Sou a princesinha de papai e de seus amigos. Adolfo
Quem leu primeiro relato sabe que sou a Bruna, 26 .Foi com papai e seus amigos que aprendi a sentir o prazer de ser mulher
Quem leu primeiro relato sabe que Sou a Bruna, 26 anos, enfermeira, meu pai e seus amigos, me chamam a princesinha do Guaraja, hoje vou contar como dei para Adolfo.
Depois do Juvenal, meu foco foi direto no Adolfo. O cara tem a idade do meu pai, é divorciado, sem filhos e tá com a vida financeira super estabilizada, engenheiro de uma multinacional com um apê num condomínio privado. Quando frequentava nossa casa nos churrascos, ele tava sempre de bermuda e havaianas.
Ninguém diria que o cara tinha aquele status social todo, que eu só descobri quando meu pai teve um imprevisto no trabalho e precisou sumir por dois dias.
Como meu pai não podia me deixar sozinha, teve que dar um jeito. O Paulo era casado e não tinha logística; o Juvenal não tinha estrutura. Sobrou o Adolfo, que topou na hora, dizendo que cuidaria de mim “como um pai”.
Adolfo me apanhou de manhã para me levar na escola.
Eu, de uniforme escolar e ele, de terno, todo produzido, exalando um charme que me deixou excitada e doidinha.
Meu pai saiu com as recomendações básicas: estudo e comportamento. Adolfo só deu um abraço nele e o acalmou falando que ia cuidar de mim como papai.
Na escola, o clima pesou. Quando descemos do carro, as cabeças viraram na hora. As meninas cochichavam, medindo o cara de cima a baixo. A Amanda, minha melhor amiga, já chegou no pescoço:
— Menina, quem é esse gato? Que história é essa?
— Meu pai vai ficar fora dois dias, e o titio Adolfo tá cuidando de tudo — respondi, sentindo o jogo.
A Amanda arregalou os olhos, com aquele sorriso malicioso:
— Tio? Que “tio” é esse, Bruna? O homem é um pecado! Se ele for ficar na sua casa, quero ir aí te ajudar a estudar todo dia!
— Deixa de ser babaca, Amanda! — retruquei, tentando disfarçar.
Na saída, Adolfo estava lá, com aquela postura de quem manda no pedaço. Não aguentei: dei um beijo rápido no rosto dele e aquele perfume caro me deixou tonta.
— Vamos, Bruninha? — a voz dele era um convite.
Olhei para a Amanda e as outras com um sorriso vitorioso.
— Vamos, titio!
No carro, ele percebeu a movimentação. Olhou pelo retrovisor com um sorriso divertido, sabendo do impacto que estava causando. Eu me ajeitei no banco, olhando para ele com malícia:
— Nada demais, Adolfo... só falei que você era meu tio.
Chegamos no apartamento. Luxo puro. A vista da varanda era um tapete de luzes da cidade.
— Nossa, que lindo! — exclamei.
Ele deu aquela risadinha característica.
— Diferente da sua casa, né? Mas aqui não tem piscina... — ele lançou, testando terreno.
Virei devagar, deixando meus olhos percorrerem o corpo dele.
— Nem sempre é preciso ter piscina... — respondi baixo, deixando claro que havia outras formas de se molhar ali.
O olhar do Adolfo mudou instantaneamente. O “tio” educado deu lugar ao homem que eu desejava. Ele olhou para o meu uniforme apertado e perguntou:
— Não quer vestir algo mais confortável?
Meu coração disparou. Olhei para a cama de cetim negro e a vontade de tirar aquela roupa foi como um raio.
— Quero sim... — respondi, já desabotoando a camisa sem tirar os olhos dos dele.
— Me ajuda?
Ele estendeu a mão. Os dedos roçaram minha pele, sentindo o calor do meu corpo, e começou a desabotoar minha blusa, um botão por vez, com um olhar que devorava cada centímetro da minha pele.
Adolfo deslizou a blusa pelos meus ombros com uma lentidão torturante, me despindo com calma até que eu estivesse só de sutiã e calcinha branca de algodão.
Ele parou. Os olhos percorreram cada curva do meu corpo com uma intensidade que me fez tremer. Parecia hipnotizado; ele já tinha me visto de biquíni ou quase nua sob a canga, mas assim de soutiã e calcinha branca contrastando com a minha pele — O deixou genuinamente excitado.
— Meu Deus, Bruninha... — ele sussurrou, a voz rouca de desejo.
— Você não tem noção do que está fazendo comigo agora.
Ele estava completamente seduzido. O modo como respirava, pesado e concentrado, deixava claro que ele estava no limite.
Com um sorriso travesso, me joguei na cama.
Vi ele se despir e, nossa... que corpo imponente. Aquele shape de quem não mata um dia de academia fez meu coração disparar.
Ele deitou ao meu lado, só de boxer. Me virei para ele, senti seus beijos e suas mãos acariciando meu corpo.
Ele tirou meu sutiã, tocou meus peitos e beijou meus mamilos durinhos, sugando um e depois o outro com vontade. A mão descia pela minha barriga e entrou na calcinha... ahnn... gemi baixo quando senti o dedo dele na fendiha, me deixando louca. Com as mãos trêmulas, puxei o boxer dele.
Soltei um gritinho, metade surpresa, metade espanto. Meus olhos arregalaram. O cara era muito mais dotado que meu pai; era uma presença imponente que me deixou sem fôlego.
— Nossa... Adolfo... é grande... — sussurrei.
Ele só sorriu.
Ajoelhei na cama com o coração martelando no peito. Segurei e acariciei, olhando para cima para encontrar os olhos dele, que me observavam com um desejo voraz.
Comecei com beijos suaves na cabeça vermelha e pulsante, intercalando com lambidas lentas.
— Hnnng... — ele soltou um gemido baixo, profundo.
Meus dedos brincavam com as bolas dele, o olhando com malícia, até que eu envolvi tudo aquilo na minha boca. Me entreguei ao prazer de senti-lo preencher minha boca, sugando e explorando cada centímetro.
— Sss... — Adolfo soltou frases curtas, a voz rouca, enquanto apertava meus ombros, perdendo-se no meu ritmo.
Eu queria que ele chegasse ao limite ali, mas, mesmo com a entrega total do momento, Adolfo não terminou.
Ele me afastou gentilmente, a respiração pesada, deixando claro que aquilo era apenas o começo e que o clímax seria algo muito mais profundo.
Ele se posicionou sobre mim, e o peso do corpo dele criando aquela pressão deliciosa que me fazia sentir pequena e desejada.
Veio com beijos profundos, famintos, descendo devagar pelo meu pescoço.
Quando ele sugou meus mamilos com vontade, alternando entre mordidinhas e sucções profundas, minha coluna arqueou e meus dedos enterraram nos lençóis. Eu gemia o nome dele, entregue, enquanto ele explorava meu ventre, sentindo minha respiração acelerada.
Adolfo puxou minha calcinha, abrindo minhas pernas. No momento que a ponta da língua dele tocou minha xaninha, soltei um suspiro longo. Começou com lambidas suaves, circulando tudo, me provocando, até que a língua entrou com precisão na minha fendinha.
— Ahn... sim... — gemi, perdendo o sentido.
O prazer foi instantâneo e avassalador. Ele trabalhava com requinte, massageando meu clitóris com movimentos ritmados e intensos.
Quando ele sugou meu grelinho, criando aquele vácuo, eu tremi inteira. Cada nervo do meu corpo se concentrou ali, enquanto ele alternava a pressão e a velocidade, me levando ao limite.
A tensão virou uma onda elétrica nas minhas pernas. Meus quadris se moviam sozinhos, implorando por mais. Quando a primeira contração veio, eu gritei.
Meu corpo entrou em espasmos violentos e eu gozei profundamente, sentindo o mundo girar enquanto o Adolfo continuava, sabendo exatamente onde apertar para me fazer explodir.
Eu mal tinha recuperado o fôlego, com o corpo ainda vibrando, quando o Adolfo subiu rápido. Sem pausa, sem conversa. No momento em que ele me penetrou, senti um impacto tão profundo que meus olhos quase reviraram; pareceu que eu abri inteira para receber aquela magnitude.
Fiquei sem ar.
— Ahhh! Adolfo! — gritei, mas ele abafou tudo com a boca, me beijando com uma fome desesperada, fundindo nossos gemidos num som só, visceral.
Ele começou devagar, socando fundo. Cada estocada era lenta, deliberada, fazendo eu sentir cada centímetro dele me preenchendo. O som da carne batendo — aquele plact, plact, plact úmido e rítmico — tomou conta do quarto.
— Isso... olha para mim, Bruninha... sente como você tá apertadinha — ele sussurrou no meu ouvido, com aquela voz grossa e rouca que me arrepia. — Você é minha, sente isso...
Aí o ritmo mudou. O que era lento virou intenso, brutal. O som virou um eco frenético de pele contra pele: pá-pá-pá constante, pesado e quente. Eu sentia ele abrindo tudo, preenchendo cada espaço, e a cada estocada eu soltava um gemido agudo:
— Ahh! Assim! Mais, Adolfo! Mais!
Ele começou a meter com tudo, sem pausa. O barulho da nossa carne colidindo era a única coisa que eu ouvia: plact, plact, plact! Um som seco, visceral, no ritmo da minha respiração ofegante. Ele me socava com tanta força que meu corpo inteiro sacudia, me jogando para cima e para baixo na cama.
Aí o orgasmo me bateu como um choque de alta voltagem. — AAAHHH! — soltei um grito visceral, o corpo todo colapsando. Eu não só gozei; eu explodi. Meus músculos travaram em espasmos violentos, hnnng... aahhh!, sentindo cada nervo disparar ao mesmo tempo.
Minhas pernas dispararam numa tremadeira frenética, num ritmo descontrolado, enquanto eu arqueava as costas, sentindo aquele prazer bruto me esmagar. Meus olhos reviraram, a visão ficou branca e eu soltava gemidos curtos, ofegantes: — Ah... ah... ahhh! — quase sem ar, mergulhando num êxtase que fazia meu corpo inteiro vibrar.
Sss... ahhh... meu Deus... — o som da minha respiração rasgando o silêncio, o coração martelando nas costelas, tudo fundido naquele grito mudo de puro gozo.
Enquanto eu estava lá, completamente entregue, cometida por aquelas convulsões de prazer e com as pernas tremendo sem controle, o Adolfo não parou. Ele aproveitou cada espasmo meu para continuar socando fundo, com força, sem dó.
Plact! Plact! Plact!
O som da nossa carne batendo era bruto, seco. A cada estocada violenta, meu corpo sacudia, mas ele continuava, acelerando o ritmo, sentindo a minha xainha apertar e pulsar ao redor dele.
— Isso... goza pra mim, Bruninha! Goza tudo! — ele rosnava, com aquela voz rouca de desejo.
No auge, o Adolfo deu a última sequência de estocadas rápidas e fundas, senti minha xaninha tudos se contraía violentamente.
Ele soltou um urro gutural e ejaculou com força total, sentio jato quente preencher tudo enquanto desabava sobre mim.
Mesmo depois do ápice, eu não parava. Minhas pernas continuavam a tremer freneticamente, os músculos travando e relaxando em espasmos que eu não conseguia dominar. O Adolfo, sentindo aquela vibração, estacou o corpo, preocupado.
— Bruninha? — ele perguntou, a respiração ainda pesada, o peito subindo e descendo. — Tá tudo bem? O que tá acontecendo, menina?
Eu não conseguia falar. Fiquei ali, suspensa naquele choque elétrico de gozo visceral, sentindo meu coração martelar contra as costelas e meu corpo vibrando como se tivesse levado um raio. Só depois de alguns segundos, quando a convulsão finalmente cedeu e eu caí pesada sobre o cetim negro, é que consegui abrir os olhos.
Dei um sorriso bobo, exausta, e sussurrei com a voz quase sumindo:
— Não sei... não sei o que me deu... Nunca senti nada assim...
Ele respirou fundo, sorriu e depois de me beijar perguntou : Nunca tinha gozado assim queridinha ?
Sorri, abanando a cabeça.
Nunca…nunca assim… tão forte não…
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Comentários (1)
joca: li todos os contos, continue a escrever.
Responder↴ • uid:grkqent0a