Minha família 2
Naqueles dias seguintes não presenciei mais nada, embora ficasse sempre de olho sempre que eles ficavam a sós. A imagem da minha mãe se entregando ao meu padrasto não saía da minha cabeça; eu batia várias vezes lembrando daquilo, o corpo quente, o pau latejando só de reviver a cena.
Numa quarta-feira à noite, eu ia até a cozinha e, antes de entrar, vi meu padrasto abraçando minha mãe por trás. As mãos dele apertavam com força a bunda dela enquanto a beijava com fome. Aquilo acendeu imediatamente o alerta: aquela noite podia rolar de novo, e eu queria ver tudo. Voltei pro quarto. Enquanto jogava, minha irmã fazia a lição de casa. Eram exatamente 21h30 quando saí de novo — lembro da hora porque o jogo do Flamengo estava prestes a começar.
Cheguei na sala e vi meu padrasto sentado no sofá, olhando a TV. Minha mãe estava deitada ao lado dele. Sentei perto. Conversávamos sobre o jogo, mas a mão dele já deslizava pela perna dela, acariciando a pele macia. Mesmo comigo ali, ele subiu a mão por baixo da camisola até sumir completamente entre as coxas dela. Eu olhava de canto de olho, o pau já começando a endurecer e a marcar o short. A sala só era iluminada pela luz azulada da televisão. Minha mãe deitada de lado, a mão dele se movendo sob o tecido fino… eu puxei uma almofada pro colo, tentando disfarçar o volume e ao mesmo tempo espiar melhor as pernas dela.
Foi quando Bia apareceu. Foi a única vez que ele tirou a mão. Ela conversou rapidinho com a mãe e as duas saíram. Ficamos só nós dois. Pouco depois minha mãe voltou só para dizer que ia deitar, deu boa-noite e desapareceu no quarto. Fiquei desanimado. O primeiro tempo acabou e ele também foi pro quarto… mas logo voltou. Eu já estava convencido de que não veria nada. Fui no banheiro mijar e, ao tirar o pau, notei que estava todo melado de pré-gozo.
Quando voltei, vi meu padrasto saindo do quarto dele com a porta entreaberta. Não me contive: olhei. Minha mãe estava deitada de ladinho, a calcinha enfiada no meio da bunda, o tecido fino marcando cada curva. Que visão deliciosa. Fiquei alguns segundos observando aquele rabo gostoso e macio antes de voltar pra sala. Ele estava bebendo. Sentei de novo e fingi assistir ao jogo, mas a única coisa que eu conseguia pensar era naquela bunda. Eu queria voltar e olhar de novo.
A hora certa chegou quando ele disse que ia no banheiro. Assim que saiu, esperei uns segundos e fui. No corredor, vi meu padrasto entrando no meu quarto. Estranhei — ele só tinha bebido uma lata, não estava bêbado. Andei na ponta dos pés e olhei pela porta entreaberta. Ele estava em pé ao lado da cama de Bia, apertando o pau por cima do short enquanto levantava o lençol com a outra mão. Bia dormia de camisola curta. Dava pra ver a calcinha: parte enfiada no meio da bunda, parte saindo, revelando a curva lisa e firme. Naquele momento nem fui olhar minha mãe de novo — não dava, ele estava bem ali.
Voltei pro sofá. Logo ele retornou e sentou. Fiquei ruminando: o safado já comia minha mãe e ainda queria a Bia também. Egoísta pra caralho.
Quando o jogo acabou, os dois fomos pro quarto. Me deitei, mas não conseguia tirar da cabeça a imagem dele olhando a bunda da minha irmã. E ela estava bem ali, na minha frente. Foi isso que me fez olhar Bia pela primeira vez com outras intenções. Fiz o mesmo que ele: levantei o lençol devagar. Bia tinha uma bunda linda, lisa, firme — não tão grande quanto a da mãe, mas gostosa pra caralho. Nunca tinha reparado nela daquele jeito até aquela noite. Enquanto olhava e apertava o pau, ela se virou de barriga pra cima. A calcinha branca de tecido fino marcava o desenho da bucetinha. Eu a olhava com desejo puro, a mão apertando o pau com força, até gozar ali no chão ao lado da cama. Um ou dois pingos caíram na coxa dela. Abaixei o lençol e fui me deitar, o coração ainda batendo forte.
Acordei na manhã seguinte leve, mas com aquele tesão matinal clássico. Bia começava a acordar, se espreguiçando. Foi aí que vi pela primeira vez um dos peitos dela: já estava grandinho, o bico rosado e pontudo. Bem devagar, abaixei a mão e toquei um. Ela se sentou na cama, ainda meio dormindo, o peito exposto enquanto coçava os olhos. Foram os dois minutos mais gostosos daquele dia. Depois ela se levantou e saiu do quarto. Eu me virei pra parede, ainda deitado, e terminei a punheta bem devagar, gozando de novo só de lembrar do peito dela e da calcinha marcada.
Fiquei ali até minha mãe me chamar pra me arrumar pro colégio.
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