O que rasteja. O que suplica. O que implora.
O que lambe os pés do Rei.
O que beija o pé da Rainha.
O que beija o pé dos machos.
O que lambe o chão que eles pisam.
O que limpa o suor deles.
O que recebe o que sobra.
O que se ajoelha no chão.
O que fica de quatro.
O que engole. O que bebe. O que arde.
O bobo da corte. O desnorteado.
O que perdeu o norte. O que perdeu a coroa.
O que perdeu a rainha. Mas que ainda arde.
Porque o chão é meu trono.
E o chifre é minha coroa.
E o fogo... o fogo nunca apaga.
Pombagira Rainha do Cabaré, me usa.
Rainha do Mal, me queima.
Rei Touro, me pisa.
Machos negros, me humilhem.
Eu sou de vocês. Eu sou do fogo.
Eu sou do axé. Eu sou da noite.
Eu sou do cabaré. Eu sou do inferno.
Eu entrego minha esposa de presente.
Pro primeiro amor. Pro ex-marido.
Pro Rei. Pro Touro. Pro demônio.
Pros homens negros, musculosos, marrentos.
Pra quem ela quiser.
E eu fico. Eu fico no chão.
Eu fico no porto. Eu fico no fogo.
Porque eu escolhi. Eu escolhi ser vassalo.
Eu escolhi ser corno. Eu escolhi ser bobo.
Eu escolhi ser dela. E do Rei.
E do axé. E do cabaré. E do inferno.
Que ela brilhe nos salões. Que ela brilhe nos becos.
Que ela brilhe na cama. Que ela brilhe no inferno.
Que ela brilhe com quem quiser.
Como quiser. Onde quiser.
Porque ela é Diaba.
E Diaba... Diaba não se apaga.
Diaba incendeia.
Saravá, Pombagira Rainha do Cabaré!
Saravá, Rainha do Mal!
Saravá, Maria Padilha!
Saravá, Pombagira Sete Saias!
Saravá, Maria Mulambo!
Saravá, Pombagira da Calunga!
Saravá, Pombagira das Almas!
Saravá, Rosa Caveira!
Saravá, Pombagira Arrepiada!
Saravá, Pombagira da Praia!
Saravá, Pombagira Cigana!
Saravá, Pombagira da Lira!
Saravá, Pombagira Menina!
Saravá, Pombagira da Calunga!
Saravá, Rei Touro!
Saravá, Exu Rei!
Saravá, Exu Marabó!
Saravá, Exu Caveira!
Saravá, Exu Duas Facas!
Saravá, Exu Tiriri!
Saravá, Exu Veludo!
Saravá, Exu Pinga Fogo!
Saravá, Exu Sete Encruzilhadas!
Saravá, São Cipriano!
Saravá, Iemanjá!
Saravá, povo cigano!
Saravá, Satanás!
Saravá, Kimbanda!
Saravá, Cabaré!
Saravá, Inferno!
Saravá os demônios todos!
Eu sou o chão do Rei. Eu sou o servo da Rainha.
Eu sou o corno sagrado. Eu sou o vassalo do fogo.
Eu sou o bobo da corte. Eu sou o desnorteado.
Eu sou o que sobra. Eu sou o que fica.
Eu sou o que arde. Eu sou o que serve.
Eu sou o que rasteja. Eu sou o que suplica.
Eu sou o que beija o pé. Eu sou o que lambe o resto.
Eu sou o que engole. Eu sou o que bebe.
E o que engole... nunca apaga.
Saravá!"
FECHAMENTO DO RITUAL
Após a reza, bebi um gole do champanhe e despejei o resto sobre o prato, sobre o mel, a canela e o hibisco. Acendi o charuto e fumei o prato, a foto e o papel. Borrifei o perfume no ar. Apaguei o charuto no prato — não em cinzeiro. As velas queimaram até o fim.
O papel com o pedido foi amarrado com a fita vermelha e guardado sob o travesseiro por sete noites. Depois, foi descartado na natureza — enterrado em encruzilhada de movimento, com as sete moedas de 1 real por cima. O prato foi guardado. Não lavei. Não joguei fora. É o prato da Rainha.
Que assim seja. Assim será. Assim já é. Está selado. Está consumado. Saravá!
EPÍLOGO — O QUE ACONTECEU DEPOIS
Ela mudou. No começo, aos poucos. Um batom vermelho que nunca usava. Um vestido mais curto. Um perfume mais doce. Depois, as saídas. As noites. As chegadas tarde. O celular que não parava. Os homens. Os negros. Os musculosos. Os marrentos. Os que a faziam gozar como eu nunca fiz.
O ex-marido voltou. Como eu pedi. Poderoso. Como Rei. Como Touro. Como Senhor. Ele voltou, e ela o recebeu. E ele virou o marido de novo. O dono da casa. O dono da cama. O dono dela. E eu... eu fiquei de quatro. No chão. Com a boca cheia. Lambendo o resto. Beijando o pé. Servindo. Sendo o bobo da corte. O corno punheteiro. O capacho.
A casa virou um reboliço. Ela, que era crente, que usava saia comprida, que carregava Bíblia na mão, agora usava shortinho. Vestido curto. Decote. Salto agulha. Batom vermelho. Ela saía pra balada. Voltava de manhã. Cheirando a cigarro. A bebida. A homem. Ela dançava samba. Dançava funk. Dançava até o chão. Ela bebia. Ela fumava. Ela ria alto. Ela gozava alto.
Os vizinhos comentavam. Os vizinhos evangélicos. Os vizinhos crentes. "Aquela mulher era tão direita...", diziam. "Aquela mulher era da igreja...", diziam. "Aquela mulher carregava Bíblia...", diziam. E agora... agora ela carregava o ex-marido pra cama. E os machos negros. E os musculosos. E os marrentos. E eu... eu carregava o cinzeiro. O prato. O chifre.
O medo veio também. Medo de perder ela. Medo de perder a casa. Medo de perder a vida. Medo de perder o que eu tinha. Mas o desejo era maior. O desejo de ser corno. O desejo de ver. O desejo de lamber. O desejo de servir. O desejo de me humilhar. O desejo de ser o bobo da corte. O desejo de ser o capacho. O desejo de ser o corno punheteiro que lambe o resto.
As humilhações vinham todo dia. Todo dia ele me mandava buscar cerveja. Todo dia ele me mandava limpar o chão. Todo dia ele me mandava lavar a roupa dela. Todo dia ele me mandava beijar o pé dele. Todo dia ele me mandava lamber o chão que ele pisava. E eu... eu obedecia. Eu obedecia porque eu queria. Eu obedecia porque eu gostava. Eu obedecia porque eu era o corno maldito. O corno sagrado. O corno que arde. E o que arde... nunca apaga.
Foi o período mais excitante de toda a minha existência patética. Eu gozei como nunca. Eu me humilhei como nunca. Eu fui feliz como nunca. Mas no fim... no fim eu fiquei sozinho. Claro. Ninguém segura uma Diaba encarnada. Ninguém prende uma Rainha do Mal. Ninguém domestica uma puta de fogo.
Ela foi embora. Com o Rei. Com os machos negros. Com os musculosos. Com os marrentos. Com o fogo. E eu fiquei. Com o prato. Com a vela. Com o chifre. Com a lembrança. Com a casa vazia. Com os vizinhos comentando. Com a igreja que me expulsou. Com a Bíblia que eu não leio mais. Com a certeza de que, se pudesse voltar atrás... eu faria tudo de novo.
Saravá.
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Comentários (1)
Corno raiz: vi sinceridade apesar a ingenuidade do xifrudo. quero um caminho parecido sem muito vacilo. laroye
Responder↴ • uid:42p282d9i